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Docente: Vera Deccó; Discentes: Claudemira Falção Eudaldo Medrado Jonivaldo Campos.

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Apresentação em tema: "Docente: Vera Deccó; Discentes: Claudemira Falção Eudaldo Medrado Jonivaldo Campos."— Transcrição da apresentação:

1 Docente: Vera Deccó; Discentes: Claudemira Falção Eudaldo Medrado Jonivaldo Campos

2 PSICOLOGIA HUMANISTA Carl Rogers

3 CARL ROGERS

4 Introdução O presente trabalho traça uma panorâmica da evolução do pensamento de Carl Rogers, inserindo-a no contexto da sua biografia. Os principais conceitos rogeriano, nos diferentes campos das ciências humanas, são abordados sucintamente. (ROGERS, 2001)

5 Família Carl Ransom Rogers ( ) foi o mais influente psicólogo na história americana Nasceu em 8 de janeiro de Faleceu em 4 de fevereiro do 1987; Seus pais eram protestantes, universitários e conservadores; Os irmão eram numa totalidade de cinco, quatro irmãos e uma irmã;

6 A criação familiar era baseada nos princípios da educação moral e religiosa e no respeito a questões ética e priorizando também a metodologia científica. Casou-se em 1924 com Hellen Elliot (amiga de infância) Teve dois filhos: David e Natalie Roger com sua filha Natalie, em 1981 Família

7 Trajetória Profissional Em 1919 ingressou na Universidade de Wisconsin cursando Agricultura, neste mesmo período transferiu seu curso para História, com intuito de dedicar-se para carreira Eclesiástica, concluindo assim em Participou de alguns Congresso e Seminários nos quais ampliaram sua convicções e modificaram sua vida. Federação Mundial dos Estudantes Cristãos Seminário da União Teológica

8 Ministrou junto com alguns colegas o Seminário de reflexão auto-facilitado, no qual percebeu sua não-vocação para o ministério pastoril. Ingressa na Teachers College da Universidade de Columbia para a seguinte trajetória: Graduar-se em PSICOLOGIA CLINICA E PSICOPEDAGOGIA. Obter o DOUTORADO através da teste sobre TESTE DE PERSONALIDADE PARA CRIANÇAS. LECIONAR como DOCENTE, no qual só foi reconhecido após deixar a instituição. Trajetória Profissional

9 Em 1939 publica o livro "O tratamento clínico da criança- problema. Através da publicação do livro é chamado para ser Professor Catedrático da Universidade de Estado do Ohio ministrando sobre as Técnicas de Psicoterapia no qual utilizada a gravação integral das entrevistas e de tratamentos completos, como metodologia de investigação sobre os processos terapêuticos. Eleito presidente da Associação Americana de Psicologia em Trajetória Profissional

10 Publica em 1957 o mais importantes artigos As condições necessárias e suficientes para mudança terapêutica da personalidade, sendo até hoje um dos pilares do modelo da Terapia Centrada no Cliente. Posteriormente pesquisa e publica alguns livros sobre os grupos de encontro que segue a linha de divulgação e análise da sua pesquisa. Mediante a isto é premiada, em 1966, através da atribuição do Óscar do melhor documentário de longa duração do ano. Trajetória Profissional

11 Fundamentação Teorica Rogers prioriza o indivíduo enquanto pessoa, valorizando a auto- realização, seu crescimento pessoal. Do ponto de vista da educação valoriza o educando como um todo, considerando seus pensamentos e ações e não apenas seu intelecto (ROGERS, 2001)

12 Psicologia Rogeriana Rogers usa a palavra "cliente" ao invés do termo tradicional "paciente". Um paciente é em geral alguém que está doente, precisa de ajuda e vai ser ajudado por profissionais formados. Um cliente é alguém que deseja um serviço e que pensa não poder realizá-lo sozinho. Embora possa ter muitos problemas, é ainda visto como uma pessoa inerentemente capaz de entender sua própria situação. Há uma igualdade e espontaneidade implícita no modelo do cliente, que não está presente no relacionamento médico-paciente. Terapia Centrada no Cliente Rogers, C. (1985). Tornar-se pessoa

13 Psicologia Rogeriana O terapeuta provê uma atmosfera de compreensão e aceitação, onde o cliente pode expressar-se abertamente. A tarefa do terapeuta não é curar, mas prover aceitação, compreensão e observações ocasionais. Terapeuta Centrado no Cliente Rogers, C. (1985). Tornar-se pessoa

14 Psicologia Rogeriana O terapeuta centrado no cliente mantém uma certeza de que a personalidade interior, e talvez não desenvolvida do cliente, é capaz de entender a si mesma. Para Roger, um bom terapeuta deve possuir a habilidade para comunicar esta compreensão ao cliente. O cliente precisa saber que o terapeuta é autêntico, preocupa-se, ouve e o compreende de fato. Terapeuta Centrado no Cliente Rogers, C. (1985). Tornar-se pessoa

15 Psicologia Rogeriana O Self não é uma entidade estável, imutável, entretanto, observado num dado momento, parece ser estável. Isto se dá porque congelamos uma seção da experiência a fim de observá-la. O Self (ROGERS, 2001)

16 Rogers empregou dois termos, o self ideal e o self real, porém esses termos são originários da teoria psicanalítica. Self ideal seria aquilo que você gostaria de ser, como você se imagina ser, já o self real é quem você realmente é, e é onde contém a tendência para a realização. Psicologia Rogeriana (ROGERS, 2001) O Self

17 Psicologia Rogeriana Carl Rogers acreditava que todos os seres humanos são motivados fundamentalmente por um processo voltado para o crescimento, que ele denominava tendência para a realização, utilizada como estimulo na teoria proposta por Roger. Todas as experiências por que anseia o homem para sua auto-realização têm como centro o eu. Toda motivação de auto-realização é motivação para que o eu se realize. Embora essa ânsia pela auto realização seja inata, pode ser incentivada ou reprimida por experiências da infância e por aprendizagem Auto- realização Rogers, C. (1985). Tornar-se pessoa

18 Psicologia Rogeriana Roger define congruência como o grau de exatidão entre a experiência da comunicação e a tomada de consciência. Ela se relaciona às discrepâncias entre experienciar e tomar consciência. Um alto grau de congruência significa que uma interação entre; Comunicação (o que se está expressando); A experiência (o que está ocorrendo em nosso campo); A tomada de consciência (o que se está percebendo); A partir dessa relação, nossas observações e as de um observador externo seriam consistentes. Congruência (ROGERS, COELHO e JOSÉ, 1993)

19 Psicologia Rogeriana O corre quando há diferenças entre a tomada de consciência, a experiência e a comunicação desta. Por exemplo: Pessoas que parecem estar com raiva (punhos cerrados, tom de voz elevado, praguejando) e que replicam que de forma alguma estão com raiva, ou as pessoas que dizem estar passando por um período maravilhoso mas que se mostram entediadas, isoladas ou facilmente doentes, estão revelando incongruência Incongruência Rogers, C. (1985). Tornar-se pessoa

20 Psicologia Rogeriana A incongruência é visível também em observações como, por exemplo, "não sou capaz de tomar decisões", "não sei o que quero", "nunca serei capaz de persistir em algo. A confusão aparece quando você não é capaz de escolher dentre os diferentes estímulos aos quais se acha exposto. Incongruência

21 Psicologia Rogeriana A teoria humanista de Rogers deriva de sua prática em psicoterapia. Assim sendo, ele estendeu à educação as proposições da terapia. Para ele, o ser humano é essencialmente bom; em cada indivíduo há um núcleo positivo que caracteriza o valor pessoal e que tende a expressar-se. A pessoa é mais que um organismo biológico; é um ser humano que pensa, sente, escolhe, decide, é um ser com capacidade de mudança. Por isso, a educação deve ver tais características e centrar seu processo nas necessidades do aluno. Aprendizagem centrada no aluno: Rogers, C. (1985). Tornar-se pessoa

22 Psicologia Rogeriana Processo de Aprendizagem Para Rogers a aprendizagem é um processo de aprimoramento do indivíduo e não apenas do conhecimento. Busca desenvolver os pensamentos, os sentimentos, as ações de forma integrada, á fim de que se possa tomar decisões mais seguras, garantindo a ampla liberdade de escolha (ROGERS, 2001)

23 Psicologia Rogeriana A teoria de Carl Rogers nos remete a uma reflexão sobre o processo de aprendizagem que permeia a educação tradicional instigando-nos ao desenvolvimento de um posicionamento crítico no sentido de propor mudanças a esse processo apontando assim caminhos para a construção de uma aprendizagem mais significativa para o aprendiz. Processo de Aprendizagem (ROGERS, 2001)

24 É mais que uma acumulação de fatos, é uma aprendizagem que provoca uma modificação, quer seja no comportamento do indivíduo, na orientação futura que escolhe ou nas suas atitudes e personalidade. É uma aprendizagem penetrante, que não se limita a um aumento de conhecimentos, mas que penetra profundamente todas as parcelas da sua existência. Voltada para uma abordagem centrada na pessoa e utilizando o método da não diretividade (ou seja, o professor não interfere diretamente no campo cognitivo e afetivo do aluno) Psicologia Rogeriana (ROGERS, 2001) Aprendizagem Significativa

25 Psicologia Rogeriana Todo aluno tem potencialidade para aprender e a tendência a realizar essa potencialidade; A aprendizagem significativa ocorre quando o conteúdo da aprendizagem é percebido como relevante para o aluno, a partir de seus próprios objetivos; A aprendizagem que envolve mudança na organização do eu na percepção de si mesmo é ameaçadora e tende a suscitar a resistências; Aluno que realiza sua potencialidade para aprender, torna-se aberto à experiência e reciprocidade. A auto-avaliação é função da capacidade de cada um de valoração pessoal; Princípios básicos da aprendizagem significativa: (ROGERS, 2001)

26 Contribuições Um dos mais influentes pensadores americanos. Sua linha teórica é conhecida como Abordagem Centrada na pessoa (ACP). Publicou 16 livros, dentre os quais se destacam: "Tornar-se Pessoa", "Um Jeito de Ser" e "Terapia Centrada no Cliente"

27 TEORIA DA PERSONALIDADE

28 Teoria da Personalidade Para consolidar a sua teoria de personalidade Rogers utilizou diferentes métodos de investigação. Gravação da sessão terapêutica; Análise de conteúdo, Testes projetivos como o Rorschach e o T.A.T Técnica Q - Técnica Q é um método de estudo sistemático acerca do auto-conceito. ( ROGERS, COELHO e JOSÉ, 1993)

29 Teoria da Personalidade A personalidade é constituída por um material padronizado e organizado sobre si, mesmo que ela se modifique não perderá estas características. Abordagem desta teoria é baseada na percepção, nos sentimentos, auto-avaliação subjetiva, na auto- realização e no processo de mudança. As técnicas utilizadas para essa observação foram a Classificação Q, Lista de Adjetivos e o Diferencial Semântico.

30 Teoria da Personalidade O desenvolvimento explica-se a partir de uma única necessidade ou motivo humano básico, que é a fonte de toda a energia – a tendência inata do organismo para desenvolver todas as suas potencialidades. Esta tendência é uma função do organismo como um todo. A personalidade faz parte desse todo, enquanto uma estrutura interna, que se desenvolve a partir da experiência. É a personalidade que possui essa pré-disposição à auto-realização. Por isso, diz- se que o desenvolvimento é auto-dirigido. Desenvolvimento da Personalidade Humana

31 Teoria da Personalidade A noção de eu é um conceito importante para se compreender o desenvolvimento do homem como pessoa. Refere-se a maneira pela qual a pessoa se percebe, atuando no meio. Essa imagem se desenvolve quando a pessoa se relaciona com outras pessoas – é como uma auto-imagem. Características funcionais da noção de eu: O eu é o mediador entre as emoções e a consciência; O eu busca ajustar-se ao meio da melhor maneira possível; O eu busca um equilíbrio pessoal global; Só se agregam ao eu as experiências boas e positivas; O eu sofre mudanças constantes, quando a pessoa vivencia novas aprendizagens e experiências, favorecendo sua maturidade psíquica. Noção de Eu

32 Teoria da Personalidade É o processo de se auto-conhecer, de desenvolver a noção de eu, de se perceber a si mesmo. É o desenvolvimento dos valores pessoais, a partir de experiências igualmente pessoais. Auto-valoração:

33 Considerações finais As principais conclusões dos estudos acerca da personalidade de Rogers foram: A Auto-estima (congruência entre a auto-classificação e a classificação ideal), aumenta como resultado direto do Aconselhamento Centrado no Cliente, sendo as defesas uma variável importante a equacionar. A negação, a fuga, a justificação, a racionalização, a projeção e mesmo a hostilidade poderão alterar a validade dos relatos pessoais.

34 Conclusão O único homem que se educa é aquele que aprendeu como aprender: que aprendeu como se adaptar e mudar; que se capacitou de que nenhum conhecimento é seguro, que nenhum processo de buscar conhecimento oferece uma base de segurança. ( ROGERS, COELHO e JOSÉ, 1993)

35 Conclusão Vídeo de fechamento FhPNcYvGkIQ&feature=related

36 Influência do Existencialismo Conceito de Intencionalidade A característica do pensamento que independe dos fatos objetivos ou dos eventos internos

37 "Por que uma criança aprende a andar? Ela tenta erguer-se, cai e machuca a cabeça. [...] Não existe grande recompensa enquanto ela não conseguir realmente realizar seu intento, e apesar de tudo, a criança está disposta a suportar a dor [...] Para mim, isso é uma indicação de que existe uma verdadeira força de atração para a possibilidade de crescimento continuar." (Rogers, In: Frick, W. Psicologia Humanista, p. 118 )

38 Rogers... está convencido que, tal como ocorre com uma planta que, mesmo em locais insalubres, luta em busca do sol e da vida, embora os meios lhe sejam adversos, nós, os seres humanos, temos um impulso inerente ao organismo como um todo para nos direcionarmos ao desenvolvimento de nossas capacidades tanto quanto for possível, quer sejam físicas, intelectuais ou morais, em conjunto (Guimarães)

39 Referências bibliográficas Abordagem Centrada na Pessoa - ACP - Psicologado Artigos acp#ixzz1cgWr09Xv. Pesquisado em 03 de Novembro de Ballone GJ - Carl Rogers, in. PsiqWeb, internet, disponível em pesquisado em 05 de Novembro de Carl Rogers - Biografia - Psicologado Artigos biografia#ixzz1cgXjoES. Pesquisado em 03 de Novembro de Carl Rogers – Vida e Obra. Disponível em rogers/biografia-calr-rogers-1.php. Pesquisado em 03 de Novembro de Rogers, C. (1985). Tornar-se pessoa (7ª ed.). Lisboa: Moraes Fonte: conceitos/#ixzz1euqqRPut. Imagens retiradas e disponível no psicologia-humanista.html, e FuerzaEquot_.html. Pesquisado em 03 de Novembro de 2011.

40 Agradecemos à atenção de todos e nos colocamos para maiores esclarecimento.


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