A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

1 Avaliação Econômica de Projetos Pós-graduação em LOGÍSTICA EMPRESARIAL.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "1 Avaliação Econômica de Projetos Pós-graduação em LOGÍSTICA EMPRESARIAL."— Transcrição da apresentação:

1

2 1 Avaliação Econômica de Projetos Pós-graduação em LOGÍSTICA EMPRESARIAL

3 2 Avaliação Econômica de Projetos

4 3 SUMÁRIO Avaliação Econômica de Projetos Conceitos Introdutórios Diagramas de Fluxo de Caixa Taxas de Juros O Valor do Dinheiro no Tempo Anuidades ou Séries Gestão de Custos Amortização Mão-de-Obra Direta Formação do Preço de Venda Bibliografia Descontos Inflação Custo de Capital Payback Simples e Descontado Valor Presente Líquido Valor Futuro Líquido Valor Uniforme Líquido Taxa Interna de Retorno

5 4 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Conceitos Introdutórios

6 5 ADMINISTRAÇÃO A administração é o processo de planejar, organizar, liderar e controlar os esforços realizados pelos membros da organização e o uso de todos os recursos organizacionais para alcançar os objetivos estabelecidos. A administração é o processo de planejar, organizar, liderar e controlar os esforços realizados pelos membros da organização e o uso de todos os recursos organizacionais para alcançar os objetivos estabelecidos. AD Prefixo latino = Junto de MINISTRATIO Radical = Obediência, subordinação, aquele que presta serviços

7 6 Maximização de seu valor de mercado a longo prazo OBJETIVO ECONÔMICO DAS ORGANIZAÇÕES Conceitos Introdutórios Retorno do Investimento x Risco Assumido O LUCRO possibilita: O LUCRO possibilita: A melhoria e expansão dos serviços/produtos A melhoria e expansão dos serviços/produtos O cumprimento das funções sociais Pagamento dos impostos; Remuneração adequada dos empregados; Investimentos em melhoria ambiental, etc.

8 7 Contabilidade Financeira Contabilidade de Custos Orçamentos Administração de Tributos Sistemas de Informação Administração de Caixa Crédito e Contas a Receber Contas a Pagar Câmbio Planejamento Financeiro Administração Financeira Tesouraria Controladoria ESTRUTURA ORGANIZACIONAL (Área de Finanças) Conceitos Introdutórios

9 8 LIQUIDEZ E RENTABILIDADE Conceitos Introdutórios Liquidez Liquidez Preocupação do Tesoureiro: manutenção da liquidez da empresas A liquidez implica na manutenção de recursos financeiros sob a forma de disponibilidades. Caixa e aplicações de curto prazo Taxas reduzidas Rentabilidade Rentabilidade Preocupação do Controller: com a rentabilidade da empresas A rentabilidade é o grau de êxito econômico obtido por uma empresa em relação ao capital nela investido.

10 9 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Inflação

11 INFLAÇÃO Taxas de inflação (exemplos): 1,2% ao mês 4,5% ao ano 7,4% ao ano 85,6% ao ano É a perda do valor aquisitivo da moeda ao longo do tempo DINHEIRO x TEMPO O Impacto da Inflação nas Finanças

12 A inflação atingiu níveis estratosféricos. Entre 1913 e 1917 o preço da farinha triplicou, o do sal quintuplicou e o da manteiga aumentou mais de oito vezes.A inflação atingiu níveis estratosféricos. Entre 1913 e 1917 o preço da farinha triplicou, o do sal quintuplicou e o da manteiga aumentou mais de oito vezes. (BLAINEY, 2008, p.67) (BLAINEY, 2008, p.67) BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 1.ed. São Paulo: Fundamento, Inflação Galopante na Rússia Inflação Galopante na Rússia O Impacto da Inflação nas Finanças

13 Hiperinflação na Alemanha Entre agosto de 1922 e novembro de 1923 a taxa de inflação alcançou 1 trilhão por cento. Entre agosto de 1922 e novembro de 1923 a taxa de inflação alcançou 1 trilhão por cento. The most important thing to remember is that inflation is not an act of God, that inflation is not a catastrophe of the elements or a disease that comes like the plague. Inflation is a policy. The most important thing to remember is that inflation is not an act of God, that inflation is not a catastrophe of the elements or a disease that comes like the plague. Inflation is a policy. (Ludwig von Mises, Economic Policy, p. 72) O Impacto da Inflação nas Finanças

14 Hiperinflação na Alemanha (década de 1920) Um pão custava 1 bilhão de Marcos. Hiperinflação na Alemanha O Impacto da Inflação nas Finanças

15 A crise econômica simplesmente exterminou a classe média alemã e levou um número cada vez maior de alemães às fileiras dos partidos políticos radicais. ANTES DA 1ª GUERRA MUNDIAL (1914) 4,2 Marcos = 1 Dólar Americano APÓS A 1ª GUERRA MUNDIAL (1923) 4,2 Trilhões de Marcos = 1 Dólar Americano Hiperinflação na Alemanha O Impacto da Inflação nas Finanças

16 O tesouro comprava folhas de cobre por 500 a 660 réis a libra (pouco menos de meio quilo) e cunhava moedas com valor de face de 1280 réis, mais do que o dobro do custo original da mátéria- prima. O tesouro comprava folhas de cobre por 500 a 660 réis a libra (pouco menos de meio quilo) e cunhava moedas com valor de face de 1280 réis, mais do que o dobro do custo original da mátéria- prima. (GOMES, 2010, p.58) (GOMES, 2010, p.58) Início da Inflação no Brasil Início da Inflação no Brasil O Impacto da Inflação nas Finanças

17 Era dinheiro podre, sem lastro, mas ajudava o governo a pagar suas despesas. D. Pedro I havia aprendido a esperteza com o pai D. João, que também recorrerá à fabricação de dinheiro em 1814 … Era dinheiro podre, sem lastro, mas ajudava o governo a pagar suas despesas. D. Pedro I havia aprendido a esperteza com o pai D. João, que também recorrerá à fabricação de dinheiro em 1814 … … D. João mandou derreter todas as moedas estocadas no Rio de Janeiro e cunhá-las novamente com valor de face de 960 réis. Ou seja, de um dia para o outro a mesma moeda passou a valer mais 28%. … D. João mandou derreter todas as moedas estocadas no Rio de Janeiro e cunhá-las novamente com valor de face de 960 réis. Ou seja, de um dia para o outro a mesma moeda passou a valer mais 28%. (GOMES, 2010, p.59) (GOMES, 2010, p.59) Início da Inflação no Brasil Início da Inflação no Brasil O Impacto da Inflação nas Finanças

18 Com esse dinheiro milagrosamente valorizado, D. João pagou suas despesas, mas o truque foi logo percebido pelo mercado de câmbio, que rapidamente reajustou o valor da moeda para refletir a desvalorização. A libra esterlina que era trocada por 4000 réis passou a ser cotada em 5000 réis. Os preços dos produtos em geral subiram na mesma proporção. Com esse dinheiro milagrosamente valorizado, D. João pagou suas despesas, mas o truque foi logo percebido pelo mercado de câmbio, que rapidamente reajustou o valor da moeda para refletir a desvalorização. A libra esterlina que era trocada por 4000 réis passou a ser cotada em 5000 réis. Os preços dos produtos em geral subiram na mesma proporção. (GOMES, 2010, p.59) (GOMES, 2010, p.59) Início da Inflação no Brasil Início da Inflação no Brasil GOMES, Laurentino ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, O Impacto da Inflação nas Finanças

19 18 Impacto da Inflação nas Empresas Variações nos valores dos custos e das despesas L U C R O Tempo Valor Futuro Valor Presente O Impacto da Inflação nas Finanças

20 Fórmula empregada para descontar a inflação de uma taxa de juros 1 + i real = (1 + i efet ) / (1 + i infl ) i real = Taxa de Juros Real no Período i real = Taxa de Juros Real no Período i efet = Taxa de Juros Efetiva no Período i infl = Taxa de Juros da Inflação no Período Taxa de Juros Real O Impacto da Inflação nas Finanças

21 EXEMPLO: Um capital foi aplicado, por um ano, a uma taxa de juros igual a 22% ao ano. No mesmo período, a taxa de inflação foi de 12% a.a. Qual é a taxa real de juros? 1 + i real = (1 + i efet ) / (1 + i infl ) 1 + i real = ( 1 + 0,22 ) / ( 1 + 0,12 ) i real = ( 1,22 / 1,12 ) – 1 i real = ( 1,22 / 1,12 ) – 1 i real = 0,0893 = 8,93% a.a. i real = 0,0893 = 8,93% a.a. Taxa de Juros Real O Impacto da Inflação nas Finanças

22 Fonte:

23 Taxa de Desvalorização da Moeda Fórmula empregada para se descobrir a desvalorização da moeda TDM = i infl / ( 1 + i infl ) TDM = Taxa de Desvalorização da Moeda no Período i infl = Taxa de Inflação no Período O Impacto da Inflação nas Finanças

24 Taxa de Desvalorização da Moeda Exemplo 1: Se tivermos uma taxa de inflação de 100% em um ano, quanto a moeda terá se desvalorizado neste mesmo ano? TDM = i infl / ( 1 + i infl ) TDM = 1,00 / ( 1 + 1,00) TDM = 0,50 Logo, a moeda terá se desvalorizado em 50% Logo, a moeda terá se desvalorizado em 50% O Impacto da Inflação nas Finanças

25 Taxa de Desvalorização da Moeda Exemplo 2: Se tivermos uma taxa de inflação de 80% em um ano, quanto a moeda terá se desvalorizado neste mesmo ano? TDM = i infl / ( 1 + i infl ) TDM = 0,80 / ( 1 + 0,80) TDM = 0, Logo, a moeda terá se desvalorizado em 44,4444% Logo, a moeda terá se desvalorizado em 44,4444% O Impacto da Inflação nas Finanças

26 Fonte: O Impacto da Inflação nas Finanças

27 A Utilização do Número-Índice É empregado para acumular taxas de juros periódicas Mês InflaçãoÍndice Jan 5,0%1,0500 Fev 4,0%1,0920 Mar 3,8%1,1334 Abr 2,0%1,1562 Mai -1,5%1,1389 Jun 1,0%1,1503 Jul 0%1,1503 Ago 1,8%1,1710 Set 2,0%1,1944 Out 1,9%1,2171 Nov 2,0%1,2414 O Impacto da Inflação nas Finanças

28 Encontrando o Número-Índice Cálculo do Número Índice I n = ( 1 + Delta ). I n-1 Onde: I n = Numero índice a ser calculdado Delta = Variação I n-1 = Número índice do período anterior Exemplo: Encontrar o número índice do mês de agosto na tabela anterior I Ago = ( 1 + 0,018 ) x 1,1503 = 1,1710 I Ago = ( 1 + 0,018 ) x 1,1503 = 1,1710 O Impacto da Inflação nas Finanças

29 A Utilização do Número-Índice Reajuste de valor-base VR = VB. ( I n / I b ) Onde: VR = Valor Reajustado I n = Numero índice no reajuste VB = Valor Base I b = Número índice na base Exemplo: Reajustar o valor-base de $ ,00 do mês de fevereiro até o mês de outubro do ano corrente. até o mês de outubro do ano corrente. VR = ( x ( 1,2171 / 1,0920 ) = $ ,00 VR = ( x ( 1,2171 / 1,0920 ) = $ ,00 O Impacto da Inflação nas Finanças

30 Índices de Inflação da FGV IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) Ponderação de 3 outros índices: 60% Índice de Preços por Atacado (IPA), 30% Índice de Preços ao Consumidor de SP e RJ (IPC) e 10% do Índice Nacional de Custo de Construção (INCC). Apurado pela FGV do 1 o ao último dia do mês foi até 1985 o índice de Inflação Oficial. IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) Tem a mesma composição do IGP-DI, mas o período de coleta de dados vai do dia 21 de um mês ao dia 20 do mês seguinte. O Impacto da Inflação nas Finanças

31 Índices de Inflação do IBGE INPC - IBGE (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) Calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, reflete a variação da cesta básica de famílias de 1 a 8 salários mínimos nas principais regiões metropolitanas. IPCA - IBGE (Índice de Preço ao Consumidor Amplo) Calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, reflete a variação de preços para famílias de 1 a 40 salários mínimos nas principais regiões metropolitanas. Periodicidade: Mensal Abrangência geográfica: Nove regiões metropolitanas (Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre) e os municípios de Brasília e de Goiânia. O Impacto da Inflação nas Finanças

32 Índices de Inflação - FIPE e DIEESE IPC - FIPE (Índice de Preço ao Consumidor) Calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP, mede o custo de vida da família paulistana de 1 a 20 salários mínimos. ICV - DIEESE (Índice do Custo de Vida) Calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, mede o custo de vida da família paulistana com rendimento de 1 a 30 salários mínimos. O Impacto da Inflação nas Finanças

33 32 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Diagramas de Fluxo de Caixa

34 CONCEITOS INICIAIS A Matemática Financeira se preocupa com duas variáveis: Dinheiro Tempo

35 34 CONCEITOS INICIAIS Diagramas de Fluxo de Caixa As transações financeiras envolvem duas variáveis-chaves: e DINHEIRO e TEMPO - Valores somente podem ser comparados se estiverem referenciados na mesma data; - Operações algébricas apenas podem ser executadas com valores referenciados na mesma data.

36 35 Diagramas de Fluxo de Caixa DIAGRAMA DE FLUXO DE CAIXA (DFC) Desenho esquemático que facilita a representação das operações financeiras e a identificação das variáveis relevantes. Valor Futuro (F) Valor Presente (P) Taxa de Juros (i) 0 1 2n Número de Períodos (n)

37 36 Diagramas de Fluxo de Caixa DIAGRAMA DE FLUXO DE CAIXA (DFC) Escala Horizontal representa o tempo (meses, dias, anos, etc.) Marcações Temporais posições relativas das datas (de zero a n) Setas para Cima entradas ou recebimentos de dinheiro (sinal positivo) Setas para Baixo saídas de dinheiro ou pagamentos (sinal negativo) Valor Futuro (F) Valor Presente (P) Taxa de Juros (i) 0 1 2n Número de Períodos (n)

38 37 Diagramas de Fluxo de Caixa COMPONENTES DO DFC Valor Presente capital inicial (P, C, VP, PV – present value) Valor Futuro montante (F, M, S, VF, FV – future value) Taxa de Juros custo de oportunidade do dinheiro (i - interest rate) Tempo período de capitalização (n – number of periods) Prestação anuidades, séries, pagamentos (A, R, PMT – payment) Valor Futuro (F) Valor Presente (P) Taxa de Juros (i) 0 1 2n Número de Períodos (n)

39 38 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Taxas de Juros

40 39 Taxas de Juros ESPECIFICAÇÃO DAS TAXAS DE JUROS - Taxas Proporcionais (mais empregada com juros simples) Taxas Equivalentes - Taxas Equivalentes (taxas que transformam um mesmo P em um mesmo F) - Taxas Nominais (período da taxa difere do da capitalização) - Taxas Efetivas (período da taxa coincide com o da capitalização)

41 40 Taxas de Juros Fonte: Amazonia-cotidiano-economia-juros-Taxa_Selic-compras-consumo- consumidores-varejo_local_0_ html Fonte:

42 41 TAXAS DE JUROS PROPORCIONAIS Com juros simples as taxas proporcionais são também equivalentes. Com juros compostos as taxas proporcionais não são equivalentes. i k = r / k i k = r / k Qual é a taxa mensal proporcional para 60% a.a.? 60% a.a. i k = r / k = 60 / 12 = 5% a.m. Qual é a taxa bimestral proporcional para 30% a.a.? 30% a.a. i k = r / k = 30 / 6 = 5% a.b. Taxas de Juros

43 42 TAXAS DE JUROS EQUIVALENTES São as que, referidas a períodos de tempo diferentes e aplicadas a um mesmo capital, pelo mesmo prazo, produzem juros iguais e, consequentemente, montantes iguais. São as que, referidas a períodos de tempo diferentes e aplicadas a um mesmo capital, pelo mesmo prazo, produzem juros iguais e, consequentemente, montantes iguais. Qual é a taxa anual equivalente para 5% a.m. (juros compostos)? 5% a.m. 79,58% a.a. (Taxa Equivalente Taxa Proporcional) Qual é a taxa anual equivalente para 5% a.m. (juros simples)? 5% a.m. 60% a.a. (Taxa Equivalente = Taxa Proporcional) Taxas de Juros

44 43 Taxas de Juros Compostos Equivalentes (1+i d ) 360 = (1+i m ) 12 = (1+i t ) 4 = (1+i s ) 2 = (1+i a ) i d = Taxa diária i m = Taxa mensal i t = Taxa trimestral i s = Taxa semestral i a = Taxa anual Exemplo: A taxa de juros de 5% ao trimestre equivalem a que taxas anual e mensal? Exemplo: A taxa de juros de 5% ao trimestre equivalem a que taxas anual e mensal? (1+0,05) 4 = (1+i a ) 0,2155 ou 21,55% ao ano (1+0,05) 4 = (1+i a ) 0,2155 ou 21,55% ao ano (1+0,05) 4 = (1+i m ) 12 0,0164 ou 1,64% ao mês Taxas de Juros

45 44 435,03% a.a.131,31% a.s.15% a.m. 213,84% a.a.77,16% a.s.10% a.m. 79,59% a.a.34,01% a.s.5% a.m. 12,68% a.a.6,15% a.s.1% a.m. Taxa Anual Taxa Semestral Taxa Mensal Exemplos de Juros Compostos Equivalentes Exemplos de Juros Compostos Equivalentes Taxas de Juros

46 Cálculo de Taxas Equivalentes na HP-12C P/R Entrada no modo de programação PRGM Limpeza de programas anteriores x > y x > y x > y y x X P/R Saída do modo de programação Exemplo: Qual é a taxa mensal equivalente a 27% ao ano? 2 7 ENTER ENTER 3 0 R/S 2,01%a.m. ( 27% a.a. = 2,01% a.m.) f f f Taxas de Juros

47 46 Taxas de Juros Fonte:

48 47 Taxas de Juros Fonte:

49 48 TAXAS DE JUROS NOMINAIS Refere-se aquela definida a um período de tempo diferente do definido para a capitalizacão. Refere-se aquela definida a um período de tempo diferente do definido para a capitalizacão. Exemplo: 24% ao ano capitalizado mensalmente ANO MÊS ANO MÊS 24% a.a. capitalizado mensalmente = 2% a.m. capitalizado mensalmente 24% a.a. capitalizado mensalmente = 26,82% a.a. capitalizado anualmente 24% a.a. capitalizado mensalmente = 26,82% a.a. capitalizado anualmente Taxa NominalTaxa Efetiva Taxa NominalTaxa Efetiva Taxas de Juros

50 6% a. a. capitalizada mensalmente 49 TAXAS DE JUROS NOMINAIS Taxas de Juros São taxas de juros apresentadas em uma unidade, porém capitalizadas em outra. No Brasil Caderneta de Poupança 0,5% a.m.

51 50 TAXAS DE JUROS EFETIVAS Refere-se aquela definida a um período de tempo igual ao definido para a capitalização. Associada aquela taxa que efetivamente será utilizada para o cálculo dos juros. Refere-se aquela definida a um período de tempo igual ao definido para a capitalização. Associada aquela taxa que efetivamente será utilizada para o cálculo dos juros. Exemplo: 26,82% ao ano capitalizado anualmente ANO ANO ANO ANO 24% a.a. capitalizado mensalmente = 26,82% a.a. capitalizado anualmente Taxa Nominal Taxa Efetiva Taxa Nominal Taxa Efetiva Taxas de Juros

52 51 JUROS COMERCIAIS E EXATOS JUROS COMERCIAIS 1 mês sempre tem 30 dias 1 mês sempre tem 30 dias 1 ano sempre tem 360 dias JUROS EXATOS 1 mês pode ter 28, 29, 30 ou 31 dias 1 ano pode ter 365 dias ou 366 dias (ano bissexto) De 10 de março até o último dia de maio teremos: JUROS COMERCIAIS (80 Dias) JUROS EXATOS (82 Dias) 20 dias em Março21 dias em Março 30 dias em Abril30 dias em Abril 30 dias em Maio31 dias em Maio Taxas de Juros

53 52 CONVERSÃO DE PRAZOS REGRA GERAL - Primeiro converta o prazo da operação para número de dias; - Primeiro converta o prazo da operação para número de dias; - Logo após, divida o prazo da operação em dias pelo número de dias do prazo da taxa fornecida ou desejada. de dias do prazo da taxa fornecida ou desejada.EXEMPLOS: n = 68 dias Dias Meses n = 68 dias Dias Meses i = 15% ao mês n = 68 / 30 = 2,2667 meses i = 15% ao mês n = 68 / 30 = 2,2667 meses n = 3 meses Meses Anos n = 3 meses Meses Anos i = 300% ao ano n = 90 / 360 = 0,25 anos i = 300% ao ano n = 90 / 360 = 0,25 anos n = 2 bimestres Bimestres Semestres n = 2 bimestres Bimestres Semestres i = 20% ao semestre n = 120 / 180 = 0,6667 semestres i = 20% ao semestre n = 120 / 180 = 0,6667 semestres Taxas de Juros

54 53 PRINCÍPIO DA MATEMÁTICA FINANCEIRA A T E N Ç Ã O Quando taxa e período estiverem em unidades de tempo diferentes, opte pela conversão do prazo. Taxas de Juros

55 Nunca multiplique ou divida a taxa de juros!!!! No Regime de Juros Compostos 54 Taxas de Juros Nunca some valores em datas diferentes. Atenção!!! Pré Requisitos Básicos em Finanças Importante Taxa (i) e Número de Períodos (n) devem estar sempre na mesma base!!!

56 55 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar O Valor do Dinheiro no Tempo

57 56 Você emprestaria $1000,00 a um amigo? O Valor do Dinheiro no Tempo Será que ele vai me pagar daqui a um ano? Será que daqui a um ano o poder de compra de $1000,00 será o mesmo? Se eu tivesse feito uma aplicação financeira teria algum rendimento? O Dinheiro tem um O Dinheiro tem um custo associado ao tempo

58 57 O Valor do Dinheiro no TempoINFLAÇÃO É o processo de perda do valor aquisitivo da moeda, caracterizado por um aumento generalizado de preços. O fenômeno oposto recebe o nome de DEFLAÇÃO Consequências da Inflação Alteração da relação salário, consumo, poupança Má distribuição de renda

59 INFLAÇÃO Taxas de inflação (exemplos): 1,2% ao mês 4,5% ao ano 7,4% ao ano 85,6% ao ano O Valor do Dinheiro no Tempo É a perda do valor aquisitivo da moeda ao longo do tempo DINHEIRO x TEMPO

60 59 O prof. Simonsen iniciava suas palestras enfocando "Os custos da ignorância em Matemática Financeira", tema que ficou famoso, reproduzido em várias reportagens que deram divulgação à volta do ex-Ministro à cátedra que tanto o fez respeitado. MÁRIO HENRIQUE SIMONSEN ( ) Engenheiro, Economista, Professor, Banqueiro, Ministro O Valor do Dinheiro no Tempo

61 60 O Valor do Dinheiro no TempoJUROS É a remuneração do capital de terceiros É a remuneração do capital de terceiros Estimulam as pessoas a fazer poupança e a controlar o consumo. Estimulam as pessoas a fazer poupança e a controlar o consumo. As taxas seguem a lei da oferta e procura de recursos financeiros. As taxas seguem a lei da oferta e procura de recursos financeiros. As taxas de juros são expressas em unidades de tempo: As taxas de juros são expressas em unidades de tempo: ao dia (a.d.)0,32% ao dia ao mês (a.m.)10% ao mês ao trimestre (a.t.)33,1% ao trimestre ao semestre (a.s.)77,16% ao semestre ao ano (a.a.) 213,84% ao ano

62 61 O Valor do Dinheiro no TempoJUROS Estrutura da Taxa de Juros Taxa de Risco Taxa Livre de Risco Correção Monetária (Inflação) Taxa de Juro Real (iR) Taxa Bruta de Juro (iA)

63 62 O Valor do Dinheiro no Tempo JUROS SIMPLES Juros Simples : Usados no curto prazo em países com economia estável J = juros P = capital inicial (principal)F = montante i = taxa de jurosn = prazo (tempo) Exemplo: Calcular o montante de um capital de $ , aplicado por seis meses, à taxa de juros simples de 2% a.m. J = x 0,02 x 6 = $ F = = $ J = x 0,02 x 6 = $ F = = $ J = P. i. n F = P + J

64 63 O Valor do Dinheiro no Tempo JUROS COMPOSTOS Juros Compostos : É o tipo de juros mais usado. É o juros sobre juros. J = juros P = capital inicial (principal)F = montante i = taxa de jurosn = prazo (tempo) Exemplo: Calcular o montante de um capital de $ , aplicado por seis meses, à taxa de juros compostos de 2% a.m. F = x (1+0,02) 6 = $ ,24 F = x (1+0,02) 6 = $ ,24 J = P. [(1 + i) n – 1] F = P. (1 + i) n

65 64 O Valor do Dinheiro no Tempo Evolução do Valor Futuro Tempo Montante por Juros Simples Principal JUROS SIMPLES x JUROS COMPOSTOS Montante por Juros Compostos 0 0,5 1 1,5 n CUIDADO: em períodos menores que 1 unidade de tempo, os juros simples dão um montante maior.

66 65 O Valor do Dinheiro no Tempo Antes do primeiro período de capitalização JUROS SIMPLES x JUROS COMPOSTOS Exemplo: Qual é o montante a ser pago em um empréstimo de $ ,00, pelo prazo de 15 dias, a uma taxa de 30% ao mês? JUROS SIMPLES JUROS COMPOSTOS J = P. i. nF = P. (1 + i) n J = P. i. nF = P. (1 + i) n J = ,3. (15/30)F = (1 + 0,3) 15/30 J = ,3. (15/30)F = (1 + 0,3) 15/30 J = $15.000,00F = ,3 15/30 J = $15.000,00F = ,3 15/30 F = $ ,00 (montante maior) > F = $ ,5425 (montante menor) F = $ ,00 (montante maior) > F = $ ,5425 (montante menor) CONCLUSÃO: Antes do primeiro período de capitalização o montante por juros simples é maior do que o obtido por juros compostos.

67 66 O Valor do Dinheiro no Tempo Simulação a 5,0202% ao mês JUROS SIMPLES x JUROS COMPOSTOS Mês Taxa de Juros Simples Taxa de Juros Compostos Mês Taxa de Juros Simples Taxa de Juros Compostos 0 0,00% 0,00% 0 0,00% 0,00% 0,5 2,51% 2,48% 0,5 2,51% 2,48% 1 5,02% 5,02% 1 5,02% 5,02% 210,04%10,29% 210,04%10,29% 315,06%15,83% 315,06%15,83% 420,08%21,64% 420,08%21,64% ,22%71,40% 1155,22%71,40% 1260,24%80,00% 1260,24%80,00%

68 Valor Futuro Tempo VP Juros simples maiores que compostos Juros compostos maiores que simples n = 1 O Valor do Dinheiro no Tempo

69 68 O Valor do Dinheiro no Tempo n < 1 Juros simples são maiores que juros compostos n = 1 Juros simples são iguais aos juros compostos n > 1 Juros compostos são maiores que juros simples JUROS SIMPLES x JUROS COMPOSTOS

70 Fonte: especial-uma-porta-laminada.html Fonte: cuidado-voce-deve-estar-sendo-roubado-e-nao-sabe/ O Valor do Dinheiro no Tempo

71 70 O Valor do Dinheiro no TempoABREVIAÇÕES Nomenclaturas Distintas (variações conforme o autor) P = Principal ( P, VP, PV, C ) F = Montante ( F, VF, FV, S, M ) A = Prestação ( A, R, PMT ) A = Prestação ( A, R, PMT ) i = Taxa de Juros i = Taxa de Juros n = Período ou Prazo n = Período ou Prazo

72 71 O Valor do Dinheiro no Tempo 1) Uma empresa aplica $ em um fundo de investimento a uma taxa de 12% a.a. Qual será o montante (valor futuro) daqui a 5 anos? Resposta: F = $ ,5050 2)A empresa Alfa tem uma dívida de $ a ser paga daqui a seis meses. Quanto a empresa deverá pagar sabendo-se que no contrato constava a taxa de juros de 5% ao mês? Resposta: F = $ ,4742 3) Quanto deve ser aplicado hoje, em um fundo de investimento (i = 0,02 ao mês), para que daqui a 24 meses se tenha um montante de $ ? Resposta: P = $ ,7273 JUROS, MONTANTE e CAPITAL

73 72 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Descontos

74 73 DescontosVencimentoVencimento DEFINIÇÃO É o custo financeiro do dinheiro pago em função da antecipação de recurso, ou seja, DESCONTO É O ABATIMENTO FEITO no valor nominal de uma dívida, quando ela é negociada antes de seu vencimento. É o custo financeiro do dinheiro pago em função da antecipação de recurso, ou seja, DESCONTO É O ABATIMENTO FEITO no valor nominal de uma dívida, quando ela é negociada antes de seu vencimento. Prazo de Antecipação de Recursos Antes do Vencimento Valor Nominal DescontoDesconto Valor Atual (-)=

75 74 Descontos TIPOLOGIA DOS DESCONTOS RACIONAL SIMPLES COMERCIAL ou BANCÁRIO DESCONTO RACIONAL COMPOSTO COMERCIAL ou BANCÁRIO

76 75 Descontos SIGLAS USADAS EM DESCONTOS DRS = Desconto Racional Simples DBS = Desconto Bancário Simples DRC = Desconto Racional Composto DBC = Desconto Bancário Composto Vn = Valor nominal Vn = Valor nominal Siglas Va = Valor atual Siglas Va = Valor atual id = Taxa de desconto id = Taxa de desconto nd = Período do desconto nd = Período do desconto

77 76 Descontos DESCONTOS SIMPLES - DESCONTO RACIONAL SIMPLES OU POR DENTRO Não é muito usado no Brasil Não é muito usado no Brasil É mais interessante para quem solicita o desconto DRS = (Vn. id. nd) / (1 + id. nd) ou DRS = Va. id. nd DRS = (Vn. id. nd) / (1 + id. nd) ou DRS = Va. id. nd - DESCONTO BANCÁRIO OU COMERCIAL OU POR FORA Muito usado nas operações comerciais e bancárias É mais interessante para quem empresta o dinheiro (Banco) DBS = Vn. id. nd

78 77 Descontos COMPARAÇÃO DOS TIPOS DE DESCONTOS SIMPLES DESCONTO RACIONAL SIMPLES x DESCONTO BANCÁRIO SIMPLES (DRS) (DBS) = DRS (Va maior que DBS) O Valor Nominal é o montante do Valor Atual. A taxa de juros é aplicada sobre o Valor Atual. Va = Vn / (1 + id. nd) DRS = Va. id. nd DRS = Vn - Va DBS (Va menor que DRS) O Valor Nominal não é o montante do Valor Atual. A taxa de juros é aplicada sobre o Valor Nominal. Va = Vn. (1 - id. nd ) DBS = Vn. id. nd DBS = Vn - Va

79 78 Descontos DESCONTO RACIONAL SIMPLES OU POR DENTRO Um valor nominal de $25.000,00 é descontado 2 meses antes do seu vencimento, à taxa de juros simples de 2,5% ao mês. Qual é o desconto racional simples? Um valor nominal de $25.000,00 é descontado 2 meses antes do seu vencimento, à taxa de juros simples de 2,5% ao mês. Qual é o desconto racional simples? DADOS: Vn = $25.000,00 nd = 2 meses id = 2,5% ao mês DRS = ? DRS = (Vn. id. nd) / (1 + id. nd) DRS = ( ,025. 2) / (1 + 0,025. 2) DRS = $1.190,4761 O título será pago no valor de $23.809,5239 ($25000,00 - $1190,4761) O título será pago no valor de $23.809,5239 ($25000,00 - $1190,4761)

80 79 Descontos DESCONTO BANCÁRIO SIMPLES, COMERCIAL OU POR FORA DESCONTO BANCÁRIO SIMPLES, COMERCIAL OU POR FORA Um título de valor nominal de $25.000,00 é descontado 2 meses antes do seu vencimento, à taxa de juros simples de 2,5% ao mês. Qual é o desconto bancário simples? Um título de valor nominal de $25.000,00 é descontado 2 meses antes do seu vencimento, à taxa de juros simples de 2,5% ao mês. Qual é o desconto bancário simples? DADOS: Vn = $25.000,00 nd = 2 meses id = 2,5% ao mês DBS = ? DBS = Vn. id. nd DBS = , DBS = $1.250,00 O título será pago no valor de $23.750,00 ($25000,00 - $1250,00) O título será pago no valor de $23.750,00 ($25000,00 - $1250,00)

81 80 Descontos DESCONTOS COMPOSTOS - DESCONTO RACIONAL COMPOSTO OU POR DENTRO Conceito teoricamente correto, mas não utilizado. Conceito teoricamente correto, mas não utilizado. DRC = Vn. ( 1 – ( 1 / (1 + id ) nd )) - DESCONTO BANCÁRIO COMPOSTO OU COMERCIAL OU POR FORA Conceito sem fundamentação teórica, mas utilizado no mercado financeiro. DBC = Vn. ( 1 – ( 1 – id ) nd )

82 81 Descontos DESCONTO RACIONAL COMPOSTO OU POR DENTRO Um valor nominal de $25.000,00 é descontado 2 meses antes do seu vencimento, à taxa de juros compostos de 2,5% ao mês. Qual é o desconto racional composto? Um valor nominal de $25.000,00 é descontado 2 meses antes do seu vencimento, à taxa de juros compostos de 2,5% ao mês. Qual é o desconto racional composto? DADOS: Vn = $25.000,00 nd = 2 meses id = 2,5% ao mês DRC = ? DRC = Vn. ( 1 – ( 1 / (1 + id ) nd )) DRC = ( 1 – ( 1 / (1 + 0,025) 2 )) DRC = $1204,6401 O título será pago no valor de $23795,3599 ( $25000 – $1204,6401 ) O título será pago no valor de $23795,3599 ( $25000 – $1204,6401 )

83 82 Descontos DESCONTO BANCÁRIO COMPOSTO OU POR FORA Um valor nominal de $25.000,00 é descontado 2 meses antes do seu vencimento, à taxa de juros compostos de 2,5% ao mês. Qual é o desconto bancário composto? Um valor nominal de $25.000,00 é descontado 2 meses antes do seu vencimento, à taxa de juros compostos de 2,5% ao mês. Qual é o desconto bancário composto? DADOS: Vn = $25.000,00 nd = 2 meses id = 2,5% ao mês DBC = ? DBC = Vn. ( 1 – (1 - id ) nd )) DBC = ( 1 – (1 - 0,025) 2 )) DBC = $1234,3750 O título será pago no valor de $23765,6250 ( $25000 – $1234,3750 ) O título será pago no valor de $23765,6250 ( $25000 – $1234,3750 )

84 83 Descontos Fonte:

85 84 Descontos COMPARAÇÃO DOS TIPOS DE DESCONTOS DESCONTOS SIMPLES x COMPOSTOS DESCONTO RACIONAL SIMPLES Va em DRS = $ ,5239 Va em DRS = $ ,5239 Maior Valor Atual DESCONTO BANCÁRIO SIMPLES Va em DBS = $ ,0000 Va em DBS = $ ,0000 Menor Valor Atual DESCONTO RACIONAL COMPOSTO Va em DRC = $ ,3599 DESCONTO BANCÁRIO COMPOSTO Va em DBC = $ ,6250

86 85 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Anuidades ou Séries

87 86 Anuidades ou SériesDEFINIÇÃO Meses R$600 i = 3% mês R$600 Anuidades, Rendas Certas, Série de Pagamentos Anuidades, Rendas Certas, Série de Pagamentos Corresponde a toda e qualquer sequência de entradas ou saídas de caixa com o objetivo de amortizar uma dívida ou de capitalizar um montante. Corresponde a toda e qualquer sequência de entradas ou saídas de caixa com o objetivo de amortizar uma dívida ou de capitalizar um montante.

88 87 Anuidades ou Séries Fonte:

89 88 1) Quanto ao Tempo: - Temporária (pagamentos ou recebimentos por tempo determinado) - Infinita (os pagamentos ou recebimentos se perpetuam – ad eternum) 2) Quanto à Periodicidade: - Periódica (intervalo de tempo iguais ou constantes) - Não Periódica (intervalos de tempo variáveis ou irregulares) 3) Quanto ao Valor das Prestações: - Fixos ou Uniformes (todos os valores são iguais) - Variáveis (os valores variam, são distintos) 4) Quanto ao Momento dos Pagamentos: - Antecipadas (o 1 o pagamento ou recebimento está no momento zero) - Postecipadas (as prestações ocorrem no final dos períodos) CLASSIFICAÇÃO DAS SÉRIES Anuidades ou Séries

90 89 Do ponto de vista de quem vai receber as prestações Do ponto de vista de quem vai receber as prestações Do ponto de vista de quem vai pagar as prestações Do ponto de vista de quem vai pagar as prestações SÉRIES UNIFORMES Meses $600 i = 3% mês $600 Meses $600 i = 3% mês $600 Anuidades ou Séries

91 90 Série de Pagamento Postecipada Cálculo do Valor Presente Meses $600 i = 3% mês $600 P = A. ( (1+i) n -1) P = A. ( (1+i) n -1) (1+i) n. i (1+i) n. i Anuidades ou Séries

92 91 Série de Pagamento Antecipada Cálculo do Valor Presente Meses $600 i = 3% mês $600 P = A. ( (1+i) n -1) P = A. ( (1+i) n -1) (1+i) n. i (1+i) n. i $600 Anuidades ou Séries

93 92 1) Calcular o valor de um produto a ser quitado através de seis pagamentos mensais de $1800,00, vencendo a primeira parcela a 30 dias da compra, sendo de 3,2% a.m. a taxa de juros negociada na operação. Dados: P = ? n = 6 meses i = 3,2% a.m. A = $1800,00 f REG f REG 6 n 3, 2 i CHS PMT PV PV Resposta: $9.686,6366 Série de Pagamento Postecipada Resposta: $9.686,6366 Série de Pagamento Postecipada Exemplo de Série Postecipada Anuidades ou Séries g END

94 93 2) Calcular o valor de uma mercadoria a ser quitada através de seis pagamentos mensais de $1500,00, vencendo a primeira parcela no ato da compra, sendo de 4,5% a.m. a taxa de juros negociada na operação. Dados: P = ? n = 6 meses i = 4,5% a.m. A = $1500,00 f REG g BEG f REG g BEG 6 n 4, 5 i CHS PMT PV PV Resposta: $8.084,9651 Série de Pagamento Antecipada Resposta: $8.084,9651 Série de Pagamento Antecipada Exemplo de Série Antecipada Anuidades ou Séries

95 94 Emulador da Calculadora HP-12C Anuidades ou Séries

96 95 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Amortização

97 96 Amortização Noções Introdutórias Quando um empréstimo é realizado/contraído, o tomador de recursos (pessoa física/jurídica) e o emprestador de recursos (normalmente Banco) combinam de que forma o empréstimo será pago (os recursos devolvidos). Quando um empréstimo é realizado/contraído, o tomador de recursos (pessoa física/jurídica) e o emprestador de recursos (normalmente Banco) combinam de que forma o empréstimo será pago (os recursos devolvidos). Existem várias formas de amortização/pagamento: SAC – Sistema de Amortização Constante; Prestações Constantes ou Método Francês (Price); Sistema Americano.

98 97 Amortização Capital Financiado Capital Financiado Saldo Devedor Inicial Amortizar Amortizar Pagar/devolver o capital financiado Planilha Planilha Conjunto dos dados do contrato de forma sistematizada Desembolso Desembolso Valor a ser pago pelo devedor (Juros + Capital amortizado + Correção Monetária) Termos Técnicos

99 98 Amortização SISTEMA SAC Taxa de juros (i) Amortizações Juros Valor Presente Características: - A amortização é CONSTANTE (uniforme); - Os juros incidem sobre o saldo devedor (decai com o tempo); - O valor da prestação é decrescente (decai com o tempo).

100 99 Amortização Fonte:

101 100 Amortização Fonte:http://unaventurero.wordpress.com/seus-direitos/vai-comprar-uma-casa-nova/

102 101 PLANILHA DO FINANCIAMENTO Sistema de Amortizações Constantes - SAC n Saldo Devedor Inicial JurosAmortizaçãoTotal Saldo Devedor Final Amortização Observação: valores em $, 3 parcelas e taxa de juros de 10% a.m.

103 102 PLANILHA DO FINANCIAMENTO Sistema de Amortizações Constantes - SAC n Saldo Devedor Inicial JurosAmortizaçãoTotal Saldo Devedor Final (20.000) (20.000) (20.000)- Amortização Observação: valores em $, 3 parcelas e taxa de juros de 10% a.m.

104 103 PLANILHA DO FINANCIAMENTO Sistema de Amortizações Constantes - SAC n Saldo Devedor Inicial JurosAmortizaçãoTotal Saldo Devedor Final (6.000)(20.000)(26.000) (4.000)(20.000)(24.000) (2.000)(20.000)(22.000)- Amortização Observação: valores em $, 3 parcelas e taxa de juros de 10% a.m.

105 104 Amortização SISTEMA DE PRESTAÇÕES CONSTANTES Taxa de juros (i) Juros Amortizações Valor Presente Características: - A amortização é crescente (aumenta com o tempo); - Os juros incidem sobre o saldo devedor (decai com o tempo); - O valor da prestação é CONSTANTE (uniforme).

106 105 Amortização Fonte:

107 106 PLANILHA DO FINANCIAMENTO Sistema de Prestações Constantes – Price ou Francês n Saldo Devedor Inicial JurosAmortizaçãoTotal Saldo Devedor Final Amortização Observação: valores em $, 3 parcelas e taxa de juros de 10% a.m.

108 107 PLANILHA DO FINANCIAMENTO Sistema de Prestações Constantes – Price ou Francês n Saldo Devedor Inicial JurosAmortizaçãoTotal Saldo Devedor Final (24.126,89) 2 3 Amortização Observação: valores em $, 3 parcelas e taxa de juros de 10% a.m.

109 108 PLANILHA DO FINANCIAMENTO Sistema de Prestações Constantes – Price ou Francês n Saldo Devedor Inicial JurosAmortizaçãoTotal Saldo Devedor Final (6.000)(18.126,89)(24.126,89)41.873,11 2 (4.187,31)(19.939,58)(24.126,89)21.933,53 3 (2.193,35)(21.933,53)(24.126,89)- Amortização Observação: valores em $, 3 parcelas e taxa de juros de 10% a.m.

110 109 Amortização SISTEMA AMERICANO Taxa de juros (i) Juros Amortização Valor Presente Características: - A amortização é paga no final (com a última prestação); - Os juros são constantes (uniforme); - O valor da última prestação difere das demais.

111 110 PLANILHA DO FINANCIAMENTO Sistema Americano n Saldo Devedor Inicial JurosAmortizaçãoTotal Saldo Devedor Final Amortização Observação: valores em $, 3 parcelas e taxa de juros de 10% a.m.

112 111 PLANILHA DO FINANCIAMENTO Sistema Americano n Saldo Devedor Inicial JurosAmortizaçãoTotal Saldo Devedor Final (6.000) (6.000) (6.000)(60.000)(66.000)- Amortização Observação: valores em $, 3 parcelas e taxa de juros de 10% a.m.

113 Com a presença de coupons periódicos (Debêntures) Sistema Americano Amortização

114 VALOR NOMINAL $ ,00 VENCIMENTO 2 ANOS COUPON ,00 1 o SEMESTRE COUPON ,00 2 o SEMESTRE COUPON ,00 3 o SEMESTRE COUPON ,00 4 o SEMESTRE Coupons periódicos Componentes das Debêntures Amortização

115 114 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Gestão de Custos

116 CONCEITOS PREÇO Valor estabelecido e aceito pelo vendedor para transferir a propriedade de um bem ou para prestar um serviço. GASTO Sacrifício financeiro para obter um produto ou um serviço, independentemente da finalidade. Valores pagos ou assumidos para obter a propriedade de um bem. INVESTIMENTO Gasto ativado em função de vida útil e de geração de benefícios futuros.

117 Gestão de Custos CONCEITOS DESPESA Gasto despendido fora da área de produção de bem ou serviço. CUSTO Gasto despendido na produção de um bem ou serviço (Patrimônio). PERDA Valor despendido de forma anormal e involuntária. DOAÇÃO Valor despendido de forma normal e voluntária, sem intenção de obtenção de receita.

118 Gestão de Custos CONSIDERAÇÕES Custo ou despesa para o adquirente é preço para o vendedor. Preço e custo podem ser iguais. Custo sob a óptica do comprador. Preço sob a óptica do vendedor. Aquisição de matéria-prima ou de um bem do ativo permanente, por determinado preço estabelecido pelo vendedor, é um gasto (investimento) que se transformará em custo no momento da aplicação na produção para a obtenção de um novo bem. A denominação mais genérica de uma transação para aquisição de qualquer bem é um gasto, podendo ou não se constituir em custo, porém, tem um preço e acarretará um desembolso imediato ou futuro.

119 Gestão de Custos INVESTIMENTO É um tipo de Gasto. Exemplos: Aquisição de Móveis e Utensílios Aquisição de Imóveis Despesas Pré-Operacionais Aquisição de Marcas e Patentes Aquisição de Matéria-Prima (futuramente virará custo) Aquisição de Material de Escritório

120 Gestão de Custos CUSTO É um tipo de Gasto. Exemplos: Matéria-prima direta (MP) ( Somente a utilizada na produção) Mão-de-obra direta (MOD) ( Salário do pessoal da produção) Depreciações (GGF) (Somente das máquinas da produção) Aluguéis (GGF) (Somente do prédio da produção) Supervisão (GGF), etc. Custo de Fabricação CF = MP + MOD + GGF

121 Gestão de Custos DESPESA É um tipo de Gasto. Exemplos: Salários e Encargos Sociais do Pessoal de Vendas Salários e Encargos Sociais do Pessoal Administrativo Energia Elétrica consumida no Escritório Gastos com Combustível e Refeições do Pessoal de Vendas Conta Telefônica do Escritório e de Vendas Aluguéis e Seguros do Prédio do Escritório

122 Gestão de Custos CUSTOS X DESPESAS C U S T O S GASTOS NA ÁREA DE PRODUÇÃO D E S P E S A S GASTOS FORA DA ÁREA DE PRODUÇÃO (ÁREAS ADMINISTRATIVA, COMERCIAL OU FINANCEIRA)

123 Gestão de Custos Diferenciando Custos de Despesas

124 Gestão de Custos Diferenciando Custos de Despesas

125 Com relação aos produtos - Custos Diretos (gastos diretamente aplicados ao produto) Ex: matéria-prima, materiais secundários e mão-de-obra - Custos Indiretos (gastos aplicados indiretamente ao produto) Ex: Energia elétrica, aluguel da fábrica, salário do supervisor CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gestão de Custos Atenção: Se a empresa só fabrica um produto todos os custos são diretos.

126 Gestão de Custos CUSTOS DIRETOS Apropriáveis imediatamente a um só tipo de produto, ou serviço, ou função de custos. matéria-prima direta; mão-de-obra direta CUSTOS INDIRETOS Ocorrem genericamente, sem possi- bilidade de apropriação direta a cada função de acumulação de custos diferente. aluguel; supervisão; energia elétrica; combus- tíveis; depreciações; água; material de limpeza PRODUTO A OU FUNÇÃO A PRODUTO B OU FUNÇÃO B PRODUTO C OU FUNÇÃO C PRODUTO A OU FUNÇÃO A PRODUTO B OU FUNÇÃO B PRODUTO C OU FUNÇÃO C Custos Diretos x Custos Indiretos

127 ABC CUSTOS INDIRETOS CUSTOS DIRETOS INICIALMENTE NÃO TÊM DESTINO DESTINO IMEDIATO Gestão de Custos

128 Com relação ao volume de produção - Custos Fixos (independem do volume produzido no período) Ex: aluguel, depreciação das máquinas, salários - Custos Variáveis (variam conforme o volume de produção) Ex: matéria-prima - Custos Semifixos (tem uma parcela variável) Ex: Salários - Custos Semivariáveis (tem uma parcela fixa) Ex: Energia Elétrica CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gestão de Custos

129 TABELA DE CUSTOS Q = quantidade; CF = custo fixo; CV = custo variável; CT = custo total; CFu = custo fixo unitário; CVu = custo variável unitário; CMe = custo médio QCFCVCTCFuCVuCMe 0100, ,00110,00100,0010,00110, ,0020,00120,0050,0010,0060, ,0030,00130,0033,3310,0043, ,00990,001090,001,0110,0011, ,001000,001100,001,0010,0011,00

130 GRÁFICOS DE CUSTOS Gestão de Custos R$ QQ Custos Fixos, Variáveis e Totais Custos Unitários CF CV CT CVu CFu CMe

131 130 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Mão-de-Obra Direta

132 Remuneração Contratual + Encargos Sociais Mão-de-Obra Direta Direitos trabalhistas + Contribuições Sociais CUSTO DE MOD CONCEITO DE MOD É aquela relativa ao pessoal que trabalha diretamente sobre o produto em elaboração, desde que seja possível a mensuração do tempo despendido e a identificação de quem executou o trabalho.

133 Direitos Trabalhistas: Férias, 13º Salário, Etc. Contribuições Sociais: INSS, FGTS, Seguro Acidentes, etc. Mão-de-Obra Direta ENCARGOS SOCIAIS Salário + Direitos Trabalhistas + Contribuições Sociais Nº de horas à Disposição do Empregador CUSTO / HORA de MOD

134 Número de dias do ano (365 dias) ( - ) Dias de Férias (30 dias) ( - ) Repousos Remunerados (48 dias) ( - ) Feriados (12 dias) ( - ) Faltas Abonadas (0 dias) (275 dias) Mão-de-Obra Direta DIAS À DISPOSIÇÃO DO EMPREGADOR HORAS À DISPOSIÇÃO DO EMPREGADOR Nº de dias x jornada diária 275 x 7,3333h = 2016,67 horas Constituição Federal: Jornada de trabalho de 44 horas semanais / 6 dias = 7,3333 h/dia

135 a) Salários 335 dias x 7,3333h x R$ b) Férias 30 dias x 7,3333h x R$ c) Adicional de Férias 1/3 sobre férias d) 13o Salário 30 dias x 7,3333h x R$ e) Contribuições Sociais (34,8%) INSS % Terceiros (Senai, Sesi, Incra, Sebrae) ,8% Seguro com acidentes de trabalho ,0% FGTS ,0% Mão-de-Obra Direta CÁLCULO DO CUSTO DA MÃO-DE-OBRA DIRETA Remuneração Anual Gasto Total Constituição Federal: Jornada de trabalho de 44 horas semanais / 6 dias = 7,3333 h/dia

136 a) Salários 335 dias x 7,3333h x R$5,00 = R$12283,33 b) Férias 30 dias x 7,3333h x R$5,00 = R$1100,00 c) Adicional de Férias 1/3 sobre férias = R$366,67 d) 13o Salário 30 dias x 7,3333h x R$5,00 = R$1100,00 e) Contribuições Sociais (34,8%) = R$5167,80 INSS % Terceiros (Senai, Sesi, Incra, Sebrae) ,8% Seguro com acidentes de trabalho ,0% FGTS ,0% Mão-de-Obra DiretaExemplo: Calcular o gasto total e o custo da hora da mão-de-obra direta caso um operário seja contratado por R$5,00 por hora. Remuneração Anual R$14850,00 (+) Contribuições Sociais R$5167,80 (=) Gasto Total R$20017,80 ( / ) Horas de trabalho/ano ,67h (=) Custo por hora MOD R$9,9262 Respostas: Gasto total = R$20017,80 Custo da hora da MOD = R$9,9262

137 - Aquisição de vestuário adequado; - Vale refeição ou gastos com o restaurante próprio da empresa; - Transporte do pessoal; - Assistência médica, etc. Estes gastos, por serem de natureza fixa e guardarem pouca relação com o volume de produção, não são classificados como Mão- de-Obra Direta e geralmente são debitados à conta de Custos Indiretos de Fabricação para fins de posterior rateio aos produtos. Mão-de-Obra Direta OUTROS GASTOS COM MOD

138 São todos os gastos no setor de produção que não estão enquadrados como material direto ou mão-de-obra direta. - Material indireto- Energia elétrica - Mão-de-obra indireta- Depreciação das máquinas - Seguro da fábrica- Aluguel da fábrica Sinonímia: Despesas gerais de produção, Despesa gerais de fabricação, Despesas indiretas de fabricação, Gastos gerais de produção, Custos gerais de fabricação, Custos gerais de produção, Gastos gerais de fabricação (GGF). Mão-de-Obra Direta CUSTOS INDIRETOS DE FABRICAÇÃO - CIF

139 EXEMPLO 1: Pode-se ratear $20.000,00 de material indireto, através do gasto com matéria-prima. Mão-de-Obra Direta QUADRO DE RATEIO DOS CIF

140 139 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Formação do Preço de Venda

141 Gastos x Custos x Despesas Gastos ou Dispêndios Gastos ou Dispêndios Sacrifícios para a aquisição de um bem ou serviço com pagamento no ato (desembolso) ou futuro (criando uma dívida). Custos - São os gastos no processo de industrialização (produção). Exemplos: Matéria-prima, Mão-de-obra, Embalagem, etc. Despesas - São gastos que não contribuem ou não se identificam com a transformação da matéria-prima. Exemplos: Comissão de vendedores, Juros, Aluguel de escritório, Honorários administrativos, etc. Despesas Administrativas - Despesas de Vendas - Despesas Financeiras

142 Custos e Despesas Fixas Formação do Preço de Venda O custo é fixo quando o desembolso não varia em função da quantidade produzida (aluguel de um galpão). O mesmo raciocínio é feito para as despesas fixas (salário do gerente comercial). Unitariamente os CDFs são Variáveis Custo do Aluguel $ $ $ Quantidade (produtos)

143 Formação do Preço de Venda Custos e Despesas Variáveis O valor dos custos e despesas variáveis varia proporcionalmente à quantidade de produção (compra de matéria-prima, comissões e impostos sobre vendas) Unitariamente os CDVs são Fixos Custo da Matéria-Prima $ $ $ Quantidade (produtos)

144 Formação do Preço de Venda Margem de Contribuição É o valor resultante das vendas (líquidas de impostos) deduzidas dos CDVs. MC = MCU x Quantidade produtos vendidos A Margem de Contribuição Unitária (MCU) está relacionada a um produto. Preço unitário de venda (líquido de impostos) $10,00 (-) Custos variáveis $ 4,30 (-) Despesas variáveis $ 0,90 (=) Margem de Contribuição Unitária (MCU) $ 4,80

145 Formação do Preço de Venda Margem de Contribuição Negativa A margem de contribuição deve ser positiva. Explicação: senão quanto mais se vende, maior é o prejuízo. Alguns ramos de negócios trabalham com margem de contribuição negativa (jornais e revistas). O prejuízo é coberto pelos anunciantes. Preço unitário de venda (líquido de impostos) $ 2,00 (-) Custos variáveis $ 1,60 (-) Despesas variáveis $ 1,00 (=) Margem de Contribuição Unitária (MCU) $ (0,60)

146 Formação do Preço de Venda Ponto de Equilíbrio É a quantidade de produtos que uma empresa precisa vender para conseguir cobrir todos os custos e despesas. PE = CDF (Custos e Despesas Fixas) MCU (Margem de Contribuição Unitária)Exemplo: Se a margem de contribuição de uma empresa é de $ 4,80 os seus Custos e despesas fixas são de $ , a quantidade de produtos vendidos necessária para cobrir todos os custos e despesas é de: PE = CDF = = unidades MCU 4,80

147 Formação do Preço de Venda Ponto de Equilíbrio É a quantidade de produtos que uma empresa precisa vender para conseguir cobrir todos os custos e despesas. Receitas Líquidas $ $ $ Quantidade de Produtos CDF CDV Ponto de Equilíbrio (PE) LUCRO

148 Formação do Preço de Venda Princípios Básicos Preço alto inibe as vendas Preço baixo não cobre os custos e despesas Com base nos custos: Preço de Venda = Custos + Despesas + Lucros Com base no mercado: A competitividade se dá pelo preço Deve-se reduzir custos e despesas para maximizar o lucro

149 COM BASE NOS CUSTOS RLU = CDVU + CDFU + LU RLU = Receita Líquida Unitária CDVU = Custos e Despesas Variáveis Unitárias CDFU = Custos e Despesas Fixas Unitárias LU = Lucro Unitário PVU = [RLU / (1 - %ICMS)] x [1 + (%IPI + %PIS)] PVU = Preço de Venda Unitário %ICMS, %IPI, %PIS = Alíquotas dos Impostos Formação do Preço de Venda

150 Com base na margem de contribuição: RLU = CDVU + CDFU + LU RLU = 5,20 + 3,60 + 0,15 RLU RLU = $10,3529 PVU = [RLU / (1 - %ICMS)] x [1 + (%IPI + %PIS)] PVU = [10,3529 / (1 - 0,18)] x [1 + (0,20 + 0,0265)] PVU = $15,4852 Com base no Método do Mark-up: Base (CDVU, CMV) x Fator Base (CDVU, CMV) x Fator (Frango cru x 2,5) Para 15% de lucro (LU = 0,15. RLU)

151 COM BASE NO MERCADO Método do Preço Corrente Quando há muita semelhança de preços em todos os concorrentes. Método de Imitação de Preços Adota-se o preço de um produto concorrente semelhante. Método de Preços Agressivos Adota-se um preço abaixo dos concorrentes para se conquistar maior participação no mercado. Método de Preços Promocionais Preços tentadores em alguns produtos para vender outros produtos. Formação do Preço de Venda

152 151 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Custo de Capital Retornar

153 AtivosInvestimentos Passivos PassivosFinanciamentos Maximizar valor ou riqueza TMA = Taxa Mínima de Atratividade CMPC Técnicas Custo de Capital

154 Entendendo o... Custo Médio Ponderado de Capital Custo de Capital CMPC WACC = Weighted Average Capital Cost

155 As fontes de financiamento … INVESTIMENTOS INVESTIMENTOS PC PC PELP PELP PL PL Custo de Capital

156 Separando as fontes de financiamento PC PC PELP PELP PL PL Terceiros Próprio CP LP Estrutura de Capital Estrutura de Capital Custo de Capital

157 Fontes externas Capital de terceiros É preciso considerar o benefício fiscal! Custo de Capital

158 Benefício fiscal... Empresas tributadas por lucro real Custo de Capital

159 Símbolo do custo externo Kd Custo de Capital Dívida Custo de Capital

160 Benefício fiscal Juros representam despesas financeiras Dedutíveis do IR Parte dos juros pagos retorna sob a forma de IR não pago Custo de Capital

161 Empresas Nada Deve e Algo Deve Nada DeveAlgo Deve Ativos400 Dívidas (20% a.a.) 0200 PL Passivos400 Resultado LAJIR100 (-) Juros0-40 LAIR10060 (-) IR (30%) Lucro Líquido7042 Desembolso efetivo = $28,00 Custo de Capital

162 Do custo aparente da dívida, deve ser extraído o benefício fiscal Kd = Ka. (1 - IR) Kd = Ka. (1 - IR) Custo aparente da dívida Alíquota do IR Custo efetivo da dívida Custo de Capital

163 Kd de Algo Deve Balanço Patrimonial Balanço Patrimonial Nada Deve Algo Deve Ativos400 Dívidas (20%)0200 PL Passivos400 Resultado Nada Deve Nada Deve Algo Deve Algo Deve LAJIR100 (-) Juros0-40 LAIR10060 (-) IR (30%) LL7042 Kd = Ka. (1 - IR) Kd = 20%. (1 – 0,30) Kd = 14% a.a. Kd = 28/200 Kd = 14% a.a. ou Custo de Capital

164 Para não esquecer … A Cia do Mundo Mágico possui dívidas no valor de $500 mil, sobre as quais paga juros anuais iguais a $80 mil. Sabendo que a alíquota de IR da empresa é igual a 34%, calcule: –Custo aparente da dívida –Custo efetivo da dívida Números: Dívidas = $500 mil Juros = $80 mil IR = 34% Custo de Capital Respostas: Ka = 16% Ka = 16% Kd = 10,56% Kd = 10,56%

165 Fontes internas Capital Próprio Custo de Capital

166 Lembre-se!!!! É um custo de oportunidade! A empresa não tem obrigação de remunerar os sócios! Porém, os sócios tem uma expectativa de retorno Um retorno esperado é desejado na operação! Custo de Capital

167 Símbolo do custo próprio Ks Custo de Capital Sócio Custo de Capital

168 Modelo de Crescimento Constante de Gordon e Shapiro Custo de Capital

169 Modelo de Gordon e Shapiro Ks = D 1 + g P 0 Custo de Capital Ks = Custo do capital dos acionistas (Shareholders) D 1 = Dividendo por ação no ano 1 P 0 = Preço da ação no ano zero g = Taxa de crescimento dos dividendos

170 Custo de Capital A empresa Maquinaria Industrial S.A. está cotada atualmente a $5,60 (P 0 ). Sabendo que o próximo dividendo anual (D 1 ) a ser distribuido pela empresa será igual a $0,75 e que os dividendos têm crescido a uma média anual igual a 3%, deseja-se calcular o custo do capital próprio da empresa (Ks), mediante o emprego do modelo de Gordon e Shapiro. Ks = D 1 + g Ks = 0,75 + 0,03 P 0 5,60 Ks = 0,1639 = 16,39%

171 Custo de Capital O CMPC é uma ponderação entre os valores do Kd e do Ks Kd sai do Passivo do Balanço patrimonial Ks sai do Patrimônio líquido do Balanço patrimonial. Empresa ABC PASSIVO Banco A $ Banco B $ PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social $ CMPC (17.171/97.000) 17,70% TOTAL ………..….. $ CMPC (17.171/97.000) 17,70% Kd = 18,85% $2.262 Kd = 20,15% $5.239 Ks = 16,39% $9.670 Percentuais Calculados com base no IR

172 171 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Payback Simples e Payback Descontado

173 172 Payback DEFINIÇÃO DE PAYBACK Pode ser entendido como o tempo exato de retorno necessário para se recuperar um investimento inicial. Pode ser entendido como o tempo exato de retorno necessário para se recuperar um investimento inicial. É uma técnica de análise de investimentos. Se o PAYBACK FOR MENOR que o período máximo aceitável ACEITA-SE O PROJETO DE INVESTIMENTO Se o PAYBACK FOR MAIOR que o período máximo aceitável REJEITA-SE O PROJETO DE INVESTIMENTO

174 173 Payback Fonte:

175 174 EXEMPLO DE PAYBACK - Uma empresa está considerando a aquisição de um ativo no valor de $10.000,00 que gera entradas de caixa anuais de $4.000,00 para os próximos 5 anos (vida útil do ativo). Determinar o payback deste projeto. Dados: Investimento inicial = $10.000,00 Entradas de caixa = $4.000,00 Entradas de caixa = $4.000,00 Prazo do projeto = 5 anos ou 60 meses Prazo do projeto = 5 anos ou 60 meses Payback

176 175 EXEMPLO DE PAYBACK Resolução: Aplica-se a regra de três Aplica-se a regra de três $4.000,00 12 meses $4.000,00 12 meses $10.000,00 X meses $10.000,00 X meses X = 30 meses X = 30 mesesResposta: O Payback será de 30 meses O Payback será de 30 meses (2 anos e 6 meses) (2 anos e 6 meses) Payback

177 176 Dados: Investimento inicial = $10.000,00 Dados: Investimento inicial = $10.000,00 Entradas de caixa = $4.000,00/ano Entradas de caixa = $4.000,00/ano Prazo do projeto = 5 anos ou 60 meses Prazo do projeto = 5 anos ou 60 meses $4.000 $ Anos Anos Payback Ganho Payback Ganho $ $ Resposta: O Payback será de 30 meses (2 anos e 6 meses) Resposta: O Payback será de 30 meses (2 anos e 6 meses) Payback EXEMPLO DE PAYBACK

178 Payback Simples - PBS Análise do prazo de recuperação do capital investido, sem considerar o valor do dinheiro no tempo. Payback

179 Companhia Nana Neném Ltda. Tempo - 500,00 200,00 250,00 400,00 Cálculo do PBS PBS = /400 PBS = 2,125 anos FCs distribuído nos anos Payback

180 Vantagens do Payback Simples Simples Fácil de calcular Fácil de entender Payback

181 Perigos do Payback Simples Não considera o valor do dinheiro no tempo Miopia financeira –Visão curta –Analisa até a recuperação do capital investido Payback Descontado Outras técnicas devem ser empregadas Payback

182 A miopia do payback Tempo - 500,00 200,00 300,00 400,00... O Payback Aumentando o valor não se altera!!! Payback

183 Payback Descontado - PBD Payback Análise do prazo de recuperação do capital investido, considerando o valor do dinheiro no tempo.

184 Para considerar o dinheiro no tempo É preciso trazer todo o fluxo de caixa para o valor presente! Payback

185 Cálculo do Payback Descontado Tempo - 500,00 200,00 250,00 400,00 Considerando o CMPC igual a 10% a.a. Payback

186 Trazendo para o valor presente VP=VF÷(1+ i) n Payback VF=VP.(1+ i) n

187 Cálculo do Payback Descontado Trazendo todo o FC para o presente CMPC = 10%a.a. PBD = ,57/300,53 PBD = 2,37 anos FCs distribuído nos anos Payback

188 Juros Compostos na HP 12C Payback

189 Funções Financeiras da HP12C [n] Calcula o número de períodos [i] Calcula a taxa [PV] Calcula o Valor Presente [FV] Calcula o Valor Futuro [CHS] Troca o sinal [PMT] Calcula a Prestação Payback

190 Resolva na HP12C Pedro aplicou $400,00 por três meses a 5% a.m. (juros compostos). Qual será o valor de resgate? Tempo - $400,00 VF = ? Movimentações… n = 3 i = 5% a.m. [f] [Reg] 400 [CHS] [PV] 3 [n] 5 [i] [FV] $463,0500 Payback

191 Resolva na HP12C Qual é o valor presente para um montante de $800 no mês 4 com 8% a.m.(em juros compostos) ? Tempo VP = ? $800,00 Movimentações… n = 4 i = 8% a.m. [f] [Reg] 800 [FV] 4 [n] 8 [i] [PV] [CHS] $588, Payback

192 Calculando o PBD Voltando para o exemplo anterior … Tempo - 500,00 200,00 250,00 400,00 CMPC = 10% a.a. Payback

193 AnoFC Passos na Calculadora HP12C VPSaldo [f] [Reg] CHS [FV] 10 [i] 0 [n] PV-500, [FV] 1 [n] PV181,82-318, [FV] 2 [n] PV206,61-111, [FV] 3 [n] PV300,53188,96 PBD = ,57 300,53 = 2,37 anos FC no final do ano: 3 anos FC distribuído no ano: Payback

194 Payback Descontado Vantagens – Considera o valor do dinheiro no tempo – Fácil de entender Desvantagens – Maior complexidade algébrica – É preciso conhecer o CMPC – Miopia permanece Payback

195 A miopia do Payback persiste … Payback

196 Uso do Payback Payback Prazo máximo tolerável < > Aceito!!! Rejeito!!! Payback Prazo máximo tolerável Payback

197 196 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Valor Presente Líquido - VPL

198 197 DEFINIÇÃO DE VPL O VPL (Valor Presente Líquido) é o valor presente das entradas ou saídas de caixa menos o investimento inicial. O VPL (Valor Presente Líquido) é o valor presente das entradas ou saídas de caixa menos o investimento inicial. É uma técnica de análise de investimentos. Se o VPL > 0 ACEITA-SE O INVESTIMENTO Taxa do Negócio > Taxa de Atratividade Se o VPL < 0 REJEITA-SE O INVESTIMENTO Taxa do Negócio < Taxa de Atratividade Se o VPL = 0 O INVESTIMENTO É NULO Se o VPL = 0 O INVESTIMENTO É NULO Taxa do Negócio = Taxa de Atratividade Valor Presente Líquido

199 198 Valor Presente Líquido EXEMPLO DE VPL - Um projeto de investimento inicial de $70.000,00 gera entradas de caixa de $25.000,00 nos próximos 5 anos; em cada ano será necessário um gasto de $5.000,00 para manutenção, considerando um custo de oportunidade de 8% ao ano. Determine o VPL: $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ anos anos $ $ REG CHS CF0 f REG CHS g CF CFj 5 Nj 8 i NPV g CFj 5 g Nj 8 i f NPV Resposta: VPL = $9.854,2007 (VPL > 0, logo o projeto deve ser aceito) Resposta: VPL = $9.854,2007 (VPL > 0, logo o projeto deve ser aceito)

200 Descrição do VPL Considera a soma de TODOS os fluxos de caixa na DATA ZERO Valor Presente Líquido

201 Trazendo para o valor presente Tempo - 500,00 200,00 250,00 400,00 Considerando CMPC igual a 10% a. a. 181,82 206,61 300,53 688,96 $188,96 Valor Presente Líquido

202 VPL na HP 12C [g] [CF 0 ] Abastece o Fluxo de Caixa do ano 0 [g] [CF j ] Abastece o Fluxo de Caixa do ano j Cuidado!!! j <= 20 !!! [g] [N j ] Abastece o número de repetições [i] Abastece o custo de capital [f] [NPV] Calcula o VPL NPV = Net Present Value Valor Presente Líquido

203 Calculando VPL na HP12C AnoFC [f] [Reg] 500 [CHS] [g] [CF 0 ] 200 [g] [CF j ] 250 [g] [CF j ] 400 [g] [CF j ] 10 [i] [f] [NPV] $188,9557 Valor Presente Líquido

204 Uso do VPL Zero > < Aceito!!! Rejeito!!! VPL Zero Valor Presente Líquido

205 Uma variante do VPL Índice de Lucratividade Índice de Lucratividade

206 Problema do VPL Medida em valor absoluto É melhor ganhar um VPL de $80 em um investimento de $300 ou um VPL de $90 em um investimento de $400? Índice de Lucratividade

207 Relativizando o VPL VP (FCs futuros) – Investimento inicial Problema: valor absoluto Não considera escala ÷ VP (FCs futuros) ÷ Investimento inicial Índice de Lucratividade ( ) Índice de Lucratividade Valor Presente Líquido ( - )

208 Associando conceitos VPL > 0 IL > 1 Índice de Lucratividade

209 Calculando o IL Tempo - 500,00 200,00 250,00 400,00 Considerando CMPC igual a 10% a.a. 181,82 206,61 300,53 $688,96 Índice de Lucratividade $500,00 IL = 1,3779 Índice de Lucratividade IL =

210 209 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Valor Futuro Líquido - VFL

211 Descrição Considera a soma de TODOS os fluxos de caixa na DATA N Na HP12c não é possível utilizar a função g Nj Valor Futuro Líquido

212 $251,50 VFL Levando os valores para o futuro Tempo - 500,00 200,00 250,00 400,00 Considerando CMPC igual a 10% a. a. 242,00 275,00 400, ,50 Valor Futuro Líquido

213 Calculando VFL na HP12C AnoFC [f] [Reg] 500 [CHS] [g] [CF 0 ] 200 [g] [CF j ] 250 [g] [CF j ] 400 [g] [CF j ] 10 [i] [f] [NPV] 188,9557 [FV] $251,5000 Valor Futuro Líquido

214 Uso do VFL VFL Zero > < Aceito!!! Rejeito!!! VFLZero Valor Futuro Líquido

215 214 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Valor Uniforme Líquido - VUL

216 Descrição É a soma de TODOS os fluxos de caixa DISTRIBUÍDOS UNIFORMEMENTE Na HP12c não é possível utilizar a função g Nj Valor Uniforme Líquido

217 VUL = VPL distribuído Tempo - 500,00 200,00 250,00 400,00 VPL = $188,96 Para calcular os valores costuma-se usar o Excel ou a HP 12C Valor Uniforme LíquidoVUL

218 Calculando VUL na HP12C AnoFC [f] [Reg] 500 [CHS] [g] [CF 0 ] 200 [g] [CF j ] 250 [g] [CF j ] 400 [g] [CF j ] 10 [i] [f] [NPV] 188,9557 [PMT] $75,9819 Valor Uniforme Líquido

219 Uso do VUL VUL Zero > < Aceito!!! Rejeito!!! VULZero Valor Uniforme Líquido

220 219 Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar Taxa Interna de Retorno -TIR

221 220 Taxa Interna de RetornoTIR A TIR (Taxa Interna de Retorno) é a taxa de desconto que iguala os fluxos de caixa ao investimento inicial. Em outras palavras é a taxa que faz o VPL ser igual a zero. A TIR (Taxa Interna de Retorno) é a taxa de desconto que iguala os fluxos de caixa ao investimento inicial. Em outras palavras é a taxa que faz o VPL ser igual a zero. É uma sofisticada técnica de análise de investimentos. Se a TIR > Custo de Oportunidade ACEITA-SE O INVESTIMENTO Se a TIR > Custo de Oportunidade ACEITA-SE O INVESTIMENTO Se a TIR < Custo de Oportunidade REJEITA-SE O INVESTIMENTO Se a TIR < Custo de Oportunidade REJEITA-SE O INVESTIMENTO Se a TIR = Custo de Oportunidade INVESTIMENTO NULO Se a TIR = Custo de Oportunidade INVESTIMENTO NULO

222 221 Taxa Interna de Retorno EXEMPLO DE TIR - Um projeto está sendo oferecido nas seguintes condições: Um investimento inicial de $1.000,00, com entradas de caixa mensais de $300,00, $500,00 e $400,00 consecutivas, sabendo-se que um custo de oportunidade aceitável é 10% ao mês. O projeto deve ser aceito? $300 $500 $400 $300 $500 $ meses $1000 $1000 REG CHS CF f REG CHS g CF g CFj CFj CFj IRR CFj g CFj g CFj f IRR Resposta: TIR = 9,2647% a.m. (TIR < Custo de oportunidade REJEITAR)

223 O quanto ganharemos com a operação! Taxa Interna de Retorno

224 Conceitualmente... A TIR corresponde à rentabilidade auferida com a operação 0 1 ano $270 -$200 TIR = 35% a.a. Taxa Interna de Retorno

225 Analisando um fluxo com... Muitos capitais diferentes e com CMPC Taxa Interna de Retorno WACC = Weighted Average Capital Cost CMPC = Custo Médio Ponderado do Capital

226 Perfil do VPL Relação inversa entre CMPC e VPL Taxa Interna de Retorno TIR = 27,95% a.a. Tempo - 500,00 200,00 250,00 400,00 Taxa Interna de Retorno

227 Conceito algébrico da TIR Valor do CMPC que faz com que o VPL seja igual a zero. No exemplo anterior: quando a TIR é de 27,95% a.a. o VPL é igual a Zero. Taxa Interna de Retorno CMPC = Custo Médio Ponderado do Capital

228 Cálculo Matemático da TIR Solução polinomial … VPL = 0, K = TIR TIR é raiz do polinômio … Taxa Interna de Retorno

229 Na prática HP 12C: [ f ] [ IRR ] Microsoft Excel: =TIR(Fluxos) Taxa Interna de Retorno

230 TIR na HP 12C [g] [CF 0 ] Abastece o Fluxo de Caixa do ano 0 [g] [CF j ] Abastece o Fluxo de Caixa do ano j Cuidado!!! j <= 20 !!! [g] [N j ] Abastece o número de repetições [f] [IRR] Calcula a TIR IRR = Internal Rate of Return Taxa Interna de Retorno

231 Calculando a TIR na HP12C AnoFC [f] [Reg] 500 [CHS] [g] [CF 0 ] 200 [g] [CF j ] 250 [g] [CF j ] 400 [g] [CF j ] [f] [IRR] 27,9471%a.a. Taxa Interna de Retorno

232 231 Taxa Interna de Retorno CUIDADO COM O CÁLCULO DA TIR f REG CHS g CFo 4000 g CFj 3000 g CFj 5000 g CFj f IRR Alguns exemplares da Calculadora HP-12c Platinum foram produzidos com erro! Teste o seu: Resultado correto: 0, Resultado incorreto: 1, (pela HP-12C Platinum)

233 Uso da TIR TIR CMPC > < Aceito!!! Rejeito!!! TIRCMPC Taxa Interna de Retorno

234 Seleção de Alternativas de Investimentos Seleção de Alternativas

235 Síntese das Técnicas Payback < Prazo TIR > CMPC VPL,VFL,VUL > Zero Seleção de Alternativas

236 Porém …. Há alternativas mutuamente excludentes, onde a aceitação de uma implica na rejeição das outras Seleção de Alternativas

237 Uma dúvida cruel … Valor ou Taxa? VPL,VUL,VFL TIR Seleção de Alternativas

238 Escolhendo a melhor alternativa Selecione apenas uma alternativa Alternativa Projeto A Projeto B Agora-1-10 Depois +1,50+11 Taxa50%10% Valor +0,50 +1,00 Seleção de Alternativas

239 Análise da Diferença (Incremento) Incremento Projeto A Projeto B -1,00 -10,00 +1,50 +11,00 50% 10% +$0,50+$1,00 B – A -9,00 +9,50 5,56% + $0,50 CMPC = 0% VPL > 0 Aceito! TIR > CMPC Aceito! Seleção de Alternativas B > A (Escolher o Projeto B)

240 Ao Comparar Alternativas Escolha com base no maior valor! Seleção de Alternativas B > A (Escolher o projeto B) Pela técnica do VPL Pela técnica da TIR

241 240 Bibliografia: ALBERTON, A.; DACOL, S. HP12-C Passo a Passo. 3.ed. Florianópolis: Bookstore, BRAGA, R. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. A Matemática das Finanças: com aplicações na HP- 12C e Excel. Série desvendando as finanças. 1.ed. São Paulo: Atlas, v.1., BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. As Decisões de Investimentos com aplicações na HP- 12C e Excel. Série desvendando as finanças. 1.ed. São Paulo: Atlas, v.2., GITMAN, L. J. Princípios de Administração Financeira. 11.ed. São Paulo: Harbra, GUERRA, F. Matemática Financeira através da HP-12C. 3.ed. Florianópolis: UFSC, HOJI, M. Administração Financeira: Uma abordagem prática. 5.ed. São Paulo: Atlas, SOUZA, S.; CLEMENTE, A. Matemática Financeira: fundamentos, conceitos, aplicações. 3.ed. São Paulo: Atlas, Retornar

242 241 Agradecido: Prof. Hubert Chamone Gesser, Dr. Retornar


Carregar ppt "1 Avaliação Econômica de Projetos Pós-graduação em LOGÍSTICA EMPRESARIAL."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google