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ESTRATÉGIAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA NOS PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA João Roberto Moreira Alves Eduardo Desiderati Alves.

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1 ESTRATÉGIAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA NOS PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA João Roberto Moreira Alves Eduardo Desiderati Alves

2 FORMAS PARA OBTER RESULTADOS MANTENDO A QUALIDADE SOCIAIS - SOCIAI$ - $OCIAI$

3 EDUCAÇÃO - Direito de todos e dever do Estado e da Família - Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber Pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas - Pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas - Coexistência de instituições públicas e privadas - Gratuidade do ensino público - Garantia de padrão de qualidade (princípios contidos nos Artigos 205 e 206 da Constituição Federal)

4 D E V E R I NSTITUIÇÕES Estado e Família Públicas Privadas com fins de lucro sem fins de lucro

5 ENSINO PÚBLICO Gratuidade em todos os níveis e modalidades (a Constituição prevê que é dever da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios financiar o ensino básico e superior, inclusive a pós-graduação lato e stricto sensu, extensão e outras formas) - (Financiamento pelo Poder Público nos três níveis)

6 ENSINO LIVRE À INICIATIVA PRIVADA - Cumprimento das normas gerais da educação nacional - Autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público (Financiamento pela cobrança dos serviços e outros meios)

7 EQUILÍBRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO Projeto Pedagógico X Recursos Materiais

8 ? Definir o que vem primeiro Projeto Pedagógico OU Disponibilidade Financeira

9 ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE CURSO ATRAVÉS DE EAD ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE CURSO ATRAVÉS DE EAD 1 - Diagnóstico 2 - Definição do curso - para que - para quando 3 - Descrição do perfil profissional - entrada (de alunos e dos professores) - saída (conhecimentos, interesses, necessidades tanto a nível pessoal como para atender à demanda do mercado de trabalho)

10 4 - População/clientela - características sociais, econômicas, geográficas - para que atingí-las 5 - Elementos curriculares - curso orientado (conteúdos teóricos e práticos e metodologias) - meios técnicos e econômicos 6 - Tutoria ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE CURSO ATRAVÉS DE EAD ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE CURSO ATRAVÉS DE EAD

11 7 - 0rganização - tomada de decisões - distribuição do trabalho - programa de trabalho - sistema de comunicação 8 - Cronograma 9 - 0rçamento (Guia de Elaboração de um Dossiê de Apresentação de Curso, elaborado pela Télé-Université - Canadá) ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE CURSO ATRAVÉS DE EAD

12 PROCESSO DE APURAÇÃO DE CUSTOS E INVESTIMENTOS Posicionamento político-institucional (não corresponde a posições pessoais da alta-direção mas compromisso formal da instituição) - Envolvimento (ou não) de setores específicos na estrutura organizacional - Expectativa de resultados SociaiS - Sociai$ - $ociai$ entidades públicas - sem fins de lucro - com fins de lucro

13 Elaboração do ante-projeto econômico-financeiro - Elaboração do projeto pedagógico - Elaboração do projeto econômico-financeiro PROCESSO DE APURAÇÃO DE CUSTOS E INVESTIMENTOS

14 ESTRATÉGIAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICO -FINANCEIRA DOS PROGRAMAS Utilização de materiais pedagógicos usados nos cursos presenciais (livros adotados nos cursos convencionais) ao invés de contratação de conteudistas - Produção de guias de estudos para EAD (como elementos imprescindíveis para o aprendizado nos livros convencionais) - Uso de plataformas próprias ou gratuítas - Seleção de bibliografia e material de apoio de domínio público

15 Adoção de tecnologia adequada à massa populacional (especialmente no caso em que o curso possa ser realizado por mídias tradicionais, como rádio, CD de audio, etc.) - Desenvolvimento de material impresso com qualidade mas sem grande sofisticação gráfica - Definição clara e juridicamente correta dos contratos de cessão de direitos autorais (inclusive responsabilidade de atualização de conteúdos) - ESTRATÉGIAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICO -FINANCEIRA DOS PROGRAMAS

16 Negociação com integrantes da equipe quanto à remuneração pela participação específica ou permanente durante a vida útil do programa ou curso - Participação em consórcios e redes para ampliação do mercado e minimização dos investimentos e custos - Criação de um sistema permanente de qualidade dos programas evitando ao máximo o desperdício - Manutenção de sistema de fluxo contínuo de matrículas e desenvolvimento dos cursos

17 ESTRATÉGIAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICO -FINANCEIRA DOS PROGRAMAS Registro de direitos de propriedade intelectual em nome da instituição (cláusula prevista no contrato com os autores) - Impressões de materiais em reduzida escala, quando houver, risco de obsolência rápida -

18 ESTRATÉGIAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICO -FINANCEIRA DOS PROGRAMAS Elaboração de projeto pedagógico permitindo o mínimo de pré-requisitos, disciplinas com terminalidade (e possibilidade de certificação parcial), adoção de sistema de crédito, nomenclaturas de disciplinas que permitam que se transformem em cursos livres (inclusive de extensão), permissão para matrículas de alunos não regulares (apenas para determinadas disciplinas, inclusive no sistema de universidade aberta - sem exigência de escolarização anterior)

19 ESTRATÉGIAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICO -FINANCEIRA DOS PROGRAMAS Sofisticação dos cursos quando o público-alvo possuir condições para acompanhamento - Desenvolvimento de cursos bilíngües, permitindo a integração com outros países - Atuação no mercado corporativo, familiar, setores específicos e outros emergentes - Excelentes níveis de gestão dos programas de EAD - Mobilidade e rapidez de decisões

20 ESTRATÉGIAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICO -FINANCEIRA DOS PROGRAMAS Excelente atendimento aos integrantes da comunidade interna e externa, sempre que possível em horários mais amplos, inclusive nos feriados, finais de semana e período de férias - Conhecer a potencialidade de cada aluno (inclusive em termos financeiros e de relacionamento com outros setores da sociedade - Manter um controle permanente da qualidade e dos resultados sociais e, quando for o caso, econômico-financeiros.

21 TIPO DE REAÇÃO À MUDANÇAS TIPO VÍTIMA COMPORTAMENTO Resistindo a mudança Sentindo raiva ou deprimido Revertendo a modos antigos de agir Isolando-se Falhando em pedir ajuda ATITUDE Por que isto está acontecendo comigo de novo? Por que as coisas não podem permanecer como estavam?

22 TIPO DE REAÇÃO À MUDANÇAS TIPO CRÍTICO COMPORTAMENTO Procurando razões pelas quais a mudança não será bem-sucedida Falhando em ver quaisquer resultados positivos da mudança Questionando e desafiando se mudanças são apropriadas ou necessárias ATITUDE Isso não funcionou anteriormente. Não acho que vá funcionar agora. Eu duvido que esta mudança vá melhorar alguma coisa.

23 TIPO DE REAÇÃO À MUDANÇAS TIPO OBSERVADOR COMPORTAMENTO Agindo de modo relutante a se envolver Esperando até que outros tomem decisões para então tomar a liderança Eu vou esperar até que pessoas mais experientes tenham se arriscado primeiro ATITUDE Se eu ignorar esta mudança, ela vai desaparecer. Eu não vou tomar parte até saber que seja seguro.

24 TIPO DE REAÇÃO À MUDANÇAS TIPO NAVEGADOR COMPORTAMENTO Procurando meios de ajudar a minimizar reações negativas Explorando as causas ou razões das mudança Achando maneiras de ser útil e importante na implementação da mudança Procurando oportunidades de melhoria Formando relacionamentos de apoio com outros afetados pelas mudanças ATITUDE Esta mudança apresenta oportunidades para se fazer coisas de maneira diferente. É uma chance de se melhorar as coisas. Eu estou destinado a cometer erros, mas vou aprender algo deles.

25 OS QUATRO TIPOS DE REAÇÃO À MUDANÇAS TIPO VÍTIMA TIPO CRÍTICO TIPO OBSERVADOR TIPO NAVEGADOR Os Quatro Tipos de Reação a Mudanças descritos aqui são baseados livremente no livro de Peter Block Stewardship: Choosing Service Over Self-Interest(San Francisco. Berrett-Koehler Publishers, Inc., 1993), pág

26 ESTILOS DE PESSOAS COMO ESTRATÉGIAS ORGANIZAÇÃO FATOS O QUE COMPLETANDO TAREFAS REALIZANDO FAZENDO COMUNICAÇÃO RELAÇÕES TRABALHO DE EQUIPE QUEM CONCEITOS TEORIAS INOVAÇÃO POR QUE Duame H. Elmer, 1983

27 João Roberto Moreira Alves Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação Eduardo Desiderati Alves BESF – Brasil Educação Sem Fronteiras


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