A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Suas histórias pelo mundo O início – Parte I TRENS & COMBOIOS Avanço Manual Formatação: José Carlos Suman.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Suas histórias pelo mundo O início – Parte I TRENS & COMBOIOS Avanço Manual Formatação: José Carlos Suman."— Transcrição da apresentação:

1

2 Suas histórias pelo mundo O início – Parte I TRENS & COMBOIOS Avanço Manual Formatação: José Carlos Suman

3

4 Uma ferrovia (chamada também via-férrea, caminho-de-ferro (português europeu) ou estrada-de-ferro (português brasileiro) é um sistema de transporte baseado em trens ou comboios correndo sobre carris ou trilhos previamente dispostos. As ferrovias são o meio de transporte terrestre com maior capacidade de transporte de carga e de passageiros. Em muitos países em desenvolvimento da África e da América Latina, as ferrovias foram preteridas pelas rodovias como tipo de transporte predominante. Caminho de Ferro – Estrada de Ferro

5 CRH3 é um trem unidade elétrica, com velocidade máxima de 394,3 km/hora O transporte ferroviário é predominante em regiões altamente industrializadas, como a Europa, o extremo leste da Ásia.

6 E ainda em locais altamente populosos como a Índia.e

7 Trem X Comboio Hoje em dia, as composições ferroviárias são referidas no Brasil como "trens". Já em Portugal e nos restantes países de Língua Portuguesa são referidas como "comboios". Os dois termos são equivalentes, originalmente referindo-se ambos a um conjunto de veículos que se deslocavam juntos. Dada a equivalência, apesar de não ser frequente na linguagem mais popular, na linguagem ferroviária mais especializada também é usado ocasionalmente o termo "comboio" no Brasil e "trem" em Portugal. O comboio que há muito vencia o obstáculo da água, através das pontes, passava agora a fazê-lo também por debaixo desta. Mas já há muito tempo que o comboio tinha deixado a luz do dia para cima: o metropolitano, cuja característica principal é fazer o seu percurso principalmente debaixo do chão, já tinha feito a sua viagem inaugural em Londres, no longínquo ano de 1863, ainda movido por uma locomotiva a vapor, mas apenas em 1890, com a mudança para a energia elétrica, o metropolitano teve o seu grande desenvolvimento: em 1897 chegou aos Estados Unidos, e a Portugal apenas em Por não interferir com o trânsito rodoviário, por ser rápido e cada vez mais confortável, o metropolitano é, nos dias de hoje, o meio de transporte mais popular e eficaz nas grandes cidades.

8

9 Plataforma para embarque e desembarque de passageiro O percurso das ferrovias é pontuado por estações, gares, ou terminais, dispostos em locais estratégicos, como concentrações populacionais (cidades, vilas, povoados) ou de produção (fazendas, indústrias, portos). Em redor das estações ferroviárias, nasceram e cresceram vilas e cidades, onde até aí, nada existia; a construção das linhas ferroviárias empregou muitos milhares de pessoas, de cidades, regiões e até de países diferentes, contribuindo assim para aproximar diferentes povos e culturas.

10 Foram os comboios, a quem os índios chamaram Cavalo de Ferro (Iron horse), que ajudaram os colonos ingleses a desbravar o oeste americano e a construir o que hoje é considerado como a maior potência mundial. Locomotiva a vapor, também conhecida como Maria Fumaça

11

12 Tudo o que Heron precisava era dominar esta energia rotativa e ele teria inventado o motor a vapor... quase dois mil anos antes da sua re- invenção. A eolípila, inventada no primeiro século por Heron de Alexandria, é considerada ser o primeiro motor a vapor documentado. Só se pode especular como a história poderia ter mudado se a sua vertente prática tivesse sido reconhecida quando foi inventado. Eolípila, ilustração Princípio do Motor a vapor A eolípila é um aparelho que consiste de uma câmara (normalmente uma esfera ou um cilindro) com tubos curvados, por onde o vapor é expelido. A força resultante faz com que o aparelho gire. Normalmente, a água é aquecida numa bacia, que está ligada á câmara giratória por um par de tubos que também servem como eixo para a câmara. No entanto, a água também pode ser aquecida na própria câmara como demonstra a ilustração abaixo. A eolipile

13 Novelty Desenho do que seria uma das primeiras locomotivas

14 A invenção do trem foi sem dúvida o elemento mais importante da Revolução Industrial, permitindo o transporte das matérias primas para as fábricas rápida e eficazmente e levando os produtos acabados a pessoas, a regiões distantes e aos países onde eram mais necessários. Adam Smith O liberalismo de Adam Smith

15 Revolução Industrial A Revolução Industrial consistiu em um conjunto de mudanças tecnológicas com profundo impacto no processo produtivo em nível econômico e social. Iniciada na Inglaterra em meados do século XVIII, expandiu-se pelo mundo a partir do século XIX. Ao longo do processo (que de acordo com alguns autores se registra até aos nossos dias), a era agrícola foi superada, a máquina foi suplantando o trabalho humano, uma nova relação entre capital e trabalho se impôs, novas relações entre nações se estabeleceram e surgiu o fenômeno da cultura de massa, entre outros eventos. Essa transformação foi possível devido a uma combinação de fatores, como o liberalismo econômico, a acumulação de capital e uma série de invenções, tais como o motor a vapor. O capitalismo tornou-se o sistema econômico vigente. Inventos durante o período que proporcionaram o "Trens dos nossos dias :- Século XVII Thomas Newcomen, em Staffordshire, na Grã-Bretanha, instala um motor a vapor para esgotar água em uma mina de carvão. Século XVIII James Watt, na Grã-Bretanha, introduz o condensador na máquina de Newcomen, componente que aumenta consideravelmente a eficiência do motor a vapor. Século XIX Richard Trevithick expôs a "London Steam Carriage", um modelo de locomotiva a vapor, em Londres, na Grã-Bretanha George Stephenson concluiu uma locomotiva a vapor, e inaugura a primeira ferrovia, entre Darlington e Stockton-on-Tees, na Grã-Bretanha George Stephenson venceu uma corrida de velocidade com a locomotiva "Rocket", na linha Liverpool - Manchester, na Grã-Bretanha.

16 Coalbrookdale, cidade britânica, considerada um dos berços da Revolução Industrial

17 Século XVII Thomas Newcomen, em Staffordshire, na Grã-Bretanha, instala um motor a vapor para esgotar água em uma mina de carvão. Máquina a vapor de Thomas Newcomen - Newcomens Dampfmaschine aus Meyers Engenharia Ferroviária - Motor a vapor : O motor a vapor, que é chamado de máquina a vapor costumeiramente refere-se também a turbina a vapor outro tipo de máquina térmica que exploram a pressão do vapor. Todas as máquinas térmicas funcionam baseadas no princípio de que o calor é uma forma de energia, ou seja, pode ser utilizado para produzir trabalho, e seu funcionamento obedece às leis da termodinâmica. Embora a invenção do motor de combustão interna no final do século XIX parecesse ter tornado obsoleta a máquina a vapor, ela ainda hoje é muito utilizada, por exemplo, nos reatores nucleares que servem para produzir energia elétrica. No caso da máquina a vapor, o fluido de trabalho é o vapor de água sob alta pressão e a alta temperatura. O funcionamento da turbina a vapor baseia-se no principio de expansão do vapor, gerando diminuição na temperatura e energia interna; essa energia interna perdida pela massa de gás reaparece na forma de energia mecânica, pela força exercida contra um êmbolo.

18 Steam – engine in action Século XVIII James Watt, na Grã-Bretanha, introduz o condensador na máquina de Newcomen, componente que aumenta consideravelmente a eficiência do motor a vapor. O escocês James Watt, com a introdução de várias alterações na concepção dos motores a vapor, designadamente na separação do condensador dos cilindros, muito contribuiu também para o desenvolvimento dos caminhos de ferro. A partir daí, a evolução do comboio e das linhas ferroviárias não parou mais, transportando o progresso à volta do globo. No meio do Século XIX já existiam milhares de Km de via férrea por todo o mundo: Na Inglaterra, 10 mil; nos EUA, 30 mil. Neste último, com a colonização do Oeste, esta cifra atingiu mais de 400 mil Km no início do Século XX. O escocês James Watt.

19

20 Um motor a vapor de Watt, o motor a vapor, alimentado principalmente com carvão Máquina a vapor de James Watt – Dampfmaschine

21 Walschaerts Motion Funcionamento da locomotiva a vapor: Nesta animação, a cor rosa representa o "vapor vivo", procedente da caldeira, entrando no cilindro. A cor azul representa o vapor gasto que escapa do cilindro. A locomotiva a vapor é uma máquina propulsionada por um motor a vapor, composta por três partes: - a caldeira, que produz o vapor utilizando a energia do combustível; - a máquina térmica, que transforma a energia do vapor em trabalho mecânico - o vagão-reboque (também chamado "tender") para transporte do combustível e água necessários à alimentação da máquina. Um motor a vapor de Watt, o motor a vapor, alimentado principalmente com carvão, impulsionou a Revolução Industrial no Reino Unido e no mundo.

22 A máquina de Nicholas Cugnot Em 1769, Joseph Cugnot, militar francês, construiu em Paris uma máquina a vapor para o transporte de munições.

23

24 A máquina de Richard Trevithick Outro inglês, John Blenkinsop, construiu uma locomotiva em 1812 que usava dois cilindros verticais que movimentavam dois eixos, unidos a uma roda dentada que faziam acionar uma cremalheira. Esta máquina usava também carris de ferro- fundido, que vieram substituir definitivamente os trilhos em madeira usados até aí. Estes trilhos ou linhas de madeira tinham sido desenvolvidos na Alemanha por volta do ano de 1550, serviam carruagens que eram puxadas por animais, principalmente por cavalos mas também, por vezes, à força de braços. Século XIX Richard Trevithick expôs a "London Steam Carriage", um modelo de locomotiva a vapor, em Londres, na Grã-Bretanha. Após várias tentativas fracassadas, Richard Trevithick, engenheiro inglês, conseguiu em 1804, construir uma locomotiva a vapor que conseguiu puxar cinco vagões com dez toneladas de carga e setenta passageiros à velocidade vertiginosa de 8 km por hora usando para o efeito carris fabricados em ferro- fundido. Esta locomotiva, por ser demasiado pesada para a linha-férrea e avariar constantemente, não teve grande sucesso.

25 Gravura da locomotiva a vapor Blüche No entanto, o passo de gigante para o desenvolvimento da locomotiva e por conseqüência do comboio, seria dado por George Stephenson. Este inglês, mecânico nas minas de Killingworth, construiu a sua primeira locomotiva a quem chamou Blucher, corria o ano de A Blucher, que se destinava ao transporte dos materiais da mina, conseguiu puxar uma carga de trinta toneladas à velocidade de 6 Km por hora.

26 Stephenson viria a construir a primeira linha férrea, entre Stockton e a região mineira de Darlington, que foi inaugurada em 27 de Setembro de 1825 e tinha 61 km de comprimento; quatro anos mais tarde, foi chamado a construir a linha férrea entre Liverpool e Manchester. Nesta linha foi usada uma nova locomotiva, batizada Rocket, que tinha uma nova caldeira tubular inventada pelo engenheiro francês Marc Seguin e já atingia velocidades da ordem dos 30 km/hora. Século XIX George Stephenson concluiu uma locomotiva a vapor, e inaugura a primeira ferrovia, entre Darlington e Stockton-on-Tees, na Grã-Bretanha.

27 A Rocket, repousa hoje no London Science Museum

28 No início do século XIX, as rodas motrizes passaram a ser colocadas atrás da caldeira, permitindo desta forma aumentar o diâmetro das rodas e, conseqüentemente, o aumento da velocidade de ponta.

29

30 Num ápice, as locomotivas passaram do vapor à eletricidade. No dia 31 de Maio de 1879, Werner von Siemens apresentou na Exposição Mundial de Berlim a primeira locomotiva elétrica. No entanto, o seu desenvolvimento só foi significativo a partir de 1890, mantendo-se a sua utilização até aos nossos dias. A invenção da locomotiva elétrica não é pacífica: há quem atribua igualmente esta invenção tanto ao norte americano Thomas Davenport como ao escocês Robert D avidson. Werner von Siemens

31 Formatação: José Carlos Suman Pesquisas/Matérias/Fotos/Ilustrações: Google, Wikipédia, a enciclopédia livre, Música: Intérprete: Patsy Cline - Live is railway to heaven

32 FIM «Nos comboios, cabe a vida inteira e ainda sobeja vida» João Bénard da Costa * Continua na Parte II


Carregar ppt "Suas histórias pelo mundo O início – Parte I TRENS & COMBOIOS Avanço Manual Formatação: José Carlos Suman."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google