A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Prof. Francisco Oliveira Itajubá, Novembro de 2013.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Prof. Francisco Oliveira Itajubá, Novembro de 2013."— Transcrição da apresentação:

1 Prof. Francisco Oliveira Itajubá, Novembro de 2013.

2 Professor Francisco Alexandre de Oliveira Viabilidade Empresarial GestãodaProduçãoGestãodaProdução

3 GestãodaProduçãoGestãodaProdução Currículo Resumido do Professor Doutor em Sistemas Elétricos de Potência, área : Mercados de energia elétrica. Título da tese: Estratégia de Comercialização de energia elétrica, utilizando projetos de experimentos de misturas. Universidade Federal de Itajubá, Mestre em ciências em Engenharia de Produção, Economia e Finanças. Título da dissertação: A Gestão Baseada em Atividades (ABM) aplicada em ambientes celulares: uma abordagem metodológica. Universidade Federal de itajubá, 2003

4 Viabilidade Empresarial GestãodaProduçãoGestãodaProdução Currículo Resumido do Professor Engenheiro Mecânico, ênfase Produção. Universidade Federal de Itajubá, Artigos publicados: 14 artigos; Artigos premiados: 2 artigos no Encontro Nacional de Engenharia de Produção. Artigos Qualis A1: 1 artigo. Projeto 1: Previsão de Custo Marginal: CPFL Projeto 2: Avaliação da inclusão de termelétricas em período de racionamento. 2006

5 Viabilidade Empresarial GestãodaProduçãoGestãodaProdução Currículo Resumido do Professor Projeto 3: Análise do impacto econômico e técnico da inclusão de novos reservatórios. CODEVASF Projeto 4: Análise e definição das métricas consistentes de risco em ativos de geração do mercado de energia. CCEE Instrutor externo: FUPAI, desde 2005, área: Análise de investimentos. CESE-UNIFEI.

6 Engenharia Econômica Análise de investimentos OBJETIVO Fornecer os conceitos de taxas de juros e matemática financeira. Apresentar as métricas de viabilidade econômica. Aprender como é definido o fluxo de caixa. Analisar a viabilidade econômica considerando incerteza.

7 Engenharia Econômica Análise de investimentos BIBLIOGRAFIA Bibliografia utilizada no curso

8 Engenharia Econômica Análise de investimentos BIBLIOGRAFIA Bibliografia utilizada no curso

9 Engenharia Econômica Análise de investimentos BIBLIOGRAFIA Bibliografia utilizada no curso

10 Engenharia Econômica Análise de investimentos PROGRAMA Matemática Financeira. Métricas de Viabilidade Econômica. Fluxo de Caixa Análise em ambientes de incerteza e risco. Análise Gerencial de Custos.

11 Engenharia Econômica Análise de investimentos

12 Engenharia Econômica Matemática financeira Fluxo de caixa – Convenção para o investidor n Período ou duração do projeto P Valor Presente ou investimento i i ii... i juros F Valor Futuro ou resgate

13 Engenharia Econômica Matemática financeira O Valor do dinheiro no tempo Não se realiza operações (soma ou subtração) de quantias em dinheiros que não estejam na mesma data. Fatores de produção Remuneração Trabalho Terra Capital Salário Aluguel Juros

14 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxa de juros Custo do dinheiro Percentagem para compensar riscos Custo do capital de terceiros Percentagem para se proteger contra oscilações das taxas e incremento repentino da inflação Compensa o investidor pelo recebimento do dinheiro apenas no momento futuro.

15 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxa de juros – Unidade de medida 12 % ao ano = 12% a.a. 4% ao semestre = 4 %a.s. 1% ao mês = 1% a. m. Taxa percentual que sempre se refere a uma unidade de tempo.

16 Matemática financeira Taxa de juros – Taxa Selic

17 Engenharia Econômica Matemática financeira Juros Simples – Capitalização simples Podemos entender o juro simples como sendo o sistema de capitalização linear. É como se existissem duas contas separadas: uma para o Principal (P) e outra para o Juros (J).

18 Engenharia Econômica Matemática financeira Juros Simples – Equação O valor de resgate, a n períodos a frente será:

19 Engenharia Econômica Matemática financeira Juros Simples – Exemplo Para um capital de R$ , colocado a 20% a.a. durante 3 anos, qual o valor futuro para o caso de considerarmos juros simples?

20 Engenharia Econômica Matemática financeira Juros Simples – Exemplo – Cálculo Anos Juros simples F=P.(1+i.n)

21 Engenharia Econômica Matemática financeira Juros Compostos – Capitalização Composta Popularmente conhecido como juros sobre juros. O correto é afirmar que o juros incidem sobre o montante. É o sistema utilizado nas análises financeiras do dia a dia. Os juros de cada período são incorporados ao principal, para o cálculo de juros do período seguinte.

22 Engenharia Econômica Matemática financeira Juros Compostos – Capitalização Composta n P i i ii i F1=P(1+i) F F2=P(1+i)^2 Fn=P(1+i)^n

23 Engenharia Econômica Matemática financeira Juros Compostos – Exemplo Para um capital de R$ , colocado a 20% a.a. durante 3 anos, qual o valor futuro para o caso de considerarmos juros simples?

24 Engenharia Econômica Matemática financeira Anos Juros Compostos Fn=P.(1+i)^n 72,8%

25 Engenharia Econômica Matemática financeira Juros Simples x Juros Compostos Para um capital de R$ , colocado a 20% a.a. durante 3 anos, qual o valor futuro para o caso de considerarmos juros simples e compostos? Anos Juros simples Juros Compostos % 72,8%

26 Engenharia Econômica Matemática financeira TAXAS EQUIVALENTES são taxas de juros referenciadas a unidades de tempos diferentes que ao serem aplicadas a um mesmo principal durante um mesmo prazo produzem um mesmo montante acumulado no final daquele prazo, no regime de juros compostos. Taxas efetivas - Equivalência

27 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxas efetivas Pressupõe a incidência de juros uma única vez em cada período a que se refere; isto é a unidade de referência de seu tempo coincide com a unidade de tempo de períodos de capitalização. 12% a.a.c.a ao ano: Unidade de referência de tempo Capitalização anual: Incorporação dos juros.

28 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxas efetivas - Equivalência Inicialmente vamos deduzir a equação que relaciona as taxas equivalentes mensal (im) anual (ia) 1 0 ia PF

29 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxas efetivas - Equivalência Para um fluxo de caixa mensal: 12 0 im PF

30 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxas efetivas - Equivalência Para que essas taxas sejam equivalentes, é necessário que os montantes no futuro sejam iguais: =

31 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxas efetivas – Equivalência - Exemplo Uma aplicação financeira rende 1% ao mês, calcule a taxa anual equivalente:

32 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxas nominais É uma taxa referencial em que os juros são capitalizados (incorporados ao principal) mais de uma vez no período a que se ela refere. 15% a.a.c.m ao ano: Unidade de referência de tempo Capitalização mensal: Incorporação dos juros.

33 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxas nominais – Como converter? Uma parcela de juros simples + juros compostos 15% a.a.c.m Juros Simples Número de vezes em que os juros são capitalizados no período que se refere a taxa nominal

34 Engenharia Econômica Matemática financeira Taxas nominais – Como converter? Uma parcela de juros simples + juros compostos 15% a.a.c.m Juros Compostos

35 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO Vimos em slides anteriores que os fluxos de caixas apresentados tinham sempre dois pagamentos, normalmente o valor presente P e o valor futuro F. Agora, estudaremos as situações em que teremos mais de um pagamento, ou seja, estudaremos as operações envolvendo pagamentos ou recebimentos.

36 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO Série de pagamento uniforme: Em todo o período considerado haverá a entrada ou saída de pagamentos, com o mesmo valor A. A

37 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO A – pagamento por período; n– número de períodos; i – taxa de juros do período; P = ? A 1n

38 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO – 1ª Aplicação Sua empresa fez um financiamento, no banco, para investir em um novo projeto. A opção escolhida foram seis parcelas mensais de R$ 1.500,00 com juros de 3,5% ao mês. Foram pagas três parcelas. Agora, você deseja pagar as três parcelas restantes de uma só vez. Calcule o valor que deve ser depositado no banco.

39 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO - Solução A = R$ 1.500,00; n = 3; i = 3,5% ao mês. P = ? A

40 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO - Solução P = R$ 4202,46

41 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO F =? 1n A

42 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO – 2ª Aplicação Você está planejando uma viagem para o exterior para o dia 24 de Janeiro de O valor necessário para a viagem, nesta data, é de R$ ,00. Você fez suas contas e o máximo que consegue economizar é R$ 1046,76 por mês. Considerando que você vai realizar depósitos mensais todo dia 23, iniciando em 23 de Abril de 2013 e retirando o montante dia 24 de Janeiro de 2014, qual investimento você escolheria? a)Fundo de aplicação, com rendimentos de 2,9% ao mês; b)BB CDB, com rendimento de 3,1% ao mês.

43 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO - Solução A = R$ 1046,76; n = 10; i = ? % ao mês. F = R$ ,00

44 Engenharia Econômica Matemática financeira SÉRIES DE PAGAMENTO - Solução A = R$ 1046,76; n = 10; i = ? % ao mês. F = R$ ,00 Para: n = 10; i = ? % ao mês. Fator= 11,4639 i=3%a.m

45 Engenharia Econômica Matemática financeira 3,0%amcm Utilização da Macro Taxa

46 Engenharia Econômica Matemática financeira Amortização de Financiamentos Amortização é um processo financeiro pelo qual uma dívida é paga por meio de parcelas, de modo que, ao término do prazo estipulado, o débito esteja totalmente quitado. Prestação = Amortização+Juros

47 Engenharia Econômica Matemática financeira Amortização de Financiamentos Métodos de amortização de investimentos Price = Prestação Constante. SAC = Amortização Constante.

48 Engenharia Econômica Matemática financeira Amortização de Financiamentos Price = Prestação Constante. Juros Amortização Saldo Devedor

49 Engenharia Econômica Matemática financeira Amortização de Financiamentos Price = Prestação Constante. Determinada empresa quer investir na geração hidrelétrica. O investimento necessário para construção é de R$ ,00. A empresa está pensando em financiar 70% deste valor. Como fica a tabela price de amortização se for utilizado um juros de 12,5% ao ano, em um prazo de 18 anos?

50 Engenharia Econômica Matemática financeira Amortização de Financiamentos -Price

51 Engenharia Econômica Matemática financeira Amortização de Financiamentos SAC = Sistema de Amortização Constante. Juros Amortização Saldo Devedor

52 Engenharia Econômica Matemática financeira Amortização de Financiamentos - SAC

53 Engenharia Econômica Fluxo de Caixa O fluxo de caixa resume as entradas e saídas efetivas de dinheiro ao longo do tempo Fluxo de caixa - Base incremental. -Os custos de oportunidade associados aos recursos previamente possuídos devem ser alocados com base no melhor uso do bem. -Os custos afundados não devem ser incluídos no projeto.

54 Engenharia Econômica Fluxo de Caixa Fluxo de caixa Investimento: Ativos comprados (móveis e utensílios, inclui despesas com fretes); Instalação de equipamentos; Despesas operacionais iniciais; Gastos com treinamento; Outros gastos necessários;

55 Engenharia Econômica Fluxo de Caixa Fluxo de caixa – Exemplo investimento Um projeto de investimento exige que sejam realizados investimentos em diversos equipamentos no valor total de $ Para a instalação desses ativos será necessário desembolsar $ em materiais e $ em mão-de-obra. As estimativas das despesas operacionais iniciais e das despesas de treinamento do pessoal de operação e manutenção são, respectivamente, $ e $ Qual o investimento relevante na data zero?

56 Engenharia Econômica Fluxo de Caixa Fluxo de caixa – Exemplo investimento

57 Engenharia Econômica Fluxo de Caixa Fluxo de caixa – Depreciação

58 Fluxo de Caixa Depreciação - Receita Fluxo de caixa Referência NCMBensPrazo de vida útil (anos) Taxa anual de depre- ciação Capítulo 59TECIDOS IMPREGNADOS, REVESTIDOS, RECOBERTOS OU ESTRATIFICADOS; ARTIGOS PARA USOS TÉCNICOS DE MATÉRIAS TÊXTEIS CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO, DE MATÉRIAS TÊXTEIS, MESMO IMPREGNADAS, REVESTIDAS OU RECOBERTAS, DE PLÁSTICO, OU ESTRATIFICADAS COM PLÁSTICO OU REFORÇADAS COM METAL OU COM OUTRAS MATÉRIAS 2 50% 6303CORTINADOS, CORTINAS E ESTORES; SANEFAS E ARTIGOS SEMELHANTES PARA CAMAS PARA USO EM HOTÉIS E HOSPITAIS 520 % 6305SACOS DE QUAISQUER DIMENSÕES, PARA EMBALAGEM520 % 6306ENCERADOS E TOLDOS; TENDAS; VELAS PARA EMBARCAÇÕES, PARA PRANCHAS À VELA OU PARA CARROS À VELA; ARTIGOS PARA ACAMPAMENTO 425 % BensPrazo de vida útil (anos)Taxa anual de depreciação Instalações1010 % Edificações254 % – Instrução Normativa SRF nº 162/98 e 130/99

59 Fluxo de Caixa Depreciação - ANEEL Fluxo de caixa

60 Fluxo de Caixa Valor residual Fluxo de caixa

61 Fluxo de Caixa Valor residual Fluxo de caixa

62 Fluxo de Caixa Valor residual Fluxo de caixa

63 Fluxo de Caixa Fluxo de caixa Um grupo empresarial quer diversificar seu negócio e deseja investir na geração hidrelétrica. Você faz parte da equipe de Análise de Viabilidade Econômica. Como se faz isso?!

64 Fluxo de Caixa - Dados

65 Fluxo de Caixa - Montagem

66 Investe ou não?

67 Engenharia Econômica Vamos utilizar as métricas! Orçamento de capital PayBack Valor Presente Líquido - VPL Índice de Rentabilidade Taxa Interna de Retorno - TIR Análise de investimento

68 Engenharia Econômica O PayBack simples é a medida do tempo necessário para se recuperar o capital investido n... I Quanto menor o PayBack melhor é o investimento. Análise de investimento

69 Engenharia Econômica PayBack é de 9,25 anos. Análise de investimento Até o nono ano, faltam retornar R$ ,00: PayBack = Errado!!! E o valor do dinheiro No tempo?!

70 Engenharia Econômica PayBack Modificado ou Descontado O PayBack descontado considera uma taxa de juros i para manipular o dinheiro no tempo n... I Quanto menor o PayBack melhor é o investimento.

71 Engenharia Econômica PayBack Modificado - Exemplo Até o décimo primeiro ano, faltam retornar R$ -R$ ,44 : PayBack é de 11,88 anos. PayBack = E se houver alternativas mutuamente Excludentes

72 Engenharia Econômica O PayBack foi aplicado para definir o tempo de recuperação de capital investido no caso de uma alternativa. Vamos a situação em que existem duas alternativas excludentes. Alternativas excludentes: São alternativas em que a escolha de uma implica na exclusão de outra. Investir na Hidrelétrica ou ações? Adquirir a máquina A ou B? PayBack Modificado - Exemplo

73 Engenharia Econômica Considere que você só tem R$ 1000,00 e duas oportunidades de investir: A e B, conforme o fluxo seguinte. Escolha, pelo método Payback modificado. Você concorda com o resultado? PayBack Modificado - Exemplo

74 Engenharia Econômica i=10% a.m.c.m 500 A B i=10% a.m.c.m Payback = 2,72 meses Payback = 2,73 meses Cuidado PayBack Modificado - Exemplo

75 Engenharia Econômica A preferência é pelo investimento B, mas o Payback, praticamente iguala as alternativas. Falha do Payback em alternativas mutuamente excludentes. Conclusão: O PayBack deve ser utilizado como um método auxiliar, indicador adicional. É útil para informar o tempo que se demora para recuperar o capital investido. PayBack Modificado - Exemplo

76 Engenharia Econômica O Valor Presente Líquido (VPL) é uma medida de quanto o investidor enriquecerá ao realizar o investimento. O Procedimento consiste em trazer para a data 0, todos os fluxos de caixas que ocorrem da data 1 até o final do projeto, somando-se o respectivos valores. Deve-se utilizar uma taxa de desconto i. Com os valores todos em uma mesma data, pode-se subtrair o investimento. O resultado é o VPL. Valor Presente Líquido - VPL

77 Engenharia Econômica Na forma de equação: n... I Valor Presente Líquido - VPL

78 Engenharia Econômica Critério de aceitação: Se o VPL > 0, aceito o investimento Se o VPL < 0, recuso o investimento Se o VPL = 0, o investimento não oferece ganho ou prejuízo. Valor Presente Líquido - VPL

79 Engenharia Econômica Valor Presente Líquido - VPL A decisão com o método do VPL também pode ser representada com a decisão: O primeiro argumento do entre colchetes é o VPL do projeto, e o segundo argumento é o valor zero. Se o VPL for positivo, o máximo é o próprio VPL. Caso contrário,VPL<0, o projeto não deve ser aceito e o valor agregado é zero.

80 Engenharia Econômica Valor Presente Líquido - VPL

81 Engenharia Econômica Valor Presente Líquido - VPL Deste modo a decisão fica: Portanto, o investidor decide investir na hidrelétrica e obter um valor agregado de: R$ , 15

82 Engenharia Econômica Uma pessoa tem as seguintes alternativas para um investimento de R$ ,00: A) Receber o retorno de R$ ,00 no final de 2 anos; B) Receber dois pagamentos anuais no valor de R$ ,00 cada; C) Receber 24 pagamentos mensais de R$ ,00 cada. Calcular a melhor alternativa, sabendo que a taxa de mercado é de 12% ao ano ou 0,95% ao mês usando o VPL. VPL – Alternativas mutuamente excludentes

83 Engenharia Econômica VPL – Alternativas mutuamente excludentes Aceita A alternativa C fornece R$ ,99 de ganho. Possui o maior VPL.

84 Engenharia Econômica Valor Presente Líquido – VPL e Metas gerenciais

85 Engenharia Econômica VPL e metas gerenciais Um gerente de uma fábrica está envolvido no projeto de um novo produto. Este produto novo será manufaturado na planta já existente adicionando novos equipamentos numa área livre dessa planta. O diretor industrial espera que o projeto agregue, pelo menos R$ ,00 de valor para a empresa. Determine o custo inicial do projeto considerando a taxa requerida de 12% ao ano. Considere ainda o fluxo de caixa projetado:

86 Engenharia Econômica AnosFluxo de caixa 1R$ ,00 2R$ ,00 3R$ ,00 4R$ ,00 5R$ ,00 VPL e metas gerenciais

87 Engenharia Econômica Na verdade, se deseja descobrir o valor do investimento, ou seja, o gasto na data 0. O máximo valor de investimento deve ser R$ ,80 para uma taxa de 12% a.a. VPL e metas gerenciais

88 Engenharia Econômica VPL = Net Present Value Taxa Mínima de atratividade=TMA = i

89 Engenharia Econômica VPL = Net Present Value Taxa Mínima de atratividade=TMA = i Custo médio Ponderado de capital Custo Médio Ponderado De Capital Participação de capitais de terceiros Taxa de juros credor Imposto Retorno Acionista

90 Engenharia Econômica VPL = Net Present Value Conclusão: VPL é uma ferramenta de tomada de decisão prática que indicam quais alternativas criam valor e estima o montante do valor criado. Geralmente utilizada em conjunto com o Payback. Sensibilidade a taxa de juros = custo do capital;

91 Engenharia Econômica Sensibilidade a taxa de juros = custo do capital = i; A taxa de juros é a variável VPL = Net Present Value

92 Engenharia Econômica VPL = Net Present Value Quanto maior i menor o VPL i = 16,83% VPL= R$0,00

93 Engenharia Econômica TIR = 16,83% VPL= R$0,00 Taxa Interna de Retorno

94 Engenharia Econômica Equação da TIR VPL = Net Present Value

95 Engenharia Econômica Exemplo: Calcule a TIR do Projeto abaixo, considerando a TMA =12%. O investimento é de R$ ,00 AnosFluxo de caixa 1R$ ,00 2R$ ,00 3R$ ,00 4R$ ,00 5R$ ,00 TIR = Taxa Interna de Retorno TIR = 16,83%>TMA = 12% Aceito o projeto!

96 Engenharia Econômica E se as alternativas forem excludentes, para uma Taxa Mínima de Atratividade de 15% TIR = Taxa Interna de Retorno

97 Engenharia Econômica O VPL e a TIR conduzem a resultados conflitantes. TIR = Taxa Interna de Retorno

98 Engenharia Econômica Deve se fazer a análise incremental. TIR = Taxa Interna de Retorno TIR =18,72% > TMA=15%

99 Engenharia Econômica Sensibilidade a taxa de juros. TIR = Taxa Interna de Retorno

100 Ponto de Fisher

101 TIR = Taxa Interna de Retorno Conclusão: Sintetiza a rentabilidade do projeto em uma taxa de retorno. A taxa encontrada é uma taxa fictícia e não de mercado é inerente ao projeto.

102 Índice Benefício Custo Útil para análise de investimento em situações de racionamento de capital. IR >1 – Aceita Projeto. IR<1 – Rejeita Projeto.

103 Índice Benefício Custo Para três projetos não mutuamente excludentes e racionamento de capital no ano 0 de R$ ,00 escolha a(s) alternativa(s) mais rentáveis. Deve-se investir nos Projetos: B e C. O VPL do portfólio é de R$ ,96

104

105 Fluxo de caixa Estocástico

106 Abordagem das incertezas Incertezas – Geração de cenário futuros através de especialistas Alternativas de Investimento Estados da economia Valor da métrica

107 Abordagem das incertezas Exemplo – Considere as seguintes alternativas e os valores para o VPL de cada uma considerando três diferentes estados da economia; Alternativas de Investimento Estados da economia Valor da métrica

108 Abordagem das incertezas Exemplo – Verificar a alternativa dominada, como a métrica é VPL e VPL(A4)

109 Abordagem das incertezas 1º Método – Método de Laplace: Não se sabe a probabilidade de ocorrência dos eventos, portanto devem ser consideradas iguais. P(E 1 )=P(E 2 )=...=P

110 Abordagem das incertezas P(E 1 )=1/3 P(E 2 )=1/3 P(E 3 )=1/3 VPL(A 1 )=1/3x( )=62 VPL(A 2 )=1/3x( )=63 VPL(A 3 )=1/3x( )=46,67 Melhor Alternativa!

111 Abordagem das incertezas 2º Método – Método de MAXMIN: Pessimista Mínimo[VPL(A 1 )]= 20 VPL(A 1 ) VPL(A 2 ) VPL(A 3 ) Mínimo[VPL(A2)]= 30 Mínimo[VPL(A3)]= 20 Máximo Melhor Alternativa!

112 Abordagem das incertezas 3º Método – Método de MAXMAX: Otimista Máximo[VPL(A1)]= 106 VPL(A 1 ) VPL(A 2 ) VPL(A 3 ) Máximo[VPL(A2)]= 100 Máximo[VPL(A3)]= 80 Máximo Melhor Alternativa!

113 Abordagem das incertezas 4º Método – Método de Hurwicz: A desvantagem dos métodos anteriores: situações extremas. Combinação linear: Índice de pessimismo - α H(A i ) : m i +(1- α)M i Mínimo 0<= α <=1 Máximo

114 Abordagem das incertezas H[VPL(A 1 )]= 20α +(1- α)106=106-86α H[VPL(A 1 )]= 30α +(1- α)100=100-70α H[VPL(A 1 )]= 20α +(1- α)80=80-60α

115 Abordagem das incertezas MAXMIN MAXMAX

116 Abordagem das incertezas 5º Método – Método de Savage: Matriz de arrependimento M rj =R ij -R rj R rj – Componentes da matriz; R ij –Valor máximo para cada evento;

117 Abordagem das incertezas = = = = = = = = =0

118 Abordagem das incertezas Método de Savage: Matriz de arrependimento Máximo[M(A 1 )]= 60 VPL(A 1 ) VPL(A 2 ) VPL(A 3 ) Máximo[M(A 2 )]= 50 Máximo[M(A 3 )]= 86 Melhor Alternativa! Mínimo

119 Algumas empresas utilizam a Árvore de Decisão como forma de avaliação de risco das propostas de investimento. A árvore de decisão é um método gráfico de levantamento das probabilidades sequenciais dos fluxos de caixa. ÁRVORE DE DECISÃO

120 A TTW possui oportunidade de investir em um equipamento por dois anos, cujo valor de aquisição é de R$ ,00. No primeiro ano, os fluxos de caixa deverão seguir o seguinte padrão. ÁRVORE DE DECISÃO - Exemplo

121 Custo médio ponderado de capital: 12% a.a

122 ÁRVORE DE DECISÃO - Exemplo Como VPL<0 Não investir!

123 SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO Variáveis independentes Variável aleatória Cenários aleatórios Qual a probabilidade da variável independente ser negativa?

124 Prof. Francisco Oliveira Itajubá, Julho de 2013.

125 Engenharia Econômica Sistema de Custo Objetivos dos sistemas de custos Objetivos dos sistemas de custos Cálculo dos custos dos produtos. Controle de custos. Elaboração das demonstrações financeiras. Relação entre custo e preço Relação entre custo e preço Preço = custo+lucro?. Lucro = preço -custo. Custo = preço-lucro.

126 Engenharia Econômica Sistema de Custo Terminologia Terminologia GASTO: não se conhece a natureza – sacrifício financeiro. Investimento. Custo - Produção. Despesa - Administração. Perda. Desembolso – saída de dinheiro.

127 A Engenharia Econômica Sistema de Custo Classificação Classificação CUSTO DIRETO: facilmente atribuível ao produto. Matéria prima. Embalagens. Depreciação das máquinas. Energia elétrica. CUSTO INDIRETO: certa dificuldade de atribuição. Apropriação estimada e muitas vezes arbitrária.

128 A Engenharia Econômica Sistema de Custo Classificação Classificação CUSTO VARIÁVEL (CV): varia com volume de produção. Matéria prima - CV. Embalagens - CV. Depreciação das máquinas. Energia elétrica – CF e parcela variável. CUSTO FIXO (CF): Independe do volume de produção. Aluguel do prédio - CF.

129 A Engenharia Econômica Sistema de Custo Esquema básico Esquema básico CUSTOS INDIRETOS RATEIO PRODUTOS CUSTOS DIRETOS CUSTOS PRODUTOS VENDIDOS DESPESAS RESULTADO

130 Engenharia Econômica Sistema de Custo Rateio: do método por absorção para o Rateio: do método por absorção para o Custeio Baseado em Atividade Rateio por absorção Departamentalização Sistema ABC Evolução

131 Engenharia Econômica Sistema de Custo Rateio por absorção: Rateio por absorção: Utiliza horas de mão de obra direta ou horas máquina como base de rateio. Exemplo: Considere uma empresa que fabrique três tipos de produtos A, B, C. As despesas somam R$ ,00 os Custos indiretos R$ ,00 e os custos diretos R$ ,00. excel

132 Engenharia Econômica Sistema de Custo Departamentalização: Departamentalização: Departamento: Unidade mínima administrativa para contabilidade de custos desenvolvendo atividades homogêneas. Departamento de Produção Atuam sobre os produtos Apropriam custos aos produtos Departamento de Serviços Também chamado de auxiliares. Transferem seus custos aos departamentos de produção. Centro de Custos: Unidade mínima de acumulação de custos. Um departamento pode ser dividido em centros de custos para melhorar a distribuição de custos.

133 Engenharia Econômica Sistema de Custo Custeio Baseado em Atividade Inadequação dos sistemas tradicionais: Custos Indiretos de Fabricação Mão de obra direta Necessita-se de sistemas de custos que participem como ferramenta para a competitividade. CAM – I, em 1986 encorajou a implementação de novas ideias em gerenciamento de custos.

134 Engenharia Econômica Sistema de Custo Custeio Baseado em Atividade Recursos: Custos indiretos Direcionador de Recursos Direcionador de Atividades

135 Engenharia Econômica Sistema de Custo Custeio Baseado em Atividade Primeiro Estágio: O custeio das atividades. Passo 1. Especificação das atividades BPA, Cadeia de Valor. Passo 2. Os custos a serem rastreados. Agrupamento dos custos. Passo 3. Seleção dos direcionadores de Primeiro estágio. Passo 4. Cálculo dos custos das atividades.

136 Engenharia Econômica Sistema de Custo Custeio Baseado em Atividade Segundo Estágio: O custeio dos objetos de custo Passo 1. Definição dos objetos de custo Produtos, linhas de produtos, clientes. Passo 2. Os grupos de custos de atividades. Passo 3. Seleção dos direcionadores de segundo estágio. Passo 4. Cálculo dos custos dos Objetos de Custos.

137 Engenharia Econômica Sistema de Custo Custeio Baseado em Atividade Segundo Estágio: O custeio dos objetos de custo Passo 1. Definição dos objetos de custo Produtos, linhas de produtos, clientes. Passo 2. Os grupos de custos de atividades. Passo 3. Seleção dos direcionadores de segundo estágio. Passo 4. Cálculo dos custos dos Objetos de Custos.

138 Engenharia Econômica Sistema de Custo Custeio Baseado em Atividade Exemplo: Empresa de confecções A empresa de confecção produz camisetas, vestidos e calças

139 Engenharia Econômica Obrigado


Carregar ppt "Prof. Francisco Oliveira Itajubá, Novembro de 2013."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google