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O ambiente é de todos vamos usar bem a energia. A utilização dos recursos energéticos pelo Homem ao longo da História (evolução e esgotamento).

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1 O ambiente é de todos vamos usar bem a energia. A utilização dos recursos energéticos pelo Homem ao longo da História (evolução e esgotamento).

2 Evolução da utilização dos Recursos Energéticos.

3 Evolução da utilização dos Recursos Energéticos Em 1850 o valor da percentagem de madeira utilizada foi de cerca de 63%, e em 1985 foi de 0%, devido ao esgotamento deste recurso e à evolução da tecnologia que exige uma fonte de energia mais rentável. Nos últimos 50 anos, o recurso energético mais utilizado foi o petróleo. A energia nuclear não é tão explorada como inicialmente se previa por ser considerada uma fonte energética perigosa. No ano de 2000, a energia geotérmica, a energia solar e a energia das marés são exemplos de recursos energéticos representados com 3,4%.

4 Recursos energéticos Até meados do século XIX, a sociedade humana utilizava ainda pequenas quantidades de energia nos seus gastos. A forca muscular dos animais e do próprio Homem, associada ao uso da alavanca, da roda e da roldana, eram suficientes para fazer face às necessidades de então. Posteriormente descobriram-se os combustíveis fósseis. Primeiro o carvão, depois o petróleo e finalmente o gás natural. Estas fontes de energia revolucionaram a sociedade. Foi possível ao Homem empregar e consumir grande quantidades de energia e esta foi considerada sinónimo de progresso. Só mais tarde, em 1973, os países se aperceberam de que estavam a basear o seu desenvolvimento, essencialmente numa fonte de energia não renovável – o petróleo. Os recursos energéticos podem também ser classificados em renováveis e não renováveis. O sol, o vento, as ondas do mar, a água dos rios, as marés, a bio massa e o calor da Terra são fontes de energia renováveis. Os combustíveis fósseis (petróleo, carvão, gás natural) e a energia nuclear (urânio) são recursos energéticos não renováveis, isto é, a sua velocidade de formação é inferior à velocidade de consumo. Se a utilização destes combustíveis continuar a ser feita como até agora, alguns deles estarão esgotados dentro em breve.

5 Recursos energético renováveis Os recursos energéticos constituem, nos nossos dias, factores fundamentais para a vida do Homem e para a actividade industrial. Na Natureza existe um conjunto variado de produtos com os quais o Homem pode obter diferentes tipos de energia chamados recursos energéticos ou fontes de energia. Estes recursos podem ser de dois tipos: renováveis ou não renováveis. O progresso da humanidade tem-se verificado a um ritmo crescente graças a contributos variados. Podem estabelecer-se as seguintes fases a relativamente à energia utilizada. 1ª. Inicialmente o homem recorria à sua própria força ou à dos animais, do vento e dos cursos de água, à combustão da madeira, passando à exploração de carvões (lenhite, hulha) para dar resposta as exigências colocadas pela a máquina a vapor (1780) surgida no dealbar da Revolução Industrial. 2ª Desde os fins do século XIX até meados do século XX ocorreu a descoberta nova fontes de energia de que são exemplos o petróleo, o gás e a hulha branca (água armazenada por barragens) e de uma nova forma de energia – a electricidade. O consumo mundial de energia aumento muitíssimo, com saliência para o acréscimo verificado à custa da exploração do petróleo e do gás natural. 3ª presentemente, alguns países na era nuclear. Assenta na descoberta de uma nova forma de energia, a nuclear. O consumo de energia não cessa de aumentar, o que levanta alguns problemas. De facto, as fontes de energia não são inesgotáveis designando-se mesmo por recursos não renováveis. Isto compreende-se bem quando sabemos que o carvão e o petróleo que hoje utilizamos se formaram há cerca de milhões de anos, em consequência da decomposição, na ausência de ar, de plâncton e de florestas, respectivamente. Também as reservas de urânio, utilizado nas centrais nucleares, tenderão a esgotar.

6 Recursos energéticos não renováveis Os recursos energético da Terra não são infinitos e, por outro lado diz-se que não são renováveis: a sua formação, no decorrer de uma história geológica, foi tão lenta que não tem comparação possível com o ritmo em que estão a ser explorados e consumidos. Cerca de 80% da energia consumida em 1985 foi obtida a partir do petróleo, carvão e gás natural. O aumento da utilização dos recursos energéticos reflecte a evolução técnica (desde a máquina a vapor ao micro circuito), assim como o crescimento da população humana. O rápido aumento do consumo do petróleo depois da Segunda Guerra Mundial, por exemplo, é indicativo do desenvolvimento da indústria e dos transportes. O máximo consumo relativo de carvão teve lugar por volta de 1920; o petróleo atingiu o seu consumo máximo relativo n princípio dos anos setenta, com pouco mais de 40%. Espera-se que o gás natural, menos poluente, aumente a sua contribuição para o consumo total de energia. Eis alguns recursos energéticos não renováveis e como são utilizados: O carvão foi a energia utilizada na primeira fase da Revolução Industrial mas constitui, ainda hoje, um recurso energético muito importante, nomeadamente na produção de energia eléctrica e aço. O petróleo é um recurso não renovável resultante da transformação da matéria orgânica, constituindo actualmente a fonte de energia mais utilizada e a base da actual sociedade industrial. A sua utilização é fundamental na produção de energia eléctrica, combustíveis para os transportes e máquinas industriais, e ainda como matéria-prima para um conjunto diversificado de produtos (plástico, por exemplo). Esta fonte de energia substitui historicamente o carvão. O gás natural em conjunto com os dois recursos energéticos atrás referidos constituem, actualmente, as principais fontes de energia doméstica e industrial. A energia nuclear apesar de ter sido recebida com muito entusiasmo, devido ao seu potencial energético e baixo custo, tem sido progressivamente abandonada em consequência impactes e problemas relacionados com os resíduos agravados após o acidente de Chernobyl.

7 Petróleo O petróleo é um elemento indispensável à vida moderna. É a partir dele que se produzem os combustíveis que accionam os automóveis, camiões, comboios, barcos e aviões que existem na Terra. As centrais queimam combustíveis derivados do petróleo para produzir grande parte da electricidade de que o mundo precisa e muitas casas têm caldeiras a petróleo para aquecimento interno. O petróleo é também essencial para o fabrico de plásticos, têxteis e outros produtos. Para obter este líquido negro e espesso que existe no subsolo abaixo do leito do mar fazem-se furos ou poços profundos. Ao petróleo assim extraído chama-se «petróleo bruto» ou «crude». Dele se obtém uma diversidade de produtos químicos e vários tipos de óleos, como o óleo lubrificante. O petróleo bruto, vindo de um depósito, e uma mistura de produtos químicos e diversos tipos de óleos que é depois aquecido numa refinaria. Por este processo, separam-se os diversos produtos do petróleo, como a gasolina, óleos vários, combustíveis e lubrificantes, produtos químicos e ainda o alcatrão para fazer estradas. Onde se encontra o petróleo? Pode encontrar-se petróleo em muitos locais, desde o Médio Oriente ao Árctico, mas todos eles foram há muito tempo cobertos pelo mar. Houve plantas pequenas que ficaram no leito do mar e foram cobertas por lamas. Essas lamas transformaram-se em camadas rochosas. O calor das rochas aqueceu as plantas durante milhões de anos e transformou-as em petróleo e gás natural.

8 O carvão O carvão é fundamentalmente, constituído por carbono e tem a sua origem em florestas que foram soterradas em épocas remotas. Os carvões tem poder calorífico diferente, isto é, ao serem queimados, uns fornecem mais calor do que outros como já foi referido anteriormente. Próximo de Rio Maior existe um jazigo de carvão de baixo poder calorífico (o lenhito), com cerca de 33 milhões de toneladas, o que constitui a maior reserva energética existente em Portugal. O carvão foi uma das fontes energéticas mais importantes do sécullo passado. Depois da Segunda Guerra Mundial, e mesmo anteriormente, foi substituído pelo petróleo. O carvão tornou possível a Revolução Industrial que teve lugar no século XIX. Nessa altura foram utilizados: Na indústria – em máquinas a vapor para gerar força motriz; em fornos e caldeiras como combustível; na obtenção de produtos químicos; no fabrico do coque para a produção de ferro e aço. Nos transportes – em locomotivas e barcos a vapor. Nas habitações – no aquecimento das casas, cozinhas e produção de gás de cidade escritórios e cidade. Lojas Devido aos grandes aumentos de preços e às perturbações no abastecimento de petróleo, que têm ocorrido nos últimos anos, o carvão tende a ocupar a posição que já teve como fonte energética. Como a quase totalidade do carvão que consumimos na produção de electricidade é importado, haverá necessidade de poupar, sobretudo através da racionalização do consumo de electricidade

9 Gás natural O gás natural começou a ser encontrado, na segunda metade do século XIX, em muitos poços de petróleo dos Estados Unidos da América. Não tinha qualquer utilização, sendo queimado à saída dos poços. O gás natural em Portugal, embora seja ainda quase desconhecido, prepara-se para fazer para do dia-a-dia de 2 milhões de consumidores domésticos 4 a 5 mil fábricas e 80 a 100 mil estabelecimentos comerciais portugueses. O gás virá por via marítima provavelmente da Argélia, o quarto maior produtor mundial em Nesse ano, três maiores produtores foram a União Soviética, os Estados Unidos e a Holanda. A rede de distribuição de gás natural terá, na sua fase inicial, uma extensão de condutas no total aproximado de 5580 km: 380Km de rede base e cerca de 5200 km de redes regionais. Embora represente menos de um quarto do território nacional (23%), a área escolhida abrange 64% da população e 85% das unidades de indústria transformadora.

10 Energia Nuclear A energia eléctrica gerada por usinas nucleares baseia-se na missão (quebra, divisão)do átomo. As matérias primas necessárias a esse processo são o urânio ou tório, dois minérios radioactivos. A fusão nuclear consiste no seguinte: os átomos do urânio-235,por exemplo, são "bombardeados" por neutrons; seus núcleos se fragmentam liberando enorme quantidade de energia. Essa fragmentação do núcleo do átomo atingido, por sua vez, dá origem a outros neutrões, que vão bombardear os átomos vizinhos e assim sucessivamente, uma reacção em cadeia. Esse processo, essa reacção em cadeia, tem de ser realizado de forma controlada, em condições de segurança absoluta, pois sua expansão desordenada pode causar terríveis catástrofes. O local apropriado onde ocorre essa fusão nuclear controlada chama-se reactor nuclear, peça fundamental de uma usina nuclear. O urânio é um elemento encontrado na natureza, no interior das rochas. Nesse estado bruto, ele é quase todo urânio –238 (99,3%)e somente uma parte muito pequena (0,7%0) é de urânio 235. Ocorre que, em alguns tipos de reactores nucleares,como os que foram instalados no Brasil, o combustível utilizado tem de ser o urânio-235, é necessário aumentar a percentagem de urânio –235 a fim de poder utilizá- lo como combustível. Esse processo chama-se enriquecimento do urânio. Um dos grandes problemas ambientais ocasionados pela usinas nucleares é o lixo atómico. Trata-se dos resíduos que decorrem do funcionamento normal do reactor : elemento radioactivo que "sobram" e que não podem ser reutilizados ou que ficaram radioactivo devido ao fato de entrarem em contacto, de alguma forma, com o reactor nuclear. Para se ter uma ideia, uma usina nuclear produz por ano, em média, um volume de lixo atómico da ordem de 3m3. Normalmente se coloca esse lixo atómico em grossas caixas de concretos e outros materiais para em seguida jogá-los no mar ou enterrados em locais especiais. As condições de armazenamento desse lixo é preocupante, pois essas caixas podem se desgastar com o tempo e abrir contaminando assim o meio ambiente.

11 Conclusão Com este trabalho fiquei a saber um pouco mais sobre este tema.


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