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TRAUMA DUODENAL ACHADOS ULTRASSONOGRÁFICOS: Massa ecogênica intramural representando hematoma; ACHADOS ANGIOGRÁFICOS: Sangramento da artéria gastroduodenal;

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1 TRAUMA DUODENAL ACHADOS ULTRASSONOGRÁFICOS: Massa ecogênica intramural representando hematoma; ACHADOS ANGIOGRÁFICOS: Sangramento da artéria gastroduodenal; DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS: Perfuração de úlcera duodenal, inflamação periduodenal; espessamento da parede do duodeno, adenoma viloso (massa polipóide na mucosa – 3 a 9 cm), linfoma duodenal (massa volumosa na submucosa);

2 TRAUMA DUODENAL HISTÓRIA NATURAL E PROGNÓSTICO: Hematoma isolado – excelente prognóstico com tratamento não cirúrgico; Combinação de perfuração duodenal com laceração na cabeça do pâncreas – morbidade 26%; TRATAMENTO: Tratamento não-cirúrgico: hematoma isolado sem perfuração; Cirurgia para perfuração duodenal e lesão na cabeça do pâncreas;

3 TRAUMA INTESTINAL ANATOMIA

4 TRAUMA INTESTINAL PATOLOGIA: Etiologia – acidentes automobilísticos; Impacto das lesões: esmagamento do intestino contra a coluna, lesões de rápida desaceleração – movimentos abruptos para frente no jejuno proximal da região de fixação pelo ligamento de Treitz, forças de cisalhamento entre o intestino restrito e móvel – transecção da flexura duodenojejunal;

5 TRAUMA INTESTINAL EPIDEMIOLOGIA: Trauma abdominal – principal causa de morte nos EUA em pacientes com menos de 40 anos; Atinge qualquer grupo etário, sem distinção de sexo; Anormalidades associadas – lesões hepáticas, esplênicas, renais e pancreáticas.

6 TRAUMA INTESTINAL CLÍNICA – Sinais e sintomas mais comuns: dor abdominal, distensão, desconforto, defesa; outros – hipotensão, taquicardia, redução da consciência, choque devido à perda volêmica; ACHADOS LABORATORIAIS – Alterações no hemograma, uréia, creatinina, amilases, PT, PTT e hematócrito;

7 TRAUMA INTESTINAL Ar extraluminal, material de contraste oral e ar intramural são virtualmente patognomônicos de lesão intestinal!!! Lesão mesentérica – hematoma é a injúria GI mais vista na TC, complicações – rompimento da vasculatura mesentérica, hemorragia, perfuração do trato GI; Infiltração mesentérica – Hemorragias pequenas – infiltração dos tecidos moles entremeados de gordura mesentérica, sinal sentinel clot – hematoma mesentérico com mais de 60 HU no local do sangramento;

8 TRAUMA INTESTINAL EXAMES RECOMENDADOS – MELHOR – CETC, Protocolo – CETC helicoidal +- contraste oral, IV, 3ml/seg.

9 TRAUMA INTESTINAL ACHADOS RADIOGRÁFICOS: Radiografia – Sinal flank-stripe : aumento da densidade da zona que separa os segmentos colônicos verticais da gordura pré- peritoneal e da reflexão do peritônio; Sinal da orelha de cachorro : coleção fluida pélvica que desloca o intestino da bexiga urinária;

10 TRAUMA INTESTINAL ACHADOS ULTRASSONOGRÁFICOS – Fluido livre no abdome e pelve; ACHADOS FLUOROSCÓPICOS – Transecção vascular, laceração, pseudoaneurisma, fístula arteriovenosa;

11 TRAUMA INTESTINAL

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14 ACHADOS DA TC: Ar intraperitonial ou retroperitonial; Ar intramural, extraluminal, fluido livre intra/retroperitoneal ; Espessamento da parede do intestino maior que 3mm ; Realce da parede intestinal com > HU que o músculo psoas, ou com HU = vasos sanguíneos; Realce + espessamennto + fluido livre : forte suspeita de perfuração;

15 TRAUMA INTESTINAL DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS: Shock Bowel, Coagulopatia, Enterite Isquêmica, Vasculites; TRATAMENTO: Menor – Fluidos IV, monitoramento de sinais vitais, transfusão de sangue, ATB; Maior – Cirurgia devido a perfuração ou sangramento ativo;

16 COMPLEXO DE HIPOPERFUSÃO EPIDEMIOLOGIA- Mais comumente encontrados em crianças jovens que têm hemorragia significativa após trauma, associado com estado hemodinâmico tênue e pior prognóstico; Realce difuso da parede intestinal, dilatação e espessamento; Procurar sinais de realce em outros órgãos e pequeno calibre e realce intenso da aorta e da veia cava inferior;

17 COMPLEXO DE HIPOPERFUSÃO ACHADOS US: FAST, pode mostrar fluido peritoneal, intestino dilatado e cheio de líquido, espessamento da parede intestinal; ACHADOS DA TC – pequeno calibre da aorta e da veia cava inferior devido a vasoespasmo e hipovolemia, dilatação intestinal e realce relacionado a vasoconstrição mesentérica, realce intenso das adrenais devido ao papel central desta na resposta simpática ao choque hipovolêmico;

18 COMPLEXO DE HIPOPERFUSÃO

19 DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS: Trauma intestinal, intussucepção transitória do intestino delgado, Púrpura de Henoch- Schonlein, rejeição de, outros processos inflamatórios intestinais;

20 COMPLEXO DE HIPOPERFUSÃO HISTÓRIA NATURAL E PROGNÓSTICO – Em um estudo, hipotensão progressiva desenvolveu dentro de 10 minutos na TC de 19% das crianças, em outros, o índice de mortalidade pela presença do complexo de hipoperfusão foi de 85%, comparado com 2% de todas as crianças que sobreram trauma sangrante; TRATAMENTO – UTI, monitoração intensiva, reposivção volêmica e de sangue, cirurgia se necessário.

21 Trauma Renal Pista: defeito no parênquima renal com hemorragia perirrenal, associado ou não a extravasamento de urina e/ou sangue 8 a 10% dos traumas Indica trauma grave, geralmente com lesão de múltiplas vísceras 98% não requer terapia específica Suspeitar: dor, sensibilidade, equimose, hematúria, anúria, uremia, choque Melhor exame: TC com contraste

22 Fases de contraste Arterial ou corticomedular - (20 – 40 seg. ~ 25 seg) Portal ou nefrográfica - (60 – 120 seg. ~ 60 seg)) Equilíbrio ou pielográfica - (120 – 360 seg. ~ 3 min) Retardo - (10 – 15 min)

23 75 – 85% 10% 5% raro

24 Contusão grau I: lesão arredondada, ovóide ou mal definida; menos realce na fase do parênquima

25 Hematoma subcapsular (grau I): coleção fluida arredondada ou elíptica

26 Laceração (grau I): áreas hipodensas lineares na periferia

27 Infarto subsegmentar (grau I): área de baixo realce, pequena, nítida, em forma de cunha

28 Laceração (grau II): laceração que se estende do córtex à medula

29 Hematoma perinéfrico (grau II)

30 Laceração (grau III): múltiplas lacerações profundas com lesão do pedículo vascular.

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32 Oclusão arterial (grau III)

33 Lesão do sistem a coletor (grau IV)

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37 Referências Bibliográficas FLATO, Uri Adrian Prync et al. Utilização do FAST-Estendido (EFAST-Extended Focused Assessment with Sonography for Trauma) em terapia intensiva. Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2010, vol.22, n.3 [cited ], pp Available from:. ISSN X. Digna R. Kool & Johan G. Blickman. Advanced Trauma Life Support®. ABCDE from a radiological point of view. Emerg Radiol (2007) 14:135–141. Received: 3 April 2007 / Revised: 8 May 2007 / Accepted: 19 May 2007 / Published online: 12 June # Am Soc Emergency Radiol Jeffrey, Manaster, Gurney, Zimmerman. Diagnostic imaging emergency. Amirisys. Capítulo de livro: Section 3. Radwan, Mohamed M.; Abu-Zidan, Fikri M. Focussed Assessment Sonograph Trauma (FAST) and CT scan in blunt abdominal trauma: surgeon's perspective. Afr Health Sci September; 6(3): 187–190. Valle, Rodrigo ; Ivan Murad; Thomas Vallezi Bataglia; Eduardo Quirino dos Santos. LESÃO ESPLÊNICA NO TRAUMA ABDOMINAL FECHADO: ATENDIMENTO REALIZADO NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ. Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar, 27 a 30 de outubro de Prof. David C. Shigueoka


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