A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Administração de materiais Cadeia de Suprimentos Prof. Reinaldo Di Lucia 2º Semestre de 2011.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Administração de materiais Cadeia de Suprimentos Prof. Reinaldo Di Lucia 2º Semestre de 2011."— Transcrição da apresentação:

1 Administração de materiais Cadeia de Suprimentos Prof. Reinaldo Di Lucia 2º Semestre de 2011

2 Avaliação Provas Bimestrais: Provas Bimestrais: Matéria seguindo o plano de ensino, correspondente a cada bimestre. Matéria seguindo o plano de ensino, correspondente a cada bimestre. Provas Substitutivas: Provas Substitutivas: Conteúdo pertinente a toda matéria ministrada no respectivo semestre letivo de Conteúdo pertinente a toda matéria ministrada no respectivo semestre letivo de Exame Final: Exame Final: Conteúdo pertinente a toda matéria ministrada no respectivo semestre letivo de Conteúdo pertinente a toda matéria ministrada no respectivo semestre letivo de Trabalho: Trabalho: Soma de até dois pontos na P2. Alunos que não fizerem a P2 não terão o benefício da nota do trabalho Soma de até dois pontos na P2. Alunos que não fizerem a P2 não terão o benefício da nota do trabalho

3 Regras para Realização do Trabalho Grupos Grupos Mínimo 4 e máximo 6 componentes Mínimo 4 e máximo 6 componentes Conteúdo Conteúdo Trabalho sobre um dos temas propostos e suas correlações dentro de uma organização, proporcionando ao aluno a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos através de pesquisa em literaturas especializadas, como também tomar contato com procedimentos atualmente adotados pelas organizações. Não serão aceitos trabalhos que espelhem cópia de material existente quer seja no livro texto ou da bibliografia complementar indicada. Trabalho sobre um dos temas propostos e suas correlações dentro de uma organização, proporcionando ao aluno a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos através de pesquisa em literaturas especializadas, como também tomar contato com procedimentos atualmente adotados pelas organizações. Não serão aceitos trabalhos que espelhem cópia de material existente quer seja no livro texto ou da bibliografia complementar indicada.

4 Temas para o Trabalho Conceitos da Administração de Materiais Conceitos da Administração de Materiais Implementação de Cadeias de Suprimento Implementação de Cadeias de Suprimento Previsão da demanda Previsão da demanda Planejamento das Necessidades de Materiais Planejamento das Necessidades de Materiais Compras e/ou Contratos Compras e/ou Contratos Recebimento de Materiais Recebimento de Materiais Estoque Físico, Administração de Depósitos e Movimentação Física de Materiais Estoque Físico, Administração de Depósitos e Movimentação Física de Materiais Quantidade de pedidos – Lote Econômico Quantidade de pedidos – Lote Econômico Sistemas de Pedidos de Demanda Independente – Reposição de Estoques. Sistemas de Pedidos de Demanda Independente – Reposição de Estoques. Distribuição Física Distribuição Física Tecnologia de Informação Aplicada a Área de Materiais/Supply Chain Tecnologia de Informação Aplicada a Área de Materiais/Supply Chain Sistemas de Gestão em SCM Sistemas de Gestão em SCM

5 Regras e dicas Calendário Calendário Estudos Estudos Celulares Celulares Dúvidas Dúvidas Faltas Faltas Falsidade Ideológica Falsidade Ideológica Provas Provas Trabalho Trabalho Respeito Respeito

6 Estudo de caso Qual a importância do Planejamento e Administração de Materiais na Indústria?

7 Situação após a II GG Sistema de produção em massa Sistema de produção em massa Fordismo / Taylorismo Fordismo / Taylorismo Relação capital/trabalho Relação capital/trabalho Cultura ocidental x Cultura oriental Cultura ocidental x Cultura oriental Produtividade Produtividade Fidelidade x lucratividade Fidelidade x lucratividade

8 Situação no Japão Baixa produtividade Baixa produtividade Efeito da depressão causada pelo II GG Efeito da depressão causada pelo II GG Mercado doméstico pequeno, exigindo grande gama de tipos de produtos Mercado doméstico pequeno, exigindo grande gama de tipos de produtos Compra de tecnologia no exterior impraticável Compra de tecnologia no exterior impraticável Remotas possibilidades de exportação Remotas possibilidades de exportação Baixa qualidade Baixa qualidade

9 MERCADO AUTOMOBILÍSTICO ECONOMIA DE ESCALA; ECONOMIA DE ESCALA; PRODUTIVIDADE PARA GRANDES LOTES;PRODUTIVIDADE PARA GRANDES LOTES; MERCADOS EM EXPANSÃO;MERCADOS EM EXPANSÃO; FORD ECONOMIA DE VARIEDADES; ECONOMIA DE VARIEDADES; PRODUTIVIDADE COM DIVERSIDADE;PRODUTIVIDADE COM DIVERSIDADE; MERCADOS INSTÁVEIS;MERCADOS INSTÁVEIS; TOYOTA 1955 VOLUMES DE PRODUÇÃO: JAPÃO EUA

10 O caso Toyota 1948 – Sistema de Produção puxada, eliminando estoques intermediários (Taiichi Ohno) 1948 – Sistema de Produção puxada, eliminando estoques intermediários (Taiichi Ohno) 1949 – Eliminação de estoques intermediários na Fábrica de Motores 1949 – Eliminação de estoques intermediários na Fábrica de Motores 1949 – Operários polivalentes começaram a operar 3 ou 4 máquinas simultaneamente. Os operários inspecionavam o próprio serviço 1949 – Operários polivalentes começaram a operar 3 ou 4 máquinas simultaneamente. Os operários inspecionavam o próprio serviço 1950 – Implementação do sistema puxado nas diversas áreas da empresa (devido a pressão dos bancos e consequente necessidade de reduzir estoques) 1950 – Implementação do sistema puxado nas diversas áreas da empresa (devido a pressão dos bancos e consequente necessidade de reduzir estoques) 1953 – Implementação do sistema Kanban, com a utilização de cartões 1953 – Implementação do sistema Kanban, com a utilização de cartões

11 O caso Toyota 1955 – Sincronização das diversas áreas de produção, reduzindo material em processo 1955 – Sincronização das diversas áreas de produção, reduzindo material em processo 1957 – Instalação de lâmpadas indicadoras para alertar os supervisores de problemas na linha (Andon) 1957 – Instalação de lâmpadas indicadoras para alertar os supervisores de problemas na linha (Andon) 1958 – Eliminação da documentação (formulários) para retirada de material 1958 – Eliminação da documentação (formulários) para retirada de material Implantação de sistema de controle interno para o deslocamento interno e interno-externo de materiais, permitindo maior redução nos níveis de estoques e no tempo de espera Implantação de sistema de controle interno para o deslocamento interno e interno-externo de materiais, permitindo maior redução nos níveis de estoques e no tempo de espera 1961 – Ampliação do sistema Kanban aos fornecedores externos 1961 – Ampliação do sistema Kanban aos fornecedores externos 1965 – Sistema Kanban a todos os fornecedores externos 1965 – Sistema Kanban a todos os fornecedores externos

12 PRODUÇÃO ENXUTA FABRICAR COM O MÁXIMO DE ECONOMIA DE RECURSOS PRODUZIR COM QUALIDADE - SEM DEFEITOS SISTEMA TOYOTA QUALIDADE PARTICIPAÇÃO PRODUTIVIDADE ELEMENTOS BÁSICOS DA PRODUÇÃO ENXUTA PROMOVE O ENVOLVIMENTO DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO DECISÓRIO 1950 TOYODA E OHNO CONCLUEM QUE O PRINCIPAL PRODUTO DO MODELO DE HENRY FORD É O DESPERDÍCIO DE RECURSOS: ESFORÇO HUMANO, MATERIAIS, ESPAÇO E TEMPO.

13 O caso Toyota Pilares do Sistema Toyota de Produção: Pilares do Sistema Toyota de Produção: Aperfeiçoamento contínuo da produção, através da eliminação sistemática de desperdícios (produção enxuta): Aperfeiçoamento contínuo da produção, através da eliminação sistemática de desperdícios (produção enxuta): Just-in-time Just-in-time Autonomação, ou automação com toque humano (Jidoka) Autonomação, ou automação com toque humano (Jidoka) Respeito ao ser humano Respeito ao ser humano

14 O caso Toyota Pilares do JIT: Pilares do JIT: Em um fluxo de produção, os materiais e componentes só serão produzidos ou recebidos nas quantidades certas, com a qualidade certa e no momento certo Em um fluxo de produção, os materiais e componentes só serão produzidos ou recebidos nas quantidades certas, com a qualidade certa e no momento certo Por que não depois? Por que não depois? Por que não antes? Por que não antes?

15 PRODUÇÃO ENXUTA - Fabricação com Qualidade - Fazer certo da primeira vez. Fazer certo da primeira vez. Corrigir os erros em suas causas. Corrigir os erros em suas causas. INFLUÊNCIA DE DEMING Ferramentas de gestão

16 O caso Toyota Resultados: Resultados: Eliminação do desperdício (Quais?) Eliminação do desperdício (Quais?) Comprometimento dos colaboradores com a produção (Como?) Comprometimento dos colaboradores com a produção (Como?) Aperfeiçoamento contínuo (Por que?) Aperfeiçoamento contínuo (Por que?) O STP, juntamente com o seu elemento mundialmente conhecido, o JIT, configuram uma verdadeira revolução na administração da produção e, consequentemente, uma vantagem competitiva em Manufatura. O STP, juntamente com o seu elemento mundialmente conhecido, o JIT, configuram uma verdadeira revolução na administração da produção e, consequentemente, uma vantagem competitiva em Manufatura.

17 PRODUÇÃO ENXUTA Eliminação dos Desperdícios Espera. Espera. Transporte. Transporte. Deslocamentos. Deslocamentos. Perdas inevitáveis. Perdas inevitáveis. Fabricação em quantidades maiores que o necessário. Fabricação em quantidades maiores que o necessário. Refugos. Refugos. Tempo perdido em consertar erros. Tempo perdido em consertar erros. Estoques. Estoques. Realização de operações e atividades de transformação estritamente ligadas ao produto ou serviço. Realização de operações e atividades de transformação estritamente ligadas ao produto ou serviço. INEFICIÊNCIAS INEVITÁVEIS DESPERDÍCIOS ATIVIDADES QUE AGREGAM VALOR AO PRODUTO OU SERVIÇO

18 House Toyota

19 O caso Toyota Resultados? LÍDER MUNDIAL EM VOLUME DE PRODUÇÃO DE VEÍCULOS EM 2007


Carregar ppt "Administração de materiais Cadeia de Suprimentos Prof. Reinaldo Di Lucia 2º Semestre de 2011."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google