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RELATO DE 5 CASOS: TUMOR FILÓIDE DA MAMA INTRODUÇÃO: Os tumores Filóides são raros, correspondendo a aproximadamente 0,3% dos tumores de mama. Seu espectro.

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1 RELATO DE 5 CASOS: TUMOR FILÓIDE DA MAMA INTRODUÇÃO: Os tumores Filóides são raros, correspondendo a aproximadamente 0,3% dos tumores de mama. Seu espectro etiológico inclui tumores benignos, dos quais cerca de 30% recidivam, e tumores malignos, que podem metastatizar. De acordo com a literatura,cerca de dois tercos são benignos e um terco malignos. Acometem em geral mulheres entre 30 e 55 anos. Do ponto de vista mamográfico geralmente apresenta-se como uma massa oval,redonda ou lobulada,hiperdensa e circunscrita. Calcificações não são comuns,mas quando ocorrem,com frequência são grandes e grosseiras. Apresentam-se à ultra-sonografia como imagens nodulares, lobuladas e circunscritas, semelhantes aos fibroadenomas, sendo ocasionalmente identificadas áreas císticas em seu interior. São similares aos fibroadenomas em sua origem nas unidades ducto-lobulares terminais, diferindo por apresentarem celularidade estromal aumentada, podendo estender-se em direção ao tecido mamário normal, apresentar crescimento rápido e ter a capacidade de atingir grandes volumes. A bilateralidade e multicentricidade são excepcionaisEm torno de 10% apresentam elementos sarcomatosos, podendo originar metástases por via hematogênica MATERIAL E MÉTODOS: Entre Março e Outubro de 2007 foram realizadas 815 biópsias guiadas por USG. O diagnóstico histopatológico de tumor Filóide foi encontrado em 05 casos ( 0,61%). A idade média das pacientes foi de 55,2 anos (38 a 63 anos). Destas 60% apresentavam tumoração palpável e em 40% das pacientes as lesões eram subclínicas. Em 03 casos as lesões evidenciavam imagens nodulares hipoecóicas ovaladas, de margens circunscritas e orientação paralela à pele, à semelhança dos fibroadenomas. Em dois casos as lesões apresentavam critérios ecográficos de suspeição. Não houve casos de malignidade em nossa amostra. A confirmação círúrgica de benignidade ocorreu nos dois primeiros casos. O último caso com 3 lesões não havia operado até o presente momento. DISCUSSÃO: O aspecto ultra-sonográfico do tumor filóide reflete de forma acurada suas características morfológicas e histológicas. O diagnóstico diferencial ultra-sonográfico do tumor filóides varia com a composição morfológica e histológica da lesão. O tumor filóides lobulado ou com formato elíptico e margem circunscrita pode ser indiferenciável dos grandes fibroadenomas com estroma celular ou fibroadenoma com alteração mixóide. O tumor filóides maligno com bordas infiltrantes são relativamente hipoecóicos, contêm grandes espaços císticos, têm margens angulares, apresentam reforço acústico posterior e podem parecer semelhante ao carcinoma medular ou carcinoma invasivo de alto grau. Histologicamente, o seu diagnostico não é, em geral tão difícil quanto a distinção entre tumor filóides benigno e maligno. Entretanto, algumas vezes o diagnóstico histológico de tumor filóides pode ser difícil,em geral com amostras pequenas,como aquelas obtidas na biopsia percutânea com agulha de calibre 14. Sendo sempre necessário á biopsia cirúrgica com excisão ampla para confirmar a natureza da lesão. Os resultados deste estudo são concordantes com os da literatura em relação à baixa freqüência destes tumores nas biópsias de mama, à idade média das pacientes e a não especificidade dos critérios ecográficos encontrados. A associação de dados nos permite uma maior acurácia e precocidade nos diagnósticos, o que melhora muito o prognóstico das pacientes portadoras desta patologia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 1) ULTRASOUND, X-RAY MAMMOGRAPHY, AND HISTOLOGY OF CYSTOSSARCOMA PHYLLODES – COLE-BEUGLET C. ET AL, RADIOLOGY 1983, 146: )BENIGN AND MALIGNANT PHYLLODES TUMOR: MAMMOGRAPHIC AND SONOGRAPHIC FINDINGS – LIBERMAN L. ET AL, RADIOLOGY 1996, 198: ) DIFFERENTIATING BENIGN FROM MALIGNANT SOLID BREAST MASSES WITH US STRAIN IMAGING – BURNSIDE E.S. ET AL, RADIOLOGY 2007, 245: NUMBER2, ) UNUSUAL BREAST CANCER:USEFUL CLUES TO EXPANDING THE DIFFERENTIAL DIAGNOSIS – HARVEY J.A. ET AL, RADIOLOGY 2007,242:NUMBER3, CEPEM- Centro de Estudos e Pesquisas da Mulher. Rio de Janeiro, Brasil AUTORES: Zaiden L; Gusman L; Sondermann V.R.M.; Leitao Y;Castro R.R.S.; Caldoncelli V.D.A.; Fernandes M.;Gama M.; Feld L.; Machado D.; Schueller K; Dutra V.M.P.; Almeida A.C. Pasqualette H.A.P.; Soares-Pereira P.M CASO 1 – 38 anos, lesão palpável, crescimento rápido Imagem nodular hipoecóica, com pequenas áreas anecóicas, forma ovalada, margens circunscritas, ecotextura heterogênea, interface abrupta, orientação paralela à pele com reforço acústico posterior Imagem nodular hipoecóica com áreas anecóicas, ovalada, margens circunscritas, ecotextura heterogênea, interface abrupta, orientação paralela à pele, sem sombra ou reforço acústico posterior CASO 2 : 47 anos, lesão subclínica, porém com aumento de tamanho Imagem nodular hipoecóica, ovalada, margens circunscritas, ecotextura finamente heterogênea, interface abrupta, orientação paralela à pele CASO 3 : 63 ANOS,COM QUEIXA DE NÓDULO PALPÁVEL DE CRESCIMENTO RÁPIDO NÓDULO 1: Lesão subclínica, encontrada durante a avaliação de nódulo palpável no mesmo quadrante NÓDULO 2 NÓDULO 3: Lesão subclínica, encontrada durante a avaliação de nódulo palpável no mesmo quadrante Imagem nodular irregular, hipoecóica, margens microlobuladas, halo ecogênico, ecotextura heterogênea, orientação não paralela à pele e retificação do ligamento de Cooper Imagem nodular irregular, hipoecóica, margens microlobuladas, ecotextura heterogênea, com halo ecogênico e alteração no tecido fibroglandular circunjacente, orientação não paralela à pele


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