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Tipos de Vinhos Portugueses. Conceitos de vinha e solo.

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Apresentação em tema: "Tipos de Vinhos Portugueses. Conceitos de vinha e solo."— Transcrição da apresentação:

1 Tipos de Vinhos Portugueses

2 Conceitos de vinha e solo

3 Em consequência da sua origem, o vinho é um produto vivo que passa pelos períodos de juventude, maturidade e envelhecimento e que, como é natural, está sujeito a alterações. Por esse motivo, o vinho não tem uma composição sempre igual. É a natureza do solo, do clima, as castas de uvas, os métodos de cultura e tantos outros factores, que provocam diferenças apreciáveis de vinho para vinho e que podem originar produtos com características semelhantes.

4 As regiões de vinhos em Portugal obedecem a uma catalogação em 3 tipos possíveis: D.O.C., I.P.R. Vinhos Regionais

5 D.O.C. (Denominação de Origem Controlada) As D.O.C. são regiões geograficamente delimitadas e sujeitas a legislação própria, como por exemplo:as características do solo, castas recomendadas e autorizadas, práticas de vinificação, teor alcoólico, tempo de estágio, etc. Os vinhos D.O.C. podem e devem usar a sigla D.O.C. ou V.Q.P.R.D. nas suas garrafas como selo de garantia e informação da catalogação do vinho.

6 I. P. R. (Indicação de Proveniência Regulamentada) As regiões pertencentes a esta categoria encontram-se numa fase transitória, sendo o seu objectivo atingir a categoria D.O.C., o que pode acontecer ao fim de um mínimo de 5 anos se se verificar o crescendo de qualidade do vinho produzido e da vinha onde é produzido.

7 Vinhos Regionais Apesar de não serem D.O.C. produzem-se nestas regiões vinhos de alta qualidade. Em alguns destes casos acontece que uma região D.O.C. pode produzir vinho regional bastando para isso não respeitar uma das regras que define a região como D.O.C., como sejam as castas utilizadas, as proporções em que são utilizadas ou o tipo de garrafa utilizada. Mapa de vinhos regionais

8 Denominações de origem

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10 Designações oficiais

11 Denominação de origem Conceito aplicável à designação de determinados vinhos cuja originalidade e individualidade estão ligados de forma indissociável a uma determinada região, sendo: 1) vinhos originários e produzidos nessa região 2) vinhos cuja qualidade ou características se devem essencial ou exclusivamente ao meio geográfico incluindo os factores naturais e humanos. Para beneficiar de uma Denominação de Origem, todo o processo de produção do vinho é sujeito a um controlo rigoroso em todas as suas fases, desde a vinha até ao consumidor.

12 VQPRD (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada ) Nomenclatura comunitária adoptada também no nosso país, após a adesão. Esta designação engloba todos os vinhos classificados como DOC (Denominação de Origem Controlada) e IPR (Indicação de Proveniência Regulamentada). Existe também nomenclatura aplicável aos vinhos licorosos e espumantes: 1) VLQPRD - Vinho Licoroso de Qualidade Produzido em Região Determinada 2) VEQPRD - Vinho Espumante de Qualidade Produzido em Região Determinada 3) VFQPRD - Vinho Frisante de Qualidade Produzido em Região Determinada

13 Vinhos regionais Classificação dada a vinhos de mesa com Indicação Geográfica. Trata-se também, de vinhos produzidos numa região específica de produção, cujo nome adoptam, elaborados com uvas provenientes, no mínimo de 85%, da mesma região e de castas identificadas como recomendadas e autorizadas, sujeitos também a um sistema de certificação.

14 Vinho de mesa Os vinhos destinados ao consumo humano que não se enquadram nas designações atrás referidas são considerados vinhos de mesa.

15 Trabalho elaborado por: Vânia nº11 11º8 FIM


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