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30/5/20141www.nilson.pro.br. É DO SENSO COMUM, desde o início do Século XX, que os veículos de comunicação determinam o comportamento das pessoas. 30/5/20142www.nilson.pro.br.

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1 30/5/20141www.nilson.pro.br

2 É DO SENSO COMUM, desde o início do Século XX, que os veículos de comunicação determinam o comportamento das pessoas. 30/5/20142www.nilson.pro.br

3 Essa crença nasceu da psicologia das multidões, proposta pelo sociólogo italiano Scipio Sighele, em um livro publicado em 1891, com o título A multidão criminosa, e se consolidou como axioma quando o médico francês Gustave Le Bon escreveu Psicologia das Massas, em /5/20143www.nilson.pro.br

4 A idéia de manipulação está em Sighele que, na segunda edição de seu livro, de 1901, retrata os jornalistas como agitadores capazes de moldar seu público como faz a mão com o gesso molhado. 30/5/20144www.nilson.pro.br

5 Le Bon encontra uma base racial para o caráter impulsivo, não-racional, dos povos inferiores e, nas sociedades civilizadas, das crianças e das mulheres. 30/5/20145www.nilson.pro.br

6 A Psicologia das Massas inspirou Joseph Gobbels, Ministro da Propaganda de Hitler. 30/5/20146www.nilson.pro.br

7 Inspirou, também, na década de 1920, publicistas americanos, como Walter Lippman, que defendiam o uso da propaganda – explícita ou disfarçada como noticiário – para fabricar o consentimento do público. 30/5/20147www.nilson.pro.br

8 Desde então, anúncios, promoções e versões adicionadas ao relato dos fatos têm sido considerados instrumento regular de controle de opinião pública, necessário à manutenção da ordem social, do consumo, da poupança etc. 30/5/20148www.nilson.pro.br

9 Pelo menos um grupo importante de filósofos – a Escola de Frankfurt – sustentou e ainda sustenta que a mídia fabrica uma falsa realidade que oculta dos homens as suas reais condições de vida, em benefício do capital. 30/5/20149www.nilson.pro.br

10 A tese de que o homem é uma criatura racional (o homo sapiens), capaz de orientar-se para a verdade, foi defendida pelos filósofos iluministas no Século XVIII. 30/5/201410www.nilson.pro.br

11 No Século XX, seria substituída pela convicção de que a humanidade é constituída de seres que obedecem a símbolos – a ponto de se colocar em segundo plano, ou mesmo rejeitar, a existência de qualquer realidade circundante. 30/5/201411www.nilson.pro.br

12 NO ENTANTO 30/5/201412www.nilson.pro.br

13 (a) o consumo de drogas, cópia de discos e fitas, a compra de mercadoria contrabandeada (em regra, de Ciudad del Este) crescem no Brasil apesar de nenhuma propaganda ou da propaganda contrária; 30/5/201413www.nilson.pro.br

14 (b) fenômenos sociais, como o racismo nos Estados Unidos e na Europa, resistem à propaganda contrária e parecem responder diretamente a condições objetivas, tais como a disputa de empregos, ideologia do grupo envolvente etc.; 30/5/201414www.nilson.pro.br

15 (c) apesar da intensa propaganda do hedonismo, da liberação sexual etc., grandes contingentes da população acorrem, em todo o mundo, a confissões religiosas comprometidas com comportamentos conservadores; 30/5/201415www.nilson.pro.br

16 (d) eventos históricos de convencimento de populações ocorreram quando não existiam meios de comunicação desenvolvidos: a campanha romana contra Cartago (delenda Cartago), as cruzadas (o Santo Graal) etc.; 30/5/201416www.nilson.pro.br

17 (e) independentemente do discurso do mercado, formas artísticas e culturais preservam-se ou evoluem segundo lógica própria; 30/5/201417www.nilson.pro.br

18 (f) movimentos como o fascismo / nazismo não podem ser explicados unicamente pela propaganda, mas decorrem de condições históricas. 30/5/201418www.nilson.pro.br

19 (g) O consumo de informação não é um ato passivo 30/5/201419www.nilson.pro.br

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21 A informação pode ser: 30/5/201421www.nilson.pro.br

22 a) transportada. Nos sistemas biológicos, o transporte se dá na forma de pulsos elétricos ao longo de fibras nervosas. Em computadores, por uma sucessão de sinais 1/0. Línguas naturais e artificiais transportam informação. 30/5/201422www.nilson.pro.br

23 b) armazenada. A memória é o lugar onde se guardam todas as informações relacionadas com a operação de um sistema. No caso do ser humano, reconhece-se uma memória de curto prazo, concentrada, e uma memória de longo prazo, difusa, além de dispositivos externos e algoritmos que permitem a memorização de séries complexas de imagens, nomes, proposições ou atos. 30/5/201423www.nilson.pro.br

24 c) traduzida. No caso do ser humano, a informação visual, sonora, tátil etc., isto é, analógica, pode ser transferida para a língua natural ou para qualquer língua artificial, que são dispositivos digitais. 30/5/201424www.nilson.pro.br

25 Todos os sistemas se comunicam. Isto significa que os elementos de um sistema reagem não apenas a estímulos diretos, mas também a estímulos que significam outra coisa: o pulso elétrico do nervo ótico um estímulo luminoso, a bandeira na popa a nacionalidade do navio etc. 30/5/201425www.nilson.pro.br

26 Signo é algo que significa outra coisa. Tudo pode ser signo. 30/5/201426www.nilson.pro.br

27 Animais são capazes de operar sistemas de comunicação complexos. As abelhas (Frisch) informam à colméia a direção e distância das fontes de pólen conforme a direção e o número de voltas de seus vôos. 30/5/201427www.nilson.pro.br

28 As teorias de informação & comunicação distribuem-se em quatro grupos: 30/5/201428www.nilson.pro.br

29 a) TEORIAS DO PROCESSO – trata-se do enfoque segundo o qual uma mensagem trafega entre dois entes que ocupam os lugares de transmissor e receptor. É o caso de estudos que se fundam ou partem de ciências da natureza: 30/5/201429www.nilson.pro.br

30 modelos de comunicação teoria da informação (Shannon & Weaver) 30/5/201430www.nilson.pro.br

31 b) TEORIAS DO CÓDIGO – centradas na mensagem, consideram-na algo que o emissor codifica e o receptor decodifica, restabelecendo o significado original. 30/5/201431www.nilson.pro.br

32 Essa a abordagem das correntes fundadas em métodos lingüísticos: semiótica (C.S. Peirce) semiológica (Saussure, Barthes) 30/5/201432www.nilson.pro.br

33 c) TEORIAS DA INFERÊNCIA – consideram a responsabilidade ativa do receptor, a quem cabe inferir o sentido, a partir dos dados codificados da mensagem, do contexto e de informação de seu acervo de memória. 30/5/201433www.nilson.pro.br

34 É o caso das linhas de estudo fundadas na Lógica e na Teoria da Cognição, como as teorias da conversação (Paul Grice, Gordon Pask) teoria dos modelos (Phillip Johnson-Laird) teoria da relevância (Dan Sperber & Deirdre Wilson) 30/5/201434www.nilson.pro.br

35 d) TEORIAS DOS EFEITOS – consideram os resultados da atuação do fluxo de mensagens sobre grupos humanos. Fundam-se nas ciências sociais: 30/5/201435www.nilson.pro.br

36 pesquisa de efeitos (Lazarsfeld, Merton) Escola de Frankfurt (Adorno, Benjamim, Habermas) linha authusseriana (Althusser) linha gramsciana (Gramsci) alguns tipos de análise do discurso. aldeia global (MacLuhan) agenda setting newsmaking (Tucher) espiral do silêncio (Noelle Newman). 30/5/201436www.nilson.pro.br

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38 Numa abordagem processualística, a mensagem é o conteúdo da comunicação. Resulta de uma intenção (evidente ou não, consciente ou não) do emissor, que arregimenta e combina signos conforme um código consensual para levar a mensagem até o receptor. 30/5/201438www.nilson.pro.br

39 Chama-se a isso codificar a mensagem. O receptor traduz a mensagem – isto é, a decodifica. 30/5/201439www.nilson.pro.br

40 Numa abordagem semiológica ou semiótica, a mensagem é uma construção significante que, através da interação emissor/receptor, produz significados. 30/5/201440www.nilson.pro.br

41 A intenção do emissor perde importância. O que passa a ser relevante é a mensagem, constituída de signos, e sua compreensão pelo receptor. 30/5/201441www.nilson.pro.br

42 A negociação é entre o emissor, o receptor e a mensagem. A mensagem, portanto, não é algo que A envia a B, mas um elemento de uma relação estruturada. Os signos são vistos de perspectivas sintáticas e semânticas. 30/5/201442www.nilson.pro.br

43 A forma da mensagem é o significante. O conteúdo é o significado mensagem texto significados produtor emissor referente 30/5/201443www.nilson.pro.br

44 Numa abordagem baseada na inferência, o que se destaca é a função ativa do receptor, a quem cabe, a partir do código, mas considerando o contexto e o estoque próprio de memória, inferir o sentido da mensagem – algo que vai além do significado explícito. 30/5/201444www.nilson.pro.br

45 A compreensão é essencialmente pragmática, isto é, pressupõe a aferição pelo receptor de intenções e objetivos do emissor. 30/5/201445www.nilson.pro.br

46 Nas abordagens relacionadas com os efeitos da comunicação, são consideradas as respostas dos receptores, sejam grupos sociais limitados ou amplos. 30/5/201446www.nilson.pro.br

47 A tese inicial é a da agulha de injeção (Laswell), segundo a qual os meios de comunicação injetam nas pessoas algo contra o que elas não têm defesa. 30/5/201447www.nilson.pro.br

48 Os estudos conduzidos por Lazarsfed e Merton, entre outros, com o uso de técnicas de pesquisa quantitativa e qualitativa de opinião, desmentem esse resultado. 30/5/201448www.nilson.pro.br

49 No entanto, ele é de certa forma retomado na tese do agenda setting, segundo a qual a mídia estipula os temas com que as pessoas se preocupam ou pelos quais se interessam. 30/5/201449www.nilson.pro.br

50 Essa hipótese foi sempre admitida pela influente Escola de Frankfurt, corrente que reúne filósofos como Adorno, Horkheimer, Benjamin, Marcuse e Habermas; nessa linha de pensamento, a comunicação para públicos amplos é definida como indústria cultural. 30/5/201450www.nilson.pro.br

51 Althusser, com sua teoria dos aparelhos ideológicos de Estado, inclui elementos de psicanálise, que são ampliados em algumas variedades de análise de discurso, particularmente as da linha francesa. 30/5/201451www.nilson.pro.br

52 Gramsci prefere o conceito de hegemonia ao de dominação burguesa, admitindo que os meios de comunicação permitem algum diálogo no seio da instituição social. 30/5/201452www.nilson.pro.br

53 Na contramão dessas tendências, surge a visão relativamente otimista de Marshall McLuhan, que anuncia a era da informação. 30/5/201453www.nilson.pro.br

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