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NILSON ROSA DE FARIA O mito Pollock. Dádiva ou Recompensa? 30/5/20141www.nilson.pro.br.

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1 NILSON ROSA DE FARIA O mito Pollock. Dádiva ou Recompensa? 30/5/20141www.nilson.pro.br

2 Chama (1937) – óleo sobre tela, 51,2 x 76,4cm, 30/5/20142www.nilson.pro.br

3 PasiPhae (1943) – óleo sobre tela, 142,6 x 243,8cm, 30/5/20143www.nilson.pro.br

4 Perfume (1955) – óleo sobre tela 192,2 x 146 cm, 30/5/20144www.nilson.pro.br

5 Número 12 (1952) – óleo, duco e Dev-o-lac sobre tela, 259 x 226 cm, 30/5/20145www.nilson.pro.br

6 Desenho (1943/45) – Aquarela, lápis e tinta colorida sobre cartão, 56,5 x 77 cm. 30/5/20146www.nilson.pro.br

7 Antes do mito -Aquariano do dia 28 de janeiro de 1912 (ele não embarcara no Titanic); javali no signo chinês; -Natural de Cody, Wyoming, estado do centro-oeste americano, era o mais novo de cinco irmãos; -Porém, cresceu nos estados do Arizona e da Califórnia, na costa oeste; terras quentes, mergulhadas na indústria artística. Charly PAYARD (2005), Acrylique sur toile, 51 x 70 cm, 30/5/20147www.nilson.pro.br

8 Paisagem Marinha (1934) – óleo sobre tela, 31 x 41 cm 30/5/20148www.nilson.pro.br

9 Formação artística Frequentou a Los Angeles' Manual Arts High School, na California (foi expulso de lá); nessa época seu interesse estético era voltado para a escultura; Mudou-se aos 18 anos para Nova York com o irmão Charles, onde foram alunos de Thomas Hart Benton, importante pintor do realismo regional americano, na Art Students League; Benton alem de professor comportou-se quase como um pai, ajundando-o inclusive materialmente. Trabalhou para a WPA Federal Art Project entre 1936 e /5/20149www.nilson.pro.br

10 Teve forte influência do movimento muralista mexicano ( ), principalmente por Siqueiros, Orozco e Diego Rivera; movimento caracterizado pelo realismo social mexicano, de um estilo marcadamente emocional, carregado de simbolismo e cores; Seu trabalho foi ganhando status simbólico conforme se familiarizava com as obras surrealistas e cubistas como as de Picasso, Miró e Dali; Seu tratamento contra depressão o colocou anos em psicanálise. Foi fortemente influenciado pelas teorias de Carl Jung sobre arquétipos primitivos, o que se evidencia em seus trabalhos do período de 1938 a 1944; O inconsciente coletivo, para Carl Jung, seria caracterizado fundamentalmente por uma tendência a sensibilizar-se com certas imagens, os símbolos que constelam sentimentos profundos do apelo universal são conhecidos como arquétipos. Por que será que primitivos?? 30/5/201410www.nilson.pro.br

11 A chave (1946) – óleo sobre tela, 137 x 112 cm 30/5/201411www.nilson.pro.br

12 Foi descoberto pela crítica após sua exposição coletiva na galeria Art of this Century de NY (1942); Esta exposição foi considerada como o marco para um novo estilo de pintura, e Pollock é considerado um de seus mais importantes iniciadores; Sua primeira exposição individual ocorreu em 1943, em NY e foi patrocina por Peggy Guggenhein; Ele desenvolveu um estilo próprio (posteriormente conhecido como, Action Paiting) na época em que mudou para Long Island, com a mulher Lee Krasner (também pintora), em 1946; Devido a grande promoção e divulgação de suas obras pela mídia americana, em 1949, Pollock ja era um pintor da moda e jovens artistas o consideravam um mestre; Entre a pintura de Pollock atingiu seu ponto mais alto, 30/5/201412www.nilson.pro.br

13 Catedral (1947) – duco e cores aluminizadas sobre tela 180,3 x 89 cm 30/5/201413www.nilson.pro.br

14 Técnicas de Pintura Sua técnica era singular: Pollock colocava as telas no chão e, através de imagens do inconsciente, jogava a tinta com a ajuda de cordas, escova dental e pedaços de pau sobre tela, abandonando o pincel. Misturava sua tinta com areia e vidro triturado para criar novos efeitos. 30/5/201414www.nilson.pro.br

15 Técnicas de Pintura Minha pintura não nasce sobre um cavalete. Raramente antes de começar a pintar, estico a tela. Prefiro fixá-la sem moldura na parede ou colocá-la no chão: necessito de algo resistente, de uma superfície dura. No chão sinto-me mais à vontade, porque posso andar em volta, trabalhar pelos quatro lados e estar literalmente dentro do quadro. É um pouco o método usado por certos índios do oeste que desenham com areia... Jackson Pollock, /5/201415www.nilson.pro.br

16 Técnica de Pintura Harold Rosenberg, crítico de arte, definiu, em 1951, este momento da arte americana da seguinte forma: A um certo momento, os artistas americanos, um depois do outro, começaram a considerar a tela como uma arena na qual agir, ao invés de um espaço no qual reproduzir, redesenhar, analisar ou exprimir um objeto presente ou imaginário; a tela não era mais suporte de uma pintura, mas de um evento. Rosemberg inventaria mais tarde o termo Action Paiting para definir a técnica de Pollock ( e de outros, como Franz Kline e Mark Rothko). 30/5/201416www.nilson.pro.br

17 Técnica de Pintura Em 1949, Pollock adota a técnica de Dripping, em que escorre diretamente do balde as cores sobre a tela. 30/5/201417www.nilson.pro.br

18 Névoa e lavanda (1950) – óleo, esmalte e cores aluminizadas sobre tela, 220 x 297,5 cm Número 7 (1952) – duco sobre tela, 133 x 122cm 30/5/201418www.nilson.pro.br

19 Action Paiting O termo Action Paiting pode remeter a dois sentidos: 1) O literal: pintar com uma movimentação própria, atitude dinâmica, como em um espetáculo. 30/5/201419www.nilson.pro.br

20 Action Paiting 2) Ativa: porque tem uma postura crítica e se coloca contra a dominação; forma de agir perante a sociedade e para a sociedade, pretendendo despertar novas formas de expressão e de contestação nos que contemplam, a partir da conexão com seus inconscientes. Pintura de ação porque sua obra não era estática: os movimentos da técnica se faziam presentes nos traços, e lá ficavam, também como objeto de contemplação. 30/5/201420www.nilson.pro.br

21 Quatro Contrários (1953) – óleo, duco, cores aluminizadas sobre tela, 183,5 x 130,2 30/5/201421www.nilson.pro.br

22 Action Painting Pollock considerava a tela como um espaço de ação, e não de contemplação; e esta ação era ao mesmo tempo parte do resultado esperado da obra. A tela era um local onde se realizava um evento, um entrelaçamento de tempo (da pintura) e espaço (da tela). 30/5/201422www.nilson.pro.br

23 Número Um (1949) – duco e cores aluminizadas sobre tela, 269,2 x 447,2 cm 30/5/201423www.nilson.pro.br

24 Action Painting Quando eu estou no meu quadro, não sei exatamente que coisa estou fazendo. E só depois de um certo período de contato com ele, me dou conta do ponto em que estou. E não tenho medo de fazer modificações, de destruir a imagem ou qualquer outra coisa, porque a pintura vive uma vida própria, Quero que esta vida aflore. Jackson Pollock, /5/201424www.nilson.pro.br

25 Período negro Ele decide abandonar as cores em , a partir daí a maioria de suas telas são compostas em branco e preto. Este mesmo período é caracterizado por uma sutil recuperação figurativa, porém mantendo-se fiel ao dripping. Número 7(1952) – Duco sobre tela, 133 x 102 cm 30/5/201425www.nilson.pro.br

26 Morte O sucesso e a tranqüilidade financeira não proporcionaram a serenidade espiritual que ele buscava, fazendo-o escapar através do álcool e da arte cada vez mais; vivia no limite de uma catástrofe iminente e num estado de esgotamento físico e de tensão A incompreensão do grande público norte- americano o levou ao completo esfacelamento. Sua morte, num acidente de carro em 11/8/1956, aos 44 anos, é até hoje alvo de controvérsias. Voltava bêbado de uma festa e teria batido seu carro contra uma árvore. Acidente causado pela bebida? Ou decisão arbitrária de acabar com sua vida? 30/5/201426www.nilson.pro.br

27 Morte O fato é que a morte é sempre uma grande promoção da obra de um artista. A construção do mito de Pollock se fez antes de sua morte, mas sua consagração foi alçada por ela. Ele morre no apogeu: mantém seu sucesso intacto, suas obras continuam carecendo de explicação, e permanecem intrigando. Até hoje. Quem pode nos explicar? Como ele não está aqui para responder (se é que ele mesmo saberia) as indagações não têm fim. 30/5/201427www.nilson.pro.br

28 Luz Branca (1954) – óleo sobre tela, 122,5 x 97 cm Perfume (1955) – Óleo sobre tela 198,2 x 146cm 30/5/201428www.nilson.pro.br

29 30/5/201429www.nilson.pro.br

30 Pintar é um modo de ser Pollock, dois meses antes de morrer. A pintura para Pollock provém de uma ação concebida livremente, uma rebelião contra qualquer idéia pré-concebida da forma e contra postulados moral ou intelectual. O domínio da técnica possibilita a Pollock uma pintura puramente expressiva, improvisada no ato de pintar. 30/5/201430www.nilson.pro.br

31 Benjamin afirma que em sua essência, a obra de arte sempre foi reprodutível, entretanto, mesmo na reprodução mais perfeita, um elemento está ausente: o aqui e o agora da obra de arte, sua existência única, no lugar em que ela se encontra. 1 Sua obra já consagrada no período histórico em que foi criada, ainda hoje, continua a ser questionada e deixa dúvidas quanto à sua autenticidade como obra de arte. A facilidade com que a obra de Pollock é reproduzida, desde o seu início, faz suscitar sempre a questão de até que ponto a reprodução passa ser a obra de arte. 1- BENJAMIN, Walter, A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica, §§ 3,4, 30/5/201431www.nilson.pro.br

32 POLLOCK Granito Desconhecido 30/5/201432www.nilson.pro.br

33 Um dos 1948: Life magazine makes American painter Jackson Pollock an overnight celebrity by devoting a three-page spread with color photographs to him and his paintings under the headline, "Jackson Pollock: Is He the Greatest Living Painter in the United States?" 30/5/201433www.nilson.pro.br

34 Oil Painting Pollock JPK1 Oil Painting Pollock JPK10 Oil Painting Pollock JPK11 Oil Painting Pollock JPK12 Oil Painting Pollock JPK13 Oil Painting Pollock JPK14 Oil Painting Pollock JPK14 This is a top quality hand painted oil Painting - not a Print, Poster or Canvas Transfer and much nicer to own. In galleries, repreduction oil paintings of this quality sell for £300+. Paintings are available in a range of sizes from 20cm x 25cm (8 by 10 inches) up to 90cm x 120cm (36 x 48 inches). Different sizes are priced as a variant to the standard size. Delivery costs £15 to anywhere in the world. Please allow 3 to 4 weeks for your painting to be painted and shipped to you by TNT or UPS couriers. When the painting is complete and inspected a picture of your painting is sent to you for approval and a TNT tracking number is provided. Canvases are shipped rolled-up in a cardboard tube. 30/5/201434www.nilson.pro.br

35 Para Benjamin, a dominação capitalista estende-se sobre a superestrutura cultural: assim, suas atividades tornam-se produções de massa. A profissionalização do artista o coloca como produtor de uma mercadoria a ser consumida: a arte como produto de mercado. Seu consumo deve ser imediato e massificado. O sucesso do artista provém de sua capacidade de vender o que produz neste campo: se não vende sua arte, ela não se valoriza perante a sociedade que a consome. Não se legitima enquanto produto, portanto, não tem utilidade. O artista cai no esquecimento. 30/5/201435www.nilson.pro.br

36 Pollock recebe críticas positivas desde Suas primeiras exposições exclusivas, apesar da boa repercussão, não vendem. Ele vive da arte. Não vender significa não pagar as contas. A boa aceitação não diminui a frustração da ausência de retorno financeiro. 30/5/201436www.nilson.pro.br

37 Indústria Cultural Na Década de 1930, após a crise de 29, o governo dos EUA funda órgãos artísticos (como a WPA) para incentivar a produção cultural e criar empregos. O termo mercado de artes plásticas é forjado neste ínterim. 30/5/201437www.nilson.pro.br

38 A mídia tem papel fundamental na promoção do artista: Pollock passa a ser nacionalmente conhecido (e considerado um dos maiores pintores do país) a partir de 1949, quando a revista Life publica um artigo a seu respeito, classificando-o como uma das maiores personalidades estadunidenses. A venda de sua imagem a partir de um veículo de comunicação de massa o promove ao alto escalão da arte. Seu padrão de pintura permanece o mesmo. O que muda (ou se expande) é o ângulo pelo qual ele é observado. 30/5/201438www.nilson.pro.br

39 A indústria cultural, mais que a propaganda de alguns produtos em particular, é a propaganda do conjunto das mercadorias e da sociedade enquanto tal. ADORNO e HORKHEIMER, A Dialética do Esclarecimento 30/5/201439www.nilson.pro.br

40 Debord diz que o espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas, mediada por imagens (t.4). O casamento de Pollock com Lee Krasner é o casamento entre as imagens de ambos: ele a ama por sua capacidade de vendê-lo ao grande público; ela ama o artista nele, e não ele, Pollock, indivíduo. Ele só interessa enquanto produz. 30/5/201440www.nilson.pro.br

41 Eu amo você, pois você é um grande artista Lee Krasner 30/5/201441www.nilson.pro.br

42 Nada da atividade roubada no trabalho pode reencontrar-se na submissão ao seu resultado: a contemplação da obra de arte depois de pronta não devolve ao artista a mão de obra colocada em sua produção; sua obra deixa de ser sua quando apresentada ao grande público. O artista perde a autoridade sobre ela, sobre sua interpretação, sobre sua expressão. 30/5/201442www.nilson.pro.br

43 Arte e resistência Pollock era um pintor inquieto. Pretendia radicalizar o meio artístico, mudar a forma da arte. Colocá-la como ferramenta de resistência à sociedade hipócrita moderna. Era dominado pela indústria cultural, mas acreditava que poderia combatê-la por dentro. Não percebia que era dominado. O American Way of Life estava assimilado demais para que ele percebesse isso. 30/5/201443www.nilson.pro.br

44 Trata-se da transformação da economia de meio em fim, baseada na oposição entre o valor de troca e o valor de uso, do qual deriva o processo histórico que obedece unicamente às leis da economia e escapa a todo controle insconsciente. Tanto Adorno como Debord aplicam à analise da arte moderna o conceito de contradição entre o uso possível das forças produtivas e a lógica da autovalorização do capital. Ambos vêem na arte moderna – e exatamente em seus aspectos formais – uma oposição à alienação e à lógica da troca Anselm Jappe JAPPE, A. O Fim da Arte Segundo Theodor W. Adorno e Guy Debord 30/5/201444www.nilson.pro.br

45 A arte como forma revolucionária, para Debord, já havia morrido em Para ele, ela expressava uma contradição fundamental: ela deveria representar uma unidade perdida e a totalidade social, exatamente para uma sociedade dominada por cisões. A arte passa a ser instrumento de constatação da impossibilidade de comunicação, enquanto deveria (e só poderia) existir como instrumento de contestação. DEBORD, DEBORD, A Sociedade do Espetáculo, t. 186, 187, 188, /5/201445www.nilson.pro.br

46 Já para Adorno, ela encontra seu fim exatamente porque só existe como forma revolucionária: portanto, a dominação exercida pela indústria cultural determina o fim de toda arte. Esse tipo de ocaso da arte é uma maneira de adaptar-se, porque sua abolição numa sociedade semibárbara e que avança para a completa barbárie converte-se em sua colaboradora. Estaria ele falando diretamente aos EUA? ADORNO, ADORNO, Teoria Estética, p /5/201446www.nilson.pro.br

47 A pintura de Pollock expressava figuras de seu inconsciente, com o objetivo de alcançar o inconsciente de outros. Sua pintura é abstrata, e mesmo quando figurativa, ainda é distorcida. Difícil entendê-la. Adorno acredita que a obra de arte exerce função crítica exatamente porque não serve para nada: não amplia conhecimentos, não intervém diretamente na práxis. Não traz sequer prazer imediato. Suas opiniões não combinariam com o intuito de Pollock? 30/5/201447www.nilson.pro.br

48 Porém,para Adorno, para quem a arte havia morrido em 1930, Pollock não existiu. A Vanguarda cultural ocidental, dominante no pós-Guerra, para ele não é mais arte. Não traz contestação. Não faz crítica, está ausente de seu papel político. Adorno ignora a existência de Pollock. Para Debord, a pintura abstrata depois de Malévitch ( ) só atravessou portas já abertas. A Action Paiting de Pollock e outros é relegada ao esquecimento. 30/5/201448www.nilson.pro.br

49 A crítica, portanto, não é remetida à Pollock, mas ao modelo de arte surgido no pós- Guerra. Ou seria à arte surgida fora dos limites europeus? Será que nossos autores trazem em suas opiniões uma certa forma de preconceito (ou discriminação) contra a arte norte- americana? Ou a ignoram pelo fato de ela pertencer ao palco máximo do espetáculo capitalista? Talvez, toda forma de arte que seja criada dentro da indústria, para o mercado, não seja, no fim das contas, arte. 30/5/201449www.nilson.pro.br

50 Mas então Pollock, por estar inserido neste sistema, não pode produzir arte? O fato de produzir para a massa e para o mercado inferioriza o papel revolucionário (pelo menos em seu aspecto formal) que sua pintura representou para o século XX? Suas intenções eram radicais. Ele não compartilhava de muitas das idéias do sistema. Mas vendia arte. Não podem existir posições intermediárias entre esses extremos? 30/5/201450www.nilson.pro.br

51 E PRA VOCÊ: ISTO É ARTE? 30/5/201451www.nilson.pro.br

52 Referências bibliográficas ADORNO, T. W., HORKHEIMER, M. A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas. In.: ___. A Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985 BENJAMIN.W. A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução. In: Os pensadores: Textos escolhidos, Walter Benjamim, Max Horkheimer, Theodor W. Adorno, Jurgen Habermas, trad. José Lino Grunnewald, São Paulo: Abril Cultural, 1980 DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997 JAPPE, Anselm. O Fim da Arte Segundo Theodor W. Adorno e Guy Debord Teoria Estética, de Adorno, citado neste trabalho, é encontrado no artigo de JAPPE, Op. Cit., p.5 30/5/201452www.nilson.pro.br

53 Referências bibliográficas Pollock, filme dirigido e produzido por Ed Harris, 2000 Pollock, documentário produzido pela People and Arts, ? Pollock, Mestres da Pintura, Editoral Abril Cultural. Editor Victor Civita /5/201453www.nilson.pro.br


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