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Abdome Agudo. Grupo Caio Augusto Bianchini D´Emilio Fábio dos Santos Barbosa Higor Kassouf Mantovani Hugo Tadeu Metidieri Luiz Felipe Franco Teodoro Stefano.

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1 Abdome Agudo

2 Grupo Caio Augusto Bianchini D´Emilio Fábio dos Santos Barbosa Higor Kassouf Mantovani Hugo Tadeu Metidieri Luiz Felipe Franco Teodoro Stefano Bacco Amade Vitor Pozzi Loverso

3 Definição Síndrome dolorosa aguda de intensidade variável, que leva o paciente a procurar o serviço de urgência e requer tratamento imediato clínico ou operatório; Não tratado, evolui para piora dos sintomas e progressiva deterioração.

4 Classificação Perfurativo Inflamatório Obstrutivo Hemorrágico Vascular (Isquêmico)

5 Aspectos Gerais Dor, no início mal localizada, evoluindo de intensidade, podendo ser localizada ou difusa; Estado geral do paciente depende do tempo de evolução (BEG Sepse); Valorizar antecedentes pessoais e hábitos.

6 Obstrutivo Qualquer afecção que dificulte ou impossibilite o transito intestinal; Alta: acima da válvula ileocecal; Baixa: cólon e reto.

7 Obstrutivo Causas: hérnia estrangulada, fecaloma, obstrução pilórica, volvo, intussuscepção, divertículo de Meckel, corpo estranho, neoplasia, doença de Crohn, íleo paralítico, bolo de áscaris; Cerca de 75% causado por aderências intestinais, sendo as laparotomias um fator de risco.

8 Obstrutivo Quadro clínico: dor abdominal difusa, tipo cólica, duração variável, podendo ser acompanhado de náuseas e vômitos, com parada da eliminação de flatos e fezes e distensão abdominal; Exame físico: abdome distendido, ondas de Kussmaul, timpânico, doloroso difusamente, com RHA aumentados ou ausentes (casos avançados). Presença de hérias? Toque retal: fecaloma?

9 Obstrutivo Exames complementares: – Gasometria / Eletrólitos – Rx abdome 3 posições: Alta: empilhamento de moedas Níveis hidroaéreos em alças de delgado

10 Obstrutivo Baixa: distensão do cólon sem ar em ampola retal Rx torax: pneumoperitôneo

11 Obstrutivo Tratamento: -Reposição hídrica vigorosa + ATB; -Restabelecimento hidroeletrolítico; -Jejum e descompressão do trânsito intestinal por sonda gástrica, durante 24 a 48 horas; - Tratamento cirúrgico de emergência: estrangulamento, sofrimento vascular.

12 Perfurativo Causas: – Úlcera péptica – Diverticulite Perfurada – Corpo Estranho – Neoplasias Quadro clínico: dor súbita e intensa. Ao exame físico – Abdome em tábua (contratura generalizada), RHA diminuídos ou ausentes, percussão dolorosa e sinal de jobert.

13 Exames Complementares: – Laboratoriais – avaliação global – Raio-X ou TC de Abdome Perfurativo

14 Tratamento: – Cirúrgico – laparotomia exploradora Conduta intraoperatória dependerá da etiologia do quadro; Após correção da perfuração, o paciente deverá ser orientado quanto ao tratamento da condição de base. Perfurativo

15 Inflamatório Compreende os casos de peritonite secundária a uma afecção infecciosa ou inflamatória na cavidade abdominal; Dor: Peritônio visceral Peritônio parietal. Causas: – Apendicite Aguda – Colecistite Aguda – Pancreatite Aguda – Diverticulite Aguda

16 Apendicite Aguda: – Acomete cerca de 20% da população – Mais freqüente em jovens Inflamatório Dor abdominal epigastica/periumbelical /FID Febre, náuseas,vômitos e anorexia EF: doloroso na fid, descompressão brusca localizada, RHA diminuídos, sinal de Rovsing Suspeita de apendicite aguda Evidencia clinica sugestiva Sit. Especial ou duvida Dx Outros recursos diagnósticos Tratamento cirurgico

17 Colecistite Aguda: resulta da obstrução do ducto cístico por cálculo impactado no infundíbulo, tornando a vesícula inflamada e distendida; – Q.C: dor persistente no HCD, tipo cólica, associada a náuseas e vômitos; – E.F: sinal de murphy; – Exames Complementares: laboratorial (enzimas canaliculares e bilirrubinas) e USG abdominal; – Tratamento: CIRÚRGICO (indicação precoce). Inflamatório

18 Pancreatite Aguda: processo inflamatório do pâncreas provocada por enzimas produzidas por ele próprio, e que tem como resultado final uma autodigestão da glândula. – Q.C: dor em faixa no abdome superior e dorso, normalmente associada a vômitos. Febre e alterações circulatórias em casos avançados; – E.F: Sinal de Cullen e Sinal de Gray Turner; – Exames Complementares: laboratorial (amilase e lipase) e radiológico (USG e TC de abdome); Inflamatório

19 AdmissãoApós 48 horas Idade > 55 anosQueda Ht > 10% Leuco > Aumento BUN > 5 Glicemia > 200Cálcio serico < 8 DHL > 350PO² arterial < 60 TGO > 250Seq. Líquido > 6.000ml Inflamatório Tratamento: Controle Clínico Cirúrgico (conduta de exceção – necrosectomias) Critérios de Ranson

20 Diverticulite Aguda: causada pela perfuração de um divertículo, resultado da ação erosiva de um fecalito ou do aumento exagerado da pressção intraluminal. – Q.C: apendicite do lado esquerdo – E.F: há defesa e peritonite em FIE – Exames Complementares: TC de abdome e pelve (padrão ouro). – Tratamento: orientado conforme a apresentação da doença pela classificação de Hinchey Inflamatório

21 I – Abscesso pericólico II – Peritonite localizada III – Peritonite purulenta generalizada IV – Peritonite Fecal

22 Vascular Quadro de insuficiência vascular intestinal, que pode ser agudo (infarto intestinal) ou crônico (angina abdominal). Os fatores de risco são: idade avançada, cardiopatias, doenças vasculares prévias, fibrilação arterial, doenças valvares e hipercoagulação.

23 Vascular Causas: -Embolia de artéria mesentérica superior -Trombose arterial mesentérica -Trombose venosa mesentérica -Isquemia mesentérica não oclusiva (hipofluxo: hipovolemia, sepse, vasoespasmo) Isquemia colônica: tumor, volvo, pós RTx.

24 Quadro clínico – Agudo: Dor súbita, progressiva (forte intensidade), sem fator de melhora, fezes mucossanguinolentas, vômitos, febre; – Crônico: Dor insidiosa, com episódios pós prandiais, com melhora espontânea, hiporexia; Exame físico incompatível com as queixas; – Ruídos hidroaéreos diminuídos. Toque retal: fezes em geléia de framboesa. Vascular

25 Exames complementares: Gasometria: acidose metabólica / Amilase: elevada Tomografia:

26 Vascular Arteriografia Angio TC

27 Vascular Tratamento: com diagnóstico precoce, deve ser orientado de acordo com a etiologia; – Embolia embolectomia – Trombose revascularização Laparoscopia: sem diagnóstico confirmado; Ressecção do segmento lesado + anastomose primária ou derivação intestinal; Avaliar viabilidade intestinal e evitar síndrome do intestino curto.

28 Hemorrágico Causas: – Gravidez Ectópica – Rotura de Aneurisma de Aorta Abdominal Q.C: taquicardia é sinal precoce, seguida de queda da P.A, palidez, sudorese fria e agitação; Tratamento inicial: choque hemorrágico

29 Rotura de Aneurisma de Aorta Abdominal: – Q.C + massas pulsáteis abdominais – Tratamento: Via Endovascular Cirúrgico – Colocação de prótese – Derivação vascular Gravidez Ectópica: – Q.C + atraso menstrual – Tratamento: Cirúrgico (anexectomia unilateral até histerectomia total) Hemorrágico

30 InflamatorioperfurativoobstrutivohemorragicoVascular Dor abdominal localizadaSubita e forte cólicaSubita e fraca Variavel Tempo de historia 12-36h< 12h24-72h<6h6h a 7 dias Parada de gases e fezes vômitos febre

31 Referências Bibliográficas Brunetti, A. Scarpelini, S. Abdome agudo. Medicina, Ribeirão Preto 2007; 40 (3): Lopes et al. Abdome agudo: Clínica e Imagem. Atheneu, São Paulo, Cap. 5, p


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