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DOCENTES: ANDREA PESSUTTI RAMPINI – TÉC. PEDAGÓGICA ARTE/NRE CLÓVIS ORTIGARA – EQUIPE MIDIATÉCA/NRE JOENARA BEATRIS CECHET – COL. EST. WILSOM JOFFRE GIORDANA.

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1 DOCENTES: ANDREA PESSUTTI RAMPINI – TÉC. PEDAGÓGICA ARTE/NRE CLÓVIS ORTIGARA – EQUIPE MIDIATÉCA/NRE JOENARA BEATRIS CECHET – COL. EST. WILSOM JOFFRE GIORDANA GALVAN LUBE – COL. EST. HORÁCIO RIBEIRO DOS REIS A IMAGEM DO SOM – O SOM DA IMAGEM

2 INTERDISCIPLINARIDADE Memória musical: título e refrão música O QUE VEM À CABEÇA QUANDO SE FALA EM: Multidisciplinaridade ? Pluridisciplinaridade ? Interdisciplinaridade ? Transdisciplinaridade? Segundo Jantsch.

3 Multidisciplinaridade: várias disciplinas, trabalhadas simultaneamente, sem considerar que existe uma integração entre elas, sem nenhuma cooperação/diálogo. Fragmentaçao. Pluridisciplinaridade: justaposição de diversas disciplinas, sugere a possibilidade da ocorrência de relação entre elas, no entanto desconsidera que existe uma integração entre elas. Possibilita cooperação entre as disciplinas, mas com objetivos múltiplos, não coordenados. Transdisciplinaridade: integração entre as áreas de conhecimento busca a construção de um sistema total, sem fronteiras sólidas entre as disciplinas. Objetiva a compreensão global do mundo.

4 INTERDISCIPLINARIDADE DCE- Arte (2008) Disciplinas escolares: campos do conhecimento, identificam-se pelos respectivos conteúdos estruturantes e por seus quadros teóricos conceituais. Disciplinas são pressuposto para a interdisciplinaridade. Relações interdisciplinares se estabelecem quando: a) conceitos, teorias ou praticas de uma disciplina são chamados a discussão e auxiliam a compreensão de um recorte de conteúdos qualquer de outra disciplina. b) ao tratar do objeto de estudo de uma disciplina, buscam-se nos quadros conceituais de outras disciplinas referencias teóricos que possibilitam uma abordagem mais abrangente desse objeto.

5 Interdisciplinaridade é uma questão epistemológica e esta na abordagem teórica e conceitual dada ao conteúdo, concretizando-se na articulação das disciplinas cujos conceitos teorias e práticas enriquecem a compreensão desse conteúdo. (DCE-Arte, 2008, pag. 27). Interdisciplinaridade – amplia a abordagem dos conteúdos em direção a totalidade, numa prática pedagógica que leve em contra as dimensões cientifica, filosófica, artística do conhecimento.

6 INTERDISCIPLINARIDADE Proposta: Articular Artes Visuais e Música, de modo que tal articulação resulte em uma prática criativa. Sensibilizar o ouvido para o mundo a nossa volta por meio da educação dos sentidos – educação sonora. Dialogar com a História e Língua Portuguesa entre outras (filosofia, sociologia) para ampliar a compreensão dos conteúdos da arte. Estudar a música – Arte – é uma questão interdisciplinar. Nenhuma análise do discurso musical/artístico pode-se considerar completa sem a consideração dos aspectos lingüísticos, econômicos, históricos, técnicos, rituais, gestuais, visuais, psicológicos e sociais relevantes para o gênero, função, estilo e atitude de escuta conectado com o evento sonoro sendo estudado.

7 onteudo=3http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?c onteudo=3 – recursos didáticos: Álbuns de fotos produzidas pelo Multimeios

8 MÚSICA - SOM Elementos Formais ALTURA: algumas seqüências de sons podem ser agudas e outras graves. As diferenças entre as alturas dos sons acontecem sempre em relação a outros sons e geram as notas musicais.(em relação com o tamanho do corpo que produz – ex: gato e o leão) ALTURA: agudas INTENSIDADE: elemento responsável por determinar se uma seqüência de sons fica mais ou menos intensa, se são fortes ou fracos. A intensidade depende da força com que o objeto sonoro é executado. INTENSIDADE

9 TIMBRE: responsável por caracterizar o som e fazer com que se identifique a fonte sonora que o emitiu – tem relação com o material/objeto que o produz. Ex: sirene, instrumento, voz de uma pessoa. TIMBRE DURAÇÃO: elemento responsável por determinar que qualquer som acontece em um tempo especifico relacionado a fonte sonora. Sons de duração mais longa ou curta, momentos de silencio. O silencio e chamando de pausa. DURAÇÃO: mais longa DENSIDADE: quando um conjunto de sons acontece ao mesmo tempo. A densidade acontece quando vários instrumentos ou vozes são executadas simultaneamente, como em uma banda, coral, orquestra. (Quando todos os alunos falam ao mesmo tempo – quantidade de sons). DENSIDADE:

10 Elementos de Composição RITMO: seqüência de sons ou silêncios, e organizador do movimento ordenado dos sons e silencio em um determinado tempo. RITMO MELODIA: quando sons são combinados sucessivamente. A melodia organiza os sons emitidos em diferentes alturas durante determinado tempo MELODIA HARMONIA: quando sons são combinados simultaneamente, ou seja, notas musicais combinadas em um trecho musical são tocadas ao mesmo tempo. HARMONIA:

11 Audição da música áfrica cansas– comentário sobre os elementos formais. TODOS OS SONS JUNTOS DENSIDADE: quando um conjunto de sons acontece ao mesmo tempo. A densidade acontece quando vários instrumentos ou vozes são executadas simultaneamente, como em uma banda, coral, orquestra. (refere-se a música). DENSIDADE Não é propriedade física do som.

12 EDUCAÇÃO SONORA Crescente deficiência na habilidade auditiva dos alunos – necessidade da educação dos sentidos. Pesquisas (Schafer): demonstram que ambientes tornam-se mais barulhentos, crescentes evidências de que a civilização pode estar se ensurdecendo com ruídos. Ouvir sons de seu entorno com maior atenção critica. Aprender a ouvir, sensibilizar o ouvido para o mudo de sons a nossa volta, aprimorar a PERCEPÇAO AUDITIVA.

13 PROPOSTAS Exercícios que contemplam os elementos formais da linguagem musical, tendo como ponto de partida o cotidiano. 1 – ouvindo os sons do agora (1) 2 – categorias do som (2) 3 – intensidade do som (3) 4 – sons estacionários e sons em movimento (4) 5 – audição de 3 músicas – Carnaval dos animais (Camile Saint-Saens) e representação gráfica.

14 RELAÇÕES MÚSICA/ARTES VISUAIS Projeto: A imagem do som Felipe Taborda: designer gráfico carioca. Formação: PUC / RJ, Cinema e fotografia na London International Film School (Inglaterra), Communication Arts no New York Institute of Technology e Graphic Design na School of Visual Arts (EUA). Atuação: Professor da Universidade / RJ, desde 1990 tem seu próprio escritório, atuando principalmente na área cultural, editorial e fonográfica. Dedica-se também a projetos pessoais, entre eles, destacamos a concepção e curadoria de A Imagem do Som, um projeto com oito edições que homenageou os principais compositores brasileiros através da criação visual de artistas contemporâneos ( ).

15 A IMAGEM DO SOM Influência: livro editado por Alan Aldridge – ilustrador inglês – The Beatles Illustrated Lyrics (década 1970). Patrocínio: Petrobrás, apoio da Philips, jornal O Globo ª Edição: Caetano Veloso 2ª Edição: Chico Buarque 3ª Edição:Gilberto Gil 4ª Edição:Tom Jobim 5ª Edição: Rock Pop 6ª Edição: Dorival Caymmi 7ª Edição: MPB 8ª Edição: Samba

16 Telma Vilas Boas, Menino do rio, Criação a partir da música de Caetano Veloso. Claudio Edinger, Não Identificado, Criação a partir da música de Caetano Veloso.

17 Hildebrando de Castro, Alegria, Alegria, Criação a partir da música de Caetano Veloso, Álvaro Apocalypse, Eu sou neguinha?, Criação a partir da música de Caetano Veloso, Eu sou neguinha?.

18 Luiz Stein, O leãozinho, Criação a partir da música de Caetano Veloso, O leãozinho. Klaus Mitteldorf, Vaca Profana, Criação a partir da música de Caetano Veloso.

19 Cássio Loredano, Gente, Criação a partir da musica de Caetano Veloso, Gente.

20 Eduardo Sued, Me Chama, Criação a partir da musica Me chama, Lobão. Guto Nóbrega, Queimando Tudo, Criação a partir da musica de Marcelo D2.

21 Mauricio Ruiz, Polícia, Criação a partir da musica de Tony Bellotto – Titãs. Malu Fatorelli, Garota Nacional, Criação a partir da música de Samuel Rosa – Skank.

22 ANÁLISE MÚSICA Identificar elementos formais, variações e maneiras como os sons são distribuídos e organizados em uma composição musical. Identificar e analisar ruído e silêncio (compreender silêncio não como ausência de som, mas como virtualidade expressiva). Identificar gênero e estilo e sua história. Identificar instrumentos e vozes. Identificar e compreender mensagem/conteúdo ideológico. Refletir sobre a temática e seu contexto, analisar a representação de mundo presente em cada música. (interdisciplinariedade).

23 1985: apresentação histórica no Rock In Rio. Selvagem?: foi lançado em 1986, em meio a sensação de indignação geral que o país vivia, um disco com a radiografia socio-política do Brasil. Fonte: site oficial osparalamas.uol.com.br/ Paralamas Do Sucesso.

24 ALAGADOS – ALAGADOS – HERBERT VIANNA, BI RIBEIRO, JOAO BARONE Todo dia, O sol da manhã vem e lhes [desafia Traz do sonho pro mundo Quem já não o queria Palafitas, trapiches, farrapos Filhos da mesma agonia E a cidade, Que tem braços abertos num [cartão postal Com os punhos fechados da [vida real Lhes nega oportunidades Mostra a face dura do mal Alagados, Trenchtown, [Favela da maré A esperança não vem do mar Nem das antenas de TV A arte de viver da fé Só não se sabe fé em que A arte de viver da fé Só não se sabe fé em que LP – Selvagem? 1986.

25 Romero Cavalcanti, Alagados, Criação a partir da musica Alagados, Paralamas do Sucesso.

26 ELEMENTOS FORMAIS DA MÚSICA Elementos formais: introdução instrumental – contra-baixo, seguido da guitarra, com alturas diferentes. Timbre: percebe-se o timbre da voz, guitarra, contra-baixo., bateria(bombo, caixa, pratos variados e tontons). Altura: não há variação extrema na altura, de sons graves a agudos, mas identifica- se uma altura media. Intensidade: na introdução é menos intensa, a musica encorpa quando ocorre a entrada de voz e bateria, que dá a intensidade. Densidade: contraste na adição de instrumentos. Começa menos densa, apenas com guitarra, na seqüência entram os demais instrumentos, incluindo a voz.

27 ELEMENTOS FORMAIS DA MÚSICA Instrumentos: guitarra, contra-baixo elétrico (eletrônicos) e bateria. Duração: variada durante a música, predominam sons curtos, em função de ser uma musica rápida. Melodia (o que se pode cantar junto): na introdução são os instrumentos que fazem a melodia e a harmonia, quando entra a voz, esta faz a melodia e os instrumentos fazem a harmonia (a voz = 1º plano, enquanto que os instrumentos = 2º plano). Gênero: Pop-Rock Estilo (modo próprio da banda): influências nacionais, do reggae Jamaica.

28 LETRA E CONTEXTO HISTÓRICO Sentido da palavra Alagados: Língua Portuguesa (Semântica) - destruir, derrubar, perder, estragar é que dão origem a Inundado, encharcado. O falante descobre ou inventa relações semânticas – possibilidades combinatórias: a situação política e econômica do país que na época encontrava- se alagada, situação de uma grande parcela da população, alagada, vivendo em favelas, palafitas e trapiches. Mensagem/conteúdo: desigualdade social - péssimas condições de educação, saúde, moradia - Alagados, Trenchtown e Favela da Maré - favelas que têm como característica em comum as construções em palafitas. TV : entretenimento, conforto alienante. Viver da fé; a religião - conforto ao individuo, sem reflexão. Contexto BR: década 80 – endividamento externo; movimento sociais que desafiam o governo, greves e reivindicações, oposições à Ditadura Militar, luta pela redemocratização, Anistia, Diretas Já!, Fim da ditadura.

29 Proposta de elaboração de plano de trabalho TÍTULO MÚSICA REFRÃO: Alagados Alagados, Trenchtown, [Favela da maré A esperança não vem do mar Nem das antenas de TV A arte de viver da fé Só não se sabe fé em que A arte de viver da fé Só não se sabe fé em que RELAÇÕES INTERDISCIPLINAR Língua Portuguesa: Semântica e Metalinguagem História: Brasil anos 1980 – economia, política sociedade Sociologia: desigualdades sociais: castas, classes sociais; organização do trabalho nas sociedades capitalistas e suas contradições. PROPOSTA DE CRIAÇÃO: Elaborar composição artística em colagem a partir da música Alagados, considerando articulação dos elementos formais no espaço, evitar ilustração. (trabalho artístico).

30 ARTES VISUAIS – O SOM DA IMAGEM Relações Música x Artes visuais na obra Sérgio Fingermam. Projeto: Elogio ao silêncio: Pinturas (2005 e 2009). Temas: alegorias da música e o espaço cênico. Proposta: maestro da orquestra sinfônica do Estado de São Paulo - Jonh Neschling (1997 a 2008) – propôs que pintasse as 9 sinfonias de Beethoven.sinfoniasBeethoven. Artista: explorou o silêncio como qualidade própria da pintura.

31 SOBRE O ARTISTA Sergio Fingermann nasce em São Paulo, em 1953, e começa a se dedicar ao fazer artístico a partir da década de Formação: 1967 a 69: começa a estudar desenho com Ernestina Karman. 1971: estudou desenho com Yolanda Mohalyi. Em 1979 se forma em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo. 1973: viaja para a Itália para estudar pintura, em Veneza, com Mario de Luiggi, e a ter aulas de construções espaciais com Mark di Suvero, retornando ao Brasil em Nesse mesmo ano, ainda, começa a freqüentar a Escola de Arte Brasil. Fingermann também figura entre os 123 artistas que participam da exposição Como Vai Você geração 80?, no Rio de Janeiro, em 1984.

32 Influencias artísticas: expressionismo alemão e as xilogravuras japonesas. Trabalho gráfico de artistas brasileiros como Lívio Abramo, Marcelo Grassmann, Oswaldo Goeldi e Evandro Carlos Jardim. Elogio ao Silêncio(2007): compor um poema sinfônico sobre a música silenciosa das formas. Tentativa de dar corpo a presença incorpórea do som. Na pintura: explora os signos lingüísticos verbais em seu potencial formal intrínseco – palavra - no contexto da visualidade, produzindo formas cadenciadas. Metalinguagem (verso que se refere a própria pintura). Discussão do trabalho: a questão do tempo, evidenciada com o emprego de tonalidades neutras, e também tons ferruginosos que realçam elementos específicos da composição, que aludem à passagem temporal. O tempo é ilustrado pela marca depositada no suporte, na superfície, pela idéia da deterioração.

33 Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 1, 2006, óleo s/ tela, 1,80 x 1,80 m. Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 12, 2007, óleo s/ tela.

34 Elementos simbólicos + atmosfera de penumbra sugerem enigmas a decifrar: fonte, árvores – cipestres e carvalhos, silhuetas. Aspectos formais: repetição de elementos, aparição recorrente de formas familiares de seu repertório/projeção, contraste, sombra projetada, associação das formas, espaço plano como tabuleiros de xadrez. Cor: parcimônia cromática, cores neutras, emprega tons claros, marmóreos, tons negros, tons ferruginosos, criação de foco luminoso, isolando e destacando figuras da composição de forma teatral.

35 Temas recorrentes da pintura: fonte, figuras circenses, saltimbancos, dançarinos em roda, instrumentistas, regente.... luar que satura a superfície e funde o olhar contemplativo na paisagem muda. Desenhos de ogivas, sugerindo arcos melódicos-pictóricos. Capturar a pureza essencial da música: as figuras não imitam situações relacionadas ao exercício musical, mas são gestos prenhes de musicalidade (pintura não ilustra a música, assim como o poema não descreve a pintura) Não trabalha a representação; sua obra constitui uma irrupção na qual as linguagens confluem: palavra, som, cores e formas.

36 Especificidade das imagens Delicadeza – convivência de pensamento e imagem, compromisso com a atitude poética criar cenas instigantes e delicadas para nossos olhos. Cartografia – (representação do espaço geográfico) espaços largos e despojados – espacialidade poética, ligada aos sentimentos primeiros e primordiais. Correspondências – não interessa ao artista ficar circunscrito ao pictórico puro/sensorial, também não tem a poesia por objetivo, enquanto arte pura. Convivência: pintor- poeta. Palavras e imagens reforçam-se mutuamente e amplificam a qualidade das cores e desenho.

37 Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 16, 2007, óleo s/ tela, 1,80 x 1,60 m.

38 Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 17, 2007, óleo s/ tela, 1,80 x 2,30 m.

39 Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 27, 2007, óleo s/ tela, 1,80 x 1,60 m.

40 Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 3, 2006, óleo s/ tela, 1,80 x 1,80 m. Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 4, 2006, óleo s/ tela, 1,80 x 1,80 m.

41 Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 13, 2007, óleo s/ tela, 2,000 x 1,35 m. Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 5, 2006, óleo s/ tela, 1,80 x 1,80 m.

42 Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 9, 2006, óleo s/ tela, 1,80 x 1,80 m. Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 24, 2007, óleo s/ tela, 1,20 x 1,00 m.

43 SOM DA IMAGEM Modest Mussourgsky (1839 – 1881) compositor russo, um dos expoentes de uma época de ouro da música russa. Pianista que nunca ganhou a vida com a música. Se alistou no regime da guarda pessoal do czar aos 17 anos. Foi na guarda que Mussorgsky escreveu a primeira obra que chegou aos tempos modernos, Porte- Enseigne Polka, que seu pai orgulhosamente publicou com recursos próprios. Foi funcionário público até a morte. Quadros de uma Exposição é uma peça composta para piano em junho de Viktor Hartmann, arquiteto e pintor, grande amigo de Mussorgsky, havia falecido recentemente (1873) aos 39 anos de idade. Em março de 1874, estava acontecendo uma exposição de seus quadros em uma galeria de São Petersburgo. Após visitá-la, o compositor resolveu prestar uma homenagem ao amigo. Escolheu dez dentre os quadros expostos e compôs uma música para cada um deles. A obra só se tornou conhecida depois que Maurice Ravel fez uma orquestração da mesma em 1923.

44 Quadros de uma Exposição Descreve, em metáforas, através da núsica, o passeio em uma exposição de quadros. As músicas isoladas dos quadros são unidas por um tema inicial – promenade – que traduz os passos percorridos pelo visitante entre um quadro e outro, apresentando uma pequena melodia que se repete. Promenade I. O Gnono II. O velho castelo III. O jardin das Tulherias IV. O carro der bois V. Balé dos pintinhos dentro das cascas VI. A discussao entre um judeu rico e um judeu pobre VII. O mercado de Lomoges VIII. As catacumbas (sepulcro romano) – com ortos numa lingua morta) IX. A cabana da feiticeira Baba Yaga X. O grande pórtico de Kiev.

45 Hartmann, V. O Gnono.

46 Hartmann,V. Bydlo – O carro de bois.

47 Hartmann, V. Balé dos pintinhos dentro das cascas. Hartmann, V. O grande pórtico de Kiev.

48 PROPOSTA CRIAÇÃO SOM DA IMAGEM: divisão da sala em 3 grupos, cada grupo com uma imagem para criar/elaborar o som da imagem. Materiais: 1 pé de tamanco ou sapato de salto, chaveiro com chaves, 1 talher de metal, 1 copo de vidro ou 1 pote de vidro, folhas de papel, latas de tamanho e material variado, embalagens (shampoo, garrafa pet, entre outro) ou sacolas plásticas variadas.

49 Fingermann, S. Elogio ao silencio nº 8, , óleo s/ tela, 1,80 x 1,80 m.

50 do.php?conteudo=3http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteu do.php?conteudo=3 – recursos didáticos: Álbuns de fotos produzidas pelo Multimeios.

51 =216http://www.arte.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo =216. Recursos didáticos: Imagens.

52 REFERÊNCIAS BEYER, E; KEBACH, P (org). Pedagogia da Musica: experiências de apreciação musical. Porto Alegre: Mediação, DIAS, G. RADI. Análise da produção de Sergio Fingernann na compreensão do processo criativo para o ensino da arte. Design, Arte, Moda e Tecnologia. São Paulo: Rosari, Universidade Anhembi Morumbi, PUC-Rio e UNESP- Bauru, FIGERMANN, S. Elogio ao silencio e alguns escritos sobre pintura. São paulo: BEI Comunicação, 2007.

53 PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares da Educação Básica – Arte. Curitiba: Seed/DEB-PR, SCHAFER, R. Murray. Educação Sonora: 100 exercícios de escuta e criação de sons. São Paulo: Editora Melhoramentos, TABORDA, F. A Imagem do Som – Caetano Veloso. Livraria Francisco Alves editora: Rio de Janeiro, TABORDA, F. A imagem do som – Rock Pop. Livraria Francisco Alves editora: Rio de Janeiro,. TEIXEIRA, J. Quando «nos alagamos no Inferno»... (História, na língua, de uma mudança semântica), in Head, Brian F.; Teixeira, José; Lemos, Aida Sampaio; Barros, Anabela Leal; Pereira, António (Organizadores), História da Língua e História da Gramática – Actas do Encontro, Universidade do Minho/Centro de Estudos Humanísticos, Braga, 2002.


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