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COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Elaborado por: André Teixeira Diogo Drumond.

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1 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Elaborado por: André Teixeira Diogo Drumond Orientado por: Prof. Álvaro Azevedo Seminário de Estruturas

2 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Introdução/Considerações Comprimento – 65m Maior vão – 36m Menores vãos – 14.5m L/D=28 Emaciçamento na zona dos pilares Largura – 9.8m 2 Longarinas principais Distância entre longarinas – 2.2m Características geométricas da estrutura

3 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Introdução/Considerações Acções Permanentes: Peso Próprio – 25 kN/m 3 Sobrecargas: Veiculo Tipo - 6x100 kN Carga Linear (faca) – 50 kN Carga de Superfície – 4 kN/m 2 Combinação VT –> 1.35 x Peso Próprio x Veículo Tipo Combinação DL –> 1.35 x Peso Próprio x Carga Linear x Carga de Superfície Combinação 3 -> 1.35 x Peso Próprio Caracterização das Acções

4 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Introdução/Considerações Modelos de grelha Secção transversal no vão Secção transversal na zona do emaciçamento

5 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Introdução/Considerações Modelos de grelha FEMIX Área Inércia em X Inércia em Y Inércia em Z Ângulo entre EPCI e Ref. Global Secção transversal no vão

6 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Introdução/Considerações Modelo O_0.3x BarrasModelo O_3x Barras Modelo P_0.3x BarrasModelo P_3x Barras Modelos de grelha Planificado Ondulado

7 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Introdução/Considerações Modelos de grelha

8 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Introdução/Considerações 3 GL por nó Elementos serendipity de 20 nós Elementos Nós 2x2x2 Pontos de Gauss GL Apoios Restrição dos deslocamentos verticais nas bases dos encontros Restrição dos 3 GL sob os pilares Modelo de bricks

9 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Introdução/Considerações Escolha das tensões mais importantes Input das tensões em cada nó Geração da malha de pontos Cálculo das coordenadas de cada ponto da malha Cálculo do estado de tensão para cada ponto Conversão de tensões em esforços

10 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Introdução/Considerações Cálculo da área de influência de cada ponto Cálculo das forças equivalentes Cálculo dos esforços equivalentes Somatório da contribuição de cada ponto Conversão de tensões em esforços

11 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Comparação entre modelos de grelha ondulados e planificados Modelo OnduladoModelo Planificado Combinação DL (sobrecarga + faca)

12 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Comparação entre modelos de grelha ondulados e planificados Combinação DL Diagrama do somatório dos momentos Mx

13 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Comparação entre modelos de grelha ondulados e planificados Combinação VT (veículo tipo) Distribuição dos momentos Mx (kN.m) ao longo da secção transversal

14 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Comparação entre modelos de grelha e modelos de bricks Combinação DL Diagrama do somatório dos momentos Mx Diagrama do somatório dos esforços transversos Vy

15 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Comparação entre modelos de grelha e modelos de bricks Combinação DL

16 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Comparação entre modelos de grelha e modelos de bricks Combinação VT Distribuição dos momentos Mx (kN.m/m) Distribuição dos esforços axiais N (kN/m)

17 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Comparação entre modelos de grelha e modelos de bricks Combinação VT

18 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS Conclusões Comparação ondulado-planificado Modelo ondulado com menores deslocamentos Modelo ondulado com menores esforços Comportamento à torção similar Comparação grelha-bricks Modelo de grelha similar em comportamento à flexão Dificil quantificação de esforços nas ligações no modelo de bricks Esforços irrealistas nestas ligações Modelo de bricks com maior rigidez à torção Modelos de grelha com comportamento aceitável desde que bem condicionados

19 COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS RETICULADOS 3D E MODELOS DE ELEMENTOS VOLUMÉTRICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS END_OF_FILE


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