A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

CASI GESTÃO ESTRATÉGICA DA INFORMAÇÃO E DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Newton Fleury Turma 26 Julho/ 2006.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "CASI GESTÃO ESTRATÉGICA DA INFORMAÇÃO E DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Newton Fleury Turma 26 Julho/ 2006."— Transcrição da apresentação:

1 CASI GESTÃO ESTRATÉGICA DA INFORMAÇÃO E DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Newton Fleury Turma 26 Julho/ 2006

2 Objeto da Disciplina Reflexão sobre a gestão da tecnologia da informação e dos sistemas de informação, no ambiente das organizações públicas e privadas, visando dar aos participantes uma visão sobre as possibilidades de sua contribuição para agregação de valor ao negócio Reflexão sobre a gestão da tecnologia da informação e dos sistemas de informação, no ambiente das organizações públicas e privadas, visando dar aos participantes uma visão sobre as possibilidades de sua contribuição para agregação de valor ao negócio

3 Tecnologia da Informação Qualquer meio computacional (computer- based tool) que as pessoas utilizam para trabalhar com a informação e para suportar as necessidades de processamento de informações dentro de uma organização (e com o ambiente externo) Management Information Systems for the Information Age Haag, Cummings & Dawkins 1998

4 Sistema de Informação Conjunto de componentes inter- relacionados que coleta (ou recupera), processa, armazena e distribui informações destinadas a apoiar a tomada de decisões, a coordenação e o controle de uma organização Sistemas de Informação Gerenciais Kenneth Laudon & Jane Laudon 2004

5 Sistema de Informação Conjunto organizado de pessoas, hardware, software, redes de comunicações e recursos de dados, que coleta, transforma e dissemina informações em uma organização Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet James OBrien 2001

6 Enfoque da Disciplina Como os recursos da cadeia virtual de valor podem ser utilizados para aumentar a eficácia e a eficiência dos processos de negócio, habilitando a empresa a tornar-se mais competitiva e diferenciada no contexto onde atua? Como os recursos da cadeia virtual de valor podem ser utilizados para aumentar a eficácia e a eficiência dos processos de negócio, habilitando a empresa a tornar-se mais competitiva e diferenciada no contexto onde atua?

7 Cadeias Virtuais de Valor Desenvolvimento de Produtos e Serviços Fabricação Operação Serviços Distribuição Marketing & Vendas Agregação de Valor ao Negócio Cadeia Virtual de Valor Cadeia Física de Valor

8 Agregação de Valor Acréscimo de valor a um determinado bem, serviço ou processo, decorrente de um desempenho diferenciado a partir de métodos (formas de fazer) ou tecnologias específicas, resultando em maior eficácia ou eficiência Acréscimo de valor a um determinado bem, serviço ou processo, decorrente de um desempenho diferenciado a partir de métodos (formas de fazer) ou tecnologias específicas, resultando em maior eficácia ou eficiência

9 Eficácia e Eficiência Eficácia Grau em que uma ação leva a um resultado / impacto desejado Eficácia Grau em que uma ação leva a um resultado / impacto desejado Eficiência Grau em que uma ação alcança objetivos quanto à minimização de custos / esforços, dentro de determinados requisitos quanto à eficácia Eficiência Grau em que uma ação alcança objetivos quanto à minimização de custos / esforços, dentro de determinados requisitos quanto à eficácia James Emery Management Information Systems: the critical strategic resource 1987

10 Questões para Discussão (1)Qual é o papel da tecnologia da informação e dos sistemas de informação no ambiente de negócios das empresas públicas e privadas? Como tais instrumentos podem ser inseridos na estratégia competitiva das organizações? (2) Em que dimensões a tecnologia da informação e os sistemas de informação estão contribuindo para a operação e gestão dos empreendimentos? Posicionamento Estratégico ou Efetividade Operacional? (3) Como os sistemas de informação se inserem no apoio à gestão dos processos nas organizações? Quais são as categorias de processos existentes nas organizações?

11 Questões para Discussão (4) Quais são as categorias (tipologias) de sistemas de informação, e como os mesmos podem apoiar a gestão dos processos existentes nas organizações? (5) Como o ambiente e as tecnologias da internet se inserem no contexto de desenvolvimento e utilização dos sistemas de informação? (6) Quais são os maiores desafios que as organizações enfrentam para desenvolver, implementar e utilizar sistemas de informação de forma eficaz e eficiente?

12 Estrutura Temática (1) O processo decisório nas organizações Conceitos básicos sobre sistemas de informação Estratégia empresarial e sistemas de informação A empresa como um sistema Tipologia de sistemas de informação

13 Estrutura Temática (2) Conceitos sobre gestão do conhecimento Sistemas do nível do conhecimento Sistemas do nível gerencial / estratégico (SIG) Sistemas do nível gerencial / estratégico (SAD) Sistemas de processamento de transações

14 EMPRESA COMO UM SISTEMA

15 A Empresa como um Sistema Aberto ECOSSISTEMA EMPRESA

16 A Empresa como um Sistema Aberto ECOSSISTEMA EMPRESA

17 A Empresa como um Sistema Aberto

18 Sistema de Informação como Agente de Interfaceamento

19 A Empresa vista por Processos Todo processo de trabalho está inserido em um processo maior e pode ser decomposto em outros processos ENTRADASSAÍDAS Macroprocesso Processos Subprocessos

20 Árvore de Processos da Organização JULGAR VARASCÂMARAS ADMINISTRAR PESSOASMATERIAL AUTUARPROCESSAR CONTROLAR REQUISITAR MACROPROCESSO PROCESSO SUBROCESSO

21 A Empresa vista por Processos PROCESSO AGREGAÇÃO DE VALOR ENTRADASAÍDA Atividades / Tarefas Elementos de um processo

22 ENTRADA ENTRADA UM RECURSO MODIFICADO OU CONSUMIDO PELO PROCESSO ATIVIDADE CONTROLE CONTROLE UMA REGRA OU RESTRIÇÃO NA EXECUÇÃO DO PROCESSO SAÍDA SAÍDA RESULTADO DO PROCESSO MECANISMO MECANISMO ALGO QUE POSSIBILITA A EXECUÇÃO DO PROCESSO, MAS NÃO É CONSUMIDO MECANISMO ENTRADA SAÍDA CONTROLE Estrutura de um Processo

23 Categorias de Processos Kenneth Laudon & Jane Laudon Sistemas de Informação Gerenciais 2004

24 O PROCESSO DECISÓRIO NAS ORGANIZAÇÕES

25 Contexto do Processo Decisório Decisões Informações externas Ambiente interno Ambiente externo Informações internas

26 Processo Decisório nas Organizações Kenneth Laudon & Jane Laudon Sistemas de Informação Gerenciais 2004 Decisões Estratégicas Controle de Gestão Nível do Conhecimento Decisões Operacionais

27 Etapas do Processo Decisório Implementação Projeto (análise) Inteligência Escolha Haag, Cummings & Dawkins Management Information Systems for the Information Age 1998

28 Etapas do Processo Decisório

29 Características do Processo Decisório Tipos de decisão no ambiente de negócios Estruturada / Não Estruturada Recorrente / Não Recorrente

30 Dinâmica do Processo Decisório Subsistema gestor Subsistema gerido

31 Dinâmica do Processo Decisório EFEITOS INTERNOS EFEITOS EXTERNOS INDICADORES DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DADOS EXTERNOS DADOS INTERNOS INFORMAÇÕES PARA DECISÃO TOMADA DE DECISÃO

32 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

33 ORGANIZAÇÃO TECNOLOGIA PESSOAS SISTEMA DE INFORMAÇÃO Sistemas de Informação na Empresa

34

35 Atividades Fundamentais dos Sistemas de Informação

36 Sistema de Informação e Processo Decisório Processos do Negócio Sistema de Informação Decisão Informação Dado

37 Fatos ou observações crus, normalmente sobre fenômenos físicos ou transações de negócios James OBrien Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet Fatos ou observações crus, normalmente sobre fenômenos físicos ou transações de negócios James OBrien Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet Fatos objetivos, apresentados sem nenhum julgamento ou contexto Nicholas Bahra Competitive Knowledge Management Fatos objetivos, apresentados sem nenhum julgamento ou contexto Nicholas Bahra Competitive Knowledge Management

38 Informação Dados que foram convertidos em um contexto significativo e útil para usuários finais específicos James OBrien Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet Dados que foram convertidos em um contexto significativo e útil para usuários finais específicos James OBrien Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet

39 Informação Dados categorizados, analisados, sumarizados e colocados em um contexto. Informação consequentemente são dados dotados de relevância e propósito Nicholas Bahra Competitive Knowledge Management Dados categorizados, analisados, sumarizados e colocados em um contexto. Informação consequentemente são dados dotados de relevância e propósito Nicholas Bahra Competitive Knowledge Management

40 Valor Agregado da Informação

41 FONTES E TIPOS DE INFORMAÇÕES EXTERNA INTERNA ESTRUTURADAS NÃO ESTRUTURADAS

42 Bases de dados e aplicativos informatizados Pessoas e grupos Arquivos e documentos convencionais Fontes de Obtenção da Informação Web

43 Economia dos Sistemas de Informação A informação agrega valor através de meios como menores custos de produção, aumento das receitas e melhores decisões O foco ao implementar um sistema de informação é escolher uma solução que incorpore o melhor balanceamento entre valor e custo James Emery Management Information Systems: the critical strategic resource 1987

44 Propriedades de Qualidade dos Sistemas de Informação (1)Eficácia do sistema (2)Relevância da informação disponibilizada (3)Seletividade das informações geradas (4)Inteligência incorporada ao sistema (5)Atualidade das bases de dados (6)Tempo de resposta do sistema (7)Acuidade dos dados e informações (8)Generalidade do sistema (9)Flexibilidade do sistema (10) Confiabilidade do sistema (11) Segurança do sistema (12) Backup / redundância (13) Ergonomicidade (14) Robustez

45 ESTRATÉGIA EMPRESARIAL E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

46 Contexto do Planejamento Estratégico ONDE ESTAMOS? AONDE QUEREMOS CHEGAR? (A) PRESENTE: MISSÃO (B) FUTURO: VISÃO DE FUTURO ESTRATÉGIAS

47 Agregação de Valor aos Negócios no Mundo Virtual Indivíduo eficiente Empresa integrada Empresa interligada em rede Equipes de alto desempenho Informação e conhecimento como negócio

48 Sistema de Informação e Estratégia Empresarial

49 FATORES INTERVENIENTES Ambiente Cultura Estrutura Procedimentos padrão Processos de negócios Políticas Decisões administrativas Acaso ORGANIZAÇÕES TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Tecnologia da Informação x Organizações

50 O questionamento do valor estratégico dos sistemas e da tecnologia da informação Efetividade dos investimentos em TIC Efetividade dos investimentos em TIC TI = commoditie TI = commoditie IT doesnt matter (2003, Carr, Harvard Business Review) IT doesnt matter (2003, Carr, Harvard Business Review) Ainda há valor estratégico nas TIC? Ainda há valor estratégico nas TIC?

51 Dimensões de Agregação de Valor Posicionamento Estratégico Desempenho de atividades diferentes da concorrência Desempenho de atividades similares de forma diferente Posicionamento Estratégico Desempenho de atividades diferentes da concorrência Desempenho de atividades similares de forma diferente Efetividade Operacional Desempenho de atividades similares de forma superior à concorrência Efetividade Operacional Desempenho de atividades similares de forma superior à concorrência What is strategy? Michael Porter 1996

52 Posicionamento Estratégico Posicionamento Estratégico produto ou serviço especializado atendimento a comunidades específicas disponibilidade diferenciada Estratégia é a criação de uma posição única e dotada de valor, envolvendo um conjunto diferenciado de atividades What is strategy? Michael Porter 1996

53 Efetividade Operacional Busca da excelência na gestão em aspectos como: planejamento e controle relacionamento com o cliente operação da cadeia logística interna relacionamento com fornecedores e distribuidores parceria e complementaridade entre empresas inovação e criatividade criação, preservação e disseminação do conhecimento Busca da excelência na gestão em aspectos como: planejamento e controle relacionamento com o cliente operação da cadeia logística interna relacionamento com fornecedores e distribuidores parceria e complementaridade entre empresas inovação e criatividade criação, preservação e disseminação do conhecimento

54 Alinhamento Estratégico

55 TIPOLOGIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

56 Evolução dos Sistemas de Informação Processamento centralizado Processamento integrado em rede Negócios eletrônicos Processamento distribuído Economia da informação e do conhecimento

57 Evolução dos Sistemas de Informação Processamento de Transações Suporte para as operações (processos de nível operacional) Processamento de Transações Suporte para as operações (processos de nível operacional) Suporte às Decisões Apoio ao processo de tomada de decisões (nível gerencial tático e estratégico) Suporte às Decisões Apoio ao processo de tomada de decisões (nível gerencial tático e estratégico) James Emery Management Information Systems: the critical strategic resource 1987

58 Ambientes de Sistemas de Informação

59 Categorias de Processos Kenneth Laudon & Jane Laudon Sistemas de Informação Gerenciais 2004

60 Tipologia de Sistemas de Informação

61

62 SISTEMAS DE PROCESSAMENTO DE TRANSAÇÕES

63 Sistema de Processamento de Transações (SPT) Atendem ao nível operacional da organização. Um SPT é um sistema computadorizado que realiza e registra as transações rotineiras necessárias ao funcionamento da empresa. Sistemas de Informação Gerenciais Kenneth Laudon & Jane Laudon 2004

64 Sistemas de Processamento de Transações

65 Categorias de SPT Sistemas Transacionais Especializados Automação bancária, reserva e venda de passagens Sistemas de Apoio à Produção CAM (Computer Aided Manufacturing) Sistemas de Gestão Integrada (ERP – Enterprise Resource Planning), ASP (Application Service Provider) Sistemas Inter-Organizacionais SCM (Supply Chain Management), Redes de Valor Agregado Sistemas Transacionais Genéricos Folha de Pagamento, Contabilidade, Materiais

66 Sistema de Processamento de Transações

67 Sistemas de Processamento de Transações

68 Sistemas de Gestão Integrada (ERP)

69 CRM (Gestão do Relacionamento com o Consumidor)

70 Sistemas Inter-Organizacionais (SCM)

71 Sistemas Inter-Organizacionais (Redes de Valor Agregado)

72 Características das Redes de Valor Agregado O integrador realiza as atividades que são de sua propriedade tecnológica, legal ou comercial O integrador gerencia as funções complementares relacionadas à operação da rede (logística, informações) O integrador disponibiliza a tecnologia básica para a operação da rede (sistema de informação) O integrador controla o fluxo de informações e audita a operação como um todo Existe uma entidade integradora da rede, que executa as funções dominantes do processo

73 Rede de Valor da AMAZON.COM Amazon.com Fornecedores Distribuidores CLIENTE

74 CONCEITOS SOBRE GESTÃO DO CONHECIMENTO

75 Sistema de Informação e Processo Decisório Processos do Negócio Sistema de Informação Decisão Informação Dado Conhecimento

76 Contextualização do Conhecimento CONHECIMENTO Domínio, teórico ou prático, de um assunto, uma arte, uma ciência, uma técnica etc; competência, experiência, prática Antônio Houaiss Dicionário Houaiss da Lingua Portuguesa CONHECIMENTO Domínio, teórico ou prático, de um assunto, uma arte, uma ciência, uma técnica etc; competência, experiência, prática Antônio Houaiss Dicionário Houaiss da Lingua Portuguesa CONHECIMENTO Informação valiosa da mente humana, que inclui reflexão, síntese e contexto Thomas H. Davenport Ecologia da Informação CONHECIMENTO Informação valiosa da mente humana, que inclui reflexão, síntese e contexto Thomas H. Davenport Ecologia da Informação

77 Contextualização do Conhecimento CONHECIMENTO Informação em ação…. No contexto comercial e organizacional, o conhecimento é aquilo que as pessoas em uma empresa sabem acerca de seus clientes, produtos, processos, erros e acertos, seja este conhecimento tácito ou explícito Carla O Dell & Jackson Grayson Jr. Ah…Se Soubéssemos Antes o que Sabemos Agora CONHECIMENTO Informação em ação…. No contexto comercial e organizacional, o conhecimento é aquilo que as pessoas em uma empresa sabem acerca de seus clientes, produtos, processos, erros e acertos, seja este conhecimento tácito ou explícito Carla O Dell & Jackson Grayson Jr. Ah…Se Soubéssemos Antes o que Sabemos Agora

78 Inteligência Empresarial Uma empresa não é nada mais do que o que ela sabe, como ela manipula e coordena o que sabe, e com que velocidade pode saber algo novo David Smith - IKM Componentes chave de um ambiente de conhecimento Uma empresa não é nada mais do que o que ela sabe, como ela manipula e coordena o que sabe, e com que velocidade pode saber algo novo David Smith - IKM Componentes chave de um ambiente de conhecimento

79 Inteligência Coletiva A Inteligência Coletiva Pierre Lévy 1998 Inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências Inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências

80 Dimensões da Inteligência Empresarial Natureza do Conhecimento conhecimento explícito conhecimento tácito (implícito) Desenvolvimento da Inteligência Empresarial coordenação e disseminação do que se sabe aquisição de novo saber

81 Dimensões do Conhecimento Conhecimento Tácito Pessoal, específico ao contexto, difícil de ser formulado e comunicado. Os seres humanos adquirem conhecimentos criando e organizando ativamente suas próprias experiências. Podemos saber mais do que podemos dizer Conhecimento Tácito Pessoal, específico ao contexto, difícil de ser formulado e comunicado. Os seres humanos adquirem conhecimentos criando e organizando ativamente suas próprias experiências. Podemos saber mais do que podemos dizer Nonaka & Takeuchi Criação de Conhecimento na Empresa 1997

82 Dimensões do Conhecimento Conhecimento Explícito Refere-se ao conhecimento transmissível em linguagem formal e sistemática. O conhecimento que pode ser expresso em palavras e números representa apenas a ponta do iceberg do conjunto de conhecimentos como um todo Conhecimento Explícito Refere-se ao conhecimento transmissível em linguagem formal e sistemática. O conhecimento que pode ser expresso em palavras e números representa apenas a ponta do iceberg do conjunto de conhecimentos como um todo Nonaka & Takeuchi Criação de Conhecimento na Empresa 1997

83 Dimensões do Conhecimento Nonaka & Takeuchi Criação de Conhecimento na Empresa 1997 Dimensão epistemológica Tácito Explícito Dimensão ontológica IndivíduoGrupo Organização Ambiente

84 Acervos de Conhecimento Explícito Fontes de Conhecimento Explícito Manuais de Procedimentos Relatórios Gerenciais Relatórios De Clientes Sistemas especialistas

85 Acervos de Conhecimento Tácito Fontes de Conhecimento Tácito (Implícito) Conferências e reuniões Listas de discussão e chats Comunidades virtuais Comunidades Internas

86 Gestão do Conhecimento Abordagem sistemática e integrada, para identificar, gerenciar e compartilhar todos os ativos da empresa, incluindo bases de dados, documentos, políticas e procedimentos, bem como a sua expertise adquirida e não articulada, e a experiência detida individualmente pelos trabalhadores Barron, 2000, apud Nicholas Bahra Competitive Knowledge Management Abordagem sistemática e integrada, para identificar, gerenciar e compartilhar todos os ativos da empresa, incluindo bases de dados, documentos, políticas e procedimentos, bem como a sua expertise adquirida e não articulada, e a experiência detida individualmente pelos trabalhadores Barron, 2000, apud Nicholas Bahra Competitive Knowledge Management

87 Coleta Organização Acesso Utilização Criação Processo de Gestão do Conhecimento Conhecimento

88 Criação e Disseminação do Conhecimento Modelos de criação e disseminação do conhecimento Espiral do Conhecimento Círculo Do Conhecimento

89 Espiral do Conhecimento COMBINAÇÃOINTERNALIZAÇÃO SOCIALIZAÇÃOEXTERNALIZAÇÃO Conhecimento Tácito Conhecimento TácitoConhecimento Explícito Conhecimento Explícito

90 Círculo do Conhecimento Círculo do conhecimento Baseado em The knowledge circle in Value-based knowledge management René Tissen et all

91 Círculo do Conhecimento Contexto Cultura organizacional Comunidades Objeto do negocio

92 Rede de Conhecimento COMUNIDADES (CULTURAS) DE CONHECIMENTO COMUNIDADES (CULTURAS) DE CONHECIMENTO COMUNIDADES (CULTURAS) DE CONHECIMENTO Agentes do Conhecimento Comunidades de Conhecimento Rede de Conhecimento

93 Arvore de Conhecimento e Fontes de Conhecimento Árvore de Conhecimento Mapa conceitual da taxonomia (classificação) dos conteúdos de conhecimentos disponíveis (ou necessários) para apoio à gestão ou operação dos processos de trabalho de uma organização Fontes de Conhecimento Acervo selecionado de conteúdos relacionados à árvore de conhecimento, existente (conhecido ou não) sob diversas formas no ambiente organizacional interno ou no ambiente externo

94 Arvore de Conhecimento VISÃO JUDICIAL JurisprudênciaLegislação VISÃO ADMINISTRATIVA Aspectos Institucionais Instrumentos de gestão Julgados Súmulas Banco de talentosNormas administrativas Nível 1 Nível 2 Nível 3 Prestação Jurisdicional

95 Banco de Conhecimento Acervo selecionado de conteúdos conhecidos associados à árvore de conhecimento da organização, disponibilizados de forma explícita e estruturada, por meio de mecanismos apoiados em recursos de tecnologias da informação e da comunicação, especialmente: Sistemas de informação Portais corporativos internos Conexões a portais localizados no ambiente da Internet

96 SISTEMAS DO NÍVEL DO CONHECIMENTO

97 Sistemas do Nível do Conhecimento

98 Portais Corporativos Os portais constituem uma nova forma de captação e disseminação do conhecimento nos ambientes organizacionais

99 Estrutura de Portais Corporativos

100 SISTEMAS DO NÍVEL GERENCIAL / ESTRATÉGICO

101 Posicionamento Estratégico Suporte à Decisão Funcional Sistemas do Nível Gerencial / Estratégico

102 Características dos Sistemas do Nível Gerencial Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) Atendem ao nível gerencial, munindo os gerentes de relatórios ou de acesso on-line aos registros (indicadores) de desempenho da organização Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) Atendem ao nível gerencial, munindo os gerentes de relatórios ou de acesso on-line aos registros (indicadores) de desempenho da organização Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) Ajudam os gerentes a tomar decisões não usuais, que se alteram com rapidez e que não são fácilmente especificados com antecedência. Abordam problemas cujo procedimento para chegar a uma solução pode não ter sido totalmente predefinido Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) Ajudam os gerentes a tomar decisões não usuais, que se alteram com rapidez e que não são fácilmente especificados com antecedência. Abordam problemas cujo procedimento para chegar a uma solução pode não ter sido totalmente predefinido Laudon & Laudon Sistemas de Informação Gerenciais 2004

103 Características dos Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) Laudon & Laudon Sistemas de Informação Gerenciais 2004

104 Características dos Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) Laudon & Laudon Sistemas de Informação Gerenciais 2004

105 Características dos Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) Banco de dados estruturados Portais Corporativos (web) Datawarehouse Datamining Webmining Textmining Banco de Dados não estruturados (Textos)

106 Características dos Sistemas do Nível Estratégico Sistemas de Apoio ao Executivo (SAE) Atendem ao nível estratégico da organização. Abordam decisões não rotineiras que exigem bom senso, avaliação e percepção, uma vez que não existe um procedimento préviamente definido para se chegar a uma solução. Os SAEs são projetados para incorporar dados sobre eventos externos como, por exemplo, novas leis tributárias ou novos concorrentes, mas também adquirem informações resumidas do SIG e do SAD internos Sistemas de Apoio ao Executivo (SAE) Atendem ao nível estratégico da organização. Abordam decisões não rotineiras que exigem bom senso, avaliação e percepção, uma vez que não existe um procedimento préviamente definido para se chegar a uma solução. Os SAEs são projetados para incorporar dados sobre eventos externos como, por exemplo, novas leis tributárias ou novos concorrentes, mas também adquirem informações resumidas do SIG e do SAD internos Laudon & Laudon Sistemas de Informação Gerenciais 2004

107 Características dos Sistemas do Nível Estratégico Laudon & Laudon Sistemas de Informação Gerenciais 2004

108 Fundamentos Conceituais Gestão por Resultados Quadro de Bordo Indicadores de Desempenho Sistemas de Informações Gerenciais (SIG)

109 Gestão por Resultados Origem na Administração por Objetivos (APO) (teoria neoclássica da administração) Peter Drucker: The Practice of Management (1954) Características da APO (Idalberto Chiavenato) 1. Estabelecimento de objetivos 2. Ênfase na mensuração e no controle de resultados 3. Contínua avaliação, revisão e reciclagem dos planos 4. Hierarquia de objetivos

110 O Ciclo Contínuo da APO Objetivos globais da empresa Objetivos departamentais (metas) Revisão dos objetivos / planos Mensuração (indicadores) Planos táticos (ações e metas) Planos Operacionais (ações e metas) Avaliação de resultados

111 Gestão por Resultados na Administração Pública As organizações públicas não têm fins lucrativos, seus objetivos maiores não estão portanto centrados no retorno econômico – financeiro do investimento, e sim no resultado social e político, materializado em impactos nas comunidades para as quais os serviços estão direcionados (eficácia), a partir da prestação de um serviço com excelência, a preços (tarifas) justos e a custos adequados (eficiência)

112 Quadro de Bordo Um Quadro de Bordo é um instrumento de síntese e de visualização das perspectivas de avaliação de resultados, uma organização permanente e sistemática de informações, englobando umconjunto de indicadores de desempenho

113 PERSPECTIVA OBJETIVOS E INDICADORES DE DESEMPENHO RESULTADO GLOBAL (FINANCEIRO / CRIAÇÃO DE VALOR PÚBLICO) IMPACTO NO CLIENTE / USUÁRIO PROCESSOS DE TRABALHO INTERNOS APRENDIZADO / INOVAÇÃO / CRESCIMENTO Estruturação de um Quadro de Bordo

114 Indicadores de Desempenho Um Indicador de Desempenho (ID) é um dado objetivo que descreve uma situação do ponto de vista estritamente quantitativo, por meio do qual se constata um resultado Um Indicador de Desempenho (ID) é um dado objetivo que descreve uma situação do ponto de vista estritamente quantitativo, por meio do qual se constata um resultado Um ID deve se revestir de duas características básicas: deve constituir uma relação entre variáveis mensuráveis e possíveis de serem obtidas o resultado obtido (apurado) deve estar relacionado a uma meta pré-estabelecida

115 Gestão Apoiada em Indicadores de Desempenho (Método BSC) BSC BALANCED SCORECARD Missão e Visão de Futuro Resultado Global Consumidor Cliente Processos Internos Aprendizado Inovação Crescimento

116 Gestão Apoiada em Indicadores de Desempenho PRODUTO Materiais Serviços VISÃO(Onde) MISSÃO (Por Que) A GESTÃO ESTRATÉGICA COM O BSC

117 Gestão Apoiada em Indicadores de Desempenho Quais objetivos devemos atingir para satisfazer nossos acionistas? Missão e Visão de Futuro Resultados O que devemos oferecer aos nossos clientes para atingir os resultados desejados? Mercado / Cliente / Usuário Para encantar nossos clientes, em quais processos devemos ser excelentes ? Processos de Trabalho Internos O que devemos aprender e inovar para atingir sempre nossas metas? Aprendizado / Inovação

118 Gestão Apoiada em Indicadores de Desempenho É preciso descrever a estratégia através de um conjunto de objetivos A Estratégia OBJETIVOS Para alcançar objetivos é preciso mensurá-los através de medidas = metas INDICADORES/METAS Para garantir que as metas sejam atingidas, é preciso ter PA ligados a elas PLANOS DE AÇÃO/PROJETOS Metas e PA precisam ser avaliados periodicamente para alcançar os objetivos AVALIAÇÃO DA ESTRATÉGIA

119 Mapa Estratégico

120 PerspectivaObjetivos de Desempenho Indicadores de Desempenho (ID) e Metas (M) ResultadosUniversalizar os serviços ID = cobertura da distribuição de água canalizada (população atendida / população total) M = cobertura do serviço para 100% da população urbana e 70% para a população rural Mercado / ClienteAumentar o número de concessões ID = Taxa de crescimento dos serviços concedidos M = crescimento de 35% Processos InternosReduzir perda não física de receita potencial ID = aproveitamento da produção física (volume produzido faturado / volume produzido total) M = perda não física máxima de 16% do volume produzido Aprendizado / Inovação Investir no desenvolvimento de novas tecnologias ID = investimento em pesquisa e desenvolvimento (valor aplicado em P&D / receita arrecadada) M = investir 1% da receita arrecadada em P&D


Carregar ppt "CASI GESTÃO ESTRATÉGICA DA INFORMAÇÃO E DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Newton Fleury Turma 26 Julho/ 2006."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google