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JUNTOS VAMOS GARANTIR AOS NOSSOS ESTUDANTES O DIREITO DE APRENDER Ações para aproximação e articulação Universidade – Escola Básica SECRETARIA DA EDUCAÇÃO.

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1 JUNTOS VAMOS GARANTIR AOS NOSSOS ESTUDANTES O DIREITO DE APRENDER Ações para aproximação e articulação Universidade – Escola Básica SECRETARIA DA EDUCAÇÃO – SEC SUPERINTENDENCIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA - SUDEB

2 Quem somos? Quem são os alunos? Estas perguntas nos perseguem. Sim, somos nós, nós mesmos, tal qual resultamos de marcas que nos formam. Mas somos os mesmos? Os alunos-educandos são os mesmos? Há uma disputa de identidades. ( ARROYO, 2011,p.9)

3 ANTECEDENTES Os dados coletados pelo SAEB desde 1990 nos permitiram inferir: os baixos níveis de proficiência obtidos nas provas de leitura pelas crianças que estão concluindo a 4ª/5º e 8ª/9º série/ano do Ensino Fundamental. As nossas crianças e jovens tem dificuldades em interpretar textos simples, o que sugere uma defasagem no processo de alfabetização mesmo após quatro, seis, oito anos de escolarização.

4 Fonte: MEC/Inep. Elaboração: CAI/SUPAV - Secretaria da Educação do Estado da Bahia Notas: (1) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados somente com as escolas urbanas. (2) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 não calculados devido à perda amostral. (3) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados sem as escolas privadas.

5 Fonte: MEC/Inep. Elaboração: CAI/SUPAV - Secretaria da Educação do Estado da Bahia Notas: (1) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados somente com as escolas urbanas. (2) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 não calculados devido à perda amostral. (3) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados sem as escolas privadas.

6 Fonte: MEC/Inep. Elaboração: CAI/SUPAV - Secretaria da Educação do Estado da Bahia Notas: (1) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados somente com as escolas urbanas. (2) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 não calculados devido à perda amostral. (3) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados sem as escolas privadas.

7 Fonte: MEC/Inep. Elaboração: CAI/SUPAV - Secretaria da Educação do Estado da Bahia Notas: (1) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados somente com as escolas urbanas. (2) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 não calculados devido à perda amostral. (3) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados sem as escolas privadas.

8 Fonte: MEC/Inep. Elaboração: CAI/SUPAV - Secretaria da Educação do Estado da Bahia Notas: (1) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados somente com as escolas urbanas. (2) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 não calculados devido à perda amostral. (3) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados sem as escolas privadas.

9 Fonte: MEC/Inep. Elaboração: CAI/SUPAV - Secretaria da Educação do Estado da Bahia Notas: (1) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados somente com as escolas urbanas. (2) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 não calculados devido à perda amostral. (3) Médias da Prova Brasil/SAEB 2009 e Ideb 2009 calculados sem as escolas privadas.

10 O conhecimento Universitário e/ou conhecimento cientifico foi ao longo do século XX, um conhecimento predominante disciplinar, autônomo que impôs um processo de produção descontextualizado em relação a realidade social. Conhecimento homogêneo e organizacionalmente hierárquico (cultura cientifica) (Santos, Boaventura Sousa. ) O conhecimento Pluriuniversitário é um conhecimento contextual sendo o principio organizador da sua produção a aplicação do que lhe pode ser dada. A sociedade deixa de ser um objeto das interpelações da ciência para ser ela própria sujeita de interpelações à ciência. Este conhecimento substitui a unilateralidade pela interatividade potencializada pela revolução das tecnologias de informação e comunicação. (Santos, Boaventura Sousa. ) Do Conhecimento Universitário ao Conhecimento Pluriuniversitário. Mas, de qual Universidade falamos?

11 Desafios para a universidade pública do século XXI. Promover alternativas de pesquisa, de ensino, de extensão e de organização institucional que apontem para democratização do bem público universitário, contribuindo para solução coletiva dos problemas sociais que afligem a humanidade na contemporaneidade. Revolução epistemológica no interior da universidade instituindo a ecologia de saberes promotora do diálogo entre o saber cientifico ou humanístico e saberes leigos, populares, camponeses, urbanos, etc, que circulam na sociedade. Por Uma Ecologia de Saberes:

12 Interlocução efetiva universidade e educação básica: outros desafios na formação dos professores 1.Paradigma contemporâneo para a educação integral: como está o debate nas universidades???!!!!; 2.Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino fundamental de 09 anos : lacunas na formação dos professores; Ações para Aproximação e Articulação Universidade - Escola

13 Interlocução efetiva universidade e educação básica: outros desafios na formação dos professores 3. Ensino Médio e Juventudes contemporâneas – inovações curriculares e formação de professor; 4. Currículos dos cursos de licenciatura e a educação básica: diálogos necessários Ações para Aproximação e Articulação Universidade - Escola

14 Precisamos falar de juventudes, no plural, e não de juventude, no singular, para não esquecer as diferenças e desigualdades que atravessam esta condição. [...] Agora a pergunta é menos sobre a possibilidade ou impossibilidade de viver a juventude, e mais sobre os diferentes modos como tal condição pode ser vivida. (PELISSARI, 2011). Ações para Aproximação e Articulação Universidade - Escola

15 Sobre o prolongamento do tempo da juventude A dificuldade em encontrar emprego/formas de produção da própria existência com independência; a multiplicidade de instâncias de socialização, não mais só a família e a escola; a importância do lazer e da cultura, principalmente na constituição da sociabilidade, das identidades e da formação de valores. Ações para Aproximação e Articulação Universidade - Escola

16 Sobre o currículo e formação docente para atuar na educação básica; Pesquisas das universidades sobre a educação básica : quais os impactos no currículo?; Sobre identidades juvenis, crianças e jovens contemporâneos – formação inicial docente e lacunas da formação. Ações para Aproximação e Articulação Universidade - Escola

17 Diretrizes para Educação Básica 1.Elaboração e implementação das orientações curriculares da Educação Básica, conforme as Diretrizes Nacionais ; 2.Reformulação das ofertas do ensino médio ; 3.Fortalecimento do Ensino fundamental de 9 anos no Estado da Bahia ; 4.Definição da Política da Educação Integral em jornada ampliada (mínimo de 7 horas) ; 5.Fortalecimento da Política da EJA ;

18 6. Política de Formação continuada e em serviço para a Educação Básica do Estado da Bahia ; 7. Criação do Sistema de Bibliotecas Escolares ; 8.Implementação de Pontos da Diversidade Escolar para a produção e difusão cultural ; 9.Implementação do Projeto de Acompanhamento, Monitoramento, Avaliação e Intervenção Pedagógica Rede de Ensino Básico ; 9.Elaboração de material didático-pedagógico. Diretrizes para Educação Básica

19 OBRIGADA! Amélia Tereza Santa Rosa Maraux Superintendente / SUDEB Contato: (71) /


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