A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

UNIDADE 3 O MOVIMENTO DAS RELAÇÕES HUMANAS UNIDADE 3 O MOVIMENTO DAS RELAÇÕES HUMANAS PROF(A). DANIELA MOLICA PROF(A). DANIELA MOLICA.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "UNIDADE 3 O MOVIMENTO DAS RELAÇÕES HUMANAS UNIDADE 3 O MOVIMENTO DAS RELAÇÕES HUMANAS PROF(A). DANIELA MOLICA PROF(A). DANIELA MOLICA."— Transcrição da apresentação:

1

2 UNIDADE 3 O MOVIMENTO DAS RELAÇÕES HUMANAS UNIDADE 3 O MOVIMENTO DAS RELAÇÕES HUMANAS PROF(A). DANIELA MOLICA PROF(A). DANIELA MOLICA

3 ESCOLA DE RELAÇÕES HUMANAS SURGIMENTO E.U.A A PARTIR DA DÉCADA DE 1930

4 ORIGENS NECESSIDADE DE SE HUMANIZAR E DEMOCRATIZAR A ADMINISTRAÇÃO NECESSIDADE DE SE HUMANIZAR E DEMOCRATIZAR A ADMINISTRAÇÃO (CONCEITOS RÍGIDOS E MECANISTAS) (CONCEITOS RÍGIDOS E MECANISTAS) APARECIMENTO DAS CIÊNCIAS HUMANAS APARECIMENTO DAS CIÊNCIAS HUMANAS SURGIMENTO DE IDÉIAS SOCIOLÓGICAS, PSICOLÓGICAS, FILOSÓFICAS. SURGIMENTO DE IDÉIAS SOCIOLÓGICAS, PSICOLÓGICAS, FILOSÓFICAS. VIERAM DEMONSTRAR A INADEQUAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA TEORIA CLÁSSICA VIERAM DEMONSTRAR A INADEQUAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA TEORIA CLÁSSICA

5 CARACTERÍSTICAS PRODUÇÃO O NÍVEL DE PRODUÇÃO É RESULTANTE DA INTERAÇÃO SOCIAL ENTRE OS EMPREGADOS O NÍVEL DE PRODUÇÃO É RESULTANTE DA INTERAÇÃO SOCIAL ENTRE OS EMPREGADOS O COMPORTAMENTO SOCIAL DOS EMPREGADOS É DETERMINADO PELO GRUPO DOS EMPREGADOS É DETERMINADO PELO GRUPO

6 RECOMPENSAS E SANÇÕES SOCIAIS SÃO DETERMINADAS PELO GRUPO RECOMPENSAS E SANÇÕES SOCIAIS SÃO DETERMINADAS PELO GRUPO A EXISTÊNCIA DE GRUPOS INFORMAIS LEVA À ORGANIZAÇÃO INFORMAL A EXISTÊNCIA DE GRUPOS INFORMAIS LEVA À ORGANIZAÇÃO INFORMAL AS RELAÇÕES HUMANAS SÃO RESULTANTES DA INTEGRAÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS AS RELAÇÕES HUMANAS SÃO RESULTANTES DA INTEGRAÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS

7 DÁ ÊNFASE NOS ASPECTOS EMOCIONAIS DÁ ÊNFASE NOS ASPECTOS EMOCIONAIS

8 COMPARAÇÃO ESCOLA DE RELAÇÕES HUMANAS X TEORIA CLÁSSICA

9 ABORDAGEM BÁSICA CLÁSSICA : ENGENHARIA HUMANA CLÁSSICA : ENGENHARIA HUMANA ADAPTAÇÃO DO HOMEM À ADAPTAÇÃO DO HOMEM À MÁQUINA E ESTA AO MÁQUINA E ESTA AO HOMEM HOMEM R.H. : CIÊNCIA SOCIAL APLICADA R.H. : CIÊNCIA SOCIAL APLICADA ADAPTAÇÃO DO HOMEM À ADAPTAÇÃO DO HOMEM À ORGANIZAÇÃO E ESTA A ELE ORGANIZAÇÃO E ESTA A ELE

10 MODELO DE HOMEM CLÁSSICA : ECONÔMICO- RACIONAL CLÁSSICA : ECONÔMICO- RACIONAL MAXIMIZADOR DE MAXIMIZADOR DE VANTAGENS FINANCEIRAS VANTAGENS FINANCEIRAS R.H. : RACIONAL-EMOCIONAL MOTIVADO POR SENTIMENTOS E MOTIVADO POR SENTIMENTOS E CRITÉRIOS NÃO RACIONAIS CRITÉRIOS NÃO RACIONAIS

11 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL DO INDIVÍDUO CLÁSSICA : ISOLADO - INDIVIDUALISTA CLÁSSICA : ISOLADO - INDIVIDUALISTA R.H. : SOCIAL - CARENTE DE R.H. : SOCIAL - CARENTE DE APOIO E DE PARTICIPAÇÃO APOIO E DE PARTICIPAÇÃO GRUPAL - REAGE COMO GRUPAL - REAGE COMO MEMBRO DO GRUPO MEMBRO DO GRUPO

12 COMPORTAMENTO FUNCIONAL DO INDIVÍDUO CLÁSSICA : PADRONIZÁVEL CLÁSSICA : PADRONIZÁVEL R.H. : NÃO PADRONIZÁVEL DIFERENÇAS INDIVIDUAIS DIFERENÇAS INDIVIDUAIS JUSTIFICAM MÉTODOS JUSTIFICAM MÉTODOS DIFERENTES DIFERENTES

13 INCENTIVOS CLÁSSICA : FINANCEIRA - MATERIAL CLÁSSICA : FINANCEIRA - MATERIAL MAIOR REMUNERAÇÃO MAIOR REMUNERAÇÃO POR MAIOR PRODUÇÃO POR MAIOR PRODUÇÃO R.H. : PSICOLÓGICA R.H. : PSICOLÓGICA APOIO - ELOGIO - CONSIDERAÇÃO APOIO - ELOGIO - CONSIDERAÇÃO

14 UNIDADE DE ANÁLISE CLÁSSICA : CARGO - A TAREFA - CLÁSSICA : CARGO - A TAREFA - TEMPOS E MOVIMENTOS - TEMPOS E MOVIMENTOS - AVALIAÇÃO DE CARGOS E AVALIAÇÃO DE CARGOS E SALÁRIOS - ÊNFASE NAS SALÁRIOS - ÊNFASE NAS RELAÇÕES INTERCARGOS RELAÇÕES INTERCARGOS R.H. : GRUPO - A EQUIPE - AVALIAÇÃO R.H. : GRUPO - A EQUIPE - AVALIAÇÃO DO MORAL GRUPAL - ÊNFASE NAS DO MORAL GRUPAL - ÊNFASE NAS RELAÇÕES ENTRE PESSOAS NO RELAÇÕES ENTRE PESSOAS NO TRABALHO TRABALHO

15 CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO CLÁSSICA : ESTRUTURA FORMAL - CLÁSSICA : ESTRUTURA FORMAL - CONJUNTO DE ORGÃOS, CONJUNTO DE ORGÃOS, CARGOS E TAREFAS CARGOS E TAREFAS R.H. : SISTEMA SOCIAL R.H. : SISTEMA SOCIAL

16 TEORIA CLÁSSICA TRATA ORGANIZAÇÃO COMO MÁQUINA TRATA ORGANIZAÇÃO COMO MÁQUINA ENFATIZA A TAREFA E A TECNOLOGIA ENFATIZA A TAREFA E A TECNOLOGIA INSPIRADA EM SISTEMAS ENGENHARIA INSPIRADA EM SISTEMAS ENGENHARIA AUTORIDADE CENTRALIZADA AUTORIDADE CENTRALIZADA LINHAS CLARAS DE AUTORIDADE LINHAS CLARAS DE AUTORIDADE ESPECIALIZAÇÃO COMPETÊNCIA TÉCNICA ESPECIALIZAÇÃO COMPETÊNCIA TÉCNICA ACENTUADA DIVISÃO DO TRABALHO ACENTUADA DIVISÃO DO TRABALHO CONFIANÇA EM REGRAS E REGULAMENTOS CONFIANÇA EM REGRAS E REGULAMENTOS

17 TEORIA RELAÇÕES HUMANAS TRATA ORGANIZAÇÃO GRUPO PESSOAS TRATA ORGANIZAÇÃO GRUPO PESSOAS ENFATIZA AS PESSOAS ENFATIZA AS PESSOAS INSPIRADA EM SISTEMAS PSICOLOGIA INSPIRADA EM SISTEMAS PSICOLOGIA DELEGAÇÃO PLENA DE AUTORIDADE DELEGAÇÃO PLENA DE AUTORIDADE AUTONOMIA DO EMPREGADO AUTONOMIA DO EMPREGADO CONFIANÇA E ABERTURA CONFIANÇA E ABERTURA ÊNFASE RELAÇÕES HUMANAS ÊNFASE RELAÇÕES HUMANAS CONFIANÇA NAS PESSOAS CONFIANÇA NAS PESSOAS DINÂMICA GRUPAL E INTERPESSOAL DINÂMICA GRUPAL E INTERPESSOAL

18 NECESSIDADES HUMANAS 3 NÍVEIS FISIOLÓGICAS LIGADAS À SOBREVIVÊNCIA LIGADAS À SOBREVIVÊNCIA SÃO CÍCLICAS SÃO CÍCLICAS ALIMENTAÇÃO ALIMENTAÇÃO SONO SONO ABRIGO ABRIGO SEXO SEXO

19 PSICOLÓGICAS NÍVEL MAIS ELEVADO NÍVEL MAIS ELEVADO SEGURANÇA ÍNTIMA SEGURANÇA ÍNTIMA PARTICIPAÇÃO PARTICIPAÇÃO AFEIÇÃO AFEIÇÃO AUTO-CONFIANÇA AUTO-CONFIANÇA RESPONSABILIDADES RESPONSABILIDADES RECONHECIMENTO RECONHECIMENTO PROMOCÕES PROMOCÕES

20 AUTO REALIZAÇÃO AUTO DESENVOLVIMENTO AUTO DESENVOLVIMENTO NÍVEL BEM MAIS ELEVADO NÍVEL BEM MAIS ELEVADO SONHOS SONHOS

21 TEORIA DA HIERARQUIA DAS NECESSIDADES- MASLOW TEORIA DA HIERARQUIA DAS NECESSIDADES- MASLOW

22 PIRÂMIDE DE MASLOW AUTO REALIZAÇÃO PSICOLÓGICAS FISIOLÓGICAS

23 FATORES HIGIÊNICOS X FATORES MOTIVACIONAIS( HERZBERG) FATORES HIGIÊNICOSFATORES MOTIVACIONAIS FATORES HIGIÊNICOSFATORES MOTIVACIONAIS _____________________________________________________________ ___________________________________________________________ _____________________________________________________________ ___________________________________________________________ -Remuneração-Desafios no trabalho -Remuneração-Desafios no trabalho -Políticas e administração da-Autonomia -Políticas e administração da-Autonomia Empresa. Empresa. Clima organizacional-Participação Clima organizacional-Participação Gerenciamento-Responsabilidade Gerenciamento-Responsabilidade Relacionamento-Reconhecimento Relacionamento-Reconhecimento Condições de trabalho-Desenvolvimento pessoal e profissional Condições de trabalho-Desenvolvimento pessoal e profissional Segurança Segurança Fatores que eliminam a insatisfação

24 CICLO MOTIVACIONAL EQUILÍBRIO ESTÍMULO INCENTIVO NECESSIDADE TENSÃOCOMPORTAMENTO SATISFAÇÃO

25 FRUSTRAÇÃO EQUILÍBRIO ESTÍMULO INCENTIVO NECESSIDADE TENSÃO SATISFAÇÃO COMPORTAMENTO BARREIRA

26 LIDERANÇA INFLUÊNCIA INTERPESSOAL REALIZADA ATRAVÉS DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO HUMANA PARA O ALCANCE DE OBJETIVOS ESPECÍFICOS É UM FENÔMENO SOCIAL

27 LIDERANÇA É NECESSÁRIO EM TODOS OS TIPOS DE ORGANIZAÇÃO HUMANA. É NECESSÁRIO EM TODOS OS TIPOS DE ORGANIZAÇÃO HUMANA. LÍDER LÍDER DEVE INSPIRAR CONFIANÇA, SER INTELIGENTE,PERCEPTIVO E DECISIVO PARA TER CONDIÇÕES DE LIDERAR COM SUCESSO. DEVE INSPIRAR CONFIANÇA, SER INTELIGENTE,PERCEPTIVO E DECISIVO PARA TER CONDIÇÕES DE LIDERAR COM SUCESSO.

28 ESTILOS DE LIDERANÇA

29 AUTOCRÁTICA APENAS O LÍDER FIXA AS DIRETRIZES SEM QUALQUER PARTICIPAÇÃO DO GRUPO APENAS O LÍDER FIXA AS DIRETRIZES SEM QUALQUER PARTICIPAÇÃO DO GRUPO O LÍDER DETERMINA AS PROVIDÊNCIAS E AS TÉCNICAS PARA A EXECUÇÃO DAS TAREFAS O LÍDER DETERMINA AS PROVIDÊNCIAS E AS TÉCNICAS PARA A EXECUÇÃO DAS TAREFAS O TRABALHO SOMENTE SE DESENVOLVE COM A PRESENÇA DO LÍDER. O TRABALHO SOMENTE SE DESENVOLVE COM A PRESENÇA DO LÍDER.

30 O LÍDER DETEMINA QUAL A TAREFA QUE CADA UM DEVE EXECUTAR E QUAL É O SEU COMPANHEIRO DE TRABALHO O LÍDER DETEMINA QUAL A TAREFA QUE CADA UM DEVE EXECUTAR E QUAL É O SEU COMPANHEIRO DE TRABALHO O LÍDER É DOMINADOR E PESSOAL NOS ELOGIOS E NAS CRÍTICAS AO TRABALHO DE CADA MEMBRO DO GRUPO O LÍDER É DOMINADOR E PESSOAL NOS ELOGIOS E NAS CRÍTICAS AO TRABALHO DE CADA MEMBRO DO GRUPO

31 DEMOCRÁTICA AS DIRETRIZES SÃO DEBATIDAS E DECIDIDAS PELO GRUPO, ESTIMULADO E ASSISTIDO PELO LÍDER AS DIRETRIZES SÃO DEBATIDAS E DECIDIDAS PELO GRUPO, ESTIMULADO E ASSISTIDO PELO LÍDER O PRÓPRIO GRUPO ESBOÇA AS PROVIDÊNCIAS E AS TÉCNICAS PARA ATINGIR O OBJETIVO, SOLICITANDO ACONSELHAMENTO AO LÍDER. AS TAREFAS GANHAM NOVAS PERSPECTIVAS COM OS DEBATES O PRÓPRIO GRUPO ESBOÇA AS PROVIDÊNCIAS E AS TÉCNICAS PARA ATINGIR O OBJETIVO, SOLICITANDO ACONSELHAMENTO AO LÍDER. AS TAREFAS GANHAM NOVAS PERSPECTIVAS COM OS DEBATES

32 A DIVISÃO DAS TAREFAS FICA A CRITÉRIO DO PRÓPRIO GRUPO E CADA MEMBRO TEM LIBERDADE DE ESCOLHER OS SEUS COMPANHEIROS DE TRABALHO A DIVISÃO DAS TAREFAS FICA A CRITÉRIO DO PRÓPRIO GRUPO E CADA MEMBRO TEM LIBERDADE DE ESCOLHER OS SEUS COMPANHEIROS DE TRABALHO O LÍDER PROCURA SER UM MEMBRO NORMAL DO GRUPO, SEM ENCARREGAR-SE MUITO DE TAREFAS. O LÍDER É OBJETIVO E LIMITA-SE AOS FATOS EM SUAS CRÍTICAS E ELOGIOS O LÍDER PROCURA SER UM MEMBRO NORMAL DO GRUPO, SEM ENCARREGAR-SE MUITO DE TAREFAS. O LÍDER É OBJETIVO E LIMITA-SE AOS FATOS EM SUAS CRÍTICAS E ELOGIOS

33 LIBERAL HÁ LIBERDADE COMPLETA PARA AS DECISÕES GRUPAIS OU INDIVIDUAIS, COM PARTICIPAÇÃO MÍNIMA DO LÍDER HÁ LIBERDADE COMPLETA PARA AS DECISÕES GRUPAIS OU INDIVIDUAIS, COM PARTICIPAÇÃO MÍNIMA DO LÍDER

34 TANTO A DIVISÃO DAS TAREFAS COMO A ESCOLHA DOS COMPANHEIROS, FICA TOTALMENTE A CARGO DO GRUPO. ABSOLUTA FALTA DE PARTICIPAÇÃO DO LÍDER TANTO A DIVISÃO DAS TAREFAS COMO A ESCOLHA DOS COMPANHEIROS, FICA TOTALMENTE A CARGO DO GRUPO. ABSOLUTA FALTA DE PARTICIPAÇÃO DO LÍDER O LÍDER NÃO FAZ NENHUMA TENTATIVA DE AVALIAR OU DE REGULAR O CURSO DOS ACONTECIMENTOS. O LÍDER SOMENTE FAZ COMENTÁRIOS IRREGULARES SOBRE AS ATIVIDADES DOS MEMBROS QUANDO PERGUNTADO O LÍDER NÃO FAZ NENHUMA TENTATIVA DE AVALIAR OU DE REGULAR O CURSO DOS ACONTECIMENTOS. O LÍDER SOMENTE FAZ COMENTÁRIOS IRREGULARES SOBRE AS ATIVIDADES DOS MEMBROS QUANDO PERGUNTADO

35 COMUNICAÇÃO ATIVIDADE GERENCIAL PROCESSO PELO QUAL OS PROFISSIONAIS GARANTEM A AÇÃO DO GRUPO

36 PROPORCINAR A INFORMAÇÃO E A COMPREENSÃO NECESSÁRIAS AO ESFORÇO DAS PESSOAS - HABILIDADE TRABALHAR PROPORCIONAR AS ATITUDES NECESSÁRIAS PARA A MOTIVAÇÃO, COOPERAÇÃO E SATISFAÇÃO NOS CARGOS - VONTADE DE TRABALHAR A MELHOR COMUNICAÇÃO CONDUZ A UM MELHOR DESEMPENHO NOS CARGOS - TRABALHO EM EQUIPE

37 ORGANIZAÇÃO INFORMAL PADRÕES DE RELACIONAMENTO EXISTENTES NA ORGANIZAÇÃO E QUE NÃO ESTÃO PREVISTOS NO ORGANOGRAMA

38 CARACTERÍSTICAS CONCEDE STATUS A SEUS MEMBROS CONCEDE STATUS A SEUS MEMBROS SURGE POR COLABORAÇÃO ESPONTÂNEA SURGE POR COLABORAÇÃO ESPONTÂNEA OPOSIÇÃO À ORGANIZAÇÃO FORMAL OPOSIÇÃO À ORGANIZAÇÃO FORMAL

39 SUAS REAÇÕES E ATITUDES SÃO PADRONIZADAS SUAS REAÇÕES E ATITUDES SÃO PADRONIZADAS AS MUDANÇAS DE NÍVEL ORGANIZACIONAL LEVAM À ALTERAÇÕES NOS GRUPOS INFORMAIS AS MUDANÇAS DE NÍVEL ORGANIZACIONAL LEVAM À ALTERAÇÕES NOS GRUPOS INFORMAIS TRANSCENDE A ORGANIZAÇÃO FORMAL TRANSCENDE A ORGANIZAÇÃO FORMAL ESTABELE PADRÕES DE DESEMPENHO PARA SEUS MEMBROS ESTABELE PADRÕES DE DESEMPENHO PARA SEUS MEMBROS

40 ORIGENS DA ORGANIZAÇÃO INFORMAL NECESSIDADE DE CONVIVÊNCIA COM OS DEMAIS SERES HUMANOS NECESSIDADE DE CONVIVÊNCIA COM OS DEMAIS SERES HUMANOS INTERESSE COMUM INTERESSE COMUM IMPOSIÇÃO ESTRUTURA FORMAL IMPOSIÇÃO ESTRUTURA FORMAL MOVIMENTAÇÃO DO PESSOAL MOVIMENTAÇÃO DO PESSOAL TEMPO LIVRE - PERÍODO DE LAZER TEMPO LIVRE - PERÍODO DE LAZER

41 APRECIAÇÃO CRÍTICA OPOSIÇÃO À TEORIA CLÁSSICA OPOSIÇÃO À TEORIA CLÁSSICA CONCEPÇÃO INGÊNUA DO OPERÁRIO CONCEPÇÃO INGÊNUA DO OPERÁRIO

42 LIMITOU SEU CAMPO EXPERIMENTAL AO CHÃO DE FÁBRICA LIMITOU SEU CAMPO EXPERIMENTAL AO CHÃO DE FÁBRICA SUAS CONCLUSÕES FORAM PARCIAIS COM A ABORDAGEM DA ORGANIZAÇÃO INFORMAL SUAS CONCLUSÕES FORAM PARCIAIS COM A ABORDAGEM DA ORGANIZAÇÃO INFORMAL ÊNFASE NOS GRUPOS INFORMAIS ÊNFASE NOS GRUPOS INFORMAIS

43 OS CINCO COMPONENTES DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL EM AÇÃO

44 AUTOCONHECIMENTO CAPACIDADE DE RECONHECER E COMPREENDER ESTADOS DE ESPÍRITO, EMOÇÕES, IMPULSOS, BEM COMO O EFEITO DESSES ASPECTOS SOBRE OUTRAS PESSOAS AUTOCONFIANÇA AUTO-AVALIAÇÃO REALISTA CAPACIDADE DE RIR DE SÍ MESMO

45 AUTOCONTROLE CAPACIDADE DE CONTROLAR OU REDIRECIONAR IMPULSOS E ESTADOS DE ESPÍRITO PERTURBADORES. PROPENSÃO A NÃO JULGAR E A PENSAR ANTES DE AGIR CONFIANÇA E INTEGRIDADE BEM-ESTAR NA AMBIGUIDADE ABERTURA A MUDANÇAS

46 AUTOMOTIVAÇÃO PAIXÃO PELO TRABALHO POR MOTIVOS QUE NÃO DINHEIRO OU STATUS. PROPENSÃO A PERSEGUIR OBJETIVOS COM ENERGIA E PERSISTÊNCIA FORTE IMPULSO PARA ALCANÇAR OBJETIVO OTIMISMO, MESMO DIANTE DO FRACASSO COMPROMETIMENTO COM A EMPRESA

47 EMPATIA CAPACIDADE DE COMPREENDER A CONSTITUIÇÃO EMOCIONAL DOS OUTROS HABILIDADE PARA TRATAR AS PESSOAS DE ACORDO COM SUAS REAÇÕES EMOCIONAIS HABILIDADE DE FORMAR RETER TALENTOS SENSIBILIDADE INTERCULTURAL ATENDIMENTO A CLIENTES

48 SOCIABILIDADE COMPETÊNCIA PARA ADMINISTRAR RELACIONAMENTOS E CRIAR REDES CAPACIDADE DE ENCONTRAR PONTOS EM COMUM E CULTIVAR AFINIDADES EFICÁCIA PARA LIDERAR A MUDANÇA PERSUASÃO EXPERIÊNCIA CONSTRUIR EQUIPES LIDERANÇA

49 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. São Paulo, Makron Books, SILVA, Reinaldo O.. Teorias da Administração. São Paulo : Pioneira Thomsom Learning, 2001.

50 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Administração Teoria, Processo e Prática. São Paulo : Makron Books, FARIA, José Carlos. Administração Introdução Ao Estudo. São Paulo : Pioneira, 1997.

51 CARAVANTES Geraldo R.. Teoria Geral da Administração Pensando & Fazendo. Rio Grande do Sul : AG Editora, MONTANA Patrick J.,CHARNOV Bruce H. Administração. São Paulo : Editora Saraiva, 1998.

52 ROBBINS, Stephen P.. Administração - Mudanças e Perspectivas,.São Paulo : Editora Saraiva S A, STONER, James F., FREEMAN, R. Edward, Administração, Rio de Janeiro : LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 5 ª Ed., 1999.

53 GABOR, Andrea. Os Filósofos do Capitalismo. Rio de Janeiro : Editora Campus, GABOR, Andrea. Os Filósofos do Capitalismo. Rio de Janeiro : Editora Campus, TIMES, Financial. Dominando Administração. São Paulo : Makron TIMES, Financial. Dominando Administração. São Paulo : Makron Books, Books, 2001.

54 VALE A PENA LER HEIFETZ, Ronald. Revista HSM Management, Os Novos Desafios, Pag.60, Ano 3, maio-junho GOLEMAN Daniel. Revista HSM Management, Do Que é Feito Um Líder Pag.68, Ano 3, maio-junho-1999.


Carregar ppt "UNIDADE 3 O MOVIMENTO DAS RELAÇÕES HUMANAS UNIDADE 3 O MOVIMENTO DAS RELAÇÕES HUMANAS PROF(A). DANIELA MOLICA PROF(A). DANIELA MOLICA."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google