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TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO. TEORIA ECONÔMICA COMO FUNDAMENTO DA POLÍTICA EDUCACIONAL A ascensão da teoria econômica como um dos principais.

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1 TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO

2 TEORIA ECONÔMICA COMO FUNDAMENTO DA POLÍTICA EDUCACIONAL A ascensão da teoria econômica como um dos principais fundamentos da política educacional é bastante recente: intensifica-se e atinge seu auge com o desenvolvimento da economia da educação, cujo conceito-chave é o de capital humano. O surgimento e a evolução da economia da educação, resultam não só da teoria econômica, mas fundamentalmente da nova realidade produtiva e social produzida pelo avanço do capitalismo.

3 - Os teóricos da economia da educação entendem o sistema educacional como qualquer outra atividade econômica. Assim, passam a raciocinar, nos assuntos da educação, do mesmo modo que se raciocina quando se trata de qualquer mercadoria: até que ponto deve ser produzida e consumida de forma vantajosa? Tanto as despesas privadas quanto as despesas públicas com educação devem respeitar a relação custo-benefício típica do mercado. -Uma vez mercadoria, a educação é ofertada e demandada. Assim, a economia da educação põe-se a explicar o processo de formação dessas duas variáveis no mercado educacional. - Como vislumbrar este processo no mercado educacional? No lugar do mercado educacional é colocado o sistema educacional, em cujo interior ganha relevo o planejamento educacional, praticado pelo governo, que vai, então, administrar a demanda social por educação.

4 -O governo desenvolve mecanismos de avaliação dos potenciais demandantes das faixas do sistema educacional com base em elementos demográficos e do mercado de trabalho, planejando e viabilizando a oferta de oportunidades educacionais no longo prazo. - O planejamento educacional não pode ser feito isoladamente, deve ser considerado parte do planejamento econômico.Os dois têm de estar de certa forma coordenados e que o primeiro sofrerá se não contar com informação fornecida pelo segundo.

5 A questão do financiamento da educação torna mais clara a divisão entre os economistas intervencionistas e os não- intervencionistas, no traçado da política educacional. O elemento central da falta de consenso reside principalmente na avaliação de quem se beneficia com a educação: se a educação de um indivíduo beneficia somente a ele, seu custo deve ser bancado por ele mesmo; se, por outro lado, o fato de o indivíduo ser educado gera benefício para toda a sociedade, então é justo e correto que parte de sua educação corra por conta do dinheiro público. Como há tipos de educação que beneficiam mais o indivíduo que a sociedade (por exemplo, a educação superior) e tipos de educação cujo resultado além do benefício individual é muito grande (por exemplo, a educação básica), deve haver diferentes formas de financiamento, combinando a utilização de recursos privados e públicos. E, no caso do subsídio público, podem ser oferecidas vagas diretamente pelo governo ou fornecidos cupons que o indivíduo pode utilizar na instituição de ensino que escolher

6 As economias da educação Não existe apenas uma economia da educação. Há pelo menos três predominantes: liberalismo, marxismo e Keynesianismo. Liberalismo: anti-intervencionistas Keynesianismo: intervenção governamental como um mal necessário Marxismo: denunciam tanto o mercado como o Estado capitalista, como construção históricas complementares erigidas para permitir a exploração de uma classe por outra. Porém, duas vertentes estão em disputa frontal: marxista e liberal O peso maior do pensamento econômico que concorre para a formulação das políticas educacionais, entretanto, é liberal-intervencionista: é dele que emana a forma de ver a educação presente nos conceitos de capital humano e de capital social.

7 CAPITAL HUMANO Alicerce da economia da educação, foi sendo construído entre o final da década de 1950 e o início do ano seguinte. A educação é um requisito fundamental para o desenvolvimento econômico e para a importância de os governos adotarem políticas explícitas para a ampliação do acesso da população ao ensino formal. Schultz define de muitas formas o capital humano e procura sempre relacioná-lo ao processo de crescimento econômico, identificando os mecanismos que podem levar à sua ampliação, seja pela via do investimento em capacitação, em busca de melhores remunerações.

8 A diferença marcante entre o capital humano e as demais formas de capital é que o primeiro constitui uma propriedade de titularidade intransferível.Se no passado este fato não foi muito explorado no início da formulação da Teoria do capital humano, hoje é um dos aspectos mais marcantes na discussão sobre as novas relações de trabalho que estão se delineando sob o impacto da intensa inovação tecnológica, típica de uma sociedade que alguns começam a chamar de pós-industrial, baseada mais intensivamente em insumos de conhecimento. Davemport (1999) os empregados evoluíram para uma forma superior. Deixaram de ser custos e se tornaram ativos da empresa. As empresas devem encarar os trabalhadores qualificados e em constante qualificação como uma espécie de empreendedores, assim como os proprietários e os acionistas das empresas.Portanto, passíveis de deslocarem seus recursos para outras empresas, concorrentes. A previsibilidade que antes caracterizava a relação de trabalho é um fóssil deixado para trás pela evolução organizacional ( Davemport, 1999:30)

9 O valor por excelência está na qualificação do trabalho e sem ele não há possibilidade de a empresa obter vantagem competitiva. Não há espaços para empresas que não sejam inovadoras, isto é, que logicamente, precisam mais e mais de capital humano, gente com capacidade para criar, inovar e não apenas para executar tarefas rotineiras de baixa qualificação. Em que medida é possível produzir estes ingredientes no sistema de educação forma? Nesta vertente, a ideia de organização aprendente e de organização que promove o aprendizado constante de seus colaboradores, é muito forte.Na economia da educação é central o papel das instituições de ensino e do governo. Capital humano como elemento de crescimento econômico e capital humano como requisito para a empregabilidade, esses são os distintos enfoques adotados, respectivamente, pela economia da educação e pela teoria administrativa do capital humano. Escolher um destes enfoques é tomar distintos posicionamentos acerca do papel da educação, dos mecanismos para financiá-la, da forma de gerenciar o sistema educativo

10 CAPITAL SOCIAL - Uma das abordagens econômicas que podem servir de fundamento à política educacional. - Este conceito não nasce no campo das ciências econômicas e sim na nebulosa fronteira entre esta e as outras ciências sociais (Sociologia e Ciência Política) - Adquire forte caráter econômico, na medida em que usa um termo típico da Economia- CAPITAL e, segundo, porque segue relacionando o desempenho institucional ao desenvolvimento econômico, principalmente regional.

11 Capital social se refere às instituições, relações e normas que configuram a qualidade e a quantidade interações sociais de uma sociedade. Numerosos estudos demonstram que a coesão social é um fator crítico para que as sociedades prosperem economicamente e para que o desenvolvimento seja sustentável. O capital social não é somente a soma das instituições que configuram uma sociedade, mas sim a matéria que as mantêm juntas. Existe uma clara manifestação de apoio do Banco Mundial pela adoção do capital social como critério para assegurar bom desempenho aos projetos por ele financiados. Alguns teóricos o definem como capacidade de cooperar, tolerar, confiar, gerir positivamente conflitos, sendo, portanto, um traço de personalidade. Há, ainda, as concepções de capital social como laços (fortes e fracos), que envolvem os indivíduos e grupos, em uma estrutura social, fazendo-os, em conjunto, mais ou menos aptos a promover a mútua melhoria em suas condições de desenvolvimento econômico e social, além da abordagem mais abrangente de capital social como simplesmente o conjunto dos elementos do ambiente institucional (governo, sistemas judiciários, garantias constitucionais e legais,etc)

12 Em um de seus documentos, o Banco Mundial destaca a educação em sua relação com o capital social dessa forma: - As mais efetivas quando os pais e os cidadãos locais se envolvem em suas atividades. Os professores tornam-se mais comprometidos, os estudantes atingem melhores resultados nas avaliações e usam-se melhor as instalações escolares naquelas comunidades em que os pais e cidadãos se interessam pelo bem – estar educativo das crianças. É comum os documentos de política educacional, do passado e do presente, versarem sobre a capacitação para o trabalho e para a vida em sociedade, para a profissão e para a cidadania, para a competência e para a ética, dando indícios de que se preocupam simultaneamente com o acúmulo de capital humano e de capital social. O mesmo acontece com muitos documentos de estabelecimentos de ensino, principalmente políticas pedagógicas e políticas acadêmicas, especialmente nos momentos em que se deparam com a necessidade de articular currículos que precisam comportar disciplinas técnicas e humanísticas.

13 Capital Humano e Capital social como fundamentos da política educacional Capital humano e capital social, aceitos como conceitos econômicos, são, hoje, os representantes do pensamento econômico no conjunto de elementos que dão formato a políticas educacionais em numerosos países. Esta afirmação só terá validade se as recorrentes afirmações estiverem presentes em documentos e discursos que dão diretrizes a essas políticas- sobre preparação profissional para um mundo dependente de tecnologia e informação, para uma sociedade do conhecimento e sobre dotar os estudantes de um senso ético, de senso crítico, de cidadania, de responsabilidade, etc-puderem ser identificadas com o capital humano e capital social.

14 Críticas à economia da educação e aos conceitos de capital humano e de capital social Seus métodos são considerados inadequados para explicar o fenômeno educativo; O conceito de capital humano é denunciado como um simples esforço destinado a legitimar a lógica mercantil capitalista prevalecente, ajudando a justificar e consolidar a exploração que lhe é inerente. Caráter funcional da escola, mesmo quando ineficiente ou improdutiva- justifica a situação de explorados e, ao impedir o acesso ao saber elaborado, limita a classe trabalhadora na sua luta contra o capital. Manipulação dos fatos e dos dados, como meios de mostrar a eficiência dessa abordagem.

15 A diferença entre capital humano e capital social, está em que o capital humano se refere à produtividade do indivíduo que se educa, que se submete ao processo de ensino, que recebe treinamentos, enquanto que o capital social tenta identificar as causas que elevam a produtividade, a possibilidade de crescimento econômico de grupos sociais, de comunidades, de regiões. Como está a nossa sociedade?


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