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Custeio Variável Prof. Carlos Alexandre. CUSTEIO VARIÁVEL Até o final da Seção anterior, quando havíamos falado em Custos para avaliação de estoques,

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1 Custeio Variável Prof. Carlos Alexandre

2 CUSTEIO VARIÁVEL Até o final da Seção anterior, quando havíamos falado em Custos para avaliação de estoques, tínhamos estudado o que se denomina Custeio por Absorção. Resume- se este no critério fartamente analisado por nós em que se apropriam todos os custos de produção, quer fixos, quer variáveis, quer diretos ou indiretos, e tão somente os custos de produção, aos produtos elaborados. Assim, não há, normalmente, grande utilidade para fins gerenciais no uso de um valor em que existam custos fixos apropriados. Três grandes problemas concorrem para isso:

3 Custeio Variável Primeiro: Por sua própria natureza, os custos fixos existem independentemente da produção ou não desta ou daquela unidade, e acabam presentes no mesmo montante, mesmo que oscilações (dentro de certos limites) ocorram no volume de produção. São necessários muito mais para que a indústria possa operar, ter instalada sua capacidade de produção, do que para produzir uma unidade a mais de determinado produto.

4 Custeio Variável Segundo: Por não dizerem respeito a este ou àquele produto ou a esta ou àquela unidade, são quase sempre distribuídos à base de critérios de rateio, que contêm, em maior ou menor grau, arbitrariedade;quase sempre grandes graus de arbitrariedade.

5 Custeio Variável Terceiro: O valor do custo fixo por unidade depende ainda do volume de produção: aumentando-se o volume, tem-se um menor custo fixo por unidade, e vice-versa. Se se for decidir com base em custo, é necessário associar-se sempre ao custo global o volume que se tomou como base.

6 Se todas essas desvantagens e riscos existem em função da apropriação dos Custos Fixos aos produtos e se são eles muito mais derivados da necessidade de se colocar em condições de operar uma produção muito pouco estando de fato vinculados a este ou àquele produto ou unidade, e, além disso, se são na maioria, senão na totalidade, repetitivos a cada período, por que não se deixar de apropriá-los aos produtos, tratando-os como se fossem despesas (encargos de período)? Nasceu assim o Custeio Variável (Custeio significa forma de apropriação de Custos). Custeio variável

7 Com base, portanto, no Custeio Variável, só são alocados aos produtos os custos variáveis, ficando os fixos separados e considerados como despesas do período, indo diretamente para o Resultado; para os estoques só vão, como conseqüência, custos variáveis. Custeio variável

8 EXEMPLO DA DISTINÇÃO ENTRE CUSTEIO VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO Para se ter bem uma idéia de quais as diferenças que existiriam na Demonstração de Resultados e no Balanço com o uso alternativo de Custeio Variável e de Custeio por Absorção, façamos a seguinte hipótese: Uma indústria, elaborando um único produto, tem a seguinte movimentação.

9 As características dos custos de produção e preço são: - Custos Variáveis: Matéria-prima - $20/un. Energia - $4/un. Materiais Indiretos - $6/un. - Custos Fixos: Mão-de-obra - $ /ano Depreciação e Impostos - $ /ano Manutenção - $ /ano Diversos $ /ano - Preço de Venda: $ 75/un. - Avalia seus estoques à base do PEPS. EXEMPLO DA DISTINÇÃO ENTRE CUSTEIO VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO

10 CUSTEIO POR ABSORÇÃO

11 EXEMPLO DA DISTINÇÃO ENTRE CUSTEIO VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO Analisando o Quadro 17.2 com os resultados dos quatro anos, notamos que, ao passar a empresa de $ para $ em vendas, teve seu resultado diminuído de $ para $ Houve aumento de 50% nas vendas, mas uma queda de 20% no lucro! Nada há de errado nos cálculos, e sabemos que o problema se deve ao seguinte: a produção foi grande no primeiro ano, com baixo custo unitário ($65/ un.), mas foi reduzida no segundo, aumentando esse valor ($72/un.). Apesar do grande acréscimo das vendas, o aumento do custo unitário foi mais relevante e acabou por provocar esse lucro final reduzido. Quanto aos estoques, caíram 50%, de un.

12 EXEMPLO DA DISTINÇÃO ENTRE CUSTEIO VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO Em suma, os resultados não acompanham necessariamente a direção das vendas, sendo muitíssimo influenciados pelo volume de produção; seu montante, aliás, depende diretamente não só das receitas e volume produzido no período, mas também da quantidade feita no período anterior, já que isto afeta o custo unitário do estoque que passa a ser baixado no período seguinte.

13 Como ficariam as demonstrações desses mesmos períodos sob o Custeio Variável? Só se agregaria ao produto seu custo variável, passando os custos fixos a serem alocados integralmente para o resultado do período em que tivessem sido incorridos; assim, cada unidade estocada estaria sempre, independentemente do volume de produção de que participou, avaliada por $30,00. Teríamos, então:

14 Como ficariam as demonstrações desses mesmos períodos sob o Custeio Variável? Podemos verificar aqui que, aumentando-se as vendas, aumenta-se também o lucro; reduzindo-se o faturamento, cai o resultado. Não há, é claro, relacionamento igual em ambos em termos percentuais: Aumentando-se as vendas em 50% no 22 ano, temos uma melhoria no resultado de 300%, passando de negativo de $ para positivo de $ Ao cair o faturamento em 16,7%, do 22 para o 32 ano, caiu o lucro em 75%. Isso é fácil de se explicar, já que, de diferentes valores de margem de contribuição é sempre deduzido o mesmo montante de custo fixo. Basta ver que as alterações dos valores das margens de contribuição são, estas sim, exatamente iguais às das vendas em termos percentuais.

15 Como ficariam as demonstrações desses mesmos períodos sob o Custeio Variável? Mas uma melhor visualização podemos obter elaborando um gráfico para poder comparar os dois lucros,o obtido pelo Absorção e o dado pelo Variável, com as Vendas.

16 Como ficariam as demonstrações desses mesmos períodos sob o Custeio Variável?

17 Pode-se notar no gráfico que o resultado pelo Custeio Variável sempre acompanha a inclinação das Vendas, enquanto que pelo Absorção isso não ocorre necessariamente.


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