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CONTABILIDADE DE CUSTOS Prof. Carlos Alexandre. Introdução à contabilidade de custos Até a Revolução Industrial (século XVIII), quase só existia a Contabilidade.

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1 CONTABILIDADE DE CUSTOS Prof. Carlos Alexandre

2 Introdução à contabilidade de custos Até a Revolução Industrial (século XVIII), quase só existia a Contabilidade Financeira (ou Geral) que, desenvolvida na Era Mercantilista, estava bem estruturada para servir as empresas comerciais.

3 Introdução à contabilidade de custos Para a apuração do resultado de cada período, bem como para o levantamento do balanço em seu final, bastava o levantamento dos estoques em termos físicos, já que sua medida em valores monetários era extremamente simples: o contador verificava o montante pago por item estocado e, dessa maneira, valorava as mercadorias.

4 Introdução à contabilidade de custos Fazendo o cálculo basicamente por diferença, computando o quanto possuía de estoques iniciais, adicionando as compras do período e comparando com o que ainda restava (Estoque Final), apurava-se o custo das mercadorias vendidas (CMV).

5 Introdução à contabilidade de custos Confrontando esse montante (CMV) com as receitas líquidas obtidas na venda desses bens, chegava-se ao lucro bruto, do qual bastava deduzir as despesas necessárias à manutenção da entidade durante o período, à venda dos bens e ao financiamento de suas atividades. Daí o aparecimento da também clássica Demonstração de Resultados da empresa comercial (DRE).

6 Introdução à contabilidade de custos Os bens eram quase todos produzidos por pessoas ou grupos de pessoas que, poucas vezes, constituíam entidades jurídicas. As empresas propriamente ditas viviam, basicamente, do comércio, e não da fabricação. Dessa forma, eram bastante fáceis o conhecimento e a verificação do valor de compra dos bens existentes, bastando a simples consulta aos documentos de sua aquisição.

7 Introdução à contabilidade de custos Com o advento da revolução industrial, a proliferação das industrias e o surgimento das máquinas e da produção em grande escala, a função do contador tornou-se mais complexa, pois os dados para valorar os estoques também eram mais complexos, uma vez que as compras de mercadorias foram substituídas por compras de matérias primas, que associadas com outros fatores de produção eram transformadas em produtos destinados à venda.

8 Introdução à contabilidade de custos Com isso, a solução foi a utilização do mesmo método de apuração do resultado das empresas comerciais, com a substituição das compras pelo pagamento da matéria-prima consumida na produção e de outros fatores de produção (energia elétrica etc.).Ou seja, todos os gastos realizados na industrialização dos produtos, que foram denominados Custos de Produção.

9 Introdução à contabilidade de custos Assim, a Contabilidade de Custos surge da necessidade de avaliar estoques na indústria, tarefa essa que era fácil na empresa típica da era do mercantilismo. A contabilidade de custos possui duas outras importantes tarefas: auxilio nas atividades de controle e tomada de decisão.

10 Controle e Decisão Dessa forma, nesse novo campo, a Contabilidade de Custos tem duas funções relevantes: o auxílio ao controle e a ajuda às tomadas de decisões. No que diz respeito ao controle, sua mais importante missão é fornecer dados para o estabelecimento de padrões, orçamentos e outras formas de previsão e, em um estágio imediatamente seguinte, acompanhar o efetivamente acontecido para comparação com os valores anteriormente definidos.

11 Controle e Decisão A Contabilidade de Custos acabou por passar, nessas últimas décadas, de mera auxiliar na avaliação de estoques e lucros globais para importante arma de controle e decisão gerenciais.

12 Controle e Decisão Com o significativo aumento de competitividade que vem ocorrendo na maioria dos mercados, sejam industriais, comerciais ou de serviços, os custos tomam-se altamente relevantes quando da tomada de decisões em uma empresa. Isso ocorre, pois, devido à alta competição existente. As empresas já não podem mais definir seus preços apenas de acordo com os custos incorridos, mas devem levar em consideração, também, os preços praticados no mercado em que atuam.

13 Contabilidade gerencial Devido a preocupação dos Contadores, Fiscais e Auditores em fazer da Contabilidade de Custos um instrumento de mensuração monetária dos estoques e resultados, isso deixou-a deficiente como instrumento de administração, não aprimorando para o campo gerencial. Mas com o crescimento das empresas e a distância entre o administradores, os ativos e as pessoas, surge a Contabilidade Gerencial, cujo objetivo é fornecer informações geradas a partir das demonstrações contábeis que ajudam nas tomadas de decisões como essas indagações.

14 Terminologia Contábil sacrifício financeiro Gasto:Compra de um produto ou serviço qualquer, que gera sacrifício financeiro para a entidade, sacrifício esse representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente dinheiro).

15 Terminologia Contábil Gasto: Conceito extremamente amplo e que se aplica a todos os bens e serviços adquiridos. Assim, temos gastos com a compra de matérias-primas; gastos com mão-de-obra, tanto na produção como na distribuição; gastos com honorários da diretoria; gastos na compra de um imobilizado etc. Só existe gasto no ato da passagem para a propriedade da empresa do bem ou serviço, ou seja, no momento em que existe o reconhecimento contábil da dívida assumida ou da redução do ativo dado em pagamento.

16 Terminologia Contábil Gasto: Compreende todo e qualquer pagamento referente ao recebimento de ativos, custos ou despesas. Como exemplo temos: Gasto com mão de obra ( salários e encargos ) Gasto com aquisição de mercadorias destinadas a revenda. Gasto com aquisição de matéria-prima para industrialização. Gasto com compra de ativos, como equipamentos ou máquinas. Gasto com aluguel de equipamentos ou máquinas. Gasto com 'agua ou energia elétrica. Gasto com aluguel de equipamentos ou do prédio. Gasto com material de escritório. O Gasto poderá ser : custo, investimento, despesa ou perda

17 Terminologia Contábil Custos: Os custos definem-se como gastos relativos a um bem ou serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços. O Custo é também um gasto, só que reconhecido como tal, isto é, como custo, no momento da utilização dos fatores de produção (bens e serviços), para a fabricação de um produto ou execução de um serviço.

18 Terminologia Contábil Exemplos: a matéria-prima foi um gasto em sua aquisição que imediatamente se tornou investimento, e assim ficou durante o tempo de sua estocagem; no momento de sua utilização na fabricação de um bem, surge o Custo da matéria-prima como parte integrante do bem elaborado. Este é, de novo, um investimento, já que fica ativado até sua venda.

19 Terminologia Contábil Exemplos: A energia elétrica é um gasto, no ato da aquisição, que passa imediatamente para custo (por sua utilização) sem transitar pela fase de investimento. A máquina provocou um gasto em sua entrada, tornado investimento (ativo) e, parceladamente, transformado em custo, via depreciação, à medida que é utilizada no processo de produção de utilidades.

20 Terminologia Contábil O sentido original da palavra custo é aplicado a contabilidade referindo-se aos fatores de produção que são retirados do estoque e colocados no processo produtivo, adicionando a MÃO DE OBRA DIRETA e os Custos Indiretos de Fabricação.

21 Terminologia Contábil Despesas:Bem ou serviço consumido direta ou indiretamente para a obtenção de receitas. –A comissão do vendedor, por exemplo, é um gasto que se torna imediatamente uma despesa. O microcomputador da secretária do diretor financeiro, que fora transformado em investimento, tem uma parcela reconhecida como despesa (depreciação), sem transitar por custo.

22 Terminologia Contábil Um dos maiores problemas dos estudantes, em geral, é a distinção entre custo e despesa. Do ponto de vista didático, todos os gastos realizados na fabricação dos produtos, isto é, "dentro da fábrica" são custos. O restante dos gastos é despesa.

23 Terminologia Contábil Investimento: São os gastos efetuados em ativo que serão imobilizados ou custos que serão ativados. São todos os gastos na aquisição de bens e serviços que venham a gerar benefícios futuros em função de sua vida útil. Aquisição de Imóveis. Aquisição de máquinas ou equipamentos. Aquisição de matéria-prima. Despesas pré-operacional.

24 Terminologia Contábil Desembolso: É o ato financeiro de pagar uma divida, um serviço ou um bem ou direito adquirido. É a execução financeira dos gastos da empresa, podendo ocorrer no momento do gasto, que são os pagamentos á vista, ou após o gasto, que são os pagamentos a prazo. Pagamento é o desembolso resultante da aquisição de bem e serviço.

25 Terminologia Contábil Perda: É o consumo de um bem ou serviço de forma anormal e involuntária. As perdas não podem ser confundidas com as despesas, uma vez que estas representam um sacrifício para se obter receita. A perda não apresenta esforço algum como característica geral da receita. No entanto, assim como as despesas, as perdas são lançadas diretamente na conta de resultado do período da empresa. As perdas normais de matéria-prima no processo de produção são consideradas custo de produção do período.

26 Terminologia Contábil Alguns exemplos de perdas: - Perdas com incêndio. - Obsolescência de estoque. - Gasto de mão-de-obra durante período de greve. - Material deteriorado por defeito no equipamento.

27 Terminologia Contábil Custo de Mercadorias ou Produtos Vendidos: corresponde a expressão Custo Fabril + Estoque Inicial de Produtos Acabados - Estoque Final de Produtos Acabados, e representa o valor da produção vendida em determinado período. O Custo das Mercadorias Vendidas representa um dispêndio na apuração da receita? De fato sim, no entanto, de acordo com o autor Eliseu Martins, a terminologia é errada e deveria ser chamado de Despesas das Mercadorias Vendidas, por se tratar de um elemento redutor na apuração de resultado.

28 Terminologia Contábil Um gasto pode transformar-se de investimento para custo ou despesa ou diretamente custo ou despesa. Exemplos: - Na compra de uma máquina de calcular, teremos um investimento. Se a máquina for utilizada na fábrica, sua perda de valor (depreciação) será registrada como custo. Se for utilizada na administração, sua perda de valor será despesa. - O gasto com energia elétrica da fábrica é registrada diretamente como custo e da administração; como despesas (não passa pela fase de investimento). -As matérias primas, quando adquiridas, são investimentos (serão classificadas no ativo), quando usadas na produção são custos. Depois de pronto, o produto acabado, será estocado, logo será investimento e depois de vendido, será despesa. Investimento --> Custo --> Investimento --> Despesa

29 Contexto de Sistema de Informações

30 Custos Fixos e Variáveis Outra classificação usual (e mais importante que todas as demais) é a que leva em consideração a relação entre o valor total de um custo e o volume de atividade numa unidade de tempo. Divide basicamente os Custos em Fixos e Variáveis.

31 Custos Variáveis Por exemplo, o valor global de consumo dos materiais diretos por mês depende diretamente do volume de produção. Quanto maior a quantidade fabricada, maior seu consumo. Dentro, portanto, de uma unidade de tempo (mês, nesse exemplo), o valor do custo com tais materiais varia de acordo com o volume de produção; logo, materiais diretos são Custos Variáveis. O custo variável total é fixo unitariamente

32 Custos Fixos Por outro lado, o aluguel da fábrica em certo mês é de determinado valor, independentemente de aumentos ou diminuições naquele mês do volume elaborado de produtos. Por isso, o aluguel é um Custo Fixo. O custo fixo total é variável na unidade

33 Características Gerais É de grande importância notar que a classificação em Fixos e Variáveis leva em consideração a unidade de tempo. A divisão em Fixos e Variáveis também tem outra característica importante: considerando a relação entre período e volume de atividade, não se está comparando um período com outro.

34 Exercício Proposto 1 A empresa Máxima atua no mercado de produção de móveis na região de Itatiba. Em determinado mês, incorreu nos seguintes gastos: - Compra de Matéria-prima $ ; - Devolução de 20% (vinte por cento) das compras acima; - Mão-de-obra Direta $ ; e - Custos Indiretos de Produção $

35 Outros dados: Estoque Inicial de Matéria-prima $ Estoque Inicial de Produtos em Elaboração $ Estoque Final de Produtos Acabados $ Não havia outros estoques Pede-se calcular: a) o Custo de Produção do mês (CPP); b) o Custo da Produção Acabada no mês (CPA); e c) o Custo da Produção Vendida no mês (CPV).

36 Custos primários Custos Primários: soma de matéria- prima com mão-de-obra direta. Não são a mesma coisa que Custos Diretos, já que nos Primários só estão incluídos aqueles dois itens. Assim, a embalagem é um Custo Direto, mas não Primário.

37 Custos de Transformação Custos de Transformação: soma de todos os Custos de Produção, exceto os relativos a matérias-primas e outros eventuais adquiridos e empregados sem nenhuma modificação pela empresa (componentes adquiridos prontos, embalagens compradas etc.). Representam esses Custos de Transformação o valor do esforço da própria empresa no processo de elaboração de um determinado item (mão-de- obra direta e indireta, energia, materiais de consumo industrial etc.).

38 Separação entre custo e despesa É bastante fácil a visualização de onde começam os custos de produção, mas nem sempre é da mesma maneira simples a verificação de onde eles terminam. É relativamente comum a existência de problemas de separação entre custos e despesas de venda. A regra é simples, bastando definir-se o momento em que o produto está pronto para a venda. Até aí, todos os gastos são custos. A partir desse momento, despesas. Por exemplo, os gastos com embalagens podem tanto estar numa categoria como noutra, dependendo de sua aplicação; quando um produto é colocado para venda tanto a granel quanto em pequenas quantidades, seu custo terminou quando do término de sua produção. Como a embalagem só é aplicada após as vendas, deve ser tratada como despesa. Isso implica a contabilização do estoque de produtos acabados sem a embalagem, e esta é ativada num estoque à parte. Se, por outro lado, os produtos já são colocados à venda embalados de forma diferente, então seu custo total inclui o de seu acondicionamento, ficando ativados por esse montante.

39 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DA INDÚSTRIA Custo de Produção do Período é a soma dos custos incorridos no período dentro da fábrica. Custo da Produção Acabada é a soma dos custos contidos na produção acabada no período. Pode conter Custos de Produção também de períodos anteriores existentes em unidades que só foram completas no presente período.

40 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DA INDÚSTRIA Custo dos Produtos Vendidos é a soma dos custos incorridos na produção dos bens e serviços que só agora estão sendo vendidos. Pode conter custos de produção de diversos períodos, caso os itens vendidos tenham sido produzidos em diversas épocas diferentes.


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