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TEORIA HUMANISTA CARL ROGERS Seminário referente ao Laboratório de Habilidades Especificas IX, apresentado pelas alunas: Jamile Moura Tannous e Letícia.

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1 TEORIA HUMANISTA CARL ROGERS Seminário referente ao Laboratório de Habilidades Especificas IX, apresentado pelas alunas: Jamile Moura Tannous e Letícia Brito Tavares da Mota

2 CARL ROGERS ( ): psicólogo clínico e psicoterapeuta Norteamericano. Iniciou seu trabalho como psicopedagogo, na Escola Normal da Universidade de Colúmbia; Opõe-se as ideias da Psicanálise e do Behaviorismo por serem deterministas e reducionistas. Foi o principal responsável pelo desenvolvimento da Psicologia Humanista, também chamada Terceira Força em Psicologia; Criou novos métodos e técnicas e foi o primeiro a utilizar-se de perspectivas estatísticas, rigorosas e científicas no campo da Psicologia; A abordagem que aplicou no campo da psicoterapia foi fundamentada nas filosofias humanista, existencialista, fenomenológica e personalista. Denominada inicialmente de Aconselhamento não diretivo, tendo posteriormente evoluído para Terapia Centrada no Cliente ou Abordagem Centrada na Pessoa. HISTÓRICO

3 Pressupostos do Humanismo Visão de homem Holística, sistêmica, ecológica e organísmica da pessoa; Confia e valoriza a pessoa por si mesma. As pessoas têm fundamentalmente uma orientação positiva, e uma tendência inerente a desenvolver todas as suas potencialidades de maneira a favorecer sua conservação e enriquecimento (Tendência Atualizante); O ser humano tem a capacidade, latente ou manifesta, de compreender-se a si mesmo e de resolver seus problemas de modo suficiente para alcançar a satisfação e eficácia necessárias ao funcionamento adequado; Nada do que é humano me é alheio, porque, afinal, sou homem. A pessoa é algo permanente, mas, porque continuamente em transformação e construção, nunca satisfeita nem plenamente realizada. (Rogers,1979). Tornar-se Pessoa implica transformar-se, aceitar-se e aceitar os outros e, isto, por sua vez, implica que os outros se aceitem; é ser congruente e é crescer, desenvolvendo, aperfeiçoando, atualizando e realizando o que afinal, já somos, mas de modo a que nos tornemos e venhamos a ser na realidade aquilo que efetivamente somos. (Rogers,1979).

4 Pressupostos do Humanismo Visão de mundo A realidade é um fenômeno subjetivo, é a sua própria percepção com os significados que você atribuiu aos seus vários aspectos; O mundo é algo produzido pelo homem diante de si mesmo; Nem sempre há coincidência entre a interpretação pessoal do mundo e o mundo objetivo; O eu do indivíduo, portanto, irá perceber diferencialmente o mundo; O homem não vive isolado, mas em sistemas de relações. O meio social em que está inserido tanto pode dificultar o crescimento, como também pode facilitar o progresso.

5 Foco Na auto-realização do cliente, ao invés da sua patologia pois acredita no potencial de crescimento e criatividade do ser humano. Teoria do desenvolvimento O indivíduo é influenciado pela introjeção de atitudes, valores e percepções das pessoas significativas que o cercam durante sua vida. Artificial dividir o desenvolvimento da criança em estágios rigidamente definidos. Mais válido observar o desenvolvimento gradual da auto-imagem da criança; Enfatizam a capacidade das pessoas, independentemente da idade ou circunstâncias de assumirem o controle das suas vidas e promoverem o seu próprio desenvolvimento. Personalidade Tem que ser entendida de forma a-histórica, interpessoal e holística; Indivíduo cria uma imagem de si, chamada de self; Se reagir as experiências de forma realista maior será a tendência congruência e levando a auto-realização que valoriza o organismo; Se não reagir de forma realista as experiências maior será a tendência a incongruência sentida como tensão, ansiedade ou como confusão interna.. Abordagem Centrada na Pessoa

6 Funcionamento saudável/normal e patológico/anormal O normal é quando o eu está consciente do que acontece no organismo e vai se transformando, crescendo e se desenvolvendo juntamente com organismo (Congruência); Já o anormal ou patológico são os aspectos estáticos do eu que constituem o desajuste. Esse desajuste ocorre quando eu persisto em conservar uma imagem de mim mesmo que não corresponde ao que esta realmente no meu organismo (Incongruência); Quando a incongruência está entre a tomada de consciência e a experiência, é chamada repressão; Quando a incongruência é uma discrepância entre a tomada de consciência e a comunicação, a pessoa não expressa o que está realmente sentindo, pensando ou experienciando. Este tipo de incongruência é muitas vezes percebido como mentiroso, inautêntico ou desonesto; Não classifica os clientes em categorias psicopatológicas, pois acredita que dessa maneira não cria rótulos e pode considera-lo como uma pessoa real com quem se relaciona. (Rogers, 1979).

7 Essa abordagem coloca um peso maior sobre o impulso individual em direção ao crescimento, à saúde e ao ajustamento; A pessoa é quem dirigi e modifica as metas da terapia e inicia as mudanças comportamentais (ou outras) que deseja que ocorram; Dá muito mais ênfase à situação imediato que ao passado do indivíduo; O modelo da relação terapêutica é uma relação pessoal de tipo Eu/ Tu (quando há entre duas pessoas um relacionamento imdediato e direto, quando você não tem consciência de mais nada além da pessoa), Os primeiros fenômenos tratados são aqueles que estão bem nítidos no campo da consciência no momento presente, segundo, uma série de elementos que poderia ser trazidos à consciência, depois finalmente alguns fenômenos que estão mais vagamente relacionados com a consciência, porque sua emergência prejudicaria o conceito que a pessoa tem de si mesma; Trabalha também sobre os sintomas de incongruência ajudando as pessoas a se tomarem mais conscientes de suas ações, pensamentos e atitudes na medida em que estes as afetam e aos outros para libertar o cliente para um crescimento e desenvolvimento normais; Métodos e Técnicas

8 É importante que se desenvolva segurança psicológica, pois dessa forma o indivíduo é capaz de permitir que existam na sua consciência sentimentos e experiências que normalmente lhe seriam reprimidos ou recusados e que possa derrubar as barreiras para que possa se perceber; Por isso, a razão da necessidade de técnicas de intervenções facilitadoras, que não se centram nem somente no terapeuta, nem somente no cliente, mas, principalmente, na relação dos dois. As atitudes facilitadoras são: Consideração positiva incondicional: considerar o cliente como um todo, sem submetê-lo a qualquer tipo de julgamento de valores sociais ou morais. Desta forma, a pessoa pode sentir-se livre (liberdade experiência) para reconhecer e elaborar as suas experiências da forma como entender e não como julga ser conveniente para o outro; Compreensão empática: colocar-se verdadeiramente no lugar do outro, como se fosse o outro, sem no entanto, deixar de respeitar o seu ritmo de descoberta de si próprio e a pessoa sente-se não apenas aceita, mas também compreendida enquanto pessoa na sua globalidade.; Autenticidade ou Congruência: capacidade do terapeuta de ter abertura para a alteridade do cliente, sem precisar se esconder por trás de uma máscara de profissionalismo. Métodos e Técnicas

9 Ballone GJ - Carl Rogers, in. PsiqWeb, internet, disponível em, revisto em 2005* - baseado no livro "Teorias da Personalidade"- J. Fadiman, R. Frager -Harbra para saber mais: Tipos Psicológicos - C.G.Jung - ZaharEditores - RJ – Capelo, Fernanda de Mendonça. Aprendizagem Centrada na Pessoa: Contribuição para a compreensão do modelo educativo proposto por Carl Rogers. Disponível em. Evans, Richard Isadore, 1922 – Carl Rogers: o homem e suas ideias; tradução Manoel Paulo Ferreira; revisão Margarida Maria C. Oliva – São Paulo: Martins Fontes, Rogers, C. R. Terapia Centrada no Cliente. Lisboa: Moraes Editores, Prática Pedagógica – Carls Rogers. Disponível em: shtml Referências


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