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Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC - Artur Neves Novembro de 2010 1 Curso em Moçambique “Gestão de Riscos Corporativos” Palestrante.

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1 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC - Artur Neves Novembro de Curso em Moçambique “Gestão de Riscos Corporativos” Palestrante : Artur Neves - cel. (+55 11) Módulos 1 e 2 : Introdução e Nivelamento

2 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Organização temática e “ construção do conhecimento” ■Transição temática e “ Construção do conhecimento coletivo” ocorre por Módulos. Em curso

3 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Organização temática e “ construção do conhecimento” ■O curso foi estruturado em Módulos ■A estrutura modular permite agrupar “ conhecimento e conteúdo ” ■A forma de transmissão foi elaborada a partir da experiência adquirida pelo IBGC junto ao IFC / GCGF – “ Global Corporate Governance Forun “. ■ Adotar modelos orientados a aprendizagem de adultos; ■ Estimular a participação e troca de experiências vivenciadas; ■ Reconhecer a experiência das lideranças presentes; ■ Facilitar a construção de relacionamentos de longo prazo; e ■ Fortalecer o papel de “ Agente de Mudança” que as lideranças, aqui presentes, exercem em suas atividades profissionais. Parâmetros que orientaram a elaboração deste programa

4 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010  As motivações que os trazem a este evento;  Suas percepções sobre o tema;  Razoes da adoção de programas GRC 4 Módulo I - Introdução e Nivelamento Objetivos; Promover a auto-apresentação e expectativas; Promover o debate sobre as “razões, motivadores e benefícios “ que levam as comunidades de negócios a adotarem voluntariamente GRC – Gestão de Riscos Corporativos; Temas presentes neste módulo

5 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Tema presente na mídia. As preocupações com o tema Riscos não são novas, nem em Moçambique ou no mundo. Temas associados a Riscos são apresentados pela mídia de forma inédita. Bernard Madoff

6 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de ■ Fundada em 1602 em Amsterdam ■ Propriedade dividida em ações ■ Todos os acionistas com direito a voto ■ Ações transacionadas em bolsa ■ Divisão de lucros regulada por contrato ■ Sistema de prestação de contas ■ Trustees na ausência de sócios ■ Dividendos anuais de 18% por cerca de 200 anos ■ Faliu em Exemplo histórico de “soluções “ e “ motivações” Companhia Holandesa das Índias Orientais A WIC foi organizada de forma similar à Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC), que detinha o monopólio do comércio neerlandês com a Ásia desde 1602, exceto no fato de a WIC não ter obtido permissão de conduzir quaisquer operações militares sem a aprovação do governo neerlandês.Companhia Holandesa das Índias Orientais1602 Em 1669, a VOC era a mais rica companhia privada do mundo, com mais de 150 navios mercantes, 40 vasos de guerra, funcionários, um exército privado de soldados e uma distribuição de dividendos de 40% ao ano.1669 Sede da empresa em Amsterdam

7 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 Na média, as empresas de controle familiar tem melhor desempenho quando comparado com as corporações com controle pulverizado. 7 Certo? 1 - Questões sobre governança corporativa Errado? Qual a sua opinião;

8 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Diversas pesquisas confirmam que muitas empresas familiares apresentam melhores resultados, quando comparadas com empresas de capital pulverizado “A gestão do dono engorda o boi” 1 - Resposta; Certo X

9 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Apenas 30% das empresas de controle familiar sobrevivem à terceira geração e ainda sob o poder dos membros da família fundadora. 2 - Questões sobre governança corporativa Qual a sua opinião; Certo? Errado?

10 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Pesquisa do Banco Mundial/IFC - indica que o percentual de empresas familiares que chegam a terceira geração ainda sob controle das famílias fundadoras é de apenas 15%. Errado X 2 - Resposta;

11 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Baseado em case do Prof. Ricardo P. C. Leal © 2007 A maior falência da história aconteceu em 15 de setembro de Ocorreu no banco Lehman Brothers, que existia há 158 anos e tinha ativos estimados de US$ 640 bilhões. A governança corporativa da instituição é apontada como a maior responsável. 4 - Questões sobre governança corporativa Qual a sua opinião; Certo? Errado?

12 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Baseado em case do Prof. Ricardo P. C. Leal © 2007 A maior falência da história aconteceu em 15 de setembro de 2008 no banco Lehman Brothers.  Sistema de remuneração com incentivo a tomada de risco;  Conflitos de interesse presentes nos comitês de auditoria, risco e remuneração;  Falta de conhecimento, experiência e independência do conselho; e  Omissão dos acionistas na fiscalização dos administradores. O CEO Richard Fuld recebeu remuneração de US$ 480 milhões em 8 anos Correto X O modelo de Governança Corporativa adotado no Lehman Brothers foi apontado como uma das causas de sua falência. 4 - Resposta;

13 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de No mundo, cerca de 120 países já desenvolveram códigos de boas práticas de Governança Corporativa para uso voluntário pelas empresas. Todos os 27 países da União Européia tem seu próprio código. 5 - Questões sobre governança corporativa Qual a sua opinião; Certo? Errado?

14 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de países desenvolveram códigos de boas práticas. Os 27 países da União Européia tem seu próprio código. Regulatory Impact Analysis Best Practices in OECD Countries OECD Correto X 5 - Resposta; Work on corporate governance at the OECD is based on the OECD Principles of Corporate Governance and their implementation.OECD Principles of Corporate Governance Regional roundtables and programmesRegional roundtables and programmes provide key forums for dialogue with non-OECD economies. Permanent URL: GUIÃO DE BOAS PRÁTICAS DE GOVERNAÇÃO CORPORATIVA NAS EMPRESAS PARTICIPADAS PELO ESTADO

15 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 Assim gerir riscos é uma atividade decorrente da boa governança 15

16 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 A oportunidade O conceito de risco permite duas abordagens A ameaça Crenças e desejos A abordagem técnica e preventiva versus “ nossos desejos” 16

17 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 Esta abordagem se aplica em várias atividades humanas 17

18 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 “Never in all history have we harnessed such formidable technology. Every scientific advancement known to man has been incorporated into its design. The operational controls are sound and foolproof!” E.J. Smith, Captain of the Titanic As ameaças estão presentes em qualquer atividade humana 18

19 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 Fonte: Open Compliance & Ethics Group Diagnóstico comum em muitas empresas O modelo de compartilhamento de responsabilidades e tarefas favorecem a busca do “ótimo individual”. 19

20 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 Código de Conduta Segurança Patrimonial Histórico de Perdas Governança de TI Atendimento a Agências Reguladoras Integração de Informações Segurança da Informação Resposta a Incidentes Políticas Corpotativas Governança Corporativa Publicações Privadas Matriz de Riscos e Controles Frameworks Enterprise Risk Management Help Desk Integração com o Negócio Automação de Auditoria Leigislação Control Self Assessment Meio ambiente Controles em e planilhas Repositório de Evidências Melhoria Contínua Gestão de Riscos Proteção da Reputação e Marca Continuidade dos Negócios Relação com Clientes e Fornecedores KRIs, KPIs Cobit Linguagem Comum Risco Legal Atendimento às Leis Feedback Decorrente do Diagnóstico surgem soluções integradoras Observa-se a demanda por uma abordagem que congregue todos os fatores de risco ao negócio. 20

21 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 Gestão Empresarial Segurança da Informação Segurança Patrimonial Gestão de Riscos Auditoria TI O & M Áreas de Negócio Controles Internos Compliance Funcionários Fornecedores Governança Corporativa Agências reguladoras GRC GRC – apresenta-se como uma solução integradora Opondo-se a proliferação das abordagens “ sopa de letras” 21

22 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 GRC: Visão desejada Consistência, Eficiência e Transparência para os processos de negócios 22

23 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Finanças Comercial Operações O modelo de administração “empreendedor, dono – gestor” Empreendedor Planejamento, Organização, Comando, Decisão e Controle Processos de Negócio e Atividades Neste modelo de gestão o “ empreendedor” tem pleno domínio de seu “ Apetite ao Risco”, do grau de exposição que deseja ao seu negócio e do controle que exerce sobre as variáveis externas e internas.

24 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Finanças Comercial Operações O modelo com princípios de Governança Corporativa Empreendedor Conselho de Administração Conselho de Administração Conselho Fiscal Conselho Fiscal Sócios – AGO / E Auditoria Independente Auditoria Independente “Administradores” CEO – Diretor executivo CEO – Diretor executivo Auditoria interna Auditoria interna Processos de Negócio e Atividades Nos modelos onde o empreendedor cede lugar ao gestor contratado a “ Governança” e a Gestão de Riscos tem papel relevantes no negócio.

25 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Definindo Riscos Existem muitas definições de Gerenciamento dos Riscos. Vamos adotar esta da Universidade de Surrey (UK): Não é uma abordagem que evita os riscos. O objetivo do Gerenciamento dos Riscos Corporativos não é eliminar os riscos, mas sim gerenciá-los. GRC - é um processo formal (de negócios) usado para ; ■ Identificar os riscos e oportunidades nos processos de negócio. ■ Estimar o impacto potencial desses eventos e fornecer um método para tratá-los; ■ Administrar as ameaças até um nível aceitável.

26 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de O Caráter evolutivo do conceito de Riscos Denominado inicialmente “ Gerenciamento dos Riscos” o conceito evoluiu ao longo dos anos para Gerenciamento de Riscos Corporativo (ou ERM - Enterprise Risk Management). IBGC - Trata-se da definição do conjunto de eventos, externos ou internos, que podem impactar os objetivos estratégicos da organização, inclusive os relacionados aos ativos intangíveis (*). É importante ressaltar que sempre existirão riscos desconhecidos pela organização. O processo de identificação e análise geral de riscos deve ser monitorado e continuamente aprimorado. (*) “Ativos intangíveis” podem ser entendidos como os ativos e métodos responsáveis pela diferença entre o market value (valor de mercado) e o book value (valor contábil) da organização. Exemplos: carteira de clientes, reputação, relacionamentos, imagem, processos, capacidade de inovação, softwares, marcas e patentes, direitos autorais, licenças, concessões, pesquisa e desenvolvimento, etc. Fonte; Manual de riscos IBGC

27 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de O Caráter evolutivo do conceito de Riscos  Competência de identificar e analisar os riscos das atividades, com o objetivo de obter vantagem sustentada na atividade.  Competência de aprimorar os controles internos e a capacidade organizacional de identificar e tratar os riscos  Capacidade de acrescentar valor de forma sustentada na atividade  Combinação entre probabilidade de ocorrência e conseqüências.  Eventos ou situações cujas as conseqüências constituem:  Oportunidades para obter benefícios / vantagens  Ameaças ao sucesso Controle de Risco Gestão de Risco Gestão Integrada de Risco  Competência de promover a identificação e gerir através de critérios de prioridade o tratamento dos riscos  Capacidade de acrescentar valor de forma sustentada à organização

28 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Em sua forma básica, as metodologias de implementação de programas GRC – Gestão de Riscos Corporativos, envolvem 4 etapas genéricas: ■ 1 - A identificação dos riscos e oportunidades dos processos de negócios ■ 2 - A avaliação e mensuração dos riscos, a partir do nível de exposição atual ■ 3 - A determinação do nível alvo (ou desejado) de exposição (apetite do risco) ■ 4 - Um plano de gerenciamento (envolvendo controles, ações e revisões) para evoluir do estado atual para o estado alvo Metodologias gerais de Implantação de GRC

29 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de Abordagens metodológicas (Reduzida neste contexto para 4 fases) Definir o nível de exposição desejável ao risco quantificando a incerteza envolvida e projetando os resultados da empresa em cenários alternativos econômicos e operacionais. 1 - Identificação 2 - Avaliação e Mensuração 3 - Nível de exposição ao risco Para mapear, analisar e tomar decisões de priorização e alocação de recursos, devemos categorizar os eventos por “natureza” e “origem” (na etapa de identificação dos riscos) e por relevância (nas etapas de avaliação e mensuração dos riscos). Adotar uma métrica que permita a avaliação da relevância e fontes de incertezas do risco. A relevância do risco está associada ao seu impacto (não apenas no desempenho econômico-financeiro do período, mas também o impacto intangível) e probabilidade de ocorrência. Depois de avaliados e mensurados, deve-se definir qual o tratamento que será dado aos riscos e como eles serão monitorados e informados às diversas partes interessadas. 4 - Plano de Ação

30 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de As metodologias que nos permitam reduzir “ o desconhecimento” Identificar e quantificar os riscos Estabelecer Prioridades Propor Planos de mitigação Estabelecer Monitoramento Volume Complexidade Criticidade Priorização Dicionário de Riscos (DR) Relevância Desenvol-vimento de Produtos e ServiçosDesenvol-vimento de Produtos e Serviços VendasVendas Relaciona-mento com o Cliente(Atendere Manter)Relaciona-mento com o Cliente(Atendere Manter) ComprasEstoquesPagamentosComprasEstoquesPagamentos LogísticaLogística Operação Desenvolvimento Organizacional / Folha de Pagamento Jurídico / Regulamentação Fiscal Tecnologia da Informação Administração Financeira (Tesouraria) Apoio /Suporte Ambiental Ativos Fixos (Imobilizado) Faturamen-to e CobrançaFaturamen-to e Cobrança 30

31 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC. Artur Neves – Novembro de 2010 Algum ponto a ser mais aprofundado? 31  As motivações que os trazem a este evento;  Suas percepções sobre o tema;  Razoes da adoção de programas GRC  Conceitos de riscos  Abordagens Metodológicas Temas presentes nos Módulos I e II Encerramento do Módulos 1 e 2

32 Material elaborado para utilização exclusiva nos cursos do IBGC - Artur Neves Novembro de Curso em Moçambique “Gestão de Riscos Corporativos” Próximo Módulo


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