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AVALIAÇÃO ESCOLAR INTERNA: PROCESSOS, INSTRUMENTOS E ATORES ENVOLVIDOS VISANDO QUE A AVALIAÇÃO INTERNA E A AVALIAÇÃO EXTERNA SEJAM REFLEXO UMA DA OUTRA.

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1 AVALIAÇÃO ESCOLAR INTERNA: PROCESSOS, INSTRUMENTOS E ATORES ENVOLVIDOS VISANDO QUE A AVALIAÇÃO INTERNA E A AVALIAÇÃO EXTERNA SEJAM REFLEXO UMA DA OUTRA.

2 O que costumamos ouvir sobre avaliação nas nossas Escolas?

3 Então, no final do bimestre, eu levo os alunos para o salão e aplico uma prova. É aí que eu vou saber quem é quem; é aí que eu vou saber quem o meu aluno é. Como eu não tive tempo para dar muitos trabalhos, dei uma prova com peso dois e ela acabou valendo por duas avaliações.

4 O aluno tirou 10,0 no primeiro bimestre, depois 6,5, 4,5 e finalmente, no último bimestre, tirou 3,0. Somando os valores temos vinte e quatro. A média para passar é seis; logo, o aluno está apto para a série seguinte.

5 A aluna não foi bem no primeiro bimestre: ficou com zero. Depois, passou a levar a sério, deu uma virada, foi crescendo: tirou 7,0, 7,5 e 8,5. E olha que a matéria era cumulativa, e a complexidade ia aumentando. Coitada, é uma pena que tenha que ficar de recuperação em janeiro. Ela se recuperou tanto, mas... não atingiu a média que era 7,0...

6 Com essa aluna, eu não sei qual é o problema: na hora da prova esquece tudo o que sabia. Porque eu sei que ela sabia. Mas... como é que eu vou dar uma nota?

7 MITOS POR TRÁS DESSAS FALAS A prova escrita é um instrumento objetivo e imparcial. A média do aluno representa fielmente a totalidade da aprendizagem de um período. O Professor sabe como e quando utilizar instrumentos e com que critérios fazer juízos de valor.

8 Linha de Raciocínio Pontos comuns LDB Pontos específicos GESTÃO

9 Linha de Raciocínio Professor e Aluno como PESSOAS Personalização Pessoas plenas em Relação pelo Trabalho

10 A AVALIAÇÃO NA LDB EM 5 ASPECTOS Artigo de Andréa Ramal 1 - Objetivo do Processo de Avaliação diagnóstico da realidade em função da qualidade que se deseja atingir.

11 Não é definitivo nem rotulador, não visa a estagnar, e sim a superar as deficiências.

12 Permite PLANEJAR e REPLANEJAR Onde estamos? Para onde queremos ir? Que passos daremos?

13 2 - A avaliação pode definir o grau de desenvolvimento e experiência do aluno; pode e deve aproveitar o que ele sabe.

14 Mais um MITO a ser trabalhado na Escola... Apenas os saberes transmitidos no mundo escolar seriam dignos de serem considerados no registro do desempenho discente.

15 Levar em conta valores, visões de mundo, aptidões, habilidades e comportamentos que não são observáveis ou mensuráveis a partir dos instrumentos usuais ampliaria o conhecimento das potencialidades dos alunos e seu possível aproveitamento no mundo escolar.

16 3 - A avaliação deve ser contínua e cumulativa, com prevalência do qualitativo sobre o quantitativo; deve ser voltada para a promoção, e não para a estagnação.

17 Contínua ????? Cumulativa??? Qualitativo ??? Quantitativo ?? Voltada para a PROMOÇÃO e não para a ESTAGNAÇÃO ??

18 4 - A avaliação deve ter critérios definidos, dados a conhecer aos interessados.

19 Mais um MITO a ser trabalhado na Escola... O aluno seria o maior, talvez o único responsável, pelo sucesso escolar. Professor, que nota você me deu na redação? Não fui eu que dei; VOCÊ TIROU quatro !!!

20 5 - A avaliação é um direito que deve ser assegurado aos alunos, mas também às instituições e aos professores.

21 A AÇÃO GESTORA NESTA PERSPECTIVA DE AVALIAÇÃO

22 A AÇÃO GESTORA NESTA PERSPECTIVA DE AVALIAÇÃO O gestor atual, mais do que o domínio técnico de sua área, apresenta capacidades e conhecimentos que permitem caracterizá-lo como um especialista em resultados, em mudanças e em gente.

23 O papel social da escola se concretiza no trabalho da sala de aula, mediado por diferentes instâncias de gestão. Qual é o FOCO?

24 LIDERANÇA NA GESTÃO Conceito de AUTORIDADE

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27

28 LIDERANÇA NA GESTÃO Diferentes opções teórico-práticas Conceito de AUTORIDADE Dom pessoal Reconhecimento e Representação

29 Augère = fazer crescer Autoridade como SERVIÇO Para o crescimento do OUTRO Individual e comunitário

30 O TRABALHO NA SALA DE AULA A Escola que chega até o aluno é aquela da experiência vivida na sala de aula Índices e Estatísticas Importância relativa

31 E que experiência de vida a Escola pode fazer chegar aos Alunos? Como tudo isso se reflete na Gestão Escolar em seus diferentes níveis?

32 Diversas instâncias de governo Secretarias e suas instâncias Gestores locais Pessoal da Escola NECESSIDADES

33 Nossa própria experiência nos mostra A experiência vivida na sala de aula conteúdosmetodologias de trabalho avaliação Grande parte dos valores e fundamentos do que somos hoje.

34 conteúdos metodologias de trabalho avaliação Valores propostos pela SEDUC/CE: qualidade, equidade, transparência, eficiência, ética e participação. Importância da Formação Docente

35 Habilidades Técnicas Habilidades Relacionais Planejar Desenvolver Controlar Avaliar Articular Mediar Coordenar Capacitar

36 Por onde começar? Avaliação objetiva de como a Escola avalia (análise de instrumentos, processos e resultados)

37 Auto-avaliação de como cada Professor avalia Como entendo avaliação? Como avalio? Que consequencias minha avaliação provoca em meu aluno e no meu trabalho? Por onde começar?

38 Os Alunos avaliam a avaliação (se for o caso, também a Comunidade) Como me sinto a partir das avaliações promovidas na e pela Escola? Como eu gostaria que fosse a avaliação?

39 Por onde começar? Inserir a Avaliação no Plano de Gestão da Equipe Técnico-Pedagógica O que nos indicam os levantamentos internos e externos? Que ações concretas devem ser encaminhadas em termos de ação e formação docente?

40 Encerrando...

41 Perguntas do Público


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