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Transição da Idade Média para a Idade Moderna As grandes navegações iniciadas no século XV e principalmente a descoberta das Américas vão alterar radicalmente.

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2 Transição da Idade Média para a Idade Moderna As grandes navegações iniciadas no século XV e principalmente a descoberta das Américas vão alterar radicalmente a própria imagens que os homens faziam da Terra.

3 Transição da Idade Média para a Idade Moderna As teorias científicas de Nicolau Copérnico, Giordano Bruno, Galilei e Johannes Kleper vão revolucionar a maneira de considerar o mundo físico, dando origem a uma nova concepção de universo.

4 Transição da Idade Média para a Idade Moderna A Reforma Protestante vai abalar a autoridade universal da Igreja Católica, valorizando a interpretação da Bíblia pelo próprio indivíduo.

5 Transição da Idade Média para a Idade Moderna A decadência do sistema feudal e o surgimento do mercantilismo trazem uma nova ordem econômica baseada no comércio, com a defesa da livre iniciativa, e no individualismo.

6 Transição da Idade Média para a Idade Moderna Na arte, o movimento renascentista, ao retornar os valores da Antigüidade Clássica, vai implantando uma cultura leiga, secular e mesmo de inspiração pagã à arte sacra, religiosa, predominante na Idade Média.

7 Transição da Idade Média para a Idade Moderna A queda de Constantinopla e o fim do Império Romano do Oriente em 1453 Ascensão das monarquias nacionais européias Início da recuperação demográfica e econômica após a Peste Negra

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9 René Descartes e o racionalismo John Locke e o empirismo Immanuel Kant e o movimento iluminista

10 René Descartes e o racionalismo

11 René Descartes e o racionalismo René Descartes nasceu no ano de 1596 em La Haye na França e morreu em 1650 em Estocolmo na Suécia Notabilizou-se sobretudo por seu trabalho revolucionário na filosofia e na ciência Também obteve reconhecimento matemático por sugerir a fusão da álgebra com a geometria (geometria analítica) Foi chamado de "o fundador da filosofia moderna" e o "pai da matemática moderna",

12 René Descartes e o racionalismo É considerado um dos pensadores mais importantes e influentes da História do Pensamento Ocidental Inspirou contemporâneos e várias gerações de filósofos posteriores Boa parte da filosofia escrita a partir de então foi uma reação às suas obras ou a autores supostamente influenciados por ele Muitos especialistas afirmam que a partir de Descartes inaugurou-se o racionalismo da Idade Moderna

13 René Descartes e o racionalismo O pensamento de Descartes é revolucionário para uma sociedade feudalista em que ele nasceu, onde a influência da Igreja ainda era muito forte e quando ainda não existia uma tradição de "produção de conhecimento"

14 René Descartes e o racionalismo Foi um dos precursores do racionalismo, e defendeu a tese de que a dúvida era o primeiro passo para se chegar ao conhecimento.

15 René Descartes e o racionalismo Viajou muito e viu que sociedades diferentes têm crenças diferentes, mesmo contraditórias. Aquilo que numa região é tido por verdadeiro, é considerado ridículo, disparatado e falso em outros lugares.

16 René Descartes e o racionalismo Descartes viu que os "costumes", a história de um povo, sua tradição "cultural" influenciam a forma como as pessoas pensam naquilo em que acreditam

17 René Descartes e o racionalismo O método cartesiano consiste no Ceticismo Metodológico - duvida-se de cada idéia que não seja clara e distinta Só se pode dizer que existe aquilo que puder ser provado, sendo o ato de duvidar incontestável

18 René Descartes e o racionalismo Consiste o método de quatro regras básicas 1.Verificar - existem evidências reais e indubitáveis acerca do fenômeno ou coisa estudada 2.Analisar - dividir ao máximo as coisas, em suas unidades mais simples e estudar essas coisas mais simples 3.Sintetizar - agrupar novamente as unidades estudadas em um todo verdadeiro 3.Enumerar - todas as conclusões e princípios utilizados, a fim de manter a ordem do pensamento

19 René Descartes e o racionalismo Pai do Racionalismo Corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio que é a operação mental, discursiva e lógica Usa uma ou mais proposições para extrair conclusões se uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável Baseia-se nos princípios da busca da certeza e da demonstração, os mesmos não vêm da experiência e são elaborados somente pela razão.

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21 René Descartes e o racionalismo John Locke e o empirismo Immanuel Kant e o movimento iluminista

22 John Locke e o empirismo

23 Locke nasceu numa aldeia inglesa em 1632, filho de um pequeno proprietário de terras e morreu em Harlow, Inglaterra em 1704 Estudou na escola de Westminster e em Oxford Foi admitido na Sociedade Real de Londres, a academia científica, em 1668, para estudar medicina: graduou-se seis anos depois Em 1683, John Locke fugiu para os Países Baixos em decorrência de perseguições por seu pensamentos

24 John Locke e o empirismo A maior parte de sua obra se caracteriza pela oposição ao autoritarismo, em todos os níveis: individual, político e religioso Acreditava em usar a razão para obter a verdade e determinar a legitimidade das instituições sociais Sua principal obra "Dois Tratados sobre o Governo", tinha como objetivo contestar a doutrina do direito divino dos reis e do absolutismo real

25 John Locke e o empirismo Para garantir direitos naturais, os homens haviam criado governos. Se esses governos, contudo, não respeitassem a vida, a liberdade e a propriedade, o povo tinha o direito de se revoltar contra eles

26 John Locke e o empirismo As pessoas podiam contestar um governo injusto e não eram obrigadas a aceitar suas decisões Critica a tradição que afirmava o direito divino dos reis, declarando que a vida política é uma invenção humana, completamente independente das questões divinas.

27 John Locke e o empirismo Locke rejeitava a doutrina das idéias inatas e afirmava que todas as nossas idéias tinham origem no que era percebido pelos sentidos

28 John Locke e o empirismo Ele postulou que a mente era uma lousa em branco. Ele sustentou que nascemos sem idéias inatas, e que o conhecimento é, em vez determinado apenas pela experiência derivada da percepção dos sentidos

29 John Locke e o empirismo Afirmava que o mal não era parte de um plano de Deus, e sim produzido por um sistema social criado pelos indivíduos. Por isso, poderia ser modificado também por eles. Também pretendia criar uma teoria que conciliasse a liberdade dos cidadãos com a manutenção da ordem política. O que dá direito à propriedade é o trabalho que se dedica a ela. Foram essas as bases da idéia de uma sociedade sem a interferência governamental, um dos princípios básicos do capitalismo liberal.

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31 René Descartes e o racionalismo John Locke e o empirismo Immanuel Kant e o movimento iluminista

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33 nasceu no dia 22 de abril de 1724, em Königsberg, cidadezinha da Prússia Oriental e falece em 12 de fevereiro de 1804 aos 79 anos Depois de um longo período como professor secundário de geografia, começou em 1755 a carreira universitária ensinando Ciências Naturais Em 1770 foi nomeado professor catedrático da Universidade de Königsberg, cidade da qual nunca saiu, levando uma vida dedicada aos estudos filosóficos

34 Immanuel Kant e o movimento iluminista Kant define a palavra esclarecimento (iluminismo) como a saída do homem de sua menoridade intelectual Kant define essa menoridade como a incapacidade do homem de fazer uso do seu próprio entendimento A permanência do homem na menoridade se deve ao fato de ele não ousar pensar

35 Immanuel Kant e o movimento iluminista É cômodo que existam pessoas e objetos que pensem e façam tudo e tomem decisões em nosso lugar É mais fácil que alguém o faça, do que fazer determinado esforço, pois já existem outros que podem fazer por mim A covardia, a preguiça e o comodismo são as causas que levam os homens a permanecerem na menoridade

36 Immanuel Kant e o movimento iluminista Esclarecimento / Iluminismo - à possibilidade de o homem seguir por sua própria razão, sem deixar enganar pelas crenças, tradições e opiniões alheias Momento em que o ser humano, como uma criança que cresce e amadurece, se torna consciente da força e inteligência para fundamentar, sob o conhecimento, a sua própria maneira de agir, sem a doutrina ou tutela de outrem

37 Immanuel Kant e o movimento iluminista Kant afirma que é difícil para o homem sozinho livrar-se dessa menoridade intelectual, pois ela se apossou dele como uma segunda natureza Aquele que tentar sozinho terá inúmeros impedimentos, pois seus tutores sempre tentarão impedir que ele experimente tal liberdade. Para Kant, são poucos aqueles que conseguem pelo exercício do próprio espírito libertar-se

38 Immanuel Kant e o movimento iluminista Pessoa crítica é a que tem posições independentes e refletidas, e capaz de pensar por si própria e não aceita como verdadeiro o simplesmente estabelecido por outros como tal, mas só após seu exame livre e fundamentado Criticismo

39 Immanuel Kant e o movimento iluminista Uma época esclarecida é aquela em que os homens atingem a sua maioridade pela capacidade não só de pensarem autonomamente, mas também de não se deixarem manipular e dominar Criticismo


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