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Administra ç ão Central Unidade de Ensino M é dio e T é cnico - Cetec GSE - Grupo de Supervisão Educacional.

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2 Administra ç ão Central Unidade de Ensino M é dio e T é cnico - Cetec GSE - Grupo de Supervisão Educacional

3 Metodologias Inclusivas

4 Terminologia sobre Deficiência na era da Inclusão * Romeu Kazumi Sassaki ** A construção de uma verdadeira sociedade inclusiva passa também pelo cuidado com a linguagem. Na linguagem se expressa, voluntariamente ou involuntariamente, o respeito ou a discriminação em relação às pessoas com deficiências. Com o objetivo de subsidiar o trabalho de jornalistas e profissionais de educação que necessitam falar ou escrever sobre assuntos de pessoas com deficiência no seu dia-a-dia.

5 Adolescente Normal Desejando referir-se a um adolescente (uma criança ou um adulto) que não possua uma deficiência, muitas pessoas usam as expressões adolescente normal, criança normal e adulto normal. Isto acontecia muito no passado, quando a desinformação e o preconceito a respeito de pessoas com deficiência eram de tamanha magnitude que a sociedade acreditava na normalidade das pessoas sem deficiência. Esta crença fundamentava-se na ideia de que era anormal a pessoa que tivesse uma deficiência. A normalidade, em relação a pessoas, é um conceito questionável e ultrapassado. TERMO CORRETO: adolescente (criança, adulto) sem deficiência ou, ainda, adolescente (criança, adulto) não-deficiente.

6 Portador de deficiência TERMO CORRETO: pessoa com deficiência. No Brasil, tornou-se bastante popular, acentuadamente entre 1986 e 1996, o uso do termo portador de deficiência (e suas flexões no feminino e no plural). Pessoas com deficiência vêm ponderando que elas não portam deficiência; que a deficiência que elas têm não é como coisas que às vezes portamos e às vezes não portamos (por exemplo, um documento de identidade, um guarda-chuva). O termo preferido passou a ser pessoa com deficiência.

7 “apesar de deficiente, ele é um ótimo aluno” Na frase acima há um preconceito embutido: ‘A pessoa com deficiência não pode ser um ótimo aluno’. FRASE CORRETA: “ele tem deficiência e é um ótimo aluno” “aquela criança não é inteligente” Todas as pessoas são inteligentes, segundo a Teoria das Inteligências Múltiplas. Até o presente, foi comprovada a existência de oito tipos de inteligência (lógico-matemática, verbal-lingüística, interpessoal, intrapessoal, musical, naturalista, corporal-cinestésica e visual-espacial). FRASE CORRETA: “aquela criança é menos desenvolvida na inteligência [por ex.] lógico-matemática”

8 Ceguinho O diminutivo ceguinho denota que o cego não é tido como uma pessoa completa. A rigor, diferencia-se entre deficiência visual parcial (baixa visão ou visão subnormal) e cegueira (quando a deficiência visual é total). TERMOS CORRETOS: cego; pessoa cega; pessoa com deficiência visual; deficiente visual.

9 A Instituição entende que para inclusão de pessoas com deficiência será necessário romper barreiras físicas e humanas e dar às escolas condições de acessibilidade e preparo para gestores, servidores e educadores.

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11 Procedimentos Ingresso (provas diversificadas)  Matrícula (entrevista com o aluno e família);  Solicitação de laudo médico;  Definição de tecnologia assistiva.

12 Procedimentos 1º Comunicar a Coordenadoria de Ensino Médio e Técnico - CETEC (profa. Alessandra pelo 2º Encaminhar um Ofício para a Unidade de Gestão Administrativa e Financeira - UGAF;  Nome da ETEC, nome do aluno, comprovante de matrícula, curso e horário e laudo médico, indicando a necessidade do aluno (material de apoio pedagógico ou contratação de interprete de libras); 3º Encaminhar para a Unidade de Infraestrutura - UIE, solicitando uma adaptação necessária para atender a legislação sobre acessibilidade.

13 Acompanhamento Pedagógico • Capacitação de gestores, professores e funcionários; • Metodologias de ensino diferenciadas; • Reuniões com coordenadores para acompanhamento do ensino aprendizagem do aluno com deficiência.

14 Registro do Professor Todas as atividades aplicadas para atender o aluno com deficiência devem ser registradas no diário de classe (Ministério Público). As reuniões realizadas com a família devem ser registradas em Ata.

15 Educação inclusiva: Sinônimo de Universalização da Educação

16 As escolas que adotam o princípio de inclusão social são aquelas que passam a incorporar em seus projetos político-pedagógicos o potencial, a criatividade e a cultura de cada aluno. Ao incorporar essas diferenças de forma a aprender e a crescer com elas, o professor beneficia-se da diversidade para criar uma escola mais flexível, mais aberta a novos processos, mais facilmente ajustável a mudanças e mais criativa.

17 A valorização das diferenças e o respeito à diversidade trazem consequências positivas para todos os alunos na medida em que as escolas assumem o compromisso com a transformação social, cultural e pedagógica.

18 Ensino e aprendizagem na diversidade: Alunos com e sem deficiência juntos na classe

19 Os benefícios que a educação inclusiva traz para os alunos com e sem deficiência dizem respeito ao desenvolvimento de valores e atitudes de reconhecimento, respeito e valorização da diferença e à promoção de atitudes de solidariedade, contribuindo para a construção de contextos sociais saudáveis e acolhedores.

20 Um processo educacional inclusivo, organizado de forma consciente e planejado com procedimentos pedagógicos variados, com formas diversificadas de organização da sala de aula e a introdução de alguns recursos especializados, Certamente beneficiará a totalidade da classe.

21 A educação inclusiva preconiza a elaboração de planos individualizados de ensino para todos os alunos de forma a personalizar estratégias, materiais e conteúdo pedagógico pelo professor em conjunto com a equipe pedagógica da escola.

22 Todas as crianças podem aprender tendo ou não uma deficiência, desde que sejam oferecidas as ferramentas adequadas de que precisam. Todos nós aprendemos de acordo com nossas características pessoais, incluindo formas de raciocínio, tipo de inteligência predominante, segundo a teoria da inteligência múltipla, afetividade e presença ou não de uma deficiência, frutos de nossa história pessoal.

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24 Adequações Curriculares “As flexibilizações curriculares devem ser pensadas a partir de cada situação particular e não como propostas universais, válidas para qualquer contexto escolar. As adequações feitas por um determinado professor para um grupo específico de alunos só são válidas para esse grupo e para esse momento”.

25 As adequações curriculares assim concebidas são uma estratégia de individualização do ensino e beneficiam tanto os alunos com deficiência quanto aqueles que não têm nenhuma deficiência.

26 Apresentação Vídeo

27 A Deficiência Visual e a Prática na Sala de Aula

28 Adaptação e Organização do Espaço Escolar  Verificar ruídos excessivos no ambiente  Posicionar o aluno com visão subnormal de forma a favorecer sua possibilidade de ver a lousa e/ou de se aproximar dela  Cuidado com portas e janelas entreabertas  Organizar o espaço na sala de aula: armários, mesas e carteiras

29 Adaptação e Organização do Espaço Escolar • AMPLIAÇÃO • Fontes - 32: • Leitura e escrita (Arial) • Leitura e escrita (Verdana) • Leitura e escrita (Times New Roman) • Leitura e escrita (Arial Black) • Leitura e escrita (Century Gothic) • Leitura e escrita (Arial)

30 Adaptação e Organização do Espaço Escolar  Verificar necessidade do usuário  Dar preferência às fontes Arial ou Verdana  Tamanho da fonte de acordo com a necessidade do usuário Mãos Dadas (16) Não serei o poeta de um mundo caduco. (18) Também não cantarei o mundo futuro. (20) Estou preso à vida e olho meus companheiros (24)

31 Adaptação e Organização do Espaço Escolar  Contraste entre cor do papel e dos caracteres: Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças. Entre eles, considere a enorme realidade Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

32 Recursos Adaptados Específicos Recursos ópticos são lentes que possibilitam o aumento das imagens. Para longe: telelupas para leitura na lousa, assistir televisão, reconhecer ônibus.

33 Recursos Adaptados Específicos Para perto: lupas de apoio, réguas de leitura, óculos de magnificação, lupa eletrônica

34 Adaptação e Organização do Material Escolar Pequenos ajustes em materiais, jogos e objetos podem torná-los bastante significativos para os alunos cegos.

35 Adaptação e Organização do Material Escolar Materiais para geografia

36 Adaptação e Organização do Material Escolar Prancheta para desenho Instrumentos adaptados para desenho geométrico

37 Alessandra Aparecida Ribeiro Costa Coordenadora de Projetos


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