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ENFOQUES E DESFOQUES NO ESTUDO DA INTERAÇÃO MEDIADA POR COMPUTADOR Suelen, Alberto, Marceli, Alexsander e Lizandra.

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1 ENFOQUES E DESFOQUES NO ESTUDO DA INTERAÇÃO MEDIADA POR COMPUTADOR Suelen, Alberto, Marceli, Alexsander e Lizandra

2 Introdução  Interatividade, interativo e interação, são termos usados por toda a parte, mas nem sempre com o enfoque que se deseja tomar;  “Mais do que um agrupamento pedagógico, pretende-se aqui oferecer uma crítica aos focos que limitam o olhar.”

3 O que é Interação?  Enfoque da cooperação, do debate e da escrita coletiva. ◦ Interação – Ação entre (relação estabelecida entre) ◦ Interação – Agir reciprocamente ( Dic. Oxford) ◦ Interação – Interdependência ( França)  Interatividade: Valoriza ação recíproca e a interdependência?

4 Enfoque Transmissionista  Informática veio popularizar a comunicação a distância;  No instante em que o sujeito fica preso ao designer que criou o ambiente, a interação deixa de acontecer;  Abordagem transmissionista da comunicação: EU CRIO  VOCÊ VÊ

5 Enfoque Transmissionista  Modelo transmissionista de Shannon e Weaver – estudo da telefonia;  Metáfora do Tubo;  Educação em pólos: TV (transmissor) – Aluno (receptor);

6 Enfoque Transmissionista  Sala de bate-papo – De interativo a burocrático;  Bidirecionalidade (mensagens de mão dupla) = Não garantem a interação por se resumirem ao envio e recebimento de mensagens.

7 Enfoque Informacional  “Interatividade” incorpora a informação chamada de teoria matemática da comunicação.  A discussão sobre interatividade trafega justamente por esse caminho.  Sugere três variáveis que devem ser consideradas no estudo da “interatividade”: Frequência, amplitude e significância.

8 Enfoque Informacional  Interatividade a partir do número de escolhas que o programador coloca à disposição do usuário.  Interessada nos momentos em que o usuário pode reagir.  Para pensar outras formas interativas como criação compartilhada ou mesmo um diálogo amistoso através de s.

9 Enfoque Informacional  Ainda que as possibilidades de permutação e combinação de alternativas distingam o computador de outros meios de comunicação.  Jogos interativos é sempre cativo do sistema preparado pelo programador.

10 Enfoque Tecnicista  Um aparato tecnológico, recebe normalmente um tratamento teórico que destaca as características.  Interatividade se define como a extensão em que os usuários podem participar.  Três fatores: Velocidade, amplitude e mapeamento

11 Enfoque Tecnicista Informação produzida por um fornecedor central Informação produzida pelo consumidor Distribuição controlada por um fornecedor 1) Transmissão4) Registro Distribuição controlada pelo consumidor 3) Consulta2) Conversação A tipologia apresenta, a programação televisiva seria considerada transmissão, um dialogo ao telefone ou no IRC seriam conversação uma visita na web seria uma consulta e uma pesquisa de opinião da Audiência constituiria um registro

12 Enfoque Tecnicista  Interatividade ◦ Transmissão ◦ Consulta ◦ Conversação ◦ Registro

13 Enfoque Mercadológico  Interatividade e interativo são usados como argumento de venda, não apenas de hardware e software, mas do mais diversos produtos e serviços.  Potencial comercial da propaganda interativa e comércio online.

14 Enfoque Antropomórfico  “Ideal conversacional” - que considera qualquer reação do computador como um diálogo.

15 Abordagem sistêmico-relacional de interação Abordagem sistêmico-relacional de interação  É bastante comum ler-se que enquanto a comunicação de massa configura-se como “um-todos” (uma mensagem idêntica é enviada para todos a partir de um centro de distribuição, como na transmissão televisiva), as tecnologias informáticas permitem o que se chama de “um-um” ou “todos-todos”.

16 Perspectiva sistêmico-relacional  Enfatiza o aspecto relacional da interação e busca valorizar a complexidade do sistema interativo.  Deve-se valorizar os processos que integram as ações dos comunicadores.  Bateson (1980) sugere o exemplo do “fenômeno moiré”.

17 Interação e relacionamento  Fisher (1987) afirma que a comunicação é o relacionamento que os parceiros criam através da interação (com este itálico no prefixo o autor pretende salientar o “entre” da relação).  A pessoa não comunica, mas, sim, se engaja em um processo de comunicação.

18 Relação entre indivíduos  Piaget (1973, p. 167), por sua vez, ao estudar a própria construção da inteligência, deixa claro que o fato primitivo não é “nem o indivíduo nem o conjunto de indivíduos, mas a relação entre indivíduos.

19 Conhecimento Concebido  O conhecimento concebido como relação, ou produto da relação, deve ser pensado como atividade e não como faculdade.  É antes, ação, exercício, atividade, movimento, redes, relações, conexões.

20 Tipos de interação mediada por computador segundo uma abordagem sistêmico-relacional Interação Mútua  Na interação mútua, os interagentes reúnem- se em torno de contínuas problematizações e inventam soluções momentâneas para elas. Mesmo a relação entre os interagentes é um problema passível de constante negociação. Inclusive a reação mecânica será entendida como um tipo de interação.

21  Na medida que os eventos interativos acontecem, o relacionamento define-se entre os participantes. A interação não é mera somatória de ações individuais.  A interação faz com que ambos os indivíduos se modifiquem reciprocamente. Cada novo comportamento está vinculado às ações das interações anteriores.  Uma das características presente nessa interação é a equifinalidade 1.  1 Desse modo, a eqüifinalidade do sistema significa que um certo estado final pode ser atingido de muitas maneiras e de vários pontos de partida diferentes. Interação Mútua

22  A construção do relacionamento, no entanto, não pode jamais ser prevista. Portanto o relacionamento também influencia no comportamento de ambos.  Isso explica o termo “mútua” utilizado, onde visa salientar essa união entre os interagentes, o impacto que cada comportamento oferece ao interagente, ao outro e à relação. Interação Mútua

23 Interação Reativa  A interação reativa, em contrapartida depende da previsibilidade e da automatização nas trocas. É uma interação repetitiva, onde sempre existe uma mesma saída para uma mesma entrada. Ainda que os contextos possam variar uma mesma troca reativa pode ser repetida a exaustão, pois seguem caminhos previsíveis – uma troca infinita.

24  Ainda é possível pensar em algo como uma multi- interação, visto que podemos ter tipos diferentes de interação simultâneas. Podemos citar que cada um interage com seu contexto e intrapessoalmente, em muitos casos tanto se pode estabelecer interações reativas quanto mútuas, simultaneamente. Interação Reativa

25 FIM


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