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Filomena Fabrin. Filosofia - ora marginaliza - ora enaltece Platão - marginalização - visão logocêntrica (logos = razão) Filósofos medievais - corpo –

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Apresentação em tema: "Filomena Fabrin. Filosofia - ora marginaliza - ora enaltece Platão - marginalização - visão logocêntrica (logos = razão) Filósofos medievais - corpo –"— Transcrição da apresentação:

1 Filomena Fabrin

2 Filosofia - ora marginaliza - ora enaltece Platão - marginalização - visão logocêntrica (logos = razão) Filósofos medievais - corpo – instrumento da alma Descartes e Newton - dualismo (posições opostas, contrárias): razão pensante > corpo ou matéria Foucault - força útil: corpo produtivo e corpo submisso Sartre - só existe conhecimento comprometido

3 Assmann (educação) - conceito sobre o corpo, corporeidade aberto a constantes complementações Várias linguagens sobre o corpo e suas especificidades alertam para a dissociação ou dualismo sobre corpo-mente: - psicomotricidade - motricidade - pedagogia do movimento

4 Atualidade (veiculado na mídia) - culto ao corpo belo, escultural: parte física, malhação, emagrecimento - estética leva ao uso de anabolizantes que pode provocar a morte Reabilitação do corpo: - admitir que a corporeidade é algo fundamental para a vida humana - aprimorar a qualidade de vida: recuperação da vivência da corporeidade

5 O corpo é o elemento principal da aprendizagem. Assmann (1995, p. 77) “A corporeidade não é fonte complementar de critérios educacionais, mas seu foco irradiante primeiro e principal. Sem uma filosofia do corpo, que pervada tudo na Educação, qualquer teoria da mente, da inteligência, do ser humano global enfim, é de entrada, falaciosa”

6 Conceitos de corporeidade: Corporeidade é o conhecimento do corpo do ponto de vista filosófico, que parte de sua dimensão biológica, na qual esse corpo não se dissocia da mente, já que fazem parte de um conjunto que se interrelaciona ininterruptamente. A mente não existe sem o corpo e o corpo não existe sem a mente. Mente e corpo cohabitam e coexistem num mesmo ser. Corporeidade é corpo vivenciado.

7 Merleau-Ponty (1945, p.90) “Eu só posso compreender a função do corpo vivo realizando-o eu mesmo e na medida em que sou corpo que se levanta em direção ao mundo”

8 Por que relacionar o corpo com a aprendizagem? Assmann (1995, p. 113) “O corpo é do ponto de vista científico, a instância fundamental e básica para articular conceitos centrais para uma teoria pedagógica” Sendo a aprendizagem parte integrante desse desenvolvimento, o corpo não pode e não deve ficar esquecido nesse processo

9 Queiroz ( 2001, p. 53) “O caminho para o resgate pleno de corporeidade no âmbito educacional é longo e está apenas começando. O fato de já estar em andamento uma desconstrução da visão logocêntrica e uma tomada de consciência do caráter imprescindível da corporeidade, na teoria e na prática pedagógica, já deve ser saudado como um promissor avanço. Resta incentivar a inclusão dessas orientações nos planos pedagógicos e fomentar a criação de experiências pioneiras que traduzam, na prática, aquilo que a teoria indica como necessidade urgente e inadiável.”

10 Assmann (1995, p. 59) “Parece, pois chegada a hora de ter a ousadia de afirmar que o ético-político e as opções solidárias precisam ser definidas a partir da Corporeidade. O mesmo é válido acerca da aprendizagem, englobando neste conceito tanto a dimensão instrucional – aprendizagem de conteúdos e procedimentos – quanto o aprender a aprender – ou seja, a aquisição de padrões generativos do agir e do pensar – não descuidando jamais o criativiver e a fraternura”

11 O corpo em movimento * Corporeidade *


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