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II Encontro Nacional da Rede Centros Colaboradores da ANS - 2007 Estudo dos prestadores hospitalares frente às práticas de regulação das operadoras de.

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1 II Encontro Nacional da Rede Centros Colaboradores da ANS Estudo dos prestadores hospitalares frente às práticas de regulação das operadoras de planos de saúde Maria Alicia D. Ugá Margareth Portela Sheyla Lemos Miguel Murat Vasconcellos Silvia Gerschman Brazil- United Kingdom Bilateral Technical Cooperation on Health Economics MOH/BR - DFID/UK

2 Estudo dos prestadores hospitalares frente às práticas de regulação das operadoras de planos de saúde Estudo dos prestadores hospitalares frente às práticas de regulação das operadoras de planos de saúde Objetivo geral: Conhecer os mecanismos de regulação praticados pelas operadoras sobre os prestadores de serviços hospitalares e a forma em que esses mecanismos repercutem sobre as práticas dos hospitais. Conhecer os mecanismos de regulação praticados pelas operadoras sobre os prestadores de serviços hospitalares e a forma em que esses mecanismos repercutem sobre as práticas dos hospitais. Objetivos específicos: - caracterizar os prestadores hospitalares: porte, complexidade assistencial, qualidade; - identificar as dimensões e os mecanismos de regulação praticados pelas operadoras sobre os hospitais; - identificar a forma em que os instrumentos de regulação repercutem nos hospitais; - identificar as formas de contratação entre prestadores e operadoras, verificando as dimensões de regulação que estão contempladas nos contratos.

3 METODOLOGIA: A pesquisa foi desenvolvida através de um inquérito de abrangência nacional, caracterizando-se como um estudo transversal. O universo do estudo foi constituído pelo conjunto de hospitais prestadores de serviços a operadoras de planos de saúde. Este universo foi definido através do cruzamento do Cadastro de Prestadores de Serviços a Planos de Saúde (da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS) com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES. Ele é constituído de hospitais.

4 METODOLOGIA: Amostra Amostra representativa estratificada por macrorregiões geográficas e segundo o hospital fosse geral ou especializado, com alocação proporcional ao número de leitos. O tamanho da amostra, inicialmente fixado em 75 hospitais, acabou sendo de 83 unidades, devido aos arredondamentos efetuados em cada estrato. O tamanho da amostra, inicialmente fixado em 75 hospitais, acabou sendo de 83 unidades, devido aos arredondamentos efetuados em cada estrato. Prevendo recusas ou de erros no cadastro, fez-se uma amostra de substitutos para cada estrato amostrado. As substituições foram feitas na ordem de seleção. Prevendo recusas ou de erros no cadastro, fez-se uma amostra de substitutos para cada estrato amostrado. As substituições foram feitas na ordem de seleção. Devido a exclusões necessárias (em função de erros no cadastro) e a recusas no estrato certo (no qual não há possibilidade de substituição) foram pesquisados 75 hospitais.

5 METODOLOGIA: Expansão da amostra Tendo em vista que se trabalhou com uma amostra estratificada, para expandí-la foram aplicados pesos diferenciados a cada estrato, segundo o tamanho do universo de cada um. O resultado final se constitui em um universo estimado de hospitais. Portanto, os dados apresentados a seguir constituem uma estimativa da realidade, a partir da expansão das observações verificadas na amostra.

6 RESULTADOS

7 1. CARACTERIZAÇÃO DO HOSPITAL

8 Distribuição dos hospitais por macrorregiões Macrorregião Hospitais N% Norte 1895,0 Nordeste 72019,0 Sudeste ,5 Sul 82021,6 Centro-Oeste 49112,9 Total ,0

9 Tipo e complexidade assistencial Hospitais N% Geral I com UTI 74819,7 Geral I sem UTI165043,4 Geral II (necessariamente com UTI)86622,8 Especializados53514,1 Total ,0 Hospitais por tipo e complexidade assistencial

10 Distribuição de leitos clínico-cirúrgicos, de UTI, psiquiátricos e quaisquer(N =3799). Tipo de leito MédiaMedianaMínimoMáximo Clínico- cirúrgico UTI Psiquiátrico Qualquer

11 Tipo de vinculação do hospital com a operadora. Tipo de vinculação Hospitais N.% Hospital próprio de alguma operadora* 2667,0 Hospital credenciado de operadora(s)* ,1 * alternativas não excludentes

12 Principais operadoras para as quais os hospitais são prestadores em volume de faturamento. Operadoras Hospitais N.% UNIMED ,2 CASSI ,1 GEAP ,2 Bradesco 73919,5 Sul América 47312,4 Correios 42511,2 Cabesp 41511,0 Polícia Militar 3429,0 Ipergs 3378,9 Operadora do próprio hospital 1905,0

13 Participação percentual média das três principais operadoras na receita proveniente dos planos de saúde. Operadoras principais NPercentual médio 1ª operadora 7352,3 2ª operadora 7217,0 3ª operadora 717,9

14 Número de operadoras por hospitais. Número de operadoras Hospitais N% , , , , , , ,0 Mais de ,0 NSI 371,0 Total ,0

15 Hospitais segundo prestação de serviços ao SUS Prestação de serviços ao SUSHospitais N% Sim ,8 Não99626,2 Total ,0

16 QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO

17 Distribuição dos hospitais segundo a presença de sistema de informação Presença de sistema de informaçãoHospitais N% Sistema de informação sobre a produção assistencial ,2 Prontuário eletrônico em alguns serviços1213,2 Prontuário eletrônico em todos os serviços1423,7 Cadastro de pacientes ,2

18 Distribuição dos hospitais segundo indicadores monitorados de forma contínua IndicadoresHospitais N% Taxa de ocupação de leitos ,4 Tempo médio de internação ,4 Taxa de suspensão de cirurgia ,1 Taxa de mortalidade geral hospitalar ,7 Taxa de mortalidade por doenças especificas96625,4 Taxa de infecção hospitalar ,5 Taxa de reinternação pelo mesmo motivo ,2 Taxa de eventos adversos por uso de medicamentos, equipamentos, instrumentos e correlatos *88923,4 Óbitos maternos* ,4

19 Informações sobre infecção hospitalar monitoradas regularmente (pelos Hospitais que reportaram CCIH). Informações monitoradas regularmente pela CCIHHospitais N% Taxa de infecção hospitalar ,1 Percentual de infecção hospitalar por localização topográfica (partes do corpo) ,6 Taxa de infecção hospitalar por procedimento ,0 Freqüência de infecção hospitalar por microorganismos ou etiologia ,4 Taxa de infecção hospitalar por profissional médico90823,9 NSI--

20 Distribuição dos hospitais segundo práticas de gestão da clínica Processos SIM % NSI % Diretrizes clínicas ,63729,8 Gestão da Patologia 96525,43709,8 Gestão do Caso ,51153,0

21 ProcessosSIM%NSI% Exigência de segunda opinião para procedimentos específicos ,120,1 Realização de estudos estatísticos sobre variações na prática médica de seus profissionais 84222,220,1 Adoção de orientação de uso de reperfusão coronariana no infarto agudo do miocárdio * 77720,51704,5 Implementação de mecanismos de acompanhamento do diagnóstico de câncer de mama ** 2326,1772,0 Implementação de mecanismos de acompanhamento do screening de câncer de colo cervical *** 1624,3772,0 Implementação de mecanismos de acompanhamento do screening de câncer de próstata *** 2306,1782,1 * Em 689 hospitais, isto não se aplica * Em 862 hospitais, isto não se aplica *** Em 938 hospitais, isto não se aplica

22 MICRO-REGULAÇÃO EXERCIDA PELAS OPERADORAS

23 Distribuição dos hospitais, segundo exigência das operadoras para admissão na internação e para procedimentos durante a internação. Controle de utilização de serviçosHospitais Com exigência Sem exigência NSI N%N%N% Autorização prévia para admissão em internação eletiva ,21072,8 - - Autorização de procedimentos durante a internação ,880721, ,0

24 Distribuição dos hospitais, segundo a motivação do uso de diretrizes clínicas. Motivação do uso de diretrizes clínicasHospitais N% Política do hospital independente de demandas externas ,5 Política do hospital decorrente de exigências de uma das cinco principais operadoras (em termos de volume de faturamento) -- Política do hospital decorrente de exigência de outra operadora-- Iniciativa de grupos/serviços médicos específicos 1286,5 NSI --

25 Distribuição dos hospitais que adotam a gestão de patologias, segundo a motivação determinante. Motivação da adoção da gestão de patologiasHospitais N % Política do Hospital independente de demandas externas 70773,0 Política do Hospital decorrente de exigências de uma das cinco principais operadoras (em volume de faturamento) -- Política do Hospital em função de exigências de outra operadora767,9 Iniciativa de grupos /serviços médicos específicos 29330,4 NSI --

26 Distribuição dos hospitais que adotam a gestão de casos, segundo a motivação determinante. Motivação da adoção da gestão de casosHospitais N% Política do Hospital independente de demandas externas ,8 Política do Hospital decorrente de exigências de uma das cinco principais operadoras (em termos de volume de faturamento) -- Política do Hospital em função de exigências de outra operadora-- Iniciativa de grupos /serviços médicos específicos 33328,8 NSI --

27 Distribuição dos hospitais que realizam estudos de variações na prática médica, segundo a motivação determinante Motivação da realização de estudos de variações na prática médica Hospitais N % Política do Hospital independente de demandas externas 72986,6 Política do Hospital decorrente de exigências de uma das cinco principais operadoras (em termos de volume de faturamento) 10,1 Política do Hospital em função de exigências de outra operadora-- Iniciativa de grupos /serviços médicos específicos 23928,4 NSI --

28 . Distribuição dos hospitais que exigem segunda opinião para procedimentos específicos, segundo a motivação determinante. Motivação da exigência de segunda opiniãoHospitais N % Política do Hospital independente de demandas externas 89960,5 Política do Hospital decorrente de exigências de uma das cinco principais operadoras (em termos de volume de faturamento) -- Política do Hospital em função de exigências de outra operadora-- Iniciativa de grupos /serviços médicos específicos 74950,4 NSI --

29 Hospitais com práticas de gestão da clínica/assistencial, segundo indução ou não de operadoras de planos de saúde. Práticas de gestão da clínica na área de cardiologia e oncologia Hospitais Com indução* Sem indução* NSI N%N%N% Orientação para reperfusão coronariana no Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) ,0-- Acompanhamento de diagnóstico de CA mama ,0-- Acompanhamento de screening de CA de colo cervical ,0-- Acompanhamento de screening de CA de próstata ,0 *

30 Mais de 70% dos hospitais têm comissão de farmácia e terapêutica, revisão de prontuários, de controle de infecção hospitalar, de ética médica e pesquisa de satisfação do usuário, por iniciativa própria, sem indução das operadoras. Ainda, mais de 90% dos hospitais referiram ter ouvidoria e serviços de patologia clínica e de imagem funcionando 24 hs/dia os 7 dias da semana, por iniciativa própria, sem indução das operadoras.

31 CONTRATUALIZAÇÃO

32 Hospitais segundo situação e forma de relação comercial com suas operadoras. Forma de relação comercial Todas as operadorasA maioriaA minoriaNenhumaNSI n%n%n%n%n% Contrato formal ,22636,900,00 711,9 Acordo Verbal 00, , ,2711,9 Sem contrato 00, , ,1711,9 Negociação prévia ,42977,81323,53218,51443,8 Visita técnica 70318,559715, ,356514,92145,6

33 Hospitais sg abrangência dos contratos formais com suas operadoras. Abrangência dos contratos formais Todas as operadorasA maioriaA minoria Nenhuma operadoraNSI n%n%n%n%n% Contrato total (todos os serviços do hospital) ,359715, ,51253,3832,2 Contrato somente para os serviços ambulatoriais 371,000,060916, ,31784,7 Contrato somente para a internação 671,81323,53178, ,01674,4 Contrato somente para alguns procedimentos / serviços 962,51253,31534, ,51784,7

34 Hospitais cujas operadoras solicitaram o cadastro de seus profissionais (n=2686), segundo tipo de profissionais. Tipo de profissional Todas as operadorasA maioriaA minoria Nenhuma operadoraNSI n%n%n%n%n% Todos os profissionais96135,82037,644816,767125,040315,0 Corpo clínico fechado (médicos contratados pelo hospital) ,61716,437814,150018,646517,3 Corpo clínico aberto (médicos habilitados a atuar no hospital) 67125,02228,345717,073627,460022,3

35 Hospitais sg percentuais médios de glosas e recuperação de glosas e prazo médio de pagamento pelas operadoras (em dias). Indicadores <10%11-30%31-50%51-70%71-100% NSI n%n%n%n%n%n% Percentual médio de glosas ,959215,6772,0551,500,01534,0 Taxa média de recuper. de glosas ,22245,988923,437910,073919,42296,0 Prazo médio de pagamento 2406,363416,787122, ,149012,93058,0

36 Hospitais segundo a periodicidade média dos reajustes para o conjunto de suas operadoras. Periodicidade n% Bienal 53114,0 Anual ,8 Semestral 00,0 Mensal 00,0 Outra ,1 Não há periodicidade 1674,4 NSI 2967,8 Total ,

37 Hospitais segundo formas de pagamento pelas operadoras. Tipo de serviço/forma de pagamento Todas as operadoras A maioria das operadoras A minoria das operadoras Nenhuma operadora Sem informação N%n%n%N%n% SERVIÇOS AMBULATORIAIS Por orçamento global00,010,033038, ,784922,3 Por capitação00,00 772, ,684922,4 Por ato médico ou unidade de serviço ,338010,010,032977,8711,9 Por caso tratado (pacote)1313,510,031554, ,184822,3 Outra00, , ,9 INTERNAÇAO Por orçamento global1534,0120,31514, ,484822,3 Por capitação00,0110,3772, ,484822,3 Por ato médico ou unidade de serviço ,860015,810,032095,5701,8 Por caso tratado (pacote)1864,91112,974719, ,959315,6 Outra00,010, , ,8

38 PERCEPÇÃO DOS DIRIGENTES SOBRE SUA RELAÇÃO COM OPERADORAS

39 PERCEPÇÃO DOS DIRIGENTES SOBRE SUA RELAÇÃO COM OPERADORAS: Pergunta aberta: “Que aspectos poderiam ser aprimorados na relação entre operadoras e hospital?” As respostas apresentaram um alto grau de variação, oscilando entre aquelas que só se referiam ao pagamento por serviços prestados e outras que remetiam a processos de melhoria da qualidade do cuidado, como o do acompanhamento conjunto da implementação de diretrizes clínicas.

40 PROBLEMAS APONTADOS REFERENTES À QUESTÃO DO PAGAMENTO: - a unilateralidade no estabelecimento dos preços; - os atrasos nos pagamentos e as glosas, propondo-se o faturamento eletrônico; - os contratos: neles deveria constar o prazo para pagamento, a periodicidade e os critérios de reajuste de preços, critérios de glosas, penalidades no caso de descumprimento do contrato. - a necessidade de agilizar as autorizações de procedimentos (sugeriu-se que fossem efetuadas on-line) e de desburocratizar os processos, dando maior ênfase às necessidades do paciente. Propostas: -que a ANS regule a periodicidade dos reajustes; - a criação de uma câmara arbitral para apreciar as glosas, tendo em vista a morosidade da justiça.

41 OUTRAS PROPOSTAS: - que as operadoras invistam no controle da qualidade e incrementem sua participação nos hospitais, através de auditorias e outros processos; - a qualificação da assistência, através do desenvolvimento de relações de parceria entre o hospital e as operadoras, no monitoramento de casos e na investigação de motivos de longa permanência hospitalar, por exemplo.

42 PERCEPÇÃO DO HOSPITAL SOBRE A ANS

43 A maioria dos hospitais (94,2%) sabe da existência da ANS.A maioria dos hospitais (94,2%) sabe da existência da ANS. A nota atribuída, em média, à ANS pelos hospitais é 6,3.A nota atribuída, em média, à ANS pelos hospitais é 6,3. Apenas 41,3% dos hospitais conhecem o Programa de Qualificação da Saúde Suplementar.Apenas 41,3% dos hospitais conhecem o Programa de Qualificação da Saúde Suplementar. Somente 43,3% dos hospitais conhecem as Resoluções Normativas nº 42 de 2003, Nº 71 de 2004 e Nº 79 de 2004, que regem os contratos entre operadoras e hospitais.Somente 43,3% dos hospitais conhecem as Resoluções Normativas nº 42 de 2003, Nº 71 de 2004 e Nº 79 de 2004, que regem os contratos entre operadoras e hospitais. 60% dos hospitais defendem adoção do modelo de contratualização;60% dos hospitais defendem adoção do modelo de contratualização; Apenas 26,6% dos hospitais teve acesso ao documento “Entendimento Técnico” que explica as normas da ANS para contratualização entre Operadoras e prestadores.Apenas 26,6% dos hospitais teve acesso ao documento “Entendimento Técnico” que explica as normas da ANS para contratualização entre Operadoras e prestadores.

44 DIMENSÃOMÉDIAMínimoMáximo Atenção à Saúde3,41,05,0 Estrutura da operação3,31,05,0 Econômico-Financeira3,51,05,0 Satisfação do beneficiário 3,41,05,0 Notas atribuídas às dimensões do Programa de Qualificação

45 Distribuição dos hospitais que conhecem a ANS, segundo as principais fontes de informação. Fonte de informação N% Mídia impressa (jornais e revistas semanais) ,4 Mídia eletrônica (rádio e TV) ,9 Publicações especializadas da área de saúde suplementar ,1 Sites de notícias na Internet ,6 Portal da ANS na Internet ,2 Comunicados e/ou boletins eletrônicos da ANS 63316,7 Folders institucionais e/ou boletins impressos da ANS 45912,1 Associação ou Federação de Hospitais ,4 Outros67217,7

46 OBRIGADA!


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