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“Devidamente tratada, a diabetes não impede o doente de ter uma vida perfeitamente normal e autónoma. Contudo, é fundamental que o diabético se ajude.

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2 “Devidamente tratada, a diabetes não impede o doente de ter uma vida perfeitamente normal e autónoma. Contudo, é fundamental que o diabético se ajude a si mesmo, autocontrolando a sua doença. Aliás, se o doente for determinado neste papel de autovigilância, a sua vida ficará muito facilitada.”

3 Várias complicações à saúde: problemas de cansaço, ataques cardíacos, derrames cerebrais, insuficiência renal, etc. Aumento anormal dos níveis de açúcar (glicose) no sangue - hiperglicemia.

4  Problemas no pâncreas ou doenças endócrinas;  Infeções virais;  Fatores genéticos;  Defeitos genéticos no processamento de insulina ou na ação da insulina.

5  Tensão arterial alta ou níveis elevados de colesterol no sangue;  Respostas auto-imunes desencadeadas por infeções virais;  Defeitos genéticos no funcionamento da célula β (beta);  Excesso da hormona do crecimento ;  Obesidade.

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7  É o tipo mais raro;  O pâncreas produz insulina em quantidade insuficiente e, como resultado, as células do organismo não conseguem absorver o açúcar necessário, ainda que o seu nível se mantenha elevado e seja expelido para a urina;  Não está diretamente relacionada com hábitos de vida ou de alimentação errados;  Os doentes necessitam de terapia com insulina para toda a vida, porque o pâncreas deixa de a produzir.

8  É o tipo mais frequente (90 % dos casos);  O pâncreas produz insulina, mas as células do organismo oferecem resistência à ação desta. O pâncreas vê-se obrigado a trabalhar cada vez mais, até que a insulina produzida se torna insuficiente;  O seu tratamento, na maioria dos casos, consiste na adoção de uma dieta alimentar, de forma a normalizar os níveis de açúcar no sangue. Recomenda-se também a atividade física regular.

9  Uma em cada 20 grávidas pode sofrer desta forma de diabetes.  É fundamental que as grávidas diabéticas tomem medidas de precaução para evitar que a diabetes do tipo 2 se instale mais tarde no seu organismo.  A diabetes gestacional requer muita atenção, sendo fundamental que, depois de detetada, seja corrigida com a adoção de uma dieta apropriada.  Surge durante a gravidez e desaparece, habitualmente, quando concluído o período de gestação.

10 Nas crianças e jovens (tipo 1):  Urinar muito, podendo voltar a urinar na cama;  Sede constante e intensa;  Emagrecimento rápido;  Grande fadiga, associada a dores musculares intensas;  Comer muito sem nada aproveitar;  Dores de cabeça, náuseas e vómitos.

11 Nos adultos (tipo 2):  Urinar em grande quantidade e muitas mais vezes, especialmente durante a noite;  Sede constante e intensa;  Fome constante e difícil de saciar;  Fadiga;  Comichão no corpo, designadamente nos órgãos genitais;  Visão turva.

12  Lesões na retina, nos rins e nos nervos;  Doenças cardiovasculares;  Obstruções arteriais periféricas;  Disfunção e impotência sexual;  Infecções diversas e persistentes;  Cegueira;  Amputações;  Arteriosclerose (Placas de gordura no sangue);  Hipertensão;  Tromboses e coágulos na corrente sanguínea;  Problemas dermatológicos;  Problemas neurológicos, principalmente nos membros inferiores, como perda de sensibilidade e perceção.

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14 Sinais da Diabetes:  Glicemia ocasional de 200 miligramas por decilitro ou superior + sintomas da doença;  Glicemia em jejum de 126 miligramas por decilitro ou superior em duas ocasiões separadas num curto espaço de tempo. Verificação das alterações do nível de glicose no sangue em jejum e após ingestão de grandes doses de açúcar em dois dias diferentes.

15  Controlo rigoroso da glicemia, da tensão arterial e dos lípidos;  Vigilância dos órgãos mais sensíveis (retina, rins, coração, nervos periféricos, etc);  Bons hábitos alimentares;  Prática de exercício físico;  Não fumar;  Cuidar da higiene e vigilância dos membros inferiores.

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17 Pode ser obtida a partir do pâncreas de porco ou feita quimicamente em laboratório e de forma idêntica à insulina humana. Em Portugal, só é comercializada insulina igual à insulina humana, produzida com recurso a técnicas de engenharia genética, sendo as reações alérgicas muito raras devido à sua grande pureza. Hormonal segregada pelas células β (beta) dos ilhéus de Langerhans do pâncreas.

18  Nos doentes com diabetes tipo 1, as células do pâncreas que produzem insulina foram destruídas, motivo pelo qual este produz muito pouca ou nenhuma insulina.  Como não se pode viver sem insulina, a produção desta em laboratório é um tratamento de substituição imprescindível.

19  Quando os níveis de açúcar no sangue de um diabético se encontram dentro dos parâmetros definidos pelos especialistas.  A melhor forma de saber se a diabetes se encontra ou não controlada é realizando testes de glicemia capilar (picada no dedo) diariamente e várias vezes ao dia.

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21 Várias complicações à saúde: hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, obstrução das vias respiratórias, etc. Aumento anormal dos níveis de hormona do crescimento (GH) no sangue.

22  Excesso de produção de GH na vida adulta  Quando as cartilagens de envelhecimento já se encontram inativas  Excesso de produção de GH na infância ou puberdade

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24 Produzida pela hipófise Promove o crescimento de quase todas as células e tecidos do corpo humano

25 98 % dos casos Tumores benignos na hipófise. 2 % dos casos Tumores malignos na hipófise. Tumores que estimulam a hipófise a produzir GH. Tumores produtores de GH localizados no pâncreas, pulmões ou outros tecidos. A produção excessiva está associada à presença de:

26  Crescimento das mãos e pés;  Alargamento da região frontal e da testa;  O queixo fica proeminente, dando ao rosto um aspeto característico;  Significativo espaçamento entre os dentes;  Perda dentária;  Aumento do volume do tórax, do nariz e dos genitais;  Os lábios engrossam.

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28  Alterações dermatológicas (ex: pele torna-se propensa ao acne);  Alterações cardiovasculares (ex: insuficiência cardíaca);  Alterações gastrointestinais (ex: aumento de volume do fígado e do pâncreas);  Alterações metabólicas/endócrinas (ex: intolerância a hidratos de carbono e resistência à insulina);  Alterações musculares (ex: alterações na sensibilidade da pele)  Alterações neurológicas (ex: dor de cabeça persistente).

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30 Realização de exames de imagem (tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética, etc) para detetar a presença de tumores. Verificação dos níveis de de GH e de IGF-1 no sangue através de várias colheitas, uma vez que porque a hipófise liberta esta hormona de forma irregular, no decorrer do dia.

31  Reduzir as concentrações de GH e de IGF-1 para os níveis normais;  Aliviar a pressão que tumores situados na hipófise possam exercem sobre o nervo óptico e áreas cerebrais vizinhas;  Preservar as funções hipofisárias;  Reverter ou melhorar os sinais e os sintomas da acromegalia.

32  Cirurgia  Radioterapia  Tratamento clínico.

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