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PSICOLOGIA APLICADA À SEGURANÇA PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO PROF.ª MS. MARLY A. F. BURGER.

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1 PSICOLOGIA APLICADA À SEGURANÇA PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO PROF.ª MS. MARLY A. F. BURGER

2 CURRICULO PSICÓLOGA PELA PUC S.P. ESPECIALISTA EM PSICOLOGIA SOCIAL E DO TRABALHO MESTRE EM PSICOLOGIA ESCOLAR PELA PUC CAMPINAS CONSULTORA ORGANIZACIONAL EM RECURSOS HUMANOS PROFESSORA UNIVERSITÁRIA

3 Objetivos Gerais Desenvolver e aplicar ferramentas de trabalho que atuem na conscientização do empregador e do trabalhador para o uso de medidas de proteção coletiva e individual que visam garantir a integridade física do trabalhador. Específicos Dotar o engenheiro de conhecimentos sobre o comportamento humano com vistas ao seu apoio na atuação em segurança no trabalho.

4 Referências Bibliográficas BLEY, J. Z. Competências para prevenir: ensino-aprendizagem de comportamentos seguros no trabalho. Anais do 2O Congresso Mundial de Manutenção Industrial. Curitiba: ABRAMAN, BOOG, G. Gustavo. Manual de Treinamento e Desenvolvimento. ABDT, São Paulo: Makron Books, 1995: COLETA, J. A. D. Acidentes de trabalho: fator humano, contribuições da psicologia do trabalho, atividades de prevenção. São Paulo: Atlas, SPECTOR, P. – Psicologia nas Organizações - Saúde e Segurança do Funcionário, cap. 11.São Paulo: Saraiva,2003.

5 PSICOLOGIA APLICADA À SEGURANÇA CONCEITOS E PRÁTICAS

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12 MODELOS MENTAIS CULTURA CULTURA CRENÇAS CRENÇAS VALORES VALORES

13 PICOLOGIA APLICADA A SEGURANÇA NO TRABALHO

14 “Se acreditarmos que o Homem é um ser nascido para realizar, transformar, que sente necessidade e prazer no trabalho, e que a empresa – até por uma questão de”inteligência” e sobrevivência – deve proporcionar estruturas e condições para oportunizar, testar e desenvolver tais capacidades, as dificuldades e obstáculos serão superados”. Gustavo Boog

15 A SEGURANÇA NO TRABALHO A TÔNICA ATUAL É PUNIR O ERRO (ATO INSEGURO) E IGNORAR O ACERTO (ATO SEGURO) VALORES CULTURAIS DE NOSSA SOCIEDADE: MUITO PUNITIVA X POUCO PEDAGÓGICA.

16 A SEGURANÇA NO TRABALHO ISSO ACONTECE PELA DEFICIENTE FORMAÇÃO ACADÊMICA DOS RESPONSÁVEIS PELA SEGURANÇA NO TRABALHO QUE SÃO ENGENHEIROS E TÉCNICOS DE SEGURANÇA = FORMAÇÃO TÉCNICA DEFICIENTE EM CIÊNCIAS SOCIAIS.

17 ASPECTOS PSICOLÓGICOS CAUSAIS DOS ACIDENTES PERCEPÇÃO: O MUNDO É PARA AS PESSOAS AQUILO QUE ELAS PERCEBEM E NÃO NECESSARIAMENTE A REALIDADE; O TRABALHADOR SÓ SE PREOCUPARÁ EM AGIR COM SEGURANÇA SE EFETIVAMENTE PERCEBER O ERRO; A INFORMAÇÃO COMPLETA E TRANSPARENTE SOBRE A ATIVIDADE, EVITA O IMAGINAR E O “TESTAR PARA VER COMO É”.

18 ASPECTOS PSICOLÓGICOS CAUSAIS DOS ACIDENTES FADIGA MENTAL: SATURAÇÃO DA PERCEPÇÃO POR EXPOSIÇÃO CONTÍNUA E DEMORADA A ESTÍMULOS REPETITIVOS = RESPOSTA AUTOMÁTICA SEM AJUSTAMENTO ÀS VARIAÇÕES DO AMBIENTE, PROVOCANDO ACIDENTES; FADIGA MENTAL + FADIGA FÍSICA = POTENCALIZA A CONDIÇÃO DE RISCO DE ACIDENTES.

19 ASPECTOS PSICOLÓGICOS CAUSAIS DOS ACIDENTES QUE MOTIVOS LEVARIAM UMA PESSOA A AGIR DE FORMA INSEGURA? MOTIVOS INCONSCIENTES COMO A PERCEPÇÃO; MOTIVOS CONSCIENTES COMO OS CONFLITOS. AS NECESSIDADES NÃO TÊM UM CARÁTER CONSCIENTE, OU SEJA, NÃO AGIMOS SABENDO QUE TEMOS ESTA OU AQUELA NECESSIDADE (CICLO).

20 ASPECTOS PSICOLÓGICOS CAUSAIS DOS ACIDENTES As necessidades não são excludentes, ou seja, convivemos com todas elas, simultaneamente, em diferentes graus. Procuramos satisfazer, simultaneamente, o maior número possível, porém, quando isto não é possível, somos levados a satisfazer aquela que, em dado momento, a situação nos permita. O conflito ocorre principalmente, entre atender as metas da produção e às metas de segurança.

21 ASPECTOS PSICOLÓGICOS CAUSAIS DOS ACIDENTES O conflito motivacional é instalado a partir de: Trabalhar com seguran ç a e correr o risco de contrariar o chefe e o usu á rio por perda de tempo; Trabalhar r á pido e correr o risco de sofrer um acidente; “ SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME ” O trabalhador geralmente escolhe a situa ç ão que evite perda do emprego: Racionaliza dizendo: “ não é tão perigoso ” ; “ sei como fazer ” ; “ sou macaco velho ” ; tenho o corpo fechado ”

22 HIERARQUIA E SEGURANÇA Hierarquia supõe um sistema de poder; poder é força, capacidade de influenciar comportamentos e resultados; é o canal de veiculação de valores da organização. A segurança precisa se preocupar com a relação chefe- subordinado, o exercício da autoridade e a influência na prevenção de acidentes. O “valor” que damos à segurança, não em discursos, mas na prática, sinaliza aos subordinados o que queremos de resultados em prevenção.

23 HIERARQUIA E SEGURANÇA A hierarquia é sempre percebida como fonte de recompensas e puni ç ões; a Psicologia mostra que a puni ç ão não leva à extin ç ão do comportamento negativo e sim a outro comportamento: o de evitar a puni ç ão; portanto, a puni ç ão deve ser a exce ç ão e não a regra.

24 HIERARQUIA E SEGURANÇA Os erros e atos inseguros devem ser alvos de orienta ç ões e esclarecimentos: o chefe é um educador! Não adianta identificar a culpa e sim trabalhar sobre a conduta. A hierarquia que não segue normas e não demonstra valoriza ç ão da seguran ç a, dificilmente levar á seus subordinados a fazê-lo!

25 O PAPEL FUNCIONAL DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS E A SEGURANÇA Sele ç ão: á rea capacitada a detectar, com consider á vel probabilidade de acerto, caracter í sticas psicol ó gicas que poderão causar acidentes; deve ter um perfil profissiogr á fico para real an á lise dos candidatos frente ao trabalho proposto.

26 O PAPEL FUNCIONAL DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS E A SEGURANÇA Treinamento: seguran ç a é mais do que um problema de treinamento: é uma questão de educa ç ão que cabe à chefia, no dia a dia; o “ housekeeping ” cria condi ç ões favor á veis à conscientiza ç ão em seguran ç a – pessoa percebe, valoriza e fica disciplinada - SOL

27 O PAPEL FUNCIONAL DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS E A SEGURANÇA Serviço Social:problemas de ordem econômica,desajustes familiares, educação de filhos eram “tabu” – “seus problemas pessoais ficam fora da empresa, aqui temos que trabalhar” – o fato de estar amparado já tranqüiliza a pessoa.

28 O PAPEL FUNCIONAL DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS E A SEGURANÇA Servi ç o m é dico: enfoque atual é o “ gerenciamento da sa ú de ” no lugar do “ gerenciamento da doen ç a ” ; medicina preventiva em lugar da curativa.

29 O PAPEL FUNCIONAL DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS E A SEGURANÇA SERVI Ç O ESPECIALIZADO DE SEGURAN Ç A: DO PAPEL FUNCIONAL DE FISCALIZA Ç ÃO E CONTROLE, PASSOU HOJE A ORIENTA Ç ÃO E ASSESSORIA AO CLIENTE INTERNO.

30 “ÁRVORE DAS CAUSAS “ÁRVORE DAS CAUSAS” METODOLOGIA INDICADA NA NR-05 DA PORTARIA 3214 DO MINISTÉRIO DO TRABALHO, EM 18/04/94, OBJETIVA A MELHORIA DA QUALIDADE DA ANÁLISE DOS ACIDENTES PARA SE OBTER MAIS DETALHES SOBRE A SUA CONSTITUIÇÃO, ESTRUTURA E NATUREZA. BASEIA-SE NA CONSTATAÇAO DE QUE TODO ACIDENTE (OU INCIDENTE) É SEMPRE O RESULTADO DA INTERAÇÃO DE DIVERSOS FATORES.

31 ÁRVORE DAS CAUSAS” “ÁRVORE DAS CAUSAS” UM ACIDENTE É SEMPRE CONSTITUÍDO POR “FATOS” (CONCRETOS) E “LIGAÇÕES”UNINDO OS FATOS ENTRE SI QUE NUNCA SÃO RESULTADOS DO ACASO. ELABORAÇÃO DE UM GRÁFICO PARA PROCURA DE TODAS AS PREVENÇÕES POSSÍVEIS MÉTODO ELIMINA ASPECTOS INTUITIVOS E SUBJETIVOS PRESENTES NAS ANÁLISES FEITAS POR OUTROS MÉTODOS = TRATA APENAS DE FATOS REAIS.

32 ÁRVORE DAS CAUSAS” O MÉTODO DEVE SER APLICADO EM GRUPO: O ACIDENTADO; TESTEMUNHAS DO ACIDENTE; CHEFES DIRETOS DO ACIDENTADO; SERVIÇO DE SEGURANÇA; ALGUMA OUTRA PESSOA QUE TENHA RELAÇÃO COM O ACIDENTE; O MÉDICO DO TRABALHO E UM MEMBRO DA CIPA. ELIMINAR HIERARQUIZAÇÃO; ELIMINAR BUSCA DE RESPONSABILIDADE OU CULPABILIDADE.

33 ÁRVORE DAS CAUSAS” AS FASES PRINCIPAIS DESSE M É TODO, SÃO: 1.LEVANTAMENTO DE TODOS OS FATOS QUE CONTRIBUIRAM PARA O ACIDENTE; 2.REUNIÃO E ORDENA Ç ÃO DOS FATOS – CONSTRU Ç ÃO DA “Á RVORE DAS CAUSAS ” = CADA FATO REGISTRADO NA FASE ANTERIOR, SER Á SUBMETIDO À QUESTÕES COMO: a. O QUE CAUSOU ESTE FATO? b. ESTA CAUSA FOI REALMENTE NECESS Á RIA? c.FOI SUFICIENTE?

34 ÁRVORE DAS CAUSAS” 3.PROCURA DE TODAS AS PREVEN Ç ÕES POSS Í VEIS: NA Á RVORE, CADA CAUSA DEVER Á TER SUA PREVEN Ç ÃO CAPAZ DE ELIMIN Á -LA. 4. ESCOLHA DAS PREVEN Ç ÕES MAIS EFICAZES OBEDECENDO ALGUNS CONCEITOS DE ORDEM PR Á TICA: a. ESTABILIDADE DA MEDIDA AO LONGO DO TEMPO; b. NÃO SUBSTITUI Ç ÃO DO RISCO; c. NÃO IMPOR GRANDES MUDAN Ç AS NOS H Á BITOS DO OPERADOR; d. POSSIBILIDADE DE GENERALIZA Ç ÃO DA PREVEN Ç ÃO e. PRAZO DE APLICA Ç ÃO; f. CUSTO.

35 CONCLUSÃO “Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez”.


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