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LINGUAGENS: PUBLICITÁRIA, JORNALÍSTICA E LITERÁRIA Profa. Marilene Garcia Unicentro Belas Artes de São Paulo.

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1 LINGUAGENS: PUBLICITÁRIA, JORNALÍSTICA E LITERÁRIA Profa. Marilene Garcia Unicentro Belas Artes de São Paulo

2 Linguagem publicitária É persuasiva Não é neutra, visa a convencer o interlocutor sobre algo. É complexa devido a diversidade de códigos.  Código iconográfico  Código retórico  Código estilístico

3 Linguagem publicitária – Humberto Eco Segundo Eco (1984), a técnica publicitária parece basear-se no pressuposto de que um anúncio trai mais a atenção do espectador quanto mais violar o sistema de expectativas retóricas, ou violar as regras de comunicação. Em vez de o publicitário inventar novas fórmulas expressivas, ele se adapta às soluções já de domínio do grupo social. A linguagem publicitária não tem valor informativo e apenas confirma a ideologia existente.

4 Linguagem dos outdoors As mensagens têm algumas características marcantes: são curtas, diretas e positivas. Os textos são escritos na forma imperativa e os slogans, formados por uma frase, repetida com freqüência. As imagens também têm grande destaque no discurso publicitário. O maior exemplo são os outdoors — importante instrumento de persuasão. Espalhados pelas ruas das cidades, eles chamam a atenção pelo formato e pelas ilustrações.

5 Recursos de linguagem que estão presentes no discurso publicitário: Intertextualidade. O anúncio remete a canção, poema, ditado ou outro anúncio famoso. Silogismo: O silogismo é uma forma de raciocínio dedutiva. Na sua forma padronizada é constituído por três proposições: As duas primeiras denominam-se premissas e a terceira conclusão Personificação. Características humanas são atribuídas a objetos e animais. Muito utilizada em campanhas direcionadas ao público infantil, como brinquedos e guloseimas. Pronomes de tratamento da segunda pessoa. Exemplo: "Você não pode perder esta promoção!" Vocativo. Exemplo: "Mãe, o shopping Aricanduva é show!" Imperativo. Exemplo: "Compre já!"

6 siogismo

7 .

8 Dove revela números sobre comportamento e beleza 2% das mulheres se descrevem como belas 59% acreditam que mulheres fisicamente atraentes são mais valorizadas pelos homem 68% concordam que a mídia utiliza padrões irreais e inatingíveis de beleza 75% querem que a mídia retrate a beleza com pessoas normais 76% dizem que a mídia retrata a beleza baseada mais na atratividade física do que na beleza 77% disseram que a beleza pode ser alcançada também por meio das atitudes e outros atributos não relacionados com a aparência física 54% das brasileiras já considerou submeter-se a cirurgia plástica

9 Pesquisa global para a linguagem publicitária Para obter respostas reais a essas perguntas e saber mais sobre beleza, auto-estima e os efeitos da mídia no universo feminino, Dove, marca da Unilever, encomendou uma pesquisa global à empresa StrategyOne, com coordenação das doutoras Nancy Etcoff, cientista, psicóloga e professora da Harvard University (EUA), e Susie Orbach, psicanalista da London School of Economics e autora de nove livros. Envolvendo mulheres, entre 18 e 64 anos de idade, de dez países (entrevistas realizadas entre fevereiro e março de 2004), EUA, Canadá, Inglaterra, Itália, França, Portugal, Holanda, Brasil, Argentina e Japão, o estudo identifica os componentes dos novos padrões de beleza, incluindo felicidade, relacionamento, autoconhecimento e cuidados pessoais. E conclui que as mulheres estão mais propícias a estarem satisfeitas com suas vidas e seu bem-estar. No entanto, um número muito baixo delas se define como “bela”.

10 Insatisfação com a beleza A maioria das mulheres está insatisfeita com sua beleza e atratividade física. Para elas o peso e a forma do corpo ainda incomodam. As mulheres japonesas têm o maior índice de insatisfação física (59%), seguidas pelas brasileiras (37%), inglesas e norte-americanas (36%), argentinas (27%) e holandesas (25%). Não é à toa que o ranking de países que mais fazem plástica no mundo, em todas as idades, tem Estados Unidos, México e Brasil, consecutivamente, nas primeiras colocações. As informações são da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps – International Society of Aesthetic Plastic Surgery), com dados referentes a 2003.

11 Beleza da mulher brasileira O Brasil possui um dos menores índices de satisfação com a beleza. Apenas 1% das mulheres se descreve como “bonita”, e 6% como “bela”. O único país abaixo desse índice é o Japão, com 0%. Além disso, o Brasil é um dos países que mais valoriza as modelos: 13% afirmam que só as “top- models” são verdadeiramente bonitas. A pesquisa mostra que 54% das brasileiras já considerou submeter-se a cirurgia plástica e 7% relatam ter feito algum tipo de intervenção, a taxa mais alta entre os países pesquisados.

12 Linguagem persuasiva A propaganda reflete os valores da ideologia dominante, aqueles em que a sociedade acredita. Mostra uma forma de ver o mundo. Por exemplo: peças publicitárias como valorização do sucesso, do belo, do bem educado, do moderno, da juventude, do tradicional, do moderno, do requinte, da modo, do status, dos carros novos, do alto padrão, da classe, da elegância, do êxito no amor. A linguagem persuasiva está ligada ao estudo do signo, que por sua vez está ligado à ideologia.

13 Ideologia – Mikhail Baktin O autor afirma que tudo o que é ideológico possui um significado e remete a algo situado fora de sim mesmo. Tudo que é ideológico é um signo. A ideologia não existe sem signo. As palavras fora de um contexto são neutras, mas as palavras contextualizadas perdem a neutralidade e passam a veicular ideologias.

14 Linguagem jornalística A linguagem jornalística tem algumas regras fundamentais:  evitar ser prolixo e usar linguagem de fácil acesso a todas as camadas sociais.  Para ser entendido por todo mundo, é preciso ter objetividade na linguagem, tratar do assunto com uma certa linearidade, sem perder qualidade de conteúdo.  É preciso usar frases curtas, que digam diretamente o assunto, e uma linguagem que caracterize imediatamente os resultados, mas que não abra mão de suas causas. Para isso, existe o sintagma, a capacidade que todos nós temos e que o jornalista deve ter, de usar o mínimo possível de palavras para dizer o máximo em uma mensagem.


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