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Demonstrações Financeiras como Instrumento de Gestão Prof. Onivaldo Izidoro Pereira www.onivaldo.com.br 16/12/2014 www.onivaldo.com.br.

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1 Demonstrações Financeiras como Instrumento de Gestão Prof. Onivaldo Izidoro Pereira 16/12/2014

2 As fontes de informação da administração financeira Internas e externas Formais e informais As demonstrações financeiras são formais, internas quando da própria empresa e externas quando analisam- se os concorrentes, fornecedores, empresas para investir. As demonstrações financeiras são formais, internas quando da própria empresa e externas quando analisam- se os concorrentes, fornecedores, empresas para investir. Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

3 As demonstrações financeiras Mensagem aos acionistas Balanço patrimonial Demonstração do resultado do exercício Demonstração de origem e aplicação de recursos Evolução do patrimônio líquido ou Demonstração dos lucros retidos Notas Explicativas: pareceres conselho fiscal e auditores independentes. 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

4 Características das Demonstrações Financeiras São relatórios anuais obrigatórios, elaborados com base na escrituração mercantil da empresa,e abrangem o exercício social da empresa, exceto quando da constituição ou liquidação da empresa, se as datas não forem coincidentes com o inicio o final do exercício. Baseiam-se em Princípios Contábeis geralmente aceito. Constituem-se em forma de mostrar aos acionistas a percepção da empresa no ponto de vista dos executivos e dos proprietários. 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

5 Regimes de Contabilização REGIME DE COMPETÊNCIA REGIME DE CAIXA VALORES A RECEBER Vendas35Vendas Recebidas8 Custo das Mercadorias Vendidas -25Contas a Receber 27 Pgto. de Insumos-12 RESULTADO10Saldo de Caixa-4 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

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8 Relatório do Conselho de Administração ou da Diretoria É uma mensagem descritiva que apresenta a companhia. Normalmente é assinado pelo Presidente da empresa ou pelo Conselho de Administração. Os mais completo contêm: Filosofia da administração. Filosofia da administração. Estratégia Organizacional. Estratégia Organizacional. Resultados obtidos. Resultados obtidos. Planos Futuros. Planos Futuros. 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

9 Balanço Patrimonial 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

10 Demonstrativo de Resultados do Exercício – Vinhedo SA 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

11 Depreciação – Saldos $ , Vida útil 5 anos, 20% ANODEPRECIAÇÃOVALOR RESIDUAL , , , , , , ,00 5 0,00 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

12 Depreciação – Soma dos Dígitos Vida útil de 5 anos = = 15 ANOCÁLCULODEPRECIAÇÃOVALOR RESIDUAL 15/15 x /15 x /15 x /15 x /15 x /12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

13 Depreciação – Unidades Produzidas Valor do Equipamento $ Produção= peças vida util ANOPRODUÇÃOCÁLCULODEPRECIAÇÃOVALOR RESIDUAL (25.000/ ) x (25.000/ ) x (25.000/ ) x (25.000/ ) x (25.000/ ) x /12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

14 Percentuais de Depreciação ATIVOVIDA ÚTILDEPRECIAÇÃO ANUAL Edifícios25 anos 4% Máq. e Equipamentos10 anos 10% Instalações10 anos 10% Móveis e Utensílios10 anos 10% Ferramentas5 anos 20% Veículos5 anos 20% Pode-se acelerar a Depreciação por nº horas trabalhadas Para turno de 8 horas Coeficiente 1 Para dois turnos de 8 horas Coeficiente 1,5 Para três turno de 8 horas Coeficiente 2,0 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

15 Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos - DOAR Procura estabelecer de onde vêm os recursos financeiros utilizados na empresa e onde foram aplicados, ou seja, qual seu destino. Trabalha com as variações das contas dos Balanços Patrimoniais de dois períodos seguidos. Tem grande utilidade para identificar a movimentação de recursos financeiros na empresa. 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

16 Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos - DOAR Mecanismo da DOAR CONTA ORIGEMAPLICAÇÃO Ativo reduçãoaumento Passivo aumentoredução 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

17 Quadro preparativo para DOAR BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO VARIAÇÃOORIGEMAPLICAÇÃO CIRCULANTE Caixa Duplicatas e Reeceber Estoques EXIG. A LGO. PRAZO Empréstim. a Subsidiárias PERMANENTE Investimentos Imobilizado (-) Depreciação Acumulada TOTAL DOS ATIVOS PASSIVO e PL CIRCULANTE Fornecedores Titulos a Pagar Obrig. Fiacais e Sociais EXIG. A LGO. PRAZO Financiamentos PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Lucros Acumulados (ret) TOT. PASSIVO E PL /12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

18 ContasValores% ORIGENS640100% Dupls. A Receber508% Empr. a Subsidiária508% Investimentos508% Deprec. Acumulada10016% Fornecedores13020% Titulos a Pagar508% Financiamentos10016% Lucros Acumulados11017% APLICAÇÕES640100% Caixa508% Estoques15023% Imobilizado40063% Obrig.açõesFicais e Sociais406% DOAR 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

19 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira A T I V O S VariaçãoOrigemAplicação Ativos Circulantes7.130, ,00 Caixa350,00450,00100,00 Títulos Negociáveis500,00632,00132,00 Duplicatas a Receber6.000, , ,00 Estoques280,00520,00240,00 Ativo Permanente (ao custo)36.742, ,00 Terrenos e Edifícios1.200,00 Maquinário Eletrônico35.000, , ,00 Móveis e Utensílios400,00550,00150,00 Veículos60,00 Outros(incluindo arrendamento mercantil)82,00 (-) Depreciação Acumulada7.172, , ,00 TOTAL DO ATIVO36.700, ,00 P A S S I V O S e P. LÍQUIDO Psssivos Circulantes 1.900, ,00 Tíulos a Pagar320,00250,0070,00 Dupliacatas a Pagar1.480, ,00270,00 Outras Obrigações100,00150,0050,00 Exigível a Longo Prazo9.000, ,00 Financiamentos9.000, ,00840,00 Patrimônio Líquido25.800, ,00 Capital Ações Preferenciais)5.000,00 Capital (Ações Ordinárias)20.000,00 Lucrocros Acumulados (retidos)800, ,00445,00 TOAL DO PASSIVO E PL , ,00SOMA9.192,00

20 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira DOAR - VERIFICAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES RELEVANTES C O N T A SVALORES% ORIGENS9.192,00100,00 Depreciação Acumulada7.587,0082,54 Duplicatas a Receber270,002,94 Outras Obrigações50,000,54 Exigível a Longo Prazo840,009,14 Lucros Acumulados445,004,84 APLICAÇÕES9.192,00100,00 Caixa100,001,09 Titulos Negociáveis132,001,44 Duplicatas a Receber6.500,0070,71 Estoques240,002,61 Maquinário Eletrônico2.000,0021,76 Móveis e Utensílios150,001,63 Títulos a pagar70,000,76

21 Demonstrações dos Fluxos de Caixa São documentos de uso interno da empresa para controle de entradas e saídas de recursos. A DFC assume características padronizadas por métodos contábeis normalmente aceitos e reflete o fluxo de recursos para dentro e para fora da empresa. Descaracteriza o princípio da competência e prioriza a visualização dos recursos efetivamente disponíveis para a empresa e para seus acionistas, por meio do denominado Regime de Caixa. 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

22 Demonstração de Fluxo de Caixa 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

23 Balanço Social È o documento onde a empresa expõe o impacto social das suas atividades. Além dos resultados econômicos e financeiros para os acionistas e outras partes interessadas na empresa, as empresas precisam prestar contas à comunidade na qual a empresa está inserida. 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

24 Respeito ao meio ambiente (Ações que evitem impactos) Respeito aos direitos humanos (relacionamento/tratamento) Projetos sustentáveis em ação Apoio à liberdade associativista (negociação coletiva) Cumplicidade na violação de direitos humanos Trabalhos forçados Trabalho Infantil Apoio a Creches e escolas Programas de socialização de menores Além de benefícios financeiros Balanço Social (Divulgações) 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

25 Análise das relações entre Custo, Volume e Lucro – Análise do Ponto de Equilíbrio É um instrumento de gestão financeira tipicamente de curto prazo e utiliza projeções ou resultados obtidos dos lucros, custos, receitas e volume de produção. Vem a ser a quantidade de produção e venda de bens ou serviços, cujos custos totais e receitas totais provindas dessa quantidade são iguais. 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

26 Análise das relações entre Custo, Volume e Lucro – Análise do Ponto de Equilíbrio Através do mecanismo da análise do ponto de equilíbrio, pode-se calcular: O ponto de Equilíbrio Operacional ( unidades/integral ) O ponto de Equilíbrio Operacional ( unidades/integral ) O ponto de Equilíbrio Operacional de Caixa (-Deprec. e Desp Diferidas) O ponto de Equilíbrio Operacional de Caixa (-Deprec. e Desp Diferidas) O ponto de Equilíbrio em Moeda (CF ÷ MC x Receita) O ponto de Equilíbrio em Moeda (CF ÷ MC x Receita) Para se calcular o Ponto de Equilíbrio é necessário conhecer: O preço unitário de venda O preço unitário de venda O custo variável unitário O custo variável unitário O custo fixo total O custo fixo total O volume total de produção O volume total de produção 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

27 Análise das relações entre Custo, Volume e Lucro – Análise do Ponto de Equilíbrio Ponto de Equilíbrio Operacional Determina a quantidade de produção e venda de bens ou serviços, cujos custos totais e receitas operacionais totais provindas dessa quantidade são iguais, não havendo nem lucro nem prejuízo operacional. Determina a quantidade de produção e venda de bens ou serviços, cujos custos totais e receitas operacionais totais provindas dessa quantidade são iguais, não havendo nem lucro nem prejuízo operacional. Custos Fixos M.Contribuição PE = x Receita 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

28 Análise das relações entre Custo, Volume e Lucro – Análise do Ponto de Equilíbrio Ponto de Equilíbrio Operacional Receita Quantidades Valores CF CV Ponto de Equilíbrio Operacional Custos Totais Receita = $ C Variáveis = $ C. Fixos = $ Unidades. P=15,00 $ unidades 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira Prejuízo Lucro

29 Análise das relações entre Custo, Volume e Lucro – Análise do Ponto de Equilíbrio Ponto de Equilíbrio Operacional de Caixa Dará informação ao analista sobre a quantidade de produção e venda necessária para que ocorra o equilíbrio entre as entradas e saídas de caixa. Dará informação ao analista sobre a quantidade de produção e venda necessária para que ocorra o equilíbrio entre as entradas e saídas de caixa. F- CSP PVu – CVu PEocx = PEocx = Ponto de Equilíbrio Operacional de Caixa F = Custo fixo operacional total CSP = Custo sem pagamento PVu = Preço de Venda Unitario CVu= Custo Variável Unitário 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

30 Análise das relações entre Custo, Volume e Lucro – Análise do Ponto de Equilíbrio Ponto de Equilíbrio Operacional de Caixa Receita Quantidades Valores CF menos valores sem pagamento C V Ponto de Equilíbrio Operacional de Caixa Custos totais 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira Prejuízo Lucro

31 Alavancagem É o uso de ativos operacionais e/ou recursos financeiros, como custos e despesas fixas, para aumentar o retorno dos acionistas. Alavancagem operacional: É o uso de ativos operacionais como custos e despesas fixas, para aumentar os lucros antes de juros e IR. Alavancagem Financeira: É o resultado da existência de encargos financeiros fixos, para aumentar o efeito das variações nos lucros antes de juros e IR, sobre os lucros por ação. Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

32 Alavancagem operacional e Financeira 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira CONTAS2012VAR%2013 Receita Operacional R$ ,0020% R$ ,00 (-) Custos e DespesasOperacionais Variáveis R$ ,00 R$ ,00 (-) Custos e DespesasOperacionais Fixos R$ ,00 R$ ,00 LUCRO OPERACIONAL /LAJIR R$ ,0027% R$ ,00 (-) Despesas Financeira R$ 5.600,00 R$ 9.340,00 LUCRO LÍQUIDOANTES DO I. RENDA R$ ,00 R$ ,00 (-) Imposto de Renda R$ 6.392,40 R$ 7.364,00 LUCRO LÍQUIDO R$ ,6015% R$ ,00 //

33 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira Alavancagem operacional e Financeira GAO- GRAU DE ALAVANCAGEM OPERACIONAL Variação percentual do LAJIR Variação percentual da Receita GAF- GRAU DE ALAVANCAGEM FINANCEIRA Variação percentual do Lucro Líquido Variação percentual do LAJIR GAT- GRAU DE ALAVANCAGEM TOTAL Variação percentual do Lucro Liquido Variação percentual da Receita

34 Alavancagem total Alavancagem total uso do potencial de custos fixos, operacionais e financeiros, para aumentar o efeito das variações nas vendas sobre o lucro por ação. 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

35 ALAVANCAGEM OPERACIONAL, FINANCEIRA E COMBINADA D. R. E.2009VARIAÇÃO2010 Receita Operacional , ,00 (-) Custos Variaveis , ,00 (-) Custos Fixos , ,40 LAJIR , ,60 Despesas Financeiras , ,00 LAIR , ,60 (-) Imp. De Renda , ,06 LUCRO LÍQUIDO , ,54 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

36 Análise das Demonstrações Financeiras É um instrumento utilizado por acionistas, credores efetivos e potenciais e administradores da empresa para conhecer, índices financeiros que são grandezas comparáveis obtidas através de valores monetários absolutos, a posição e a evolução financeira da empresa. Os índices dão analisados por comparação com padrões históricos também chamados de temporais e setoriais os quais recebem ainda as demonstrações de industria e de cross-sectional. 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

37 Análise das Demonstrações Financeiras Análises históricas Análise de Padrões Setoriais Análise Vertical Análise Horizontal INDICES:Liquidez Atividade ou eficiência operacional Endividamento Lucratividade ou rentabilidade Índice de Mercado 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

38 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira D R E CONTAS2011 Receitas Brutas6.380,00 (-) Impostos Faturados193,00 RECEITA LÍQUIDA6.187,00 (-) Custos dos Produtos Vendidos2.890,00 LUCRO BRUTO3.297,00 (-) Despesas Administrativas240,00 (-) Despesas Tributárias (Avara/IPTU)140,00 (-) Despesas constitucionais94,00 (-) Outras Despesas Operacionais149,00 LUCRO OPERACIONAL (ou LAJIR)2.674,00 (-) Despesas Financeiras Líquidas910,00 LUCRO OPERACIONAL LÍQUIDO1.764,00 (-) Resultado em Sociedade Controlada106,00 (+) Resultado em Sociedade Coligada1.658,00 (-) Resultado da Correção Monetária98,00 LUCRO ANTES IMP. RENDA (LAIR)1.560,00 (-) Provisão para o Imposto de Renda546,00 L. LÍQ. DEPOIS DO I. RENDA1.014,00

39 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira A T I V O2011P A S S I V O2011 CIRCULANTE1.860,00CIRCULANTE741,00 Disponível430,00 Fornecedores346,00 Caixa60,00 Financiamentos250,00 Bancos360,00 Obrigações Sociais145,00 Aplicações10,00EXIGÍVEL A LONGO PRAZO270,00 Valores a Receber290,00 Fornecedores120,00 Duplicatas a Receber290,00 Financiamentos150,00 Estoques1.140,00RESULT. EXERC. FURURO180,00 Produtos acabados720,00 Receitas antecipadas180,00 Matéria Prima420,00PATRIMÔNIO LÍQUIDO2144,00 REALIZÁVEL A L/PRAZO75,00 Capital social700,00 Aplicações Financeiras75,00 Lucros acumulados1014,00 ATIVO PERMANENTE1.400,00 Reserva de Capital380,00 Investimentos690,00 Reserva Legal50,00 Coligadas660,00 Ações p/Inc.Fiscal30,00 Imobilizado710,00 Prédios e Terrenos310,00 Máquinas e Equipamentos400,00 TOTAL DO ATIVO3.335,00TOTAL DO PASSIVO3.335,00

40 Análise das Demonstrações Financeiras Índices de Liquidez Índice de liquidez corrente (ILC) Índice de liquidez corrente (ILC) Índice de Liquidez Seca (ILS) Índice de Liquidez Seca (ILS) Índice de Liquidez Imediata (ILI) Índice de Liquidez Imediata (ILI) Capital de Giro Líquido (CGL) Capital de Giro Líquido (CGL) ILC = Ativo Circulante Passivo Circulante ILS = Ativo Circulante - Estoques Passivo Circulante ILI = Disponibilidades + Aplicações temporárias Passivo Circulante CGL =Ativo Circulante – Passivo Circulante 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

41 Análise das Demonstrações Financeiras Índices de Atividade ou Eficiência Operacional Giro do Ativo Operacional (GAO) Giro do Ativo Operacional (GAO) Giro dos Estoques de Produtos Acabados (GPA) Giro dos Estoques de Produtos Acabados (GPA) Giro de Contas a Receber (GCR) Giro de Contas a Receber (GCR) Giro das Contas a Pagar (GCP) Giro das Contas a Pagar (GCP) GAO = Receita Operacional Ativo Operacional GPA = Custos dos Produtos Vendidos Estoque Médio dos Produtos Acabados GCR = Vendas a Prazo Saldo Médio das Contas a Receber GCP = Compras de Materiais a Prazo Saldo Médio de fornecedores 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

42 Análise das Demonstrações Financeiras Índices de Endividamento Índice de Participação de Terceiros (IPT) Índice de Participação de Terceiros (IPT) Índice do Exigível – Patrimônio Líquido (IEPL) Índice do Exigível – Patrimônio Líquido (IEPL) Cobertura de Juros (CJ) Cobertura de Juros (CJ) IPT = Passivo Total – Patrimônio Líquido Ativo Total IEPL = Exigível de Longo Prazo Patrimônio Líquido CJ = Lucro antes de Juros e Imposto de Renda Juros do Período 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

43 Análise das Demonstrações Financeiras Índices de Lucratividade ou Rentabilidade Margem Bruta (MB) Margem Bruta (MB) Margem Operacional (MO) Margem Operacional (MO) Margem Líquida (ML) Margem Líquida (ML) MB = Lucro Bruto Vendas MO = Lucro Operacional Vendas ML = Lucro Líquido Vendas 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

44 Análise das Demonstrações Financeiras Índices de Lucratividade ou Rentabilidade Retorno sobre o Investimento (ROI) Retorno sobre o Investimento (ROI) Retorno s/ o Patrim. Líquido (RPL) Retorno s/ o Patrim. Líquido (RPL) Lucro por ação (LPA) Lucro por ação (LPA) ROI = Lucro Líquido Ativo Total RPL = Lucro Líquido Patrimônio Líquido LPA = Lucro Disponível aos Acionistas Comuns Número de ações ordinárias 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

45 Análise das Demonstrações Financeiras Índices de Mercado Índice Preço / Lucro Índice Preço / Lucro Índice Valor de Mercado / Valor Contábil Índice Valor de Mercado / Valor Contábil Índice Preço / Lucro = Preço de Mercado por Ação Ordinária Lucro por Ação Índice Valor de Mercado = Preço de Mercado por Ação Ordinária Valor Contábil por Ação Ordinária 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

46 Sistema Du Pont Taxa de Retorno Sobre o Ativo Total (TRAT) Taxa de Retorno Sobre o Ativo Total (TRAT) Taxa de Retorno sobre o Patrimônio Líquido Taxa de Retorno sobre o Patrimônio Líquido TRAT = Lucro Líquido após IR Ativo Total TRPL = Lucro Líquido após IR Patrimônio Líquido Total 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

47 Retorno sobre investimento Operacional Lucro Operacional Lucro Operacional M. Operacional(MO) M. Operacional(MO) Vendas Liquidas Vendas Liquidas Lucro Líquido Lucro Líquido Giro Ativo Oper.(GAO) Giro Ativo Oper.(GAO) Ativo Operacional Ativo Operacional RIO/ROI = MO x GAO RIO/ROI = MO x GAO 16/12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira

48 Questões Resolver questões das páginas 92 a /12/2014Prof. Onivaldo Izidoro Pereira


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