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CAFe: Conjunto Acessível de Ferramentas Proposta de Projeto outubro /2009 Softex.

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1 CAFe: Conjunto Acessível de Ferramentas Proposta de Projeto outubro /2009 Softex

2 Desenvolvimento de Software entender planejar implementar testar empacotar treinar inspecionar subcontratar controlar manter acompanhar projetar decidir tratar resolver disponibilizar mudar liberar monitorar garantir prever disseminar

3 Desenvolvimento de Software MPS.BR CMMI SCRUM ITIL

4 Desenvolvimento de Software MPS.BR CMMI SCRUM ITIL

5 MPS.BR – Lições Aprendidas “A dificuldade em adquirir e implantar ferramentas de software adequadas às necessidades e restrições da organização é um fator que tem impacto direto na infraestrutura de processos. Uma análise das funcionalidades das ferramentas existentes no mercado com base em critérios objetivos, por exemplo, capacidade de integração entre ferramentas e capacidade de adaptação das ferramentas, é bastante útil para apoiar a seleção de uma infraestrutura ferramental adequada para a realidade dos projetos e da organização. A definição desde o início da implementação de ferramentas de apoio aos processos também ajuda a minimizar o retrabalho na definição dos procedimentos da empresa e a diminuir a resistência à mudanças na forma atual de trabalho.” Mariano Angel Montoni “Lições Aprendidas com Implementação do Modelo MPS em Empresas”

6 Incentivo para pequenas empresas O desenvolvimento de software em equipe é uma tarefa complexa e cara. Exige pessoas treinadas, processos, ferramentas e infraestrutura adequados. As ferramentas disponíveis no mercado para atender essas necessidades são muito caras para a maioria das pequenas e médias empresas. A disponibilidade de uma suíte de baixo custo, com ferramentas integradas e configuradas para suportar os processos de desenvolvimento de software e de gerenciamento de serviços de TI seria um importante incentivo para pequenas e médias empresas buscarem atingir níveis de maturidade mais elevados em seus processos, tornando-as mais competitivas.

7 Objetivo do Projeto Tornar acessível a pequenas empresas uma suíte integrada de ferramentas que suporte os processos de desenvolvimento de software e de gerenciamento de serviços de TI aderentes às melhores práticas, modelos, metodologias e normas, como: Desenvolvimento de software: MPS.BR, CMMI e ISO9000 Metodologias ágeis: Scrum Serviços de TI: ITIL, NBR ISO/IEC 20000

8 Desenvolvimento de Software

9 Enterprise Architect Eclipse Subversion JIRA Selenium Hudson Maven/Archiva OpenOffice.org Moodle Pentaho Desenvolvimento de Software

10 Base de Conhecimento Base de Conhecimento Gerenciamento de Serviços de TI Ger. de Incidente Ger. de Problema Ger. de Mudança Ger. de Configuração Ger. de Liberação Ger. de Nível de Serviço Ger. Financeiro Ger. de Capacidade Ger. de Disponibilidade Ger. de Continuidade Help Desk Suporte a ServiçosEntrega de Serviços CMDB NMS

11 Resultados esperados A suíte deverá ser constituída prioritariamente de componentes de software livre ou de baixo custo, com qualidade e maturidade comprovada. O projeto terá como resultados toda a documentação necessária para adquirir, instalar, configurar e integrar os componentes da suíte, todo o software desenvolvido especificamente para realizar a integração dos componentes, bem como modelos dos processos atendidos pela suíte. Todo o software desenvolvido durante o projeto será disponibilizado como software livre.

12 Entregáveis Site Internet disponibilizando Toda a documentação e software produzido Máquinas virtuais com a suíte pré-configurada Mecanismos de comunicação/colaboração com os usuários da suíte Modelos dos processos cobertos pela suíte Para cada ferramenta Instruções de aquisição, instalação e configuração Material de treinamento Genérico Específico para cada processo FAQ

13 Cronograma tentativo

14 Orçamento Equipe CPqD: 10 Softex: ? Material Servidores Licenças de software

15 Enterprise Architect Eclipse Subversion JIRA Selenium Hudson Maven/Archiva Case CPqD Developer Suite

16 Case CPqD Developer Suite – custos Comparação entre a previsão de custos para a implantação de duas suítes comerciais, a previsão para a integração de uma suíte de baixo-custo e o custo efetivamente realizado. Este projeto visava atender aproximadamente 600 desenvolvedores.

17 Por que o CPqD? Os conhecimentos gerados pelo CPqD atingem o mercado sob a forma de tecnologias de produto, sistemas de software, serviços tecnológicos, consultorias e participação com capital intelectual em empresas emergentes de base tecnológica. Estes resultados geram novos empregos, aumentam a competitividade dos clientes e parceiros, contribuem para a inclusão digital da sociedade e produzem riqueza para o País. É destaque o amplo conjunto de Sistemas de Suporte a Operações e Negócios, implantados com êxito em diversas organizações dos mais diversos setores no Brasil e no exterior. Sistemas de missão crítica, essas soluções contribuem para a redução de perdas, melhoria dos resultados, prevenção de fraudes, satisfação de clientes, mitigação de riscos, enfim, ampliação da eficiência e consequente competitividade dessas organizações.

18 Por que o CPqD? O CPqD conta com um programa para alavancar o desenvolvimento de empresas emergentes nacionais, mediante o estreitamento do seu relacionamento, de tal forma a agregar valor aos produtos do Centro e promover a evolução técnica e empresarial das mesmas, através do estabelecimento de parcerias tecnológicas e em negócios, que possibilitem não só a realização de troca de informações e experiências, como também a atuação conjunta, tanto no desenvolvimento de soluções de telecomunicações e de tecnologia da informação, quanto junto ao mercado, através da apresentação de ofertas complementares de produtos e serviços. São mais de 100 pequenas e médias empresas, segmentadas em setores de Billing, Biometria, BI, Capacity Planning, Desenvolvimento de Aplicações Móveis, Desenvolvimento de Hardware, E-commerce, E-learning, Fábrica de Software, GED, Gerência de Rede, GIS, LBS, NGN, PLC, SFA, Sistema a Cartão, SLA, Supervisão Remota, Terminais, TV Digital, VoIP e Workflow.

19 Por que o CPqD? Porque já temos parte significativa da suíte constituída e implantada. Porque já temos resultados financeiros e organizacionais que validam o modelo proposto e nossa capacidade de implementá-lo. Porque já temos processos definidos que poderão ser “generalizados” e disponibilizados como modelos. Porque já temos um núcleo de equipe capacitado para desenvolver a suíte.

20 Gustavo Chaves (19)


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