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Engenharia do Produto Faculdade Pitágoras Prof.: Diego Costa.

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Apresentação em tema: "Engenharia do Produto Faculdade Pitágoras Prof.: Diego Costa."— Transcrição da apresentação:

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2 Engenharia do Produto Faculdade Pitágoras Prof.: Diego Costa

3 Produtos com qualidade Produtos que adequadamente atendam as necessidades do cliente / usuário possibilitam que as empresas: Aumentem a satisfação dos clientes Tornem os produtos mais vendáveis Enfrentem com vantagem a concorrência Aumentem sua participação no mercado Obtenham maior receita de vendas ou serviços

4 3 Produtos com qualidade A ausência de falhas, faltas e defeitos possibilita que as empresas: Reduzam o esforço de teste Reduzam o esforço de retrabalho Reduzam tempo de desenvolvimento Reduzam prazo para lançamento de novos produtos no mercado Reduzam custos.

5 Visões de qualidade Qualidade do produto X Qualidade do processo de criação / fabricação do produto.

6 Qualidade do produto Atendimento aos anseios e necessidades dos clientes Previsibilidade no atendimento, adequação às expectativas sobre o produto – uso, preço, segurança, dimensões, garantia, manutenção e reposição.

7 A qualidade do produto depende da: Observação pelo usuário / cliente Comunicação equipe / usuário Cumprimento de prazos Assistência Manutenção e evolução Qualidade do produto

8 Qualidade do serviço Confiabilidade - produz resultados corretos Segurança - riscos compatíveis Utilidade - apoia eficazmente o usuário na resolução de suas tarefas Curva de aprendizagem - utilizável por pessoas possuindo o nível de formação estipulado Rentabilidade de serviço - recursos, pessoas sendo compatível com o valor do serviço.

9 Qualidade do processo Ausência de desperdício na produção Previsibilidade no processo, documentação, eficácia na adequação do produto às expectativas de uso, preço, segurança, dimensões, garantia, manutenção e reposição.

10 Qualidade de engenharia Evolutibilidade – o produto pode ser corrigido, aperfeiçoado, adaptado e evoluído sem perda de qualidade; Portatilidade – pode ser facilmente transferido para outra forma de uso; Rentabilidade de engenharia – custo e prazo de desenvolvimento ou manutenção são compatíveis com o benefício esperado.

11 Qualidade Controle da qualidade total Conceito de controle de processo Método de controle de processo Prática do controle da qualidade

12 Qualidade Total O TQC - Total Quality Control, como praticado no Japão, é baseado na participação dos setores da empresa e de todos os seus colaboradores no estudo e condução do controle da qualidade.

13 Controle da Qualidade Total Atende aos objetivos da empresa porque: É um sistema gerencial que parte do reconhecimento das necessidades das pessoas e estabelece padrões para o seu atendimento; Visa a melhorar continuamente os padrões que atendem às necessidades das pessoas, a partir de uma visão estratégica e com abordagem humanista.

14 Qualidade Total É o conjunto de dimensões que afetam a satisfação das necessidades das pessoas e por conseguinte a sobrevivência da empresa.

15 Dimensões da Qualidade Qualidade - ligada à satisfação do cliente interno ou externo. É medida através das características da qualidade dos produtos que são percebidos como benefícios para o cliente ou serviços finais ou intermediários da empresa.

16 Dimensões da Qualidade Qualidade do produto / serviço - ausência de defeitos e presença de características que irão agradar o consumidor

17 Dimensões da Qualidade Qualidade do treinamento; Qualidade da informação; Qualidade das pessoas; Qualidade da empresa; Qualidade da administração; Qualidade dos objetivos; Qualidade do sistema; Qualidade dos engenheiros.

18 Dimensões da Qualidade Custo - custos intermediários e final do produto / serviço. Considera-se os custos de: projeto, compras, vendas, juros, controles, recrutamento e seleção, salários e encargos sociais O preço deve refletir o valor agregado aos insumos.

19 Conceito de processo Pela divisão de um processo em processos menores, pode-se controlar sistematicamente cada um deles e localizar mais facilmente os possíveis problemas e desvios de cada um. O processo é controlado através de seus efeitos.

20 Relacionamento causa-efeito. Diagrama de causa-efeito ou diagrama espinha de peixe ou de Ishikawa. Processo é um conjunto de causas que provoca um ou mais efeitos. Uma empresa é um processo que se compõe de vários processos. Conceito de processo

21 Resolução de problemas Dificuldades - obstáculos: Informação irrelevante (atenção a dados fora do contexto e desvio dos dados centrais); Inflexibilidade funcional (não perceber novas aplicações para determinados itens); Direcionamento mental (persistir na aplicação de resoluções que foram úteis no passado);

22 Resolução de problemas Dificuldades - obstáculos: Limites desnecessários (quando se estabelecem limitações inexistentes). A resolução de problemas também envolve algumas estratégias: uso de tentativa e erro, estabelecimento de sub-objetivos (passos intermediários), trabalhar de trás para frente (estilo dedutivo).

23 Itens de controle de um processo Cada processo pode ter um ou mais resultados (efeitos, fins). Para gerenciar cada processo é necessário avaliar / medir seus efeitos. Os itens de controle de um processo são índices numéricos estabelecidos sobre os efeitos de cada processo para medir a sua qualidade total.

24 Usando o 5W2H para organizar os itens do método de controle da qualidade 5W2H - método baseado em perguntas- chave, capazes de esclarecer os principais aspectos de um fato ou de uma situação. WHAT - O QUE? WHEN - QUANDO? WHERE - ONDE? WHY - PORQUE? WHO - QUEM? HOW - COMO? HOW MUCH – QUANTO CUSTA?

25 Prática do Controle da Qualidade Objetivos do controle de qualidade: Planejar a qualidade desejada pelos clientes: Localizar o cliente; Saber necessidades do cliente; Traduzir essas necessidades em características mensuráveis; Estabelecer a forma de gerenciar o processo.

26 Prática do Controle da Qualidade Manter a qualidade desejada pelo cliente: Cumprir padrões; Atuar nas causas de desvio, com auxílio do PDCA. Melhorar a qualidade desejada pelo cliente: Localizar os resultados indesejáveis - problemas; Utilizar um método de solução de problemas.

27 Garantia de qualidade qualidade especificada é o nível de qualidade requerida qualidade assegurada é o nível de qualidade que técnicas, ferramentas, métodos e processos conseguem assegurar qualidade observada é o nível de qualidade observado através do controle de qualidade

28 Garantia de qualidade A qualidade somente poderá ser assegurada: se existir uma especificação confiável e obedecida; se for utilizado um processo capaz de levar a produtos de qualidade; se o produto estiver em conformidade com as normas técnicas; se o produto tiver sua qualidade controlada de forma sistemática.

29 Custo e Receita Total Receita Total A quantia que a empresa recebe pela venda de seus produtos Custo Total A quantia que a empresa gasta pagando pelos insumos de produção

30 Lucro da Empresa Lucro é a diferença entre Receita Total e Custo Total Lucro = Receita Total – Custo Total

31 Custo de Oportunidade Os custos de produção de uma empresa incluem todos os custos de oportunidade envolvidos na produção dos bens e serviços

32 Função da Produção A função de produção mostra a relação entre a quantidade de insumos utilizados para produzir um bem, e a quantidade produzida desse bem

33 Função da Produção Quant. Produzida (biscoitos/hora) Número de Trabalhadores contratados Função da produção

34 Função da Produção à Curva de Custo Total A relação entre a quantidade que a empresa pode produzir e os seus custos determinam os preços a serem cobrados por seus produtos A curva de custo total mostra essa relação graficamente

35 Função da Produção e Custo Total Número de Traba- lhadores Produto (Quant. Produz. por hora) Custo da Fábrica (em US$) Custo dos Trabalha- dores (em US$) Custo Total dos Insumos (em US$)

36 Curva de Custo Total Custo Total $ Quantidade Produzida Curva de Custo Total

37 As Várias Medidas de Custo Os custos de produção podem ser divididos em fixos e variáveis Os custos fixos são aqueles que não variam com a alteração da quantidade produzida Os custos variáveis são aqueles que variam com a alteração da quantidade produzida

38 Custos no Longo Prazo Para muitas empresas, a divisão dos custos totais entre custo fixo e variável depende do horizonte de tempo sendo considerado

39 O objetivo das empresas é de maximizar os lucros, receita total menos custo total Quando analisamos o comportamento de uma empresa precisamos incluir todos os custos de oportunidade de produção Custos no Longo Prazo

40 Custos escondidos Especificações incompletas Atrasos de fornecimento Reclamações não atendidas Reemissão de documentos Alterações ao projeto Excesso de estoque Estoque obsoleto Horas extra Avarias Devoluções Perda de imagem Falta de planejamento Stress Execução de obra a partir de documentos desatualizados Defeitos Refugos Falhas Tipos de custos

41 Como medir os custos da qualidade? As organizações medem o seu desempenho essencialmente através de indicadores financeiros. É então conveniente que os custos da qualidade sejam determinados e transformados em valores monetários.

42 Composição dos custos Custos das falhas internas Custos das falhas externas Custos de avaliação Custos de prevenção Custos para o cliente/utilizador Custos da não qualidade Custos da qualidade Tipos de custos

43 Custos das falhas internas Custos resultantes da incapacidade de um produto ou serviço satisfazer as exigências da qualidade antes de ser fornecido ao cliente. Tipos de custos

44 Custos das falhas internas Exemplos: Concepção Compras Produção Tipos de custos

45 Custos das falhas internas Concepção: Falhas de concepção do produto ou serviço. Ações corretivas sobre a concepção Sucatas devido a erros de concepção Tipos de custos

46 Custos das falhas internas Compras: Falhas devidas a rejeição de produtos/serviços comprados. Custos de substituição dos materiais (custo adicional para substituir os materiais comprados, rejeitados e devolvidos – não incluir os suportados pelo fornecedor) Custo das medidas corretivas sobre o fornecedor Custo das reparações sobre materiais do fornecedor e não cobráveis a este Tipos de custos

47 Custos das falhas internas Produção: Falhas devidas produtos ou serviços defeituosos durante a produção. Dividem-se normalmente em 3 categorias: Custos de revisões de materiais e ações corretivas sobre não conformidades Custos de reparações Custos de sucatas Tipos de custos

48 Custos das falhas internas Produção: Custos de revisões de materiais e ações corretivas sobre não conformidades Custos de produção do produto ou serviço nas mesmas condições em que ocorreu a falha para suporte nas determinação das causas. Tipos de custos

49 Custos das falhas internas Produção: Custos de revisões de materiais e ações corretivas sobre não conformidades Custos dos ensaios (físicos ou químicos) realizados em laboratórios externos para identificação das causas. Tipos de custos

50 Custos das falhas internas Produção: Custos de Operações de reparação Custos (diretos, indiretos e materiais) associados à reparação de produto ou serviço defeituoso descoberto durante a fase de operação (incluir os custos da re- inspecção/teste que são necessários após as operações de reparação). Tipos de custos

51 Custos das falhas internas Produção: Custos de Sucatas Custos (diretos, indiretos e materiais) relativos aos produtos ou serviços dispostos por inviabilidade de recuperação. Custos dos produtos susceptíveis de se tornarem refugo antes da entrega ao cliente e os custos indiretos (transporte, manutenção e armazenamento). Ao refugo deve deduzir-se o preço dos materiais recuperados Tipos de custos

52 Custos das falhas internas Produção: Custos de Sucatas Produtos desclassificados ou de segunda escolha (de preço reduzido por estarem defeitos, ou por sobre produção aliada a uma má previsão de vendas). Despesas resultantes da venda a preço reduzido. Não incluir: Resíduos normais e otimizados de fabrico (tecnologicamente impossíveis de suprimir). Custos de correções, reparações e reciclagens imputáveis e cobráveis ao fornecedor. Tipos de custos

53 Custos das falhas externas Custos resultantes da incapacidade de um produto ou serviço satisfazer as exigências da qualidade após ser entregue ao cliente. Tipos de custos

54 Custos das falhas externas Exemplos: Reclamações Produtos retirados de venda Custos de garantia Atrasos de entrega e pagamento Perda de clientes Outros Tipos de custos

55 Custos das falhas externas Reclamações Produtos definitivamente recusados pelo cliente. Tratamento das reclamações (gestão das reclamações). Montante de devoluções ou anulações de faturas (inclui custos de tratamento de devolução ou anulação de facturas mais ações para ultrapassar a insatisfação do cliente). Tipos de custos

56 Custos das falhas externas Reclamações Despesas de retorno, reparação e restauro (respeitantes a produtos recusados ou devolvidos pelo cliente). Despesas de transporte, manutenção, recepção de mercadorias e envio e recuperação (ao preço de uma operação comercial normal). Tipos de custos

57 Custos das falhas externas Produtos retirados de venda Custos diretos de produção desses produtos. Custos de operações ligadas a essa retirada (manutenção, transporte, armazenagem, destruição, etc.) Tipos de custos

58 Custos das falhas externas Custos de garantia Custo de todos os produtos fornecidos gratuitamente para substituição. Parte dos custos de funcionamento do serviço após venda respeitantes a intervenções no período de garantia (despesas de transporte e deslocação inerentes). Tipos de custos

59 Custos das falhas externas Atrasos na entrega e pagamento Estimado pelos valores de encomendas por cliente para vários períodos sucessivos. Perda de clientes Estimado para os produtos industriais pelos valores de encomendas por cliente para vários períodos sucessivos. Estimado para os produtos de consumo por sondagem sobre uma amostra representativa dos consumidores de produtos comparáveis. Tipos de custos

60 Custos das falhas externas Outros Custos devidos à perda de prestígio e perda de clientes potenciais. Reembolso de estragos causados a outrem. Custos do prêmio do seguro para cobertura de responsabilidades do fornecedor (montante do seguro que cobre as falhas de produtos de clientes). Tipos de custos

61 Custos de avaliação Custos necessários para determinar e manter o grau de conformidade do produto ou do serviço de acordo com os requisitos da qualidade e/ou de performance. Tipos de custos

62 Custos de avaliação Exemplos: Avaliação das compras Avaliação das operações Tipos de custos

63 Custos de avaliação Avaliação das compras Avaliação por teste ou inspeção de recepção Equipamento de medida associado Qualificação de produto do fornecedor (inclui deslocação) Tipos de custos

64 Custos de avaliação Avaliação das operações Inspeções, testes e auditorias ao produto ao longo do processo Medidas de controlo do processo Tipos de custos

65 Exercício prático TESTE PARA ADMISSÃO A UM LUGAR DE INSPETOR DA QUALIDADE Contar o número de vezes que aparece no texto seguinte a 6ª letra do alfabeto Tempo de execução do teste: 1 minuto

66 The Necessity of Training Farm Hands for First Class Farms in the Fatherly Handling of Farm Live Stock is Foremost in the Eyes of Farm Owners. Since the Forefathers of the Farm Owners Trained The Farm Hands for First Class Farms in the Fatherly Handling of Farm Live Stock, the Farm Owners Feel they should carry on with the Family Tradition of Training Farm Hands of First Class Farmers in the Fatherly Handling of Farm Live Stock Because they Believe it is the Basis of Good Fundamental Farm Management. Exercício prático

67 The Necessity of Training Farm Hands for First Class Farms in the Fatherly Handling of Farm Live Stock is Foremost in the Eyes of Farm Owners. Since the Forefathers of the Farm Owners Trained The Farm Hands for First Class Farms in the Fatherly Handling of Farm Live Stock, the Farm Owners Feel they should carry on with the Family Tradition of Training Farm Hands of First Class Farmers in the Fatherly Handling of Farm Live Stock Because they Believe it is the Basis of Good Fundamental Farm Management. 36 Exercício prático

68 Custos de prevenção Custos em atividades contribuindo para a redução das Falhas e da Avaliação. Tipos de custos

69 Custos de prevenção Exemplos: Custos de marketing Concepção e desenvolvimento Prevenção das operações Prevenção das compras Administração da qualidade Tipos de custos

70 Custos de prevenção Custos de marketing Pesquisa, acumulação e contínua avaliação de necessidades e percepções dos clientes que afetam a sua satisfação em relação ao produto ou serviço. Avaliação da satisfação em relação ao produto ou serviço após fornecimento. Tipos de custos

71 Custos de prevenção Custos de concepção e desenvolvimento Tradução dos requisitos e necessidades dos clientes em standards de qualidade viáveis. Gerir o desenvolvimento de novos produtos/serviços antes do fornecimento de documentação autorizada para a produção. Tipos de custos

72 Custos de prevenção Custos de prevenção das operações Assegurar a capacidade e prontidão das operações para cumprir com os requisitos. Planejamento do controle da qualidade para todas as atividades de produção e formação. Tipos de custos

73 Custos de prevenção Custos de prevenção das compras Revisão da capacidade de um fornecedor para cumprir com as necessidades e requisitos da organização. Custos de administração da qualidade Gestão do sistema da qualidade: salários despesas administrativas, relatórios, formação, melhoria, auditorias, etc.. Tipos de custos

74 Quais os custos mais elevados? 1. O cliente encontra defeitos no produto ou serviço entregue. 2. O produtor ou fornecedor encontram e corrigem o defeito internamente. 3. O SGQ da empresa é estruturado de forma a prevenir os defeitos e a promover a melhoria contínua da qualidade. Tipos de custos

75 Conseqüências no preço A redução dos custos da qualidade tem impacto direto e positivo na política de preços. Permite alargar a margem de manobra da organização para estipular preços. Tipos de custos

76 Custos Um programa de Custos da Qualidade deve permitir-nos ter uma noção dos custos de assegurar a qualidade e eliminar os efeitos da não qualidade, ao longo de toda a cadeia de valor do negócio.

77 O objetivo deve ser o de reduzir os Custos das Falhas pelo investimento em Custos de Avaliação e Prevenção, uma vez que fazer mais Prevenção e Avaliação custa menos que as Falhas. Custos

78 AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE ALGUNS FATORES DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE o RELAÇÃO CAPITAL X TRABALHO o ESCASSEZ DE RECURSOS o MÃO DE OBRA o INOVAÇÃO E TECNOLOGIA o RESTRIÇÕES LEGAIS o FATORES GERENCIAIS o QUALIDADE DE VIDA

79 ALGUNS FATORES DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE oRELAÇÃO CAPITAL X TRABALHO Indica o nível de investimentos em máquinas, equipamentos e instalações em relação à mão-de-obra aplicada. À medida em que um parque industrial envelhece, perde produtividade. As substituições de equipamentos são feitas sempre visando o ganho em produtividade AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE

80 ALGUNS FATORES DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE oESCASSEZ DE RECURSOS Tem gerado problemas de produtividade, como a energia elétrica, por exemplo, em 2001 e 2002 gerou muitos problemas na indústria nacional. AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE

81 ALGUNS FATORES DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE oMÃO DE OBRA Não adianta ter mão de obra barata, que não seja produtiva. Exemplo da indústria metalúrgica em Chicago em 1985, comparando com o Brasil AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE

82 ALGUNS FATORES DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE oINOVAÇÃO E TECNOLOGIA São os grandes responsáveis pelo aumento da produtividade nos últimos anos AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE

83 ALGUNS FATORES DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE oRESTRIÇÕES LEGAIS Caso das exigências da legislação local que implicam em adaptações onerosas AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE

84 ALGUNS FATORES DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE oFATORES GERENCIAIS Tem a ver com a capacidade dos administradores em se empenharem em programas de melhoria de produtividade AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE

85 ALGUNS FATORES DETERMINANTES DA PRODUTIVIDADE oQUALIDADE DE VIDA Reflete a cultura do ambiente em que a empresa está inserida. Muitas organizações se preocupam em melhorar a qualidade de vida de seus colaboradores na certeza de que o retorno em termos de produtividade é imediato AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE

86 AÇÃO GERENCIAL Redução no “input” por unidade de “output” Aumento no “output” e redução no “input” Aumento no “output” por unidade de “input” Produtividade melhorada Preços mais altos Maior valor percebido Maior participação no mercado Aumento na receita Maiores lucros Melhoria nos processos produtivos Melhoria na qualidade do produto Baixos custos de manufatura e serviços Impacto econômico da melhoria da produtividade e qualidade

87 SISTEMAS DE PRODUÇÃO

88 Ciclo da Produtividade Medida da Produtividade Planejamento da Produtividade Avaliação da Produtividade Melhoria da Produtividade


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