A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Universidade Federal do Amazonas Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente Campus Vale do Rio Madeira Curso de Agronomia INTERAÇÕES BIOFÍSICAS EM SISTEMAS.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Universidade Federal do Amazonas Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente Campus Vale do Rio Madeira Curso de Agronomia INTERAÇÕES BIOFÍSICAS EM SISTEMAS."— Transcrição da apresentação:

1 Universidade Federal do Amazonas Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente Campus Vale do Rio Madeira Curso de Agronomia INTERAÇÕES BIOFÍSICAS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS Prof. Msc. Luiz Carlos Silva Discente: Júlio César Meinhardt Humaitá-AM Agosto de 2013

2 INTRODUÇÃO A degradação ambiental da Amazônia ocorre, em grande parte, pela conversão da floresta para sistemas agrícolas incompatíveis. A conservação e a recuperação da Amazônia, depende não somente da proteção de áreas naturais. Faz parte da sustentabilidade a busca da máxima produtividade. A conservação dos recursos naturais por meio de sistemas mais produtivos. 2

3 Segundo Bernardes (1993) e Lunz (2006), as árvores nos SAFs devem apresentar um papel protetor e produtivo. Entende-se por interações biofísicas aquelas que ocorrem no meio biológico, que podem ser descritas de forma direta e simples por fundamento físicos. 3 INTRODUÇÃO Fonte: Google Imagens

4 A Amazônia situa-se entre as latitudes 5ºN e 10ºS, Segundo a classificação de Köppen, os climas definidos como: Af - temperaturas sempre maiores que 20 ºC e sem estação seca; Am – médias de temperaura maiores que 22 ºC em todo os meses e as mínimas no mês mais frio maiores que 20 ºC; 4 CONDIÇÕES EDAFLOCLIMÁTICAS DA AMAZÔNIA

5 Aw – temperatura elevada com chuva no verão e outono e temperatura sempre maior que 20 ºC e pluviosidade elevada. Ocorre deficiência hídrica em algumas áreas, mesmo nos períodos chuvosos, que são marcados por chuvsa intensas, com alto poder erosivo do solo. De maneira geral os solos amazônicos apresentam restrições à atividades agrícolas, com a presença de Latossolos e Argissolos em 74% da região. 5 CONDIÇÕES EDAFLOCLIMÁTICAS DA AMAZÔNIA

6 A maior parte dos solos possui textura média ou argilosas e apenas 7% são solos arenosos. A radiação solar disponível na região equatorial é relativamente constante durante o ano; A intensidade da radiação combinada com a disponibilidade de água, ao longo do ano resulta em uma alta taxa fotossintética. Entretanto, nem sempre ocorre uma coincidência temporal entre as disponibilidades principais fatores de produção. 6 CONDIÇÕES EDAFLOCLIMÁTICAS DA AMAZÔNIA

7 Na floresta amazônica, grande parte da energia radiativa é utilizada na evapotranspiração, o que intensifica e acelera o ciclo da água (MEIRELLES FILHO, 2006). Nos trópicos, a máxima taxa fotossintética diária é observada na primeira parte da manhã, horas antes do pico diário de irradiância. Em latitudes equatoriais e tropicais, a radiação satura dossel das lavouras e a radiação não aproveitada que atinge o solo ainda é suficiente para propiciar relevante produção vegetal. 7 CONDIÇÕES EDAFLOCLIMÁTICAS DA AMAZÔNIA

8 Os monocultivos tem sua produção potencial diminuídas nas condições da Amazônia devido a alta temperatura do ar e pelo déficit hídrico, em parte do dia. 8 CONDIÇÕES EDAFLOCLIMÁTICAS DA AMAZÔNIA

9 Com a presença do componente arbóreo em um sistema de produção agrícola, pela retenção ou introdução de árvores, passa-se a haver novas interações entre os componentes. As interações ocorrem no espaço e no tempo ou no tempo, o que torna o sistema mais complexo do ponto de vista biofísico como socioeconômico. As árvores podem ocupar espaços e aproveitar recursos não utilizados pelas culturas. 9 SISTEMAS AGROFLORESTAIS

10 Portanto havendo complementaridade, pode haver maior produção biológica e econômica. Além de atenuar os excessos, as árvores também exercem um efeito tampão sobre o ambiente das plantas que crescem sobre sua influência. 10 SISTEMAS AGROFLORESTAIS Fonte: Google Imagens

11 As interações competitivas podem ser minimizadas com o planejamento temporal e distribuição espacial das plantas. Também se pode minimizar a competição pelo manejo das espécies, como poda das raízes. 11 INTERAÇÕES ACIMA DO SOLO Fonte: Google Imagens

12 Além disso, os parâmetros das árvores, como arquitetura da copa fenologia, comportamento decíduo das folhas, entre outras, podem determinar a intensidade da competição ou complementaridade. O caso da associação de seringueira com cacau no sul da Bahia. Outro efeito positivo decorrente da mudança atmosférica, refere-se à qualidade de alguns produtos agrícolas, com componentes bioquímicos degradados pela radiação solar ou altas temperaturas (LUNZ, 2006). 12 INTERAÇÕES ACIMA DO SOLO

13 A presença de árvores tem um papel crucial para controlar a erosão do solo. Segundo Young (1997) revisou o efeito de SAFs para controlar erosão em diversos experimentos em ambiente tropical. Em todos os experimentos em terras com declive menores que 20%, a erosão foi menor que o nível tolerável (10 t/ha/ano). 13 INTERAÇÕES NO SOLO

14 Primeiramente, as copas das árvores interceptam as gotos de chuva e diminuem seu impacto ao atingirem o solo. Todavia, deve-se ressaltar que o consumo de água pelas árvores altera o balanço hídrico em relação a outras coberturas como pastagens e culturas anuais. Dessa forma, o planejamento da distribuição de árvores na paisagem, considerando o tipo de solo e o declive, permite minimizar tanto a erosão quanto seu possível impacto sobre a bacia hidrográfica (RANIERE et. al, 2004). 14 INTERAÇÕES NO SOLO

15 De qualquer forma, o sombreamento dos solos tropicais, reduzindo a gradiente diurno e o valor máximo da sua temperatura, para a recuperação dos teores de matéria orgânica do solo. 15 INTERAÇÕES NO SOLO Fonte: Google Imagens

16 Além das culturas agrícolas as árvores podem ser significativamente benéficas quando cultivadas em SAFs, tanto para a produção de madeira quanto para produtos não- madeireiros. O efeito da competição com as culturas é pouco significativo para as árvores. Além disso, pode ser evitada na fase de escassez de recursos. 16 PAPEL PRODUTIVO E DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA DOS SAFs

17 A retenção ou introdução de árvores, também favorece sistemas com animais, inclusive na Amazônia. Veiga e Tourrand (2002) revisando o potencial e a adoção de sistemas silvipastoris na região, e outros estudos tem demonstrado que esses sistemas podem ter efeitos positivos. 17 PAPEL PRODUTIVO E DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA DOS SAFs Fonte: Google Imagens

18 É imprescindível o entendimento das interações biofísicas existentes em um sistema de produção complexo, como o SAFs. É possível um manejo da massa vegetal controlando e direcionando as interações biofísicas para um melhor aproveitamento dos recursos naturais de produção. A radiação solar existente em um sistema é um fator essencial na produção vegetal por ser a energia disponível à todos os demais processos biofísicos, sendo fundamental o seu manejo adequado. 18 CONSIDERAÇÕES FINAIS

19 Os SAFs podem permitir o melhor aproveitamento da radiação, água e nutrientes e, portanto resultar em uma maior produção de biomassa que os monocultivos. Os SAFs podem gerar serviços ambientais pela fixação e retenção de carbono e conservação do solo e da água. Há pelo menos dois paradoxos a serem enfocados em pesquisas futuras:  As são normalmente cultivadas em fileiras, visando praticidade, operacionalização e economia de trabalho. 19 CONSIDERAÇÕES FINAIS

20 Assim as culturas não aproveitam os melhores momentos para a fotossíntese. O paricá (Schizolobium amazonicum) é uma das espécies arbóreas que pode exercer esse papel. 20 CONSIDERAÇÕES FINAIS Fonte: Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (Camta) Fonte: Agrotropical

21  O outro aspecto advém do fato que a maior necessidade de sombreamento, ocorre no início do ciclo de vida da culturas, quando as árvores implantadas ainda possuem copa reduzida. A maior demanda por tecnologias de SAFs na Amazônia ocorre exatamente para recompor áreas que tiveram a cobertura vegetal retirada. 21 CONSIDERAÇÕES FINAIS

22 “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.” Albert Einstein Obrigado pela Atenção 22


Carregar ppt "Universidade Federal do Amazonas Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente Campus Vale do Rio Madeira Curso de Agronomia INTERAÇÕES BIOFÍSICAS EM SISTEMAS."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google