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CC/ESTIG - 2006/20071 Tema II - Custos Noção de Custos Custo é o valor dos consumos ocorridos nas áreas da produção, comercial administrativa, financeira.

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1 CC/ESTIG /20071 Tema II - Custos Noção de Custos Custo é o valor dos consumos ocorridos nas áreas da produção, comercial administrativa, financeira etc, Os custos são contabilizados na CG segundo a sua natureza específica, nas contas da classe 6. São contabilizados por funções na CA em contas da classe 9.

2 CC/ESTIG /20072 Tema II - Custos Custos tecnológicos e custo monetário Custos tecnológicos de um produto é a quantidade de cada um dos diferentes factores de produção necessária para o produzir. Custo monetário é o custo tecnológico expresso em unidades monetárias.

3 CC/ESTIG /20073 Tema II - Custos Custo Directo (CD): Custos que se identificam de forma directa com o produto matérias-primas (matérias directas) mão-de-obra directa (que trabalha as matérias-primas) CD=MP + MOD Custo Industrial ou de Produção: Soma de todos os custos da área fabril que directa ou indirectamente são necessários para o fabrico dos produtos. CI=MP+MOD+GGF=CD+GGF Custo de Transformação (CT): Soma dos custos necessários para transformar as matérias-primas em produtos acabados. CT=MOD+GGF CI=MP+CT Nota: de acordo com o POC, capitulo 5 - Valorimetria, os produtos fabricados são valorizados ao custo industrial. Os custos com matérias-primas, MOD e GGF transformam-se em custos dos produtos (existências). Os custos não fabris (custos de distribuição, administrativos e financeiros) são custos do período (custos do mês), sendo transferidos para resultados. Custo Comercial ou Complexivo: soma do custo industrial com os custos não fabris (custos de distribuição, administrativos e financeiros) CC=CI+CD+C.Adm+C.Fin

4 CC/ESTIG /20074 Tema II - Custos Custo Comercial ou Complexivo (CC): É a soma do custo industrial com os restantes custos da empresa (custos de distribuição ou comerciais, custos administrativos ou financeiros). Os custos não fabris aparecem frequentemente agrupados com a designação de gastos de venda (GV). CC = CI + GV Custos incorporados nos produtos não incorporados nos produtos

5 CC/ESTIG /20075 Tema II - Custos Classificações dos custos Custos efectivos – são aqueles que são conhecidos apenas após a sua ocorrência. Por exemplo os custos da produção do mês passado serão normalmente já conhecidos neste momento (já ocorreram). Custos teóricos ou prédeterminados – Quando são determinados ainda antes da sua ocorrência. Por exemplo: os custos constantes de um orçamento, são custos teóricos, pois ainda não ocorreram. Custos directos e indirectos – quanto à forma como se identificam com os produtos. Os custos podem ser directos ou indirectos. São custos directos os que de forma imediata e objectiva se relacionam com o produto (ou objecto de custos). Por exemplo a matéria-prima que dá directamente origem ao produto e a mão-de-obra directa que trabalha directamente o produto. Os custos dizem-se indirectos – se não é possível uma identificação imediata com o produto ou objecto de custeio. Por exemplo alguns custos da área fabril (despesas de manutenção, amortizações dos equipamentos e instalações fabris, seguros dos mesmos, telefones da área fabril, material de escritório da área fabril, mão-de-obra da área fabril, excepto a mão-de-obra directa, electricidade da área fabril,... Os custos indirectos – têm que ser imputados aos produtos de acordo com critérios subjectivos, pouco rigorosos, dependentes de cada pessoa. Os custos indirectos são um problema a resolver para a contabilidade analítica.

6 CC/ESTIG /20076 Tema II - Custos Quanto à forma como os custos variam com o nível de actividade (produção, vendas, etc), os custos podem ser variáveis ou fixos. Custos variáveis – são os que variam com a actividade. Por exemplo, se a produção aumentar, esses custos aumentam, se diminuir, os custos diminuem, se não houver produção, esses custos não existem. Exemplos: Na área da produção: matérias-primas, subsidiárias, horas extraordinárias e prémios de produção, energia motriz (consumo de energia pelas máquinas – várias formas de energia) Na área comercial: comissões dos vendedores, transportes dos produtos, material de embalagem. Custos administrativos: geralmente, nesta área não se consideram custos variáveis

7 CC/ESTIG /20077 Tema II - Custos Noção de custos fixos – são custos independentes do nível de actividade. Exemplos: amortizações de instalações e equipamentos, seguros de instalações, electricidade ou iluminação, telefone, material de escritório, ordenados e encargos, impostos e taxas. Aos custos fixos também se dá o nome de custos ou encargos de estrutura, pois são originados fundamentalmente pela estrutura física da empresa: Nível das instalações, dos equipamentos e do pessoal. Enquanto a estrutura actual se mantiver, os custos fixos tendem para um valor mais ou menos estável.

8 CC/ESTIG /20078 Tema II - Custos Sistemas de custeio No cálculo do custo de produção podemos considerar três sistemas de custeio, conforme o maior ou menor volume de custos variáveis e fixos, da área da produção, imputados aos produtos: Custeio total Custeio variável Método de imputação racional No custeio total, também chamado de full costing ou absorption costing são imputados ao custo dos produtos todos os custos fabris, variáveis e fixos. É este o nível de custeio básico adoptado pelo POC (cap 5 – Valorimetria). No custeio variável, também chamado de direct costing são imputados aos produtos fabricados apenas os custos variáveis. Os custos fixos serão considerados custos do período e transferidos directamente para resultados. O nosso POC não aceita a valorimetria custo variável. No entanto, considerando a sua importância para a gestão e tomada de decisões, nada impede que a empresa o utilize durante o ano, revalorizando no fim do ano, para efeitos de balanço as existências, de acordo com os critérios do POC. No método de imputação racional, são imputados aos produtos fabricados, os custos variáveis e um volume maior ou menor de custos fixos de acordo com a maior ou menos utilização da capacidade produtiva, relativamente à produção normal. Quer isto dizer que se num dado período se produziu a 70% da produção normal, seria de imputar à produção apenas 70% dos custos fixos, uma vez que estivemos a utilizar menos intensivamente a capacidade instalada (que originava os custos fixos, instalações, equipamentos, mão-de-obra). O método de imputação racional é aceite pelo nosso POC. Seria mais racional que os custos fixos fossem imputados dessa forma.

9 CC/ESTIG /20079 Tema II - Custos Cálculo do Ponto Crítico de Vendas Ponto crítico de vendas é o volume de vendas para o qual não há lucro nem prejuízo, ou é o volume de vendas para o qual a margem sobre o custo variável (vendas – custos variáveis) é igual aos custos fixos. Ao ponto crítico das vendas também se chama ponto morto, ponto de equilíbrio, limiar de rendibilidade ou break-even point.


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