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ASPLAN – Assessoria Técnica de Desenvolvimento Organizacional Universidade Estadual de Feira de Santana.

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Apresentação em tema: "ASPLAN – Assessoria Técnica de Desenvolvimento Organizacional Universidade Estadual de Feira de Santana."— Transcrição da apresentação:

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2 ASPLAN – Assessoria Técnica de Desenvolvimento Organizacional Universidade Estadual de Feira de Santana

3 PLANEJAMENTO Planejamento é fundamentalmente um processo de decisão: escolher entre alternativas de ação. è Se temos alternativas, precisamos conhecê-las o melhor possível. Premissa: crença de que é possível se preparar para o futuro. Planejamento é fundamentalmente um processo de decisão: escolher entre alternativas de ação. è Se temos alternativas, precisamos conhecê-las o melhor possível. Premissa: crença de que é possível se preparar para o futuro.

4 PLANEJAMENTO n Processo de planejamento: encontrar respostas para as seguintes perguntas: å ONDE ESTAMOS? å COMO ESTAMOS INDO? å ONDE QUEREMOS IR? å COMO VAMOS CHEGAR LÁ? n Processo de planejamento: encontrar respostas para as seguintes perguntas: å ONDE ESTAMOS? å COMO ESTAMOS INDO? å ONDE QUEREMOS IR? å COMO VAMOS CHEGAR LÁ?

5 Para quê um Planejamento Estratégico Participativo? Estabelecer ações que permitam alcançar os objetivos fixados para a organização;Estabelecer ações que permitam alcançar os objetivos fixados para a organização; Identificar as necessidades da comunidade em geral;Identificar as necessidades da comunidade em geral; Prover os meios para compor os planos, identificando ações a executar;Prover os meios para compor os planos, identificando ações a executar; Obter maior participação e comprometimento de todos os segmentos e níveis hierárquicos da organização;Obter maior participação e comprometimento de todos os segmentos e níveis hierárquicos da organização; Utilização racional e eficaz dos recursos;Utilização racional e eficaz dos recursos; Promover a integração planejamento / orçamentoPromover a integração planejamento / orçamento Estabelecer ações que permitam alcançar os objetivos fixados para a organização;Estabelecer ações que permitam alcançar os objetivos fixados para a organização; Identificar as necessidades da comunidade em geral;Identificar as necessidades da comunidade em geral; Prover os meios para compor os planos, identificando ações a executar;Prover os meios para compor os planos, identificando ações a executar; Obter maior participação e comprometimento de todos os segmentos e níveis hierárquicos da organização;Obter maior participação e comprometimento de todos os segmentos e níveis hierárquicos da organização; Utilização racional e eficaz dos recursos;Utilização racional e eficaz dos recursos; Promover a integração planejamento / orçamentoPromover a integração planejamento / orçamento

6 Processo de Planejamento Estratégico O Processo inicia-se a partir de: EXPECTATIVAS E DESEJOS Algumas vezes irrealistas quanto aos destinos da organização e submetidos a uma avaliação racional e criteriosa das: OPORTUNIDADES Em termos de: espaços a explorar espaços a explorar recursos a aproveitar recursos a aproveitar AMEAÇAS Que prejudicarão a organização e suas oportunidades

7 Considerando a realidade da organização com seus: PONTOS FORTES PONTOS FRACOS PONTOS NEUTROS Tudo isso dentro do horizonte estabelecido pela MISSÃO e que deve conduzir à escolha de PROPÓSITOS Respeitando a POSTURA ESTRATÉGICA

8 Que possibilita o estabelecimento de MACROESTRATÉGIASMACROPOLÍTICAS Que orientará a formulação de OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS FUNCIONAIS Mais realistas que as expectativas e desejos, como base para a formulação de DESAFIOS e METAS Quantificados, que permitirão o estabelecimento, a nível de área funcional, de ESTRATÉGIAS E POLÍTICAS Capazes de: tirar proveito dos pontos fortes e oportunidades; tirar proveito dos pontos fortes e oportunidades; evitar ou eliminar os pontos fracos e ameaças da organização e que devem ser traduzidas em evitar ou eliminar os pontos fracos e ameaças da organização e que devem ser traduzidas em PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES Destinados a orientar a operacionalização do plano estratégico através do ORÇAMENTO ECONÔMICO-FINANCEIRO

9 Diagnóstico - explicar bem a realidade. Desenhar propostas de ação sob incertezas. Pensar estratégias para lidar com suas interfaces e com as circunstâncias, para calcular bem o que podemos fazer em cada momento e o que devemos fazer para alcançar os objetivos. AÇÃO - Fazer no momento oportuno e com eficácia, recalculando e completando o plano com um complemento de improvisação subordinada.

10 §Existem vários problemas e várias explicações sobre a realidade §Cada ator pode ter uma explicação diferenciada, conceito de situação e de explicação situacional §Na realidade não existem problemas óbvios nem explicações absolutas e seguras. §Um problema é o produto de uma declaração de um ator social; antes disso é uma mera necessidade sem demanda política. §Um problema começa por ser um foco de interesse para um ator social pelo mal-estar que produz ou pelas oportunidades que abre.

11 §Ator escolhe seu plano segundo o controle que tem sobre as variáveis; existem outros atores que controlam parte das variáveis que influem sobre os resultados do plano §Ator não pode escolher as circunstâncias em que tem que realizar o plano §adotar formas de desenho mais flexíveis - substituir o cálculo determinístico pelo cálculo interativo e fundamentação de apostas em contextos explícitos - cenários possíveis.

12 §Articular o deve ser com o pode ser §Não basta dispor de um bom desenho normativo e prescritivo §É preciso uma boa estratégia para lidar com os outros atores e com as circunstâncias que rodeiam

13 §Atuar conforme o plano §plano só se completa com a ação; não existe possibilidade de um plano completo em seu desenho e cálculo estratégico antes da ação §estudar o momento de fazer - conceito de direção e relação com as regras ou estratégias institucionais; quais são essas regras? §A resposta a esta pergunta faz entender o que acontece com o sistema de direção e planejamento. A depender da direção, a agenda se acumula de urgências, a gerência será rotineira e o planejamento subsistirá como um mero ritual com efeito simbólico.

14 §Listar os problemas declarados pelos diversos atores relevantes §Avaliar os problemas na perspectiva dos diversos atores sociais §Situar os problemas no tempo e no espaço §Analisar a complementaridade ou contradição entre os distintos problemas declarados.

15 No PEI a instituição analisa o seu desempenho PASSADO, seus processos, suas relações internas e externas, seus valores, sua missão, suas condições de funcionamento e seus resultados. A partir daí, projeta seu FUTURO, define aonde quer chegar e que estratégias adotará para alcançar seus objetivos.

16 O PEI busca transformar a VISÃO da Universidade em realidade. Não lida apenas com decisões futuras e sim, principalmente, com o futuro das decisões que serão tomadas cotidianamente na Universidade. É uma tentativa de abordar e administrar os recursos de maneira eficiente e eficaz.

17 Horizontes de Planejamento VISÃO DE FUTURO PLANEJAMENTO DE MÉDIO PRAZO Diretrizes Estratégicas para o Desenv. Institucional PLANO INSTITUCIONAL Programas e Ações PLANO DE AÇÃO E ORÇAMENTO ANUAL 2005 Programas e Ações UEFSVisão Plano Institucional Orçamento

18 Os 4 anos do Plano Institucional compreendem, inclusive, o primeiro exercício financeiro da gestão subseqüente. É elaborado no primeiro ano de gestão para os quatro anos seguintes. GESTÃO VIGÊNCIA Plano ELABORAÇÃO ELABORAÇÃO Plano Estratégico Institucional

19 Planejamento Estratégico Institucional – PEI Características Elaboração do Plano Plano das Unidades Integração Plano e Orçamento Plano Institucional Sensibilização Planejamento Participativo Planejamento de Médio Prazo (Modelo de Desenvolvimento) Planejamento das unidades Plano de Ação e Orçamento 2005 Integração Plano e Orçamento Gestão responsável dos recursos Planejamento Participativo Planejamento de Médio Prazo (Modelo de Desenvolvimento) Planejamento das unidades Plano de Ação e Orçamento 2005 Integração Plano e Orçamento Gestão responsável dos recursos METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO E GESTÃO DO PEI Capacitação dos Gestores e Multiplicadores DIAGNÓSTICO Institucional

20 Diagnóstico Estudos Estratégia Institucional Estratégias das Unidades Cenário Macroeconômico Cenário interno Elaboração dos Planos Setoriais Consolidação do Plano e dos Orçamentos Elaboração do Plano Plano Institucional

21 Modelo do PEI Implementação e Controle Acompanhamento Acompanhamento Missão /Visão ObjetivosObjetivos EstratégiasEstratégias Análise Ambiental Cenário Externo Cenário Interno ValoresValores Programa s Projeto s AçõesAções ORÇAMENTOORÇAMENTO PLANO DE AÇÃO

22 Estrutura do PEIEstratégiasEstratégias Missão / Visão / Valores Objetivos Estratégicos Ações Estratégicas Plano de Ação OrçamentoOrçamento (Validação) COMITÊ ESTRATÉGICO UNIDADES ACOMPANHAMENTOAVALIAÇÃO

23 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO FASES: n Reflexões sobre a RAZÃO DE SER da Organização (MISSÃO) n Reflexões sobre O QUE QUEREMOS SER - a VISÃO DE FUTURO n Análise Ambiental: à Ambiente Externo - Ameaças e Oportunidades à Ambiente Interno - Pontos Fortes e Pontos Fracos n Determinação de Objetivos Estratégicos n Definição de Projetos e Ações n Reflexões sobre a RAZÃO DE SER da Organização (MISSÃO) n Reflexões sobre O QUE QUEREMOS SER - a VISÃO DE FUTURO n Análise Ambiental: à Ambiente Externo - Ameaças e Oportunidades à Ambiente Interno - Pontos Fortes e Pontos Fracos n Determinação de Objetivos Estratégicos n Definição de Projetos e Ações

24 PEI - Análise Ambiental Diagnóstico Ambiente AmbienteInterno Ambiente Externo UEFS Comunidade Governo outros SEC Ambiente Externo í Ameaças í Oportunidades Ambiente Interno ê Pontos Fortes - Forças propulsoras ê Pontos Fracos - Forças restritivas

25 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UnidadesUnidades Organização Comunidade Ameaças e Oportunidades Pontos Fortes e Pontos Fracos Ambiente interno Ambiente externo

26 Diagnóstico Planos de Ação Estrutura do PEI Definição de Prioridades Adequação à Programação Orçamentária Diagnóstico organiza- cional Comitê Estratégico Diagnóstico Definição de Estratégias e Macro objetivos Diagnóstico Preliminar Grupos de Estudo – análise de cenários Orçamento Participativo Adm. Sup + Repres. Discussão com a Adm. superior e Adstrita + Repres. da comunidade ASPLAN Planos Setoriais Orçamentos Setoriais SENSIBILIZAÇÃO Cursos / orientação SENSIBILIZAÇÃO 1ª Etapa 2ª Etapa 3ª Etapa 4ª Etapa 5ª Etapa Integração Plano- Orçamento 6ª Etapa 7ª Etapa Divulgação por toda comunidade Documento Final 8ª Etapa

27 Processo de Gestão do Plano de Ação R evisão dos Programas Monitoramento (Acompanhamento) E xecução dos Programa P lanejamento expresso em Programas A valiação Problema ou Demanda da Comunidade Impactonacomunidade

28 Alguns conceitos

29 CONCEITOS CONVENCIONAIS OBJETIVOS - Condições ou resultados quantificáveis que devem ser conseguidos e mantidos durante um período de tempo para que a organização possa se considerar bem sucedida. (o que fazer?) METAS - Resultados finais quantificados que devem ser atingidos dentro de um período de tempo previamente estabelecido. (o que? Até quando?) PLANOS - Conjunto de medidas, tarefas e ações por meio das quais devem ser atingidos os objetivos e as metas. (como alcançar o que e até quando?) OBJETIVOS - Condições ou resultados quantificáveis que devem ser conseguidos e mantidos durante um período de tempo para que a organização possa se considerar bem sucedida. (o que fazer?) METAS - Resultados finais quantificados que devem ser atingidos dentro de um período de tempo previamente estabelecido. (o que? Até quando?) PLANOS - Conjunto de medidas, tarefas e ações por meio das quais devem ser atingidos os objetivos e as metas. (como alcançar o que e até quando?)

30 ESTRATÉGIASESTRATÉGIAS São os meios de atingir os objetivos. Decidir pela maneira mais adequada buscando atingir maior efetividade, ou seja, fazer certo as coisas certas com o máximo de contribuição para o ambiente.Decidir pela maneira mais adequada buscando atingir maior efetividade, ou seja, fazer certo as coisas certas com o máximo de contribuição para o ambiente. Deve-se pensar em aspectos tais como: custos, relações humanas, qualificação do pessoal, sinergia com os objetivos, interação entre as partes da organização, etc.Deve-se pensar em aspectos tais como: custos, relações humanas, qualificação do pessoal, sinergia com os objetivos, interação entre as partes da organização, etc. São os meios de atingir os objetivos. Decidir pela maneira mais adequada buscando atingir maior efetividade, ou seja, fazer certo as coisas certas com o máximo de contribuição para o ambiente.Decidir pela maneira mais adequada buscando atingir maior efetividade, ou seja, fazer certo as coisas certas com o máximo de contribuição para o ambiente. Deve-se pensar em aspectos tais como: custos, relações humanas, qualificação do pessoal, sinergia com os objetivos, interação entre as partes da organização, etc.Deve-se pensar em aspectos tais como: custos, relações humanas, qualificação do pessoal, sinergia com os objetivos, interação entre as partes da organização, etc.

31 Políticas Políticas são regras ou diretrizes que expressam os limites dentro dos quais as ações devem ocorrer. Essas regras freqüentemente tomam a forma de decisões contingenciais para resolução de conflitos entre objetivos específicos. Políticas estratégicas - são as maiores políticas - aquelas que guiam a direção e postura da entidade ou determinam sua viabilidade. Políticas são regras ou diretrizes que expressam os limites dentro dos quais as ações devem ocorrer. Essas regras freqüentemente tomam a forma de decisões contingenciais para resolução de conflitos entre objetivos específicos. Políticas estratégicas - são as maiores políticas - aquelas que guiam a direção e postura da entidade ou determinam sua viabilidade.

32 Estratégias e Metas Estratégias e Metas Estratégia é um padrão ou plano que integra as maiores metas de uma organização, suas políticas e suas seqüências de ação de uma forma coesiva. Metas especificam o que é para ser alcançado e quando deverão ser atingidos os resultados, mas elas não declaram como estes resultados vão ser alcançados. Estratégia é um padrão ou plano que integra as maiores metas de uma organização, suas políticas e suas seqüências de ação de uma forma coesiva. Metas especificam o que é para ser alcançado e quando deverão ser atingidos os resultados, mas elas não declaram como estes resultados vão ser alcançados.

33 Estratégias e Táticas Estratégias e Táticas As estratégias e as táticas podem ocorrer em vários diferentes níveis em uma organização. A diferença entre tática e estratégia é que: As táticas são de curta duração, adaptativas, e utilizam adaptações interativas de forças opostas, para atingir metas limitadas. As estratégias definem uma base contínua de ordenação destas adaptações através de propósitos mais amplamente concebidos. As estratégias e as táticas podem ocorrer em vários diferentes níveis em uma organização. A diferença entre tática e estratégia é que: As táticas são de curta duração, adaptativas, e utilizam adaptações interativas de forças opostas, para atingir metas limitadas. As estratégias definem uma base contínua de ordenação destas adaptações através de propósitos mais amplamente concebidos.

34 Programas Os Programas especificam passo a passo a seqüência de ações necessárias para atingir os objetivos maiores. Eles expressam como os objetivos serão atingidos dentro dos limites estabelecidos pela política.

35 Alguns fatores críticos e estruturais mínimos que estratégias eficientes devem conter: Objetivos decisivos e claros; Manutenção da iniciativa; Concentração: ênfase nos pontos fortes x pontos fracos Flexibilidade; Liderança coordenada e comprometida: a liderança precisa ser vista com confiança. As estratégias de sucesso requerem comprometimento, não apenas aceitação. Objetivos decisivos e claros; Manutenção da iniciativa; Concentração: ênfase nos pontos fortes x pontos fracos Flexibilidade; Liderança coordenada e comprometida: a liderança precisa ser vista com confiança. As estratégias de sucesso requerem comprometimento, não apenas aceitação.

36 Atividade de gestão Atividade de gestão Podemos conceituar as atividades de gestão como: –Formulação dos objetivos estratégicos: Intenções e diretrizes globais formalmente expressas pela administração da empresa; –Gestão dos fatores críticos de sucesso: Identificar, medir, analisar e agir nas variáveis nas quais a organização, necessariamente, deve apresentar bom desempenho; –Identificação e redução das perdas nos processos: gestão responsável dos recursos diagnóstico de perdas e ataque às suas causas. Podemos conceituar as atividades de gestão como: –Formulação dos objetivos estratégicos: Intenções e diretrizes globais formalmente expressas pela administração da empresa; –Gestão dos fatores críticos de sucesso: Identificar, medir, analisar e agir nas variáveis nas quais a organização, necessariamente, deve apresentar bom desempenho; –Identificação e redução das perdas nos processos: gestão responsável dos recursos diagnóstico de perdas e ataque às suas causas.

37 ESTRATÉGIA AMBIENTE ORGANIZAÇÃO SOCIEDADE Oportunidades e riscos Deve fazer Habilidades e recursos Pode fazer Ética e valores sociais Deveria fazer GESTORES Valores pessoais Quer fazer

38 LINHAS ESTRATÉGICAS ENSINOENSINO –Graduação e Pós-Graduação PESQUISAPESQUISA EXTENSÃOEXTENSÃO –Inserção social e difusão do conhecimento GESTÃO UNIVERSITÁRIA:GESTÃO UNIVERSITÁRIA: –Estrutura organizacional –Recursos Humanos –Autonomia –Assegurar o financiamento da UEFS INFRA-ESTRUTURAINFRA-ESTRUTURA

39 PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO DA UEFS Integram o processo do Planejamento: Identificação das necessidades institucionais;Identificação das necessidades institucionais; Programação de receita e despesa;Programação de receita e despesa; Cronograma de desembolso;Cronograma de desembolso; Instrumentos de acompanhamento da execução físico-financeira;Instrumentos de acompanhamento da execução físico-financeira; Alocação de recursos por elementos e fontes;Alocação de recursos por elementos e fontes; Proposta orçamentária.Proposta orçamentária. Integram o processo do Planejamento: Identificação das necessidades institucionais;Identificação das necessidades institucionais; Programação de receita e despesa;Programação de receita e despesa; Cronograma de desembolso;Cronograma de desembolso; Instrumentos de acompanhamento da execução físico-financeira;Instrumentos de acompanhamento da execução físico-financeira; Alocação de recursos por elementos e fontes;Alocação de recursos por elementos e fontes; Proposta orçamentária.Proposta orçamentária.

40 PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA É a programação anual das ações e metas com as suas respectivas estimativas de custos, em conformidade com a L.D.O.É a programação anual das ações e metas com as suas respectivas estimativas de custos, em conformidade com a L.D.O. Participação das Unidades Acadêmicas e Administrativas;Participação das Unidades Acadêmicas e Administrativas; Compatibilização e Sistematização das Propostas;Compatibilização e Sistematização das Propostas; Implantação no SIPLAN - Sistema Informatizado de Planejamento;Implantação no SIPLAN - Sistema Informatizado de Planejamento; Aprovação do Orçamento.Aprovação do Orçamento. É a programação anual das ações e metas com as suas respectivas estimativas de custos, em conformidade com a L.D.O.É a programação anual das ações e metas com as suas respectivas estimativas de custos, em conformidade com a L.D.O. Participação das Unidades Acadêmicas e Administrativas;Participação das Unidades Acadêmicas e Administrativas; Compatibilização e Sistematização das Propostas;Compatibilização e Sistematização das Propostas; Implantação no SIPLAN - Sistema Informatizado de Planejamento;Implantação no SIPLAN - Sistema Informatizado de Planejamento; Aprovação do Orçamento.Aprovação do Orçamento.

41 PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA E EXECUÇÃO DA DESPESA Q.C.M. – Quadro de Cotas Mensais – define o limite de gastos mensais de cada Unidade, tendo como base a previsão da receita e a fixação da despesa no orçamento.Q.C.M. – Quadro de Cotas Mensais – define o limite de gastos mensais de cada Unidade, tendo como base a previsão da receita e a fixação da despesa no orçamento.

42 ESTÁGIOS DA DESPESA: Empenho – ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado a obrigação de pagamento;Empenho – ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado a obrigação de pagamento; Liquidação – exame da documentação, análise do processo e atesto;Liquidação – exame da documentação, análise do processo e atesto; Pagamento – extinção da obrigação contraída por ocasião do empenho.Pagamento – extinção da obrigação contraída por ocasião do empenho. Empenho – ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado a obrigação de pagamento;Empenho – ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado a obrigação de pagamento; Liquidação – exame da documentação, análise do processo e atesto;Liquidação – exame da documentação, análise do processo e atesto; Pagamento – extinção da obrigação contraída por ocasião do empenho.Pagamento – extinção da obrigação contraída por ocasião do empenho.

43 COMPOSIÇÃO ATUAL DO ORÇAMENTO DA UEFS PROGRAMA DE TRABALHO – Projetos e Atividades Atividade – instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa, envolvendo um conjunto de operações, que se realizam de modo contínuo e permanente, necessárias à manutenção da ação do governo. Atividade – instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa, envolvendo um conjunto de operações, que se realizam de modo contínuo e permanente, necessárias à manutenção da ação do governo. Projeto – instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa, envolvendo um conjunto de operações limitadas no tempo, das quais resulta um produto final. Projeto – instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa, envolvendo um conjunto de operações limitadas no tempo, das quais resulta um produto final. PROGRAMA DE TRABALHO – Projetos e Atividades Atividade – instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa, envolvendo um conjunto de operações, que se realizam de modo contínuo e permanente, necessárias à manutenção da ação do governo. Atividade – instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa, envolvendo um conjunto de operações, que se realizam de modo contínuo e permanente, necessárias à manutenção da ação do governo. Projeto – instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa, envolvendo um conjunto de operações limitadas no tempo, das quais resulta um produto final. Projeto – instrumento de programação para alcançar os objetivos de um programa, envolvendo um conjunto de operações limitadas no tempo, das quais resulta um produto final.

44 ATIVIDADES:ATIVIDADES: Manutenção da UEFS; Manutenção da UEFS; Administração das Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão; Administração das Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão; Conservação de Equipamentos, Acervos e Unidades. Conservação de Equipamentos, Acervos e Unidades. PROJETOS:PROJETOS: Desenvolvimento do Ensino Superior (ensino, pesquisa e extensão); Desenvolvimento do Ensino Superior (ensino, pesquisa e extensão); Reforma e Ampliação das Instalações Físicas. Reforma e Ampliação das Instalações Físicas. FONTES DE RECURSOS:FONTES DE RECURSOS: – Tesouro do Estado; – Tesouro do Estado; 40 – Receita Diretamente Arrecadada pela UEFS; 40 – Receita Diretamente Arrecadada pela UEFS; 61 – Convênio com Órgãos e Entidades Federais; 61 – Convênio com Órgãos e Entidades Federais; 64 – Convênios com Entidades Privadas Nacionais; 64 – Convênios com Entidades Privadas Nacionais; 65 – Transferências de Entidades Privadas Internas; 65 – Transferências de Entidades Privadas Internas; 66 – Transferências de Órgãos Internacionais; 66 – Transferências de Órgãos Internacionais; 70 – Convênios com Órgãos Estaduais. 70 – Convênios com Órgãos Estaduais.

45 COMPOSIÇÃO ATUAL DO ORÇAMENTO DA UEFS PROGRAMAS: PROJETOS – Conjunto estruturado de ações para alcançar os objetivos de um programa. PROJETOS – Conjunto estruturado de ações para alcançar os objetivos de um programa. AÇÕES – Descrição das etapas necessárias para alcançar os objetivos definidos no Projeto. AÇÕES – Descrição das etapas necessárias para alcançar os objetivos definidos no Projeto. As ações devem ser orçadas - detalhadas por elemento de despesa, e com cronograma financeiro. As ações devem ser orçadas - detalhadas por elemento de despesa, e com cronograma financeiro.PROGRAMAS: PROJETOS – Conjunto estruturado de ações para alcançar os objetivos de um programa. PROJETOS – Conjunto estruturado de ações para alcançar os objetivos de um programa. AÇÕES – Descrição das etapas necessárias para alcançar os objetivos definidos no Projeto. AÇÕES – Descrição das etapas necessárias para alcançar os objetivos definidos no Projeto. As ações devem ser orçadas - detalhadas por elemento de despesa, e com cronograma financeiro. As ações devem ser orçadas - detalhadas por elemento de despesa, e com cronograma financeiro.

46 Compromisso da Universidade com a sociedade: Responsabilidade com a gestão dos recursos públicos transparênciaResponsabilidade com a gestão dos recursos públicos transparência Gestão ParticipativaGestão Participativa Gestão profissional.Gestão profissional. Nosso compromisso

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