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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Professora: Renata de Oliveira Silva 2012 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Professora: Renata de Oliveira Silva 2012.

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2 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Professora: Renata de Oliveira Silva 2012 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Professora: Renata de Oliveira Silva 2012

3 - Pode dizer-me que caminho devo tomar? - Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito propósito o gato) - Não tenho destino certo. - Neste caso qualquer caminho serve. (Alice no País da Maravilhas - Lewis Carrol)

4 PLANEJAMENTO Planejamento é fundamentalmente um processo de decisão: escolher entre alternativas de ação. è Se temos alternativas, precisamos conhecê-las o melhor possível. Premissa: crença de que é possível se preparar para o futuro. Planejamento é fundamentalmente um processo de decisão: escolher entre alternativas de ação. è Se temos alternativas, precisamos conhecê-las o melhor possível. Premissa: crença de que é possível se preparar para o futuro.

5 PLANEJAMENTO n Processo de planejamento: encontrar respostas para as seguintes perguntas: å ONDE ESTAMOS? å COMO ESTAMOS INDO? å ONDE QUEREMOS IR? å COMO VAMOS CHEGAR LÁ? n Processo de planejamento: encontrar respostas para as seguintes perguntas: å ONDE ESTAMOS? å COMO ESTAMOS INDO? å ONDE QUEREMOS IR? å COMO VAMOS CHEGAR LÁ?

6 É um modelo de decisão, unificado e integrador, que: vDetermina e revela o propósito organizacional em termos de Valores, Missão, Objetivos, Estratégias, Metas e Ações, com foco em Priorizar a Alocação de Recursos; vDelimita os domínios de atuação da Instituição; vDescreve as condições internas de resposta ao ambiente externo e a forma de modificá-las, com vistas ao fortalecimento da Instituição; vEngaja todos os níveis da Instituição para a consecução dos fins maiores.

7 P AGILIZA DECISÕES P MELHORA A COMUNICAÇÃO P AUMENTA A CAPACIDADE GERENCIAL PARA TOMAR DECISÕES P PROMOVE UMA CONSCIÊNCIA COLETIVA P PROPORCIONA UMA VISÃO DE CONJUNTO P MAIOR DELEGAÇÃO P DIREÇÃO ÚNICA PARA TODOS P ORIENTA PROGRAMAS DE QUALIDADE P MELHORA O RELACIONAMENTO DA ORGANIZAÇÃO COM SEU AMBIENTE INTERNO E EXTERNO BENEF Í CIOSDO PLANEJAMENTO ESTRAT É GICO BENEF Í CIOS DO PLANEJAMENTO ESTRAT É GICO

8 CONSCIÊNCIA DE SUA NECESSIDADE; CONSCIÊNCIA DE SUA NECESSIDADE; DECISÃO PELA SUA UTILIZAÇÃO; DECISÃO PELA SUA UTILIZAÇÃO; ENVOLVIMENTO EFETIVO DA DIREÇÃO; ENVOLVIMENTO EFETIVO DA DIREÇÃO; CLIMA PROPÍCIO; CLIMA PROPÍCIO; INFORMAÇÕES RELEVANTES PARA O PLANEJAMENTO; INFORMAÇÕES RELEVANTES PARA O PLANEJAMENTO; PARTICIPAÇÃO ORGANIZADA. PARTICIPAÇÃO ORGANIZADA. CONDI Ç ÕES PARA O PLANEJAMENTO ESTRAT É GICO

9 Para quê um Planejamento Estratégico Participativo? Estabelecer ações que permitam alcançar os objetivos fixados para a organização;Estabelecer ações que permitam alcançar os objetivos fixados para a organização; Identificar as necessidades da comunidade em geral;Identificar as necessidades da comunidade em geral; Prover os meios para compor os planos, identificando ações a executar;Prover os meios para compor os planos, identificando ações a executar; Obter maior participação e comprometimento de todos os segmentos e níveis hierárquicos da organização;Obter maior participação e comprometimento de todos os segmentos e níveis hierárquicos da organização; Utilização racional e eficaz dos recursos;Utilização racional e eficaz dos recursos; Promover a integração planejamento / orçamentoPromover a integração planejamento / orçamento Estabelecer ações que permitam alcançar os objetivos fixados para a organização;Estabelecer ações que permitam alcançar os objetivos fixados para a organização; Identificar as necessidades da comunidade em geral;Identificar as necessidades da comunidade em geral; Prover os meios para compor os planos, identificando ações a executar;Prover os meios para compor os planos, identificando ações a executar; Obter maior participação e comprometimento de todos os segmentos e níveis hierárquicos da organização;Obter maior participação e comprometimento de todos os segmentos e níveis hierárquicos da organização; Utilização racional e eficaz dos recursos;Utilização racional e eficaz dos recursos; Promover a integração planejamento / orçamentoPromover a integração planejamento / orçamento

10 Processo de Planejamento Estratégico O Processo inicia-se a partir de: EXPECTATIVAS E DESEJOS Algumas vezes irrealistas quanto aos destinos da organização e submetidos a uma avaliação racional e criteriosa das: OPORTUNIDADES Em termos de: espaços a explorar espaços a explorar recursos a aproveitar recursos a aproveitar AMEAÇAS Que prejudicarão a organização e suas oportunidades

11 Considerando a realidade da organização com seus: PONTOS FORTES PONTOS FRACOS PONTOS NEUTROS Tudo isso dentro do horizonte estabelecido pela MISSÃO e que deve conduzir à escolha de PROPÓSITOS Respeitando a POSTURA ESTRATÉGICA

12 Que possibilita o estabelecimento de MACROESTRATÉGIASMACROPOLÍTICAS Que orientará a formulação de OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS FUNCIONAIS Mais realistas que as expectativas e desejos, como base para a formulação de DESAFIOS e METAS Quantificados, que permitirão o estabelecimento, a nível de área funcional, de ESTRATÉGIAS E POLÍTICAS Capazes de: tirar proveito dos pontos fortes e oportunidades; tirar proveito dos pontos fortes e oportunidades; evitar ou eliminar os pontos fracos e ameaças da organização e que devem ser traduzidas em evitar ou eliminar os pontos fracos e ameaças da organização e que devem ser traduzidas em PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES Destinados a orientar a operacionalização do plano estratégico através do ORÇAMENTO ECONÔMICO-FINANCEIRO

13 Diagnóstico - explicar bem a realidade. Desenhar propostas de ação sob incertezas. Pensar estratégias para lidar com suas interfaces e com as circunstâncias, para calcular bem o que podemos fazer em cada momento e o que devemos fazer para alcançar os objetivos. AÇÃO - Fazer no momento oportuno e com eficácia, recalculando e completando o plano com um complemento de improvisação subordinada.

14 ENTENDENDO O PROCESSO DE MUDAN Ç A COM O PLANEJAMENTO TRABALHAR (FAZER) QUALIFICARQUALIFICAR Planejamento Desejado Planejamento de Gestão Planejamento Estratégico

15 FUTURODIA-A-DIA O PLANEJAMENTO NÃO DIZ RESPEITO A DECISÕES FUTURAS, MAS ÀS IMPLICAÇÕES FUTURAS DE DECISÕES PRESENTES Peter Drucker

16 O Planejamento Estrat é gico e as Dimensões Organizacionais O Planejamento Estrat é gico e as Dimensões Organizacionais Planejamento Planejamento Institucional Planejamento dos Centros Planejamento dos Deptos. Planejamento das Áreas Implementação Organizar dados Analisar os dados Implantar decisões Controle Mensurar os resultados Avaliar os resultados Adotar ações corretivas

17 DEFINIÇÃO DA MISSÃO/VISÃO COMPATIB. C/ ORÇAMENTO DEFINIÇÃO DE INDICADORES IMPLEMENTAÇÃO DEFINIÇÃO DE VALORES ANÁLISE DO AMBIENTE REVISÃO DA MISSÃO/VISÃO DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS FORMULAÇÃO DE ESTRATÉGIAS METAS/AÇÕES

18 I - DEFINIÇÃO DOS VALORES São idéias fundamentais em torno das quais a organização foi construída. Representam as convicções dominantes, as crenças básicas, aquilo em que a maioria das pessoas da organização acredita. São elementos motivadores que direcionam as ações das pessoas na organização, contribuindo para a unidade e a coerência do trabalho. Sinalizam o que se persegue em termos de padrão de comportamento de toda a equipe na busca da excelência Qualidade de Vida; Inclusão Social; Equidade; Cidadania; Transparência; Ética e Parceria

19 II - DEFINIÇÃO A MISSÃO/VISÃO A Missão é uma declaração sobre o que a organização é, sobre sua razão de ser. Serve de critério geral para orientar a tomada de decisões, para definir objetivos e auxiliar na escolha das decisões estratégicas Exemplo: ''Exercer uma ação integrada das atividades de ensino, pesquisa e extensão, visando à universalização do ensino superior de qualidade, à promoção do desenvolvimento das ciências, letras e artes e à formação de cidadãos com visão técnica, científica e humanística, capazes de enfrentar desafios e atender às demandas da sociedade'' (PI/ )

20 ATENÇÃO: Questões a serem respondidas Questões a serem respondidas Quem somos? Qual é a nossa finalidade? Que fazemos para reconhecer, antecipar e responder à finalidade? Como devemos responder aos nossos Grupos de Influências? Quais são nossas cultura e filosofia? Que nos faz ser distinto e único?

21 A Visão representa um estado futuro desejável da organização Como se pretende que a organização seja vista e reconhecida; É uma projeção das oportunidades futuras do negócio da organização e uma concentração de esforços na sua busca; Onde desejamos colocar a organização e; Como incorporar as inovações necessárias ao seu atingimento; É semelhante a um sonho. Mas ao contrário do sonho, ela diz respeito à realidade.

22 III – ANÁLISE AMBIENTAL Se conhecemos o inimigo ( ambiente externo ) e a nós mesmos ( ambiente interno ), não precisamos temer o resultado de uma centena de combates.Se nos conhecemos, mas não ao inimigo, para cada vitória sofreremos uma derrota.Se não nos conhecemos nem ao inimigo, sucumbiremos em todas as batalhas Sun Tzu É O PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES, AMEAÇAS, FORÇAS E FRAQUEZAS QUE AFETAM A ORGANIZAÇÃO NO CUMPRIMENTO DA SUA MISSÃO

23 ANÁLISE DO AMBIENTE ONDE ESTAMOS ? QUEM SÃO OS MELHORES? POR QUE ? O QUE ELES ESTÃO FAZENDO? O QUE NÓS ESTAMOS FAZENDO ?

24 Organização Política Economia Demografia Tecnologia Natureza Cultura Política Econômica Públicos Macroambiente COMPONENTES DO AMBIENTE COMPONENTES DO AMBIENTE AMBIENTE GERAL ou macroambiente ou ambiente externo AMBIENTE OPERACIONAL ou microambiente, ou ambiente- tarefa ou ambiente próximo Fornecedores Mão-de-Obra Clientes Concorrência AMBIENTE INTERNO: recursos, aspectos estruturais, produtivos, humanos

25 FATORES INTERNOS Pontos Fortes/ Forças Vantagens internas da organização em relação aos objetivos Pontos Fracos/ Fraquezas Desvantagens internas da organização em relação aos objetivos FATORES EXTERNOS Oportunidades Aspectos positivos do ambiente que envolve a organização com potencial de trazer-lhe vantagens Ameaças Aspectos negativos do ambiente que envolve a organização com potencial para comprometer as vantagens que ela possui.

26 FORÇAS OPORTUNIDADES ALAVANCAGEM FRAQUEZASAMEAÇAS PROBLEMAS LIMITAÇÕES VULNERABILIDADES AN Á LISE SITUACIONAL

27 FATORES CRÍTICOS DO AMBIENTE FATORES CRÍTICOS DO AMBIENTE AMBIENTE INTERNO: Cursos atuais e novos; Produção científica e financiamento; Linhas de pesquisa; Eficiência do ensino, pesquisa e extensão; Sistemas de informação; Recursos humanos, materiais e financeiros; Tecnologia; Estrutura organizacional; Imagem e comunicação institucional. AMBIENTE EXTERNO: Aspectos culturais; Pressões do governo e da sociedade; Inserção na comunidade; Evolução tecnológica; Mercado de trabalho; Área de abrangência; Entidades de classe; Desempenho institucional; Competitividade; Tendências do ambiente.

28 AMEAÇASOPORTUNIDADES - Movimento nacional de institucionalização da extensão - Parceria do governo com iniciativas privadas incentivando a cultura - Ampliação do mercado editorial - Expectativa assistencialista da microrregião em relação... - Políticas públicas incipientes em relação à cultura - Descrédito da comunidade em relação às intervenções da universidade Pontos Fracos Pontos Fortes - Persistência de visão distorcida de extensão universitária - Escassez de recursos para programas de bolsa - Ausência de uma agenda institucional de eventos de extensão e cultura - Credibilidade da... no cenário nacional - Vocação histórica... - Disposição da administração de investir em arte e cultura AMBIENTE EXTERNO AMBIENTE INTERNO AN Á LISE SITUACIONAL

29 IV – REVISÃO DA MISSÃO A conscientização das realidades ambiental e organizacional propicia possibilidade de reflexão potencialmente produtiva sobre os aspectos críticos da vida institucional, ensejando revisão dos propósitos fundamentais.

30 IVa – DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS/METAS Resultado quantitativo ou qualitativo que a organiza ç ão precisa alcan ç ar em um prazo determinado, dada a estrat é gia escolhida, no contexto do seu ambiente para concretizar a sua visão de futuro e cumprir sua missão OBJETIVOS INSTITUCIONAIS OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS OBJETIVOS DEPARTAMENTAIS

31 V – FORMULAÇÃO DA ESTRATÉGIA Consiste na determina ç ão do curso de a ç ão que possibilitar á a realiza ç ão dos objetivos organizacionais Pontos fortes e fracos Oportunidades e ameaças Onde a organização está hoje Propósitos e objetivos da organização Estratégia

32 -Preencher as vagas remanescentes dos cursos de graduação; - Criar novos cursos de graduação e oferecer cursos de educação continuada e sequenciais. - Elevar em X % o número de vagas dos cursos de graduação já existentes; - Solicitar às Comissões Coordenadoras dos Cursos o redimensionamento do número de vagas; - Realizar estudo de impacto, nas disciplinas de base e disciplinas práticas, do aumento do número de vagas nos cursos atuais; - Identificar os cursos nos quais é justificada a ampliação de vagas; - Redefinir o número de vagas por curso. OBJETIVOS/METAS/AÇÕES Oferecer novos cursos de nível superior e tecnológico e aumentar o número de vagas nos cursos de graduação existentes

33 §Existem vários problemas e várias explicações sobre a realidade §Cada ator pode ter uma explicação diferenciada, conceito de situação e de explicação situacional §Na realidade não existem problemas óbvios nem explicações absolutas e seguras. §Um problema é o produto de uma declaração de um ator social; antes disso é uma mera necessidade sem demanda política. §Um problema começa por ser um foco de interesse para um ator social pelo mal-estar que produz ou pelas oportunidades que abre.

34 §Ator escolhe seu plano segundo o controle que tem sobre as variáveis; existem outros atores que controlam parte das variáveis que influem sobre os resultados do plano §Ator não pode escolher as circunstâncias em que tem que realizar o plano §adotar formas de desenho mais flexíveis - substituir o cálculo determinístico pelo cálculo interativo e fundamentação de apostas em contextos explícitos - cenários possíveis.

35 §Articular o deve ser com o pode ser §Não basta dispor de um bom desenho normativo e prescritivo §É preciso uma boa estratégia para lidar com os outros atores e com as circunstâncias que rodeiam

36 §Atuar conforme o plano §plano só se completa com a ação; não existe possibilidade de um plano completo em seu desenho e cálculo estratégico antes da ação §estudar o momento de fazer - conceito de direção e relação com as regras ou estratégias institucionais; quais são essas regras? §A resposta a esta pergunta faz entender o que acontece com o sistema de direção e planejamento. A depender da direção, a agenda se acumula de urgências, a gerência será rotineira e o planejamento subsistirá como um mero ritual com efeito simbólico.

37 §Listar os problemas declarados pelos diversos atores relevantes §Avaliar os problemas na perspectiva dos diversos atores sociais §Situar os problemas no tempo e no espaço §Analisar a complementaridade ou contradição entre os distintos problemas declarados.

38 No PEI a instituição analisa o seu desempenho PASSADO, seus processos, suas relações internas e externas, seus valores, sua missão, suas condições de funcionamento e seus resultados. A partir daí, projeta seu FUTURO, define aonde quer chegar e que estratégias adotará para alcançar seus objetivos.

39 O PEI busca transformar a VISÃO da Universidade em realidade. Não lida apenas com decisões futuras e sim, principalmente, com o futuro das decisões que serão tomadas cotidianamente na Universidade. É uma tentativa de abordar e administrar os recursos de maneira eficiente e eficaz.

40 Horizontes de Planejamento VISÃO DE FUTURO PLANEJAMENTO DE MÉDIO PRAZO Diretrizes Estratégicas para o Desenv. Institucional PLANO INSTITUCIONAL Programas e Ações PLANO DE AÇÃO E ORÇAMENTO ANUAL 2005 Programas e Ações Visão Plano Institucional Orçamento

41 Os 4 anos do Plano Institucional compreendem, inclusive, o primeiro exercício financeiro da gestão subseqüente. É elaborado no primeiro ano de gestão para os quatro anos seguintes. GESTÃO VIGÊNCIA Plano ELABORAÇÃO ELABORAÇÃO Plano Estratégico Institucional

42 Planejamento Estratégico Institucional – PEI Características Elaboração do Plano Plano das Unidades Integração Plano e Orçamento Plano Institucional Sensibilização Planejamento Participativo Planejamento de Médio Prazo (Modelo de Desenvolvimento) Planejamento das unidades Plano de Ação e Orçamento 2005 Integração Plano e Orçamento Gestão responsável dos recursos Planejamento Participativo Planejamento de Médio Prazo (Modelo de Desenvolvimento) Planejamento das unidades Plano de Ação e Orçamento 2005 Integração Plano e Orçamento Gestão responsável dos recursos METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO E GESTÃO DO PEI Capacitação dos Gestores e Multiplicadores DIAGNÓSTICO Institucional

43 Diagnóstico Estudos Estratégia Institucional Estratégias das Unidades Cenário Macroeconômico Cenário interno Elaboração dos Planos Setoriais Consolidação do Plano e dos Orçamentos Elaboração do Plano Plano Institucional

44 Modelo do PEI Implementação e Controle Acompanhamento Acompanhamento Missão /Visão ObjetivosObjetivos EstratégiasEstratégias Análise Ambiental Cenário Externo Cenário Interno ValoresValores Programa s Projeto s AçõesAções ORÇAMENTOORÇAMENTO PLANO DE AÇÃO

45 Estrutura do PEIEstratégiasEstratégias Missão / Visão / Valores Objetivos Estratégicos Ações Estratégicas Plano de Ação OrçamentoOrçamento (Validação) COMITÊ ESTRATÉGICO UNIDADES ACOMPANHAMENTOAVALIAÇÃO

46 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO FASES: n Reflexões sobre a RAZÃO DE SER da Organização (MISSÃO) n Reflexões sobre O QUE QUEREMOS SER - a VISÃO DE FUTURO n Análise Ambiental: à Ambiente Externo - Ameaças e Oportunidades à Ambiente Interno - Pontos Fortes e Pontos Fracos n Determinação de Objetivos Estratégicos n Definição de Projetos e Ações n Reflexões sobre a RAZÃO DE SER da Organização (MISSÃO) n Reflexões sobre O QUE QUEREMOS SER - a VISÃO DE FUTURO n Análise Ambiental: à Ambiente Externo - Ameaças e Oportunidades à Ambiente Interno - Pontos Fortes e Pontos Fracos n Determinação de Objetivos Estratégicos n Definição de Projetos e Ações

47 PEI - Análise Ambiental Diagnóstico Ambiente AmbienteInterno Ambiente Externo Comunidade Governo outros Mercado Ambiente Externo í Ameaças í Oportunidades Ambiente Interno ê Pontos Fortes - Forças propulsoras ê Pontos Fracos - Forças restritivas

48 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UnidadesUnidades Organização Comunidade Ameaças e Oportunidades Pontos Fortes e Pontos Fracos Ambiente interno Ambiente externo

49 Diagnóstico Planos de Ação Estrutura do PEI Definição de Prioridades Adequação à Programação Orçamentária Diagnóstico organiza- cional Comitê Estratégico Diagnóstico Definição de Estratégias e Macro objetivos Diagnóstico Preliminar Grupos de Estudo – análise de cenários Orçamento Participativo Adm. Sup + Repres. Discussão com a Adm. superior e Adstrita + Repres. da comunidade Planos Setoriais Orçamentos Setoriais SENSIBILIZAÇÃOSENSIBILIZAÇÃO 1ª Etapa 2ª Etapa 3ª Etapa 4ª Etapa 5ª Etapa Integração Plano- Orçamento 6ª Etapa 7ª Etapa Divulgação por toda comunidade Documento Final 8ª Etapa

50 Processo de Gestão do Plano de Ação R evisão dos Programas Monitoramento (Acompanhamento) E xecução dos Programa P lanejamento expresso em Programas A valiação Problema ou Demanda da Comunidade Impactonacomunidade

51 Alguns conceitos

52 CONCEITOS CONVENCIONAIS OBJETIVOS - Condições ou resultados quantificáveis que devem ser conseguidos e mantidos durante um período de tempo para que a organização possa se considerar bem sucedida. (o que fazer?) METAS - Resultados finais quantificados que devem ser atingidos dentro de um período de tempo previamente estabelecido. (o que? Até quando?) PLANOS - Conjunto de medidas, tarefas e ações por meio das quais devem ser atingidos os objetivos e as metas. (como alcançar o que e até quando?) OBJETIVOS - Condições ou resultados quantificáveis que devem ser conseguidos e mantidos durante um período de tempo para que a organização possa se considerar bem sucedida. (o que fazer?) METAS - Resultados finais quantificados que devem ser atingidos dentro de um período de tempo previamente estabelecido. (o que? Até quando?) PLANOS - Conjunto de medidas, tarefas e ações por meio das quais devem ser atingidos os objetivos e as metas. (como alcançar o que e até quando?)

53 ESTRATÉGIASESTRATÉGIAS São os meios de atingir os objetivos. Decidir pela maneira mais adequada buscando atingir maior efetividade, ou seja, fazer certo as coisas certas com o máximo de contribuição para o ambiente.Decidir pela maneira mais adequada buscando atingir maior efetividade, ou seja, fazer certo as coisas certas com o máximo de contribuição para o ambiente. Deve-se pensar em aspectos tais como: custos, relações humanas, qualificação do pessoal, sinergia com os objetivos, interação entre as partes da organização, etc.Deve-se pensar em aspectos tais como: custos, relações humanas, qualificação do pessoal, sinergia com os objetivos, interação entre as partes da organização, etc. São os meios de atingir os objetivos. Decidir pela maneira mais adequada buscando atingir maior efetividade, ou seja, fazer certo as coisas certas com o máximo de contribuição para o ambiente.Decidir pela maneira mais adequada buscando atingir maior efetividade, ou seja, fazer certo as coisas certas com o máximo de contribuição para o ambiente. Deve-se pensar em aspectos tais como: custos, relações humanas, qualificação do pessoal, sinergia com os objetivos, interação entre as partes da organização, etc.Deve-se pensar em aspectos tais como: custos, relações humanas, qualificação do pessoal, sinergia com os objetivos, interação entre as partes da organização, etc.

54 Políticas Políticas são regras ou diretrizes que expressam os limites dentro dos quais as ações devem ocorrer. Essas regras freqüentemente tomam a forma de decisões contingenciais para resolução de conflitos entre objetivos específicos. Políticas estratégicas - são as maiores políticas - aquelas que guiam a direção e postura da entidade ou determinam sua viabilidade. Políticas são regras ou diretrizes que expressam os limites dentro dos quais as ações devem ocorrer. Essas regras freqüentemente tomam a forma de decisões contingenciais para resolução de conflitos entre objetivos específicos. Políticas estratégicas - são as maiores políticas - aquelas que guiam a direção e postura da entidade ou determinam sua viabilidade.

55 Estratégias e Metas Estratégias e Metas Estratégia é um padrão ou plano que integra as maiores metas de uma organização, suas políticas e suas seqüências de ação de uma forma coesiva. Metas especificam o que é para ser alcançado e quando deverão ser atingidos os resultados, mas elas não declaram como estes resultados vão ser alcançados. Estratégia é um padrão ou plano que integra as maiores metas de uma organização, suas políticas e suas seqüências de ação de uma forma coesiva. Metas especificam o que é para ser alcançado e quando deverão ser atingidos os resultados, mas elas não declaram como estes resultados vão ser alcançados.

56 Estratégias e Táticas Estratégias e Táticas As estratégias e as táticas podem ocorrer em vários diferentes níveis em uma organização. A diferença entre tática e estratégia é que: As táticas são de curta duração, adaptativas, e utilizam adaptações interativas de forças opostas, para atingir metas limitadas. As estratégias definem uma base contínua de ordenação destas adaptações através de propósitos mais amplamente concebidos. As estratégias e as táticas podem ocorrer em vários diferentes níveis em uma organização. A diferença entre tática e estratégia é que: As táticas são de curta duração, adaptativas, e utilizam adaptações interativas de forças opostas, para atingir metas limitadas. As estratégias definem uma base contínua de ordenação destas adaptações através de propósitos mais amplamente concebidos.

57 Programas Os Programas especificam passo a passo a seqüência de ações necessárias para atingir os objetivos maiores. Eles expressam como os objetivos serão atingidos dentro dos limites estabelecidos pela política.

58 Alguns fatores críticos e estruturais mínimos que estratégias eficientes devem conter: Objetivos decisivos e claros; Manutenção da iniciativa; Concentração: ênfase nos pontos fortes x pontos fracos Flexibilidade; Liderança coordenada e comprometida: a liderança precisa ser vista com confiança. As estratégias de sucesso requerem comprometimento, não apenas aceitação. Objetivos decisivos e claros; Manutenção da iniciativa; Concentração: ênfase nos pontos fortes x pontos fracos Flexibilidade; Liderança coordenada e comprometida: a liderança precisa ser vista com confiança. As estratégias de sucesso requerem comprometimento, não apenas aceitação.

59 Atividade de gestão Atividade de gestão Podemos conceituar as atividades de gestão como: –Formulação dos objetivos estratégicos: Intenções e diretrizes globais formalmente expressas pela administração da empresa; –Gestão dos fatores críticos de sucesso: Identificar, medir, analisar e agir nas variáveis nas quais a organização, necessariamente, deve apresentar bom desempenho; –Identificação e redução das perdas nos processos: gestão responsável dos recursos diagnóstico de perdas e ataque às suas causas. Podemos conceituar as atividades de gestão como: –Formulação dos objetivos estratégicos: Intenções e diretrizes globais formalmente expressas pela administração da empresa; –Gestão dos fatores críticos de sucesso: Identificar, medir, analisar e agir nas variáveis nas quais a organização, necessariamente, deve apresentar bom desempenho; –Identificação e redução das perdas nos processos: gestão responsável dos recursos diagnóstico de perdas e ataque às suas causas.

60 ESTRATÉGIA AMBIENTE ORGANIZAÇÃO SOCIEDADE Oportunidades e riscos Deve fazer Habilidades e recursos Pode fazer Ética e valores sociais Deveria fazer GESTORES Valores pessoais Quer fazer

61 LINHAS ESTRATÉGICAS ENSINOENSINO –Graduação e Pós-Graduação PESQUISAPESQUISA EXTENSÃOEXTENSÃO –Inserção social e difusão do conhecimento GESTÃO UNIVERSITÁRIA:GESTÃO UNIVERSITÁRIA: –Estrutura organizacional –Recursos Humanos –Autonomia –Assegurar o financiamento INFRA-ESTRUTURAINFRA-ESTRUTURA

62 PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO Integram o processo do Planejamento: Identificação das necessidades institucionais;Identificação das necessidades institucionais; Programação de receita e despesa;Programação de receita e despesa; Cronograma de desembolso;Cronograma de desembolso; Instrumentos de acompanhamento da execução físico-financeira;Instrumentos de acompanhamento da execução físico-financeira; Alocação de recursos por elementos e fontes;Alocação de recursos por elementos e fontes; Proposta orçamentária.Proposta orçamentária. Integram o processo do Planejamento: Identificação das necessidades institucionais;Identificação das necessidades institucionais; Programação de receita e despesa;Programação de receita e despesa; Cronograma de desembolso;Cronograma de desembolso; Instrumentos de acompanhamento da execução físico-financeira;Instrumentos de acompanhamento da execução físico-financeira; Alocação de recursos por elementos e fontes;Alocação de recursos por elementos e fontes; Proposta orçamentária.Proposta orçamentária.

63 PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA É a programação anual das ações e metas com as suas respectivas estimativas de custos;É a programação anual das ações e metas com as suas respectivas estimativas de custos; Participação das Unidades Acadêmicas e Administrativas;Participação das Unidades Acadêmicas e Administrativas; Compatibilização e Sistematização das Propostas;Compatibilização e Sistematização das Propostas; Implantação no SIPLAN - Sistema Informatizado de Planejamento;Implantação no SIPLAN - Sistema Informatizado de Planejamento; Aprovação do Orçamento.Aprovação do Orçamento. É a programação anual das ações e metas com as suas respectivas estimativas de custos;É a programação anual das ações e metas com as suas respectivas estimativas de custos; Participação das Unidades Acadêmicas e Administrativas;Participação das Unidades Acadêmicas e Administrativas; Compatibilização e Sistematização das Propostas;Compatibilização e Sistematização das Propostas; Implantação no SIPLAN - Sistema Informatizado de Planejamento;Implantação no SIPLAN - Sistema Informatizado de Planejamento; Aprovação do Orçamento.Aprovação do Orçamento.

64 Obrigada!


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