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Metodologia da Pesquisa Profa. Jozimeire Jordão Leandro.

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1 Metodologia da Pesquisa Profa. Jozimeire Jordão Leandro

2 Em sentido amplo, o termo Projeto significa: idéia que se forma de executar ou realizar algo no futuro; empreendimento a ser realizado dentro de determinado esquema; redação ou esboço preparatório ou provisório de um texto. Projeto (engenharia, arquitetura...) Plano geral de edificação.

3 Em sentido restrito, o termo Projeto significa o planejamento da pesquisa científica. Um projeto supõe, necessariamente, planejamento das ações. O que isso significa? O longo vôo das aves, desde o gelado Canadá ao calor do Brasil, ultrapassa todas as dificuldades, porque as aves sabem o seu destino.

4 Para Ferreira (1983), planejamento significa o processo de abrir espaços para que as pessoas discutam sua utopia. Processo do planejamento 1. Compreender a situação Organizar a visão que se tem da realidade vista como um todo (social, econômico, político, religioso...). 2. Estabelecer o rumo Relacionar o conhecimento da situação atual com o resultado que se pretende alcançar.

5 Verificar a distância entre o desejado e o possível (para o momento) Descobrir a que distância estamos do ideal traçado (dificuldades, causas, pontos de apoio...) Definir o caminho (para um tempo) Propor ações delimitadas (caminho); prever os gastos de tempo e recursos necessários

6 SOBRE A PESQUISA CIENTÍFICA.... Pesquisa – é um processo condicionado à situação que lhe deu origem e às condições sociais nas quais se realiza. Século XIX – as interpretações míticas e transcendentais (desígnios dos deuses ou do destino) viam nos fenômenos sociais e nas calamidades públicas, formas de castigo divino.

7 Èmile Durkheim – estudo das taxas de suicídio em diversos países da Europa (regularidade – constatável e até mensurável, se expressa sob a forma de tendência que se manifesta no tempo e no espaço). O suicídio foi publicado em Descoberta: para o conhecimento de uma dada realidade, não há necessidade de pesquisar ou obter dados de todo o universo investigado. Basta uma amostra (parte representativa do universo pesquisado).

8 As descobertas só foram possíveis quando os problemas enfrentados pela Europa (falência dos artesãos, êxodo rural, pobreza nas cidades, greves...) no séc. XIX se tornaram tão graves, que as interpretações míticas, filosóficas ou de senso comum não tinham mais a mesma eficácia.

9 Tipos de pesquisa (MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 1988) Os critérios para a classificação dos tipos de pesquisa variam de acordo com o enfoque dado pelo autor. Ander-Egg (1978: 33) apresenta dois tipos:

10 a) Pesquisa básica, pura ou fundamental. É aquela que procura o progresso científico, a ampliação de conhecimentos teóricos, sem a preocupação de utilizá-los na prática. É a pesquisa formal, tendo em vista generalizações, princípios, leis. Tem por meta o conhecimento pelo conhecimento. b) Pesquisa aplicada. Como o próprio nome indica, caracteriza-se por seu interesse prático, isto é, que os resultados sejam aplicados ou utilizados, imediatamente, na solução de problemas que ocorrem na realidade.

11 Best (1972: 12-13), além dessas duas classificações – fundamental e aplicada -, acrescenta mais três: a) Histórica. Descreve o que era- o processo enfoca quatro aspectos: investigação, registro, análise e interpretação de fatos ocorridos no passado, para, através de generalizações, compreender o presente e predizer o futuro. b) Descritiva. Delineia o que é- aborda também quatro aspectos: descrição, registro, análise e interpretação dos fenômenos atuais, objetivando o seu funcionamento no presente. c) Experimental. Descreve o que será – quando há controle sobre determinados fatores; a importância encontra-se nas relações de causa e efeito.

12 Hymann (1967: ) indica dois tipos: a) Descritiva. Simples descrição de um fenômeno. b) Experimental. Levantamentos explicativos, avaliativos e interpretativos, que tem como objetivos a aplicação, a modificação e/ou a mudança de alguma situação ou fenômeno.

13 Há os que a classificam em: a) Individual. Realizada apenas por um indivíduo. b) Grupal. Constituída por uma equipe formada por especialistas de vários campos do conhecimento humano.

14 Selltiz et al apontam três esquemas (1965: 61-62): a) Estudos formulativos, sistemáticos ou exploratórios. Enfatizam a descoberta de idéias e discernimentos. b) Estudos descritivos. Descrevem um fenômeno ou situação, mediante um estudo realizado em determinado espaço-tempo. c) Estudos de verificação de hipóteses causais. Englobam a explicação científica e, em conseqüência, a sua previsão. A explicação pode levar à formulação de leis se a investigação atingir setores avançados.

15 Rummel (1972: 3) apresenta quatro divisões: a) Pesquisa bibliográfica. Quando utiliza materiais escritos. b) Pesquisa de ciência da vida e ciência física – experimental. Quando tem como campo de atividade o laboratório. c) Pesquisa social. Quando visa melhorar a compreensão de ordem, de grupos, de instituições sociais e éticas. d) Pesquisa tecnológica ou aplicada – prática. Quando objetiva a aplicação dos tipos de pesquisa relacionados às necessidades imediatas dos diferentes campos da atividade humana.

16 Há, ainda, os que subdividem os tipos de pesquisa em: a) Monodisciplinar. Pesquisa realizada apenas em um campo do conhecimento científico. b) Pesquisa Interdisciplinar. Pesquisa em uma área de fenômenos estudados por investigadores de diferentes campos das ciências sociais: antropologia social, economia-política... O problema pode ser enfocado de modo distinto, mas há uma correlação entre todos eles, por se tratar de um mesmo fenômeno. (Pardinas, 1977: 159).

17 Outros tipos de pesquisa podem ser encontrados; todavia, a mais completa abordagem encontra-se no esquema tipológico elaborado por Perseu Abramo (1979: 34-44). Segundo: 1. os campos de atividade humana ou os setores do conhecimento: monodisciplinares, multidisciplinares e interdisciplinares. 2. a utilização dos resultados: pura, básica ou fundamental e aplicada.

18 os processos de estudo: estrutural, histórico, comparativo, funcionalista, estatístico, monográfico. a natureza dos dados: pesquisa de dados objetivos ou de fatos; pesquisa subjetiva ou de opiniões e atitudes. a procedência dos dados: de dados primários; de dados secundários

19 o grau de generalização dos resultados: censitária; por amostragem (não probabilista ou aleatória). a extensão do campo de estudo: levantamentos, sondagens e pesquisas monográficas ou de profundidade. as técnicas e os instrumentos de observação: observação direta (participante ou não participante); observação indireta (consulta bibliográfica e documental, questionários e formulários, entrevistas, histórias de vida, biografias)

20 os métodos de análise: construção de tipos; construção de modelos; tipologias e classificações. o nível de interpretação: pesquisa identificativa; descritiva, mensurativa e explicativa

21 O pesquisador deve lançar mão de um conjunto adequado de procedimentos de investigação que possibilite a transformação dos dados de pesquisa em formas de ação, intervenção e controle da realidade.

22 Métodos de pesquisa Refere-se à escolha de procedimentos sistemáticos para a descrição e explicação de fenômenos. a) Análise quantitativa Baseia-se em mensurações e no cruzamento de dados estatísticos. Decorre do uso de técnicas específicas de mensuração, por exemplo, os questionários com respostas de múltipla escolha. O uso de computadores e seus recursos permitem o máximo aproveitamento dos questionários e dos dados.

23 b) Análise qualitativa Utiliza mecanismos interpretativos e de descoberta de relações e significados. Os recursos disponíveis são entrevistas, observações, questionários temáticos e abertos, interpretações de formas de expressão visual (fotografias, pinturas) e estudos de caso.

24 Qualitativo X Quantitativo As pesquisas costumam integrar os procedimentos quantitativos e qualitativos em diferentes etapas do trabalho. Como escolher um ou outro caminho de investigação? tempo disponível dimensão da população recursos humanos e financeiros a) b) c) O que garante a relevância de uma pesquisa é a sua fundamentação teórico-metodológica.

25 TÉCNICAS DE PESQUISA Técnica é um conjunto de preceitos ou processos de que se serve uma ciência ou arte; é a habilidade para usar esses preceitos ou normas, a parte prática. A metodologia científica utiliza inúmeras técnicas na obtenção de seus propósitos (Marconi & Lakatos, 1988, p.56).

26 1. Documentação indireta Pesquisa documental – documentos são todos os materiais escritos que podem servir como fonte de informação para a pesquisa científica. Os documentos de fonte primária são aqueles de primeira mão, provenientes de órgãos que realizaram as observações. Podem ser encontrados em:

27 a) Arquivos públicos (nacionais, estaduais ou municipais) que contém: documentos oficiais (anuários, atas, relatórios, alvarás...), documentos jurídicos (oriundos de cartórios – registros gerais de falências, inventários, casamentos, mortes...), coleções particulares (memórias, ofícios, correspondências...) e, iconografia (material cartográfico).

28 b) Arquivos particulares (instituições privadas ou domicílios particulares como bancos, indústrias, igrejas, partidos políticos...) – englobam registros diversos como atas, correspondências, diários, autobiografias, etc. c) Fontes Estatísticas (órgãos oficiais e particulares responsáveis pelo Censo ou pela coleta e elaboração de dados estatísticos. Ex. IBGE, IBOPE, Banco Central, Departamentos estaduais ou municipais de Estatística..) d) Fontes não escritas (fotografias, gravações, desenhos, pinturas...)

29 Pesquisa Bibliográfica – toda bibliografia já publicada que se relacione com o tema de estudo. São os chamados documentos de fonte secundária. 2. Documentação Direta – constitui-se, em geral, no levantamento de dados no próprio local onde os fenômenos ocorrem. Esses dados podem ser obtidos através da pesquisa de campo ou da pesquisa de laboratório.

30 a) Pesquisa de campo – objetiva levantar informações e/ou conhecimentos acerca de um problema, para o qual se procura uma resposta, ou de uma hipótese, que se queira comprovar, ou ainda, descobrir novos fenômenos ou a relação entre eles. Está voltada para o estudo de indivíduos, grupos, comunidades, instituições, etc visando a compreensão de vários aspectos da sociedade. Pesquisa de laboratório – descreve e analisa o que será ou ocorrerá em situações controladas. Exige instrumental específico, preciso e ambientes adequados. b)

31 3. Observação direta intensiva – realizada através de duas técnicas: observação e entrevista. a) Observação – técnica de coleta de dados para conseguir informações que utiliza os sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade. Pode ser:

32 Assistemática: não estruturada, também denominada espontânea, informal, ocasional. O conhecimento é obtido por meio de uma experiência casual sem que o pesquisador utilize meios técnicos especiais. Sistemática: estruturada, planejada, controlada. Utiliza instrumentos para a coleta dos dados ou fenômenos observados. Não participante: o pesquisador toma contato com a realidade estudada sem integrar-se a ela. Presencia o fato mas não participa dele. Observação passiva.

33 Participante: o pesquisador incorpora-se ao grupo, confunde-se com ele. Individual: realizada por um pesquisador. Em equipe: realizada por um grupo de pesquisadores. Na vida real: as observações são feitas no ambiente real, registrando-se todos os dados à medida que ocorrerem, espontaneamente, sem a devida preparação. Em laboratório: tenta descobrir a ação e a conduta, que teve lugar em condições cuidadosamente dispostas e controladas.

34 Entrevista – é um encontro entre duas pessoas, a fim de que uma delas obtenha informações a respeito de determinado assunto, mediante uma conversação de natureza profissional. Pode ser: padronizada ou estruturada (roteiro de perguntas previamente estabelecido), despadronizada ou não estruturada (perguntas abertas que podem ser respondidas dentro de uma conversação informal) e, painel (repetição de perguntas, de tempo em tempo, às mesmas pessoas, a fim de estudar a evolução das opiniões em períodos curtos).

35 4. Observação direta extensiva – realiza-se através do questionário, do formulário, de medidas de opinião e atitudes e de técnicas mercadológicas. a) Questionário: constituído por uma série de perguntas, que devem ser respondidas por escrito e sem a presença do entrevistador. Em geral, o pesquisador envia o questionário ao informante (correio ou portador) e depois de respondido, recebe da mesma forma. Juntamente com o questionário deve- se encaminhar uma nota ou carta informando o objetivo da pesquisa e o prazo para devolução. Formulário: a coleta de dados é feita diretamente com o entrevistado. É um roteiro, preenchido pelo próprio pesquisador, à medida que faz as observações ou recebe as respostas do entrevistado. b)

36 5. História de vida: compõe-se de documentos, depoimentos, memórias e relatos coletados de viva voz pela própria pessoa em questão ou por seus familiares e amigos. Pode tratar-se de documentos escritos de próprio punho ou testemunhos orais transcritos pelo pesquisador. Visa captar as reações espontâneas do entrevistado, em face de certos acontecimentos fundamentais de sua vida. LAKATOS, E.M; MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1988.

37 PROJETO DE PESQUISA ROTHEN, J.C.; SILVA, M.P. Receitas de dona metodologia. Mogi-Guaçu:IMI, É o planejamento da pesquisa científica. Pressupõe conhecimento mínimo por parte do estudante em relação ao tema a ser tratado. É traçar um caminho eficaz que conduza ao fim que se pretende atingir. É mobilizar recursos para consecução de um objetivo previamente determinado, justificado econômica ou socialmente, em prazo determinado, apresentando as diversas fases a serem efetivadas.

38 Quando é exigido? Atividades orientadas de pesquisa (Trabalho de Conclusão de Curso), nos exames de seleção para cursos de pós-graduação, para solicitação de bolsas em órgãos de incentivo à pesquisa, quando se deseja procurar um professor para solicitar que este seja o orientador de alguma pesquisa...

39 Pontos fundamentais de um projeto 1. Tema Delimitação do assunto (área de conhecimento que será estudada) e do tema (reduzir um tema maior a um só aspecto) de pesquisa. Ex: Educação para adultos (assunto) - A concepção de Paulo Freire (tema delimitado).

40 2. Problematização São as questões a serem trabalhadas. A escolha dessas questões é de suma importância no projeto pois definirá tanto o rumo a ser tomado, como o interesse que o trabalho final despertará no pesquisador e nos futuros leitores. Nos estudos preliminares o estudante deve levantar o maior número possível de questões, possibilitando maior escolha.

41 Como escolher as questões? Interesse pessoal do pesquisador, relevância social e científica, dificuldades práticas, contribuição à área de pesquisa... Ex: Qual o papel político da palavra geradora. (pode ou não ser elaborado como interrogação) É importante apresentar uma discussão prévia, com outros autores, sobre a questão levantada. Deve-se explicitar ao leitor o porquê tal questão é problemática.

42 3. Justificativa Deve-se explicitar o porquê daquele tema ser escolhido e mostrar a sua importância pessoal, social e científica (acadêmica). 4. Hipótese/Tese É uma resposta preliminar à questão levantada anteriormente (problema). A hipótese será testada, buscando argumentos em seu favor e discutindo os possíveis argumentos contrários. A hipótese não precisa ser necessariamente confirmada (e nem por isso o trabalho será invalidado). (Ex: Como a palavra geradora parte da vida do educando, isto pode permitir tomada de consciência da importância da sua participação política).

43 5. Tipo de Pesquisa Podem ser bibliográficas ou bibliográficas e de campo. O que vai definir o tipo de pesquisa a ser feito será tanto o tema como o referencial escolhido. Deve-se definir os instrumentos e métodos a serem utilizados, como também os referenciais teóricos. (Ex. de referenciais teóricos: positivista, durkeimiano, freudiano, marxista, comportamentalista, baseado em um autor; Ex. de métodos de pesquisa de campo: questionário, entrevistas, museus, arquivos, experiência em laboratórios...)

44 No projeto deverá aparecer uma exposição das principais idéias dos autores ou correntes que serão utilizadas como referencial. Se for pesquisa de campo, é importante explicar como (e onde) será desenvolvida.

45 6. Levantamento bibliográfico Parte da bibliografia levantada deve ser lida durante a elaboração do projeto a fim de obter as informações sobre o tema e proposição das questões para pesquisa. 7. Cronograma É uma técnica de planejamento que evidencia as atividades a serem desenvolvidas e o período das mesmas. Lembrar que os trabalhos de pesquisa tem prazo pré-definido logo, essa divisão deve ser o mais realista possível.

46 8. Orçamento Previsão de custos (Ex. livros a serem adquiridos, viagens, equipamentos, xerox, trabalho de terceiros...) 9. Redação do projeto Deve ser apresentado em forma de texto seguindo as orientações para redação de trabalhos acadêmicos. Deve revelar ao leitor o domínio que o autor tem sobre o assunto a ser pesquisado. É importante fazer uso das idéias de outros autores e citá-los no corpo do texto.

47 10. Estrutura do Projeto Introdução (delimitação do tema; apresentação da questão que será trabalhada) Justificativa (a importância pessoal, social e científica) Hipótese (explicar a hipótese; colocar as suas conclusões em relação ao que foi lido, ligando-as à sua hipótese)

48 Tipo de pesquisa ou Método (como será feita a pesquisa de campo e/ou bibliográfica; como este referencial se liga a seu tema) Cronograma ( de forma esquemática, contendo os prazos) Orçamento (citar todos os custos e quanto será necessário dispor de recursos) Levantamento bibliográfico (citar a bibliografia)

49 Sugestões: a) Exigência de algumas graduações – Unilins Título Justificativa Objetivos (geral e específico) Delimitação do tema/ Problema/ Hipótese Delimitação do campo de pesquisa Descrição dos métodos e técnicas de pesquisa Conceitos básicos Cronograma Referências bibliográficas

50 b) Exigência na pós-graduação (Unesp/Marília) Resumo ( 20 linhas) Justificativa (relevância do estudo) Introdução (evidenciando o domínio da bibliografia fundamental) Objetivos (geral e específico) Procedimentos metodológicos (métodos de abordagem e coleta de dados; formas de análise) Cronograma de execução Bibliografia fundamental

51 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARROS, A.J. da S.; LEHFELD, N.A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Makron Books, COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, FERREIRA, F.W. Planejamento sim e não. São Paulo: Paz e Terra, continua...

52 GANDIN, D. A prática do planejamento participativo. Petrópolis: Vozes, LAKATOS, E.M.; MARCONI,M. de A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, __________________________________. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, ROTHEN, J.C.; SILVA. M.P. Receitas de dona metodologia. Mogi-Guaçu: IMI, SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.


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