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CIÊNCIAS DA NATUREZA AUTORES: Daniela Lopes Scarpa Flavio Antônio Maximiano Hildney Alves de Oliveira Lana Claudia de Souza Fonseca Sérgio Camargo Silmara.

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1 CIÊNCIAS DA NATUREZA AUTORES: Daniela Lopes Scarpa Flavio Antônio Maximiano Hildney Alves de Oliveira Lana Claudia de Souza Fonseca Sérgio Camargo Silmara Alessi Guebur Roehrig

2 Formação de Professores do Ensino Médio CIÊNCIAS DA NATUREZA Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio Etapa II - Caderno III

3 Sumário Introdução / 6 1. Contextualização e contribuições da área Ciências da Natureza para a formação do estudante do Ensino Médio / 9 2. Os sujeitos estudantes do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na área de Ciências da Natureza / Trabalho, Cultura, Ciência e Tecnologia na área de Ciências da Natureza / 22

4 4. Possibilidades de abordagens pedagógico-curriculares na área de Ciências da Natureza/ Ciências da Natureza: dimensões do currículo / Abordagens pedagógico-curriculares da área de Ciências da Natureza: possibilidades e perspectivas / A aprendizagem por meio da problematização da realidade: os momentos pedagógicos / A experimentação como caminho pedagógico / 37 Referências 42

5 O Caderno está organizado em quatro unidades: Na unidade 1 é realizada uma caracterização da área Ciências da Natureza e são destacadas as suas contribuições para a formação humana integral do estudante do Ensino Médio. Na unidade 2, o foco está na relação entre os conhecimentos da área e o sujeito do Ensino Médio na perspectiva dos direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano. A unidade 3 apresenta reflexões sobre as interações entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura na área das Ciências da Natureza conforme proposição das DCNEM. A unidade 4 traz possibilidades de abordagens pedagógico- curriculares na área.

6 1. Contextualização e contribuições da área Ciências da Natureza para a formação do estudante do Ensino Médio  As Ciências da Natureza (CN) sempre são destacadas como complexas e de difícil assimilação pelos estudantes.  É comum ouvir nos conselhos de classe, que as notas mais baixas ou os componentes curriculares que mais retém/reprovam os alunos são as dessa área do conhecimento.  os conhecimentos característicos das CN estão presentes na sociedade e todos os seres humanos, sofrem influência das consequências desses conhecimentos.  Se não atribuirmos sentido aos conhecimentos da CN, o estudante vai deixando de se interessar por essa área e passa a manifestar insatisfação, dificuldades e até medo desses componentes curriculares.

7  Mas, professor, pra que temos que aprender isso? (visão utilitarista - leitura do mundo do ponto de vista das CN)  Na área das Ciências da Natureza, o currículo tem sido organizado historicamente de forma a priorizar processos de ensino e aprendizagem conteudistas, em que os conceitos de Biologia, Física e Química não dialogam entre si. (muitas vezes a memorização)  Esta fragmentação dentro e entre as disciplinas dá uma ideia, de que as pequenas frações de conhecimento e os diferentes conceitos nelas envolvidos se encerram em si mesmos.

8  Compreender que as Ciências da Natureza são constituídas por atividades sociais e culturais produzidas no diálogo com inúmeros outros conhecimentos é um primeiro princípio.  É preciso superar a visão de cientistas solitários (em geral, homens brancos) que desenvolvem teorias complexas sobre o mundo natural a partir somente de seu talento nato.  A superação dessa visão, e outros fatores ligados a uma concepção de ciência como atividade autônoma e neutra, constituem elementos que começaram a ser questionados há pouco mais de quatro décadas, no âmbito de um movimento que ficou conhecido como movimento CTS.

9 FONTE: SEED/PR (2014). Disponível em seed/pages/view.php?ref=23134&search=tirinhas&order_by=relevance&sort=DESC&offset=0&archiv e=0&k= Acesso em: 28/7/2014.

10 2. Os sujeitos estudantes do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na área de Ciências da Natureza  Conhecer os interesses e as necessidades dos jovens estudantes torna-se fundamental para a organização de um trabalho pedagógico que vai ao encontro da perspectiva das DCNEM, uma vez que estes jovens passam a ser posicionados como sujeitos centrais no processo educativo e, portanto, portadores de direitos.  Mas o que significa o aluno ser o sujeito central no processo educativo?  Como isso ocorre no modelo de ensino vigente?

11  A organização do trabalho por temáticas, podendo ainda levar em conta as controvérsias presentes em questões sociocientíficas, pode mostrar aos alunos a relevância dos conhecimentos científicos e sua pertinência para uma compreensão ampliada dos problemas vivenciados pela sociedade.  Tal prática favorece a formação crítica dos estudantes, oferecendo a possibilidade dos sujeitos desenvolverem uma postura de cidadãos agentes de transformação, que terão condições de tomar decisões conscientes em processos que envolvem a participação da população.  É preciso favorecer práticas que envolvam a participação ativa dos estudantes como sujeitos protagonistas no processo educativo.  Precisamos estimular os estudantes a refletir, estabelecer relações entre os conhecimentos, a perceber que a ciência está em qualquer lugar, em qualquer fenômeno, seja ele natural ou social.

12 O que é Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS)? Campo de conhecimento que estuda as inter-relações entre ciência-tecnologia-sociedade em suas múltiplas influências Sociedade Ciência Tecnologia

13  É comum encontrar a denominação CTSA (Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente), pois alguns autores acreditam ser necessário reforçar a perspectiva que inclui o ambiente, embora outros autores defendam que o ambiente já está contemplado na dimensão da sociedade. as duas mais potentes forças  O ensino e a pesquisa em CTS se fundamentam na crença de que a ciência e a tecnologia são as duas mais potentes forças para os indivíduos, para a sociedade e para as mudanças globais no mundo contemporâneo

14  Entender a natureza, causas e consequências sociais do desenvolvimento científico e tecnológico, como a ciência e a tecnologia funcionam nas diferentes sociedades e como as forças sociais tentam moldar e controlar interesses diversos e muitas vezes conflitantes é o desafio constante desta área.  Estudos nesta área demandam o conhecimentos multi e interdisciplinares.

15  A abordagem CTS tenta aumentar a compreensão humana do mundo construído por seres humanos. Ciência e tecnologia já não são empreendimentos especializados limitados a fábricas e laboratórios: eles se mesclaram à sociedade humana e entre si. A contribuição essencial do CTS é analisar o mundo construído por seres humanos como um todo integrado.  A perspectiva da CTS se tornou de importância fundamental para a compreensão de muitas questões públicas, como: Privacidade, Democracia, Meio- ambiente, Medicina, Educação, Segurança Nacional e Internacional.”

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17 Alguns Objetivos da abordagem CTS: Interdisciplinaridade na educação científica, integrando-a com aspectos econômicos, éticos, sociais e políticos. Engajar os estudantes e pesquisadores no exame de questões relacionadas ao mundo real do ponto de vista científico-crítico. Formação do pensamento crítico entre ética, cultura, trabalho, ciência-tecnologia-sociedade. Desenvolver capacidades de prognosticar as consequências de decisões tecno-científicas e tomar atitudes responsáveis para solucionar problemas/questões do mundo atual e da vida diária.

18 Figura 2: Sequência para ensino de ciências CTS FONTE: Adaptada de AIKENHEAD (1994, p. 57)

19 4. Possibilidades de abordagens pedagógico- curriculares na área de Ciências da Natureza As atuais discussões sobre as juventudes e sua relação com a educação escolarizada nos impõem inúmeros desafios: 1)Como articular os conhecimentos aos interesses dos jovens que hoje chegam a escola? 2)Como superarmos as lógicas propedêuticas e pragmáticas por meio das quais o Ensino Médio tem sido historicamente organizado? 3)Quais conhecimentos da área de Ciências da Natureza podem contribuir na formação humana integral dos sujeitos do Ensino Médio? 4)Como abordaremos em nossas escolas esses conhecimentos, garantindo aos jovens o direito de aprendê-los?

20  Que ciência é trabalhada na escola? Como o currículo se apropria do conhecimento científico e o ressignifica?  Como podemos construir currículos que possibilitem a formação humana integral de nossos jovens e lhes proporcionem as possibilidades de uma educação científica, que os ajudem a compreender e transformar a realidade em que vivem?

21 Essa proposta de repensarmos a área de Ciências da Natureza, suas concepções e a forma como se materializa na escola por meio do currículo, passa necessariamente em planejarmos abordagens pedagógico-curriculares para a área, que estejam baseadas: 1)em uma visão de ciência em movimento, superando a ideia de um conhecimento fragmentado e descontextualizado; 2)na concepção de currículo baseada em uma perspectiva da formação humana integral dos jovens; 3)na interdisciplinaridade, constituída pela integração entre os componentes curriculares da área; 4)em uma perspectiva dialógica contínua entre os componentes curriculares da área, a realidade e o contexto sócio-histórico, bem como entre as diversas áreas do conhecimento;

22 5)na circularidade entre os inúmeros conhecimentos presentes na escola; 6)no direito que os jovens têm em aprender os conhecimentos da área e com isso ampliarem sua leitura de mundo e suas possibilidades de protagonizar processos de transformação na sociedade.

23 Investigação Temática Levantamento do tema – de forma individual ou coletiva - pelos professores referenciados pela realidade cotidiana dos estudantes Estudo da realidadeApresentação de aspectos/dados da realidade que embasem a problematização inicial Problematização Inicial Elaboração, pelos estudantes, de questionamentos baseados no estudo da realidade. Organização do conhecimento Apresentação dos conhecimentos científicos escolares por meio de atividades pedagógicas elaboradas pelos professores. Realização de leituras, levantamento e análise de dados (de forma individual ou coletiva), construção de diferentes formas de interpretação, elaboração de argumentações, pelos estudantes. Aplicação do conhecimentoArgumentos e conhecimentos elaborados são organizados e publicizados. Releitura da problematização inicial e ampliação da compreensão da temática. Elaboração de novos questionamentos.

24 A experimentação como caminho pedagógico

25 Obrigado!


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