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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO -MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA – (SEB) DIRETORIA DE CURRÍCULOS E EDUCAÇÃO INTEGRAL – (DICEI ) COORDENAÇÃO GERAL DO ENSINO.

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1 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO -MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA – (SEB) DIRETORIA DE CURRÍCULOS E EDUCAÇÃO INTEGRAL – (DICEI ) COORDENAÇÃO GERAL DO ENSINO FUNDAMENTAL – (COEF)

2 2 CURRICULO, ESCOLHAS QUE DEFINEM APRENDIZAGENS.

3 3 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL.

4 CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO. “O currículo do Ensino Fundamental é entendido, nesta Resolução, como constituído pelas experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, permeadas pelas relações sociais, buscando articular vivências e saberes dos estudantes com os conhecimentos historicamente acumulados e contribuindo para construir as identidades dos estudantes”.

5 FIXA ÀREAS DE CONHECIMENTO OBRIGATÓRIAS NO CURRÍCULO DO EF. I – Linguagens: Língua Portuguesa Língua Materna, para populações indígenas Língua estrangeira moderna Arte Educação Física II - Matemática III - Ciências da Natureza IV - Ciências Humanas: História Geografia V - Ensino Religioso

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7 CURR Í CULO E DESENVOLVIMENTO HUMANO Elvira Souza Lima O currículo na perspectiva do desenvolvimento humano precisa ter, também, como referência conhecimentos de Psicologia, Neurociências, Antropologia e Lingüística.

8 OS EDUCANDOS, SEUS DIREITOS E O CURRÍCULO Miguel G. Arroyo O princ í pio da educa ç ão enquanto direito como eixo do curr í culo busca imprimir o desenvolvimento do trabalho coletivo dos professores para assegurar a forma ç ão plena dos estudantes..

9 CURRÍCULO, CONHECIMENTO E CULTURA Perceber as rela ç ões curr í culo e cultura na constru ç ão do conhecimento escolar como caracter í stica da escola democr á tica, que reconhece a multiculturalidade e a diversidade como elementos constitutivos do processo ensino-aprendizagem. Antonio Flavio Moreira Vera Maria Candau

10 Diversidade e Currículo Nilma Lino Gomes A diversidade entendida como a construção histórica, cultural e social das diferenças.

11 CURRÍCULO: E A ALFABETIZAÇÃO. NOS 3 ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL É PRECISO ASSEGURAR: a alfabetização e o letramento; o desenvolvimento das diversas formas de expressão, o aprendizado da matemática e das demais Áreas de Conhecimento; o princípio da continuidade da aprendizagem, tendo em conta a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no EF como um todo (...).

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13 O DIREITO À APRENDIZAGEM E O CICLO DE ALFABETIZAÇÃO. O CICLO DE ALFABETIZAÇÃO: E O DIREITO A INFÂNCIA. DIREITOS DE APRENDIZAGEM NA ÁREA DA LINGUAGEM, COMPONENTE CURRICULAR DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA O CICLO DE ALFABETIZAÇÃO. CONCEITOS FUNDAMENTAIS NORTEADORES DOS DIREITOS NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NA ÁREA DA LINGUAGEM, COMPONENTE CURRICULAR DE LÍNGUA PORTUGUESA: LÍNGUA, ALFABETIZAÇÃO, LETRAMENTO, TEXTO, GÊNEROS TEXTUAIS. EIXOS ESTRUTURANTES DOS DIREITOS APRENDIZAGEM NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NA ÁREA DA LINGUAGEM, COMPONENTE CURRICULAR DE LÍNGUA PORTUGUESA: LEITURA, PRODUÇÃO DE TEXTOS ESCRITOS, LINGUAGEM ORAL, LINGUAGEM IMAGETICA, ANÁLISE LINGÜÍSTICA.

14 Avaliação da aprendizagem dos estudantes a ser realizada pelos professores e pela escola, como parte integrante da proposta curricular e da implementação do currículo, é redimensionadora da ação pedagógica e deve assumir um caráter processual, participativo e formativo e ser contínua, cumulativa e diagnóstica.

15 SE AVALIAR É PRECISO, É PRECISO ASSEGURAR A APRENDIZAGEM... -

16 Era uma vez... (Adaptado de PATTON, Michael Quinn. Utilization-Focused Evolution. Londres: sage Pub,1997, p. 45 – 46) Ela tinha uma varinha mágica que fazia as pessoas bonitas ou feias, alegres ou tristes, vitoriosas ou fracassadas. Como todas as rainhas, ela também tinha um espelho mágico. Uma rainha que vivia em um grande castelo.

17 Um dia, querendo avaliar sua beleza, também, ela perguntou ao espelho: Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu?

18 Minha rainha, os tempos estão mudados. Esta não é uma resposta assim tão simples. Hoje em dia, para responder a sua pergunta eu preciso de alguns elementos mais claros. O espelho olhou bem para ela e respondeu:

19 -- Veja bem! - respondeu o espelho - Em primeiro lugar, preciso saber por que Vossa Majestade fez essa pergunta, ou seja, o que pretende fazer com minha resposta. Pretende apenas levantar dados sobre seu “ibope” no castelo? Pretende examinar seu nível de beleza, comparando-o com o de outras pessoas, ou sua avaliação visa ao desenvolvimento de sua própria beleza, sem nenhum critério externo? É uma avaliação considerando a norma ou critérios predeterminados? De toda forma, é preciso, ainda, que Vossa Majestade me diga se pretende fazer uma classificação dos resultados.

20 Atônita, a rainha não sabia o que dizer. Só lhe ocorreu perguntar: - Como assim?

21 E continuou o espelho: -Além disso, eu preciso que Vossa Majestade me defina com que bases devo fazer essa avaliação. Devo considerar o peso, a altura, a cor dos olhos, o conjunto? Quem devo consultar para fazer essa análise? Por exemplo: se consultar somente os moradores do castelo, vou ter uma resposta; por outro lado, se utilizar parâmetros nacionais, poderei ter outra resposta. Entre a turma da copa ou mesmo entre os anões, a Branca de Neve ganha estourado. Mas, se perguntar aos seus Conselheiros, acho que minha rainha terá o primeiro lugar.

22 Depois, ainda tem o seguinte – continuou o espelho: Como vou fazer essa avaliação? Devo utilizar análises continuadas? Posso utilizar alguma prova para verificar o grau dessa beleza? Utilizo a observação?

23 Será que estou sendo justo? Tantos são os pontos a considerar.... Finalmente, concluiu o espelho:

24  As instituições sociais, como a família e a religião são importantes na formação da visão de mundo e dos valores das crianças e jovens;  A escola não pode ser responsabilizada sozinha por insucessos nessas áreas, mas deve responder majoritariamente pelo fracasso dos alunos no aprendizado de competências cognitivas. SE AVALIAR É PRECISO, É PRECISO ASSEGURAR A APRENDIZAGEM.

25  As características socioeconômicas dos estudantes são, apenas, parte da explicação para o baixo desempenho escolar.  A gestão escolar, as práticas pedagógicas, a cultura, os valores da escola, o projeto pedagógico podem apontar explicações importantes para a questão da não aprendizagem. SE AVALIAR É PRECISO, É PRECISO ASSEGURAR A APRENDIZAGEM.

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27 27 “Sou frágil o suficiente para uma palavra me machucar, como sou forte o bastante para uma palavra me ressuscitar.” Bartolomeu Campos de Queirós OBRIGADA!!! ARICÉLIA RIBEIRO DO NASCIMENTO Assessora Técnica em Assuntos Educacionais Telefone: (0XX61)


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