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TENDÊNCIAS EM MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIMENTO PORTLAND (CP) UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL.

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1 TENDÊNCIAS EM MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIMENTO PORTLAND (CP) UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Miguel Angelo Calil Salim Filho Vinícius Salomão Piffer Professora: Maristela Gomes da Silva

2 Histórico O material, conhecido dos antigos egípcios, ganhou o nome atual no século XIX graças à semelhança com as rochas da ilha britânica de Portland.

3 Definições O cimento pode ser definido como um pó fino, com propriedades aglomerantes, aglutinantes ou ligantes, que endurece sob a ação de água. Na forma de concreto, torna- se uma pedra artificial, que pode ganhar formas e volumes, de acordo com as necessidades de cada obra. Graças a essas características, o concreto é o segundo material mais consumido pela humanidade, superado apenas pela água.

4 Tipos de CP CP I e CP I-S Um tipo de cimento portland sem quaisquer adições além do gesso (utilizado como retardador da pega) é muito adequado para o uso em construções de concreto em geral quando não há exposição a sulfatos do solo ou de águas subterrâneas. CPII e CPII-Z, CPII-E, CPII-F O Cimento Portland Composto é modificado. Gera calor numa velocidade menor do que o gerado pelo Cimento Portland Comum. CPIII Apresenta maior impermeabilidade e durabilidade, além de baixo calor de hidratação, assim como alta resistência à expansão devido à reação álcali-agregado, além de ser resistente a sulfatos.

5 Tipos de CP CP IV-Z 32 Para obras correntes, sob a forma de argamassa, concreto simples, armado e protendido, elementos pré-moldados e artefatos de cimento. CP V ARI (alta resistência inicial) Com altos valores de resistência inicial, o CP V ARI é recomendado no preparo de concreto, blocos para pavimentação, tubos, lajes, meio-fio, mourões, postes, elementos arquitetônicos pré-moldados e pré- fabricados.

6 Tipos de CP CP RS (resistente a sulfatos) CP BC (baixo calor de hidratação) CPB (Cimento branco)

7 Necessidades Sustentabilidade; Eficiência; Custo baixo.

8 Tendências Uso de adições para maximizar eficiência e minimizar custos; Sustentabilidade; Nanotecnologia.

9 Uso de adições Adições para moagem Melhora a eficiência do processo de moagem; Melhoria da qualidade do produto final; Satisfaz necessidades específicas relativas à ecologia e meio-ambiente. Permite ganhos de produtividade; Proporciona ganhos de resistência inicial ou final, ou ambas. Redução do tempo de pega.

10 Causas do uso Impedir a re-aglutinação das partículas finamente moídas; Prevenir a formação do coating dos corpos moedores.

11 Uso de adições De forma geral: Uso de adições = menor uso do clínquer; = menor emissão de CO2; = menor consumo de energia; = menor custo.; Clínquer pós alto-forno Alto-forno

12 Uso de adições Nanotecnologia Nanotecnologia é a destreza de manipular estruturas em escala nanométrica com o objetivo de desenvolver materiais com propriedades melhoradas ou totalmente novos Nano-cimento: O uso da nano-tecnologia para auxiliar na produção mais eficaz dos materiais. As nano partículas mostram propriedades físicas e químicas diferentes de materiais convencionais.

13 Nano-cimento Uso de micro-sílica, nano-sílica para otimizar suas propriedades. Nano-tubos de carbono (maior desempenho que o do aço, maior elasticidade, capacidade à compressão). Defeitos: baixa resistênia ao fogo; uso de nano tubos de carbono de paredes múltiplas aumentou a resistência à compressão do compósito em 19%.

14 Estas adições permitem a produção de cimentos especiais a partir de cimentos básicos. Permitem, também, a substituição de uma quantidade maior de clínquer por adições de menor custo, proporcionando ganhos expressivos tanto no que se refere a custos de matérias primas, assim como menores emissões de CO2, dada a menor necessidade de produção de clínquer. Observações

15 Conclusão Objetivo da indústria cimenteira: Produção de mais cimento de melhor qualidade da forma mais econômica preservando sempre o meio- ambiente.

16 Conclusão

17 Bibliografia Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) PCA - The Portland Cement Association Portal do Concreto InfoHab Pini Web ncias

18 Bibliografia Scielo &script=sci_arttext&tlng=pt Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais ISAIA, G.C, cap. 23 – Cimento Portlando com adições minerais, pg. 761.


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