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Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida.

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1 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida

2 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Introdução Crescimento expressa o aumento no número e tamanho das células; Desenvolvimento fisiológico indica a diferenciação progressiva dos tecidos. Em sentido mais amplo é a transformação resultante do crescimento e maturação das estruturas morfológicas, da aprendizagem e de aspectos psíquicos e sociais; Condições favoráveis = crescimento e desenvolvimento ocorrem de maneira linear, ordenada e previsíveln até a maturidade; Condições favoráveis em que momento da vida?

3 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Introdução O processo de desenvolvimento da criança, representado pela capacidade de realizar funções, é acelerado nos primeiros meses de vida: 4 meses: Senta com apoio; 5 meses: Senta sem apoio; Apóia firmemente o pescoço; 6 a 8 meses: Engatinha; 9 meses: Fica em pé com apoio; 12 meses: Caminha livremente; Surgem as primeiras palavras – expressa vontades alimentares; A manipulação dos talheres inicia aos 18 meses;

4 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Introdução Importância da fase intra-uterina e primeiro ano de vida como períodos críticos da vida, tendo em vista a intensidade do crescimento somático e do desenvolvimento do SNC; Harmonia do crescimento e desenvolvimento = Estado de normalidade Quais fatores estão envolvidos neste processo? Hereditariedade; Sistema neuroendócrino; Ambiente (nutrição, processos mórbidos e estimulação psicossocial essencial e oportuna…)

5 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida O papel da alimentação e nutrição O crescimento e desenvolvimento infantil é prejudicado em países em desenvolvimento tecnológico, onde as condições ambientais são desfavoráveis: Desnutrição materna; Má alimentação materna; Violência e estresse materno; Alto índice de cesáreas; Desmame precoce; Alimentação complementar inadequada; Processos infecciosos repetidos (diarréia e infecções respiratórias).

6 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida O papel da alimentação e nutrição As evidências científicas demonstram estreita relação entre estado nutricional/alimentar e o crescimento e desenvolvimento infantil, com repercussões para o resto da vida e até para as próximas gerações; As repercussões sobre o crescimento e desenvolvimento dependem da intensidade e época do agravo; Até os 2 anos de idade, o crescimento reflete as condições de nascimento (gestação) e ambientais (nutrição). Só a partir dos 2 anos é que o potencial genético passa a ter impacto.

7 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Ao nascer o TG do RN a termo está bem desenvolvido em termos de anatomia, mas não na sua capacidade funcional; As estruturas anatômicas para a função sensório motor oral (cavidade oral, lábios, maxila, mandíbula, bochecas, língua, palato duro e mole, osso hióide, cargilagem, tireóide, epiglote e músculos constritores da faringe estão bem desenvolvidos; A cavidade oral e a mandíbula são pequenas; A mandíbula é retraída em relação ao maxilar superior facilitando o encaixe da boca na mama; A língua é volumosa, ocupando quase toda a cavidade oral, o que condiciona movimentos de extensão-retração; Depósitos de gordura nas bochechas auxiliam a sustentação das estruturas orais;

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9 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Reflexos ligados à alimentação Reflexo de busca ou procura auxilia o bebê a localizar a mama e o mamilo e é ativado a partir de um estímulo na região perioral (toques na bochecha e em volta da boca). A criança reage movendo a cabeça na direção do estímulo com a boca entreaberta; Reflexo de sucção é desencadeado pelo estímulo ou toque nos lábios ou ponta da língua – Presente já no feto; Reflexo de deglutição é estimulado mediante o toque do leite na região posterior da língua, palato mole, faringe e epiglote – Aprece antes da sucção (líq. Amniótico); Nos primeiros meses ainda se apresentam alguns reflexos de proteção da deglutição: mordida nauseante e protusão ou nauseante;

10 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Reflexos ligados à alimentação A partir do quarto e quinto semestre, com o crescimento das estruturas orais e desenvolvimento do SNC, os reflexos vão sendo substituídos por padrões mais voluntários; Para garantir a aprendizagem efetiva do processo de sucção na mama e o estabelecimento bem-sucedido da amamentação, a utilização de bicos artificiais (chupetas e mamadeiras) é totalmente desaconselhável; A mamadeira, além de perturbar o reflexo de sucção da amama, exige menor esforço da criança e proporciona recompensa mais imediata, contribuindo também para o desmame;

11 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Reflexos ligados à alimentação A mamadeira age sob a força gravitacional, facilitando o escoamento natural do leite e anulando a realização do trabalho muscular envolvido na sucção; Com a mamadeira, a solicitação da musculatura labial é fraca, não se verifica coordenação de lábios, bochechas e mandíbula; Assim, a comprometimento do desenvolvimento craniofacial, levando à flacidez da musculatura e possíveis disfunções na mastigação, deglutição, deformação dentofacial, problemas respiratórios e alterações fonoarticulatórias;

12 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Mastigação Em torno dos 5 aos 6 meses de idade iniciam-se os movimentos de mastigação, apesar da função dos dentes ainda ser bastante limitada – Início da erupção da dentição decídua; Inicialmente a mandíbula movimenta-se apenas para baixo e para cima. Apenas a partir dos 7 e 8 meses é que surgem os reflexos mandíbulo-linguais, onde os alimentos são levados para a parte lateral da cavidade oral; Somente entre 10 e 12 meses o movimento rotatório de mastigação está desenvolvido, sendo que somente aos 2 anos os movimentos estão completamente maduros; A dentição decídua é composta por 20 dentes

13 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida O RN é capaz de diferenciar os 4 sabores básicos (doce, amargo, azedo e salgado); Apresenta preferência inata pelo sabor doce, rejeição natural pelos sabores amargo e azedo e indiferença em relação ao sal – Expressão facial; Por que preferência pelos doces? Calmante; Necessidade energética; Por que indiferença ao sal? Menor necessidade de eletrólitos; Menor tolerância aos eletrólitos, devido imaturidade renal; Por que rejeição ao amargo e azedo? Proteção Mudança na preferência… para menos ou para mais!

14 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Com 4 a 6 meses melhora a aceitação do sal, o que coincide com a maturação renal e aumento da necessidade de eletrólitos; Ainda continua com comportamento neofóbico a novos sabores e texturas. O que fazer? AçúcarPoder adoçante Sacarose100 Frutose Glicose70 Maltose40 Lactose20

15 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Estrutura e função GT Capacidade gástrica Ao nascer a capacidade é bastante reduzida = 7mL, chegando a 70mL após 2 semanas. Após 6 meses = 30-40mL/Kg Motilidade gastrointestinal: A regulação é complexa e pode não estar bem desenvolvida; O tempo médio de esvaziamento gástrico varia de 1 a 3 horas (composição alimentar, osmolaridade e pH); Regurgitação e refluxo gastroesofágico (RGE): Ocorre com frequência em lactentes nos primeiros 4 meses, desaparecendo entre o primeiro e segundo ano; Intensificado pela aerofagia; A associação com outros sintomas (irritabilidade, choro, recusa do alimento, distúrbio do sono) indica RGE patológico;

16 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Estrutura e função GT Acidez gástrica: Nas primeiras 24h, o pH gástrico se mantém entre 5,5-7,0 (líqudido amniótico e menor produção de ácido – resposta imatura ao hormônio gastrina) Na primeira semana a resposta à gastrina aumenta, reduzindo o pH; Por volta dos 6 meses a produção d HCl por kg se assemelha ao adulto; pH mais elevado limita a hidrólise de proteína e torna menos eficiente a barreira contra microorganismos; pH mais elevado não desativa hormônios, enzimas, imunoglobulinas

17 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Estrutura e função GT Imaturidade intestinal: O intestino como um todo é imaturo ao nascimento; O epitélio é imaturo, o tamanho das criptas e a extensão coberta pelos microvilos são menores. A secreção de algumas enzimas digestivas é limitada, comprometendo a digestão, a absorção e a barreira mucosa;

18 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Estrutura e função GT Imaturidade intestinal: Consequentemente, maior é o risco de diarréia infecciosa, enterocolite necrosante e má-absorção e reações alérgicas; No período neonatal a maturação se desenvolve lentamente e importante é o papel do colostro, promovendo o crescimento e maturação do epitélio intestinal;

19 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Digestão de proteínas: Fase gástrica: ação da pepsina na presença de ácido clorídrico. No nascimento a atividade da pepsina é baixa e prejudicada pelo pH alto. Até os 6 meses a digestão gástrica de proteína é pouco importante, sendo suficiente para as proteínas do leite materno. Entre os 6 meses e 2 anos a atividade da pepsinase aproxima da do adulto; Fase intestinal: A atividade da tripsina, quimiotripsina e carboxipeptidases é baixa no RN, mas aumenta consideravelmente na primeira semana. A elastase só atinge níveis de adulto aos 2 anos. Os mecanismos para absorção dos aminoácidos no intestino se desenvolvem precocemente;

20 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Digestão de proteínas: O RN não tem dificuldade para digerir as proteínas do leite materno; Aos 3 meses a criança já consegue digerir a caseína como adulto, mas ainda tem imaturidade renal para metabolisar os produtos desta digestão; Como o intestino é muito permeável, o RN consegue absorver moléculas inteiras de proteínas (não desativa compostos importantes) – Risco com outros leites (alergias);

21 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Digestão de gorduras: A digestão e absorção depende da concentração intraluminal de lipases, sais biliares e da composição da gordura dietética; A transição do aporte de carboidratos para gordura após o nascimento parece paradoxo, mas se explica pela carga de lipase fornecisa pelo leite humano; No adulto a digestão de gordura acontece no fígado, mas como o RN tem imaturidade pacreática e hepática, a digestão ocorre principalmente no estômago; A composição lipídica do leite humano favore a digestão e a absoração das goduras (rico em poliinsaturados e pobre em colesterol e gordura saturada);

22 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Digestão de carboidratos: Começa na boca pela ação da amilase, mas ocorre principalmente em nível intestinal; A amilase está ativa no RN; A amilase pancreática permanece baixa até os 6 meses. Assim, a introdução de amido pode implicar em má-digestão, diarréia, cólicas e até mesmo lesão de mucosa intestinal; Estudos demonstram que a criança entre 1 e 5 meses é capaz de digerir 10 a 25g/dia de amido; O leite humano contém uma amilase que é capaz de resistir à digestão gástrica e exercer atividade no intestino delgado, compensando em parte a deficiência de amilase pancreática;

23 Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Prof. Esp. Mick Lennon Machado Curso de Nutrição Nutrição nos Ciclos da Vida Absorção de vitaminas e minerais: Sabe-se que a absorção de folato e vitamina B12 é menos eficiente que no adulto; Maior dificuldade no aproveitamento das vitaminas lipossolúveis em função da dificuldade de digestão lipídica; Estas vitaminas provenientes do leite humano são melhor utilizadas; Mecanismos de aproveitamento e metabolismo de minerais é diferente na criança em relação ao adulto. Maior aproveitamento, inclusive de formas menos biodisponíveis; Os minerais do LH são melhores aproveitados.


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