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. PORQUE A NECESSIDADE DE FONTES DE INFORMAÇÃO? QUE INFORMAÇÃO? QUE FAZER COM A INFORMAÇÃO? 19-01-2014 Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 1 Unidade.

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1 . PORQUE A NECESSIDADE DE FONTES DE INFORMAÇÃO? QUE INFORMAÇÃO? QUE FAZER COM A INFORMAÇÃO? Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 1 Unidade 2 – FONTES DE INFORMAÇÃO

2 A sociedade da informação Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 2 Na sociedade da informação a hegemonia económica e social é exercida não mais pelos proprietários dos meios de produção, e sim por aqueles que administram o conhecimento e podem planear a inovação. TARAPANOFF (2001) A maior parte dos sistemas implementados nas empresas operam sobre dados caracterizados como retrospectivos. Uma das primeiras preocupações é fazer evoluir uma base de dados retrospectiva para uma base de dados antecipativa. (LESCA, FREITAS e JANISSEK-MUNIZ, 2003).

3 A necessidade de informação é caracterizada pela busca de conhecimentos que preencham uma lacuna de informação, essenciais para o suporte às actividades de investigação e mesmo profissional. A expectativa sugere uma antecipação ao que se pretende analisar. Que hipóteses? Serão válidas? A sociedade da informação

4 Unidade 2 – FONTES DE INFORMAÇÃO Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 4 Por serem mais precisos do que as palavras, os números são particularmente mais adequados para transmitir as conclusões científicas. (PAGANO e GAUVRE 2004 )

5 Unidade 2 – FONTES DE INFORMAÇÃO Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 5 No entanto tal como se pode mentir com palavras, pode-se fazer o mesmo com números. É fácil mentir com a estatística, mas é mais fácil mentir sem ela..

6 Unidade 2 – FONTES DE INFORMAÇÃO Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 6 O estudo da estatística e da informação em geral explora: o planeamento e a recolha de dados; a organização do tema; a análise e a interpretação dos dados.

7 F acilidade que a informática tem proporcionado no trabalho de estatística e de tratamento de informação : Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 7 Complexidade das análises estatísticas; Possibilidade de se manejar muitas informações; Enfrentar situações multivariadas; De abordar relações complexas não lineares

8 Unidade 2 – FONTES DE INFORMAÇÃO Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 8 No planeamento, a estatística auxilia: na escolha das situações experimentais; na determinação da quantidade de indivíduos a serem examinados. Na análise dos dados indica técnicas para resumir a informação apresentar as informações em forma de quadros comparar as situações experimentais.

9 Unidade 2 – FONTES DE INFORMAÇÃO Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 9 De um modo geral, não existe certeza sobre a correcção das conclusões científicas; no entanto, os métodos estatísticos permitem determinar a margem de erro associada às conclusões, com base no conhecimento da variabilidade observada nos resultados.

10 Unidade 2 Componentes de um projecto de investigação Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 10 Formulação do problema a investigar - Definição dos objectivos da investigação - Elaboração do marco teórico da investigação : Revisão bibliográfica e outras pesquisas exploratórias Operacionalização do problema - Formulação de hipóteses - Operacionalização dos conceitos teóricos - Delimitação da análise

11 Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 11 O Desenho da investigação - Selecção de estratégias - Desenho da amostra - Definição das técnicas de recolha da informação e de análise dos dados Possibilidades da investigação - Fontes bibliográficas - Recursos disponíveis (materiais e humanos) - Recursos necessários (económicos, materiais e humanos) - Planificação da investigação

12 Unidade 2 classificação dos desenhos de investigação Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 12 Segundo o cumprimentos dos pressupostos da investigação - Desenhos pre-experimentais - Desenhos quasi-experimentais - Desenhos experimentais Segundo o tratamento da variável tempo - Desenhos transversais - Desenhos longitudinais -- de tendências -- de cohorte -- de painel Segundo os objectivos da investigação - Desenhos exploratórios - Desenhos descritivos - Desenhos explicativos - Desenhos de previsão - Desenhos evolutivos

13 Unidade 2 Triangulação teórica Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 13 Partir de uma unidade de observação do problema a investigar. Extrair as diversas proposições de cada perspectiva teórica que foque o problema a investigar Operacionalizar os conceitos incluídos nas proposições teóricas Obter a informação necessária à investigação Confrontar os resultados obtidos com a investigação com as proposições teóricas

14 Unidade 2 vantagens e inconvenientes da Triangulação teórica VantagensInconvenientes - Informação mais aprofundada e diversificada - validade dos resultados - Teoria sai reforçada em caso de confirmação - Maior custo económico e temporal do q se fosse aplicado um só método de investigação - Dificuldade de encontrar uma unidade de observação aonde se possam aplicar vários métodos - Dificuldade em encontrar uma equipa multidisciplinar Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 14

15 Unidade 2 vantagens e inconvenientes da Triangulação teórica VantagensInconvenientes - Comparação de dados através de métodos distintos (quantitativos e qualitativos - Mostra que metodologias quantitativas e qualitativas são complementares - A utilização de uma técnica através de uma metodologia pode afectar observações posteriores em que se utilize outra técnica - - Problemas de comparação - - problemas de incompatibilidade entre os métodos Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 15

16 Unidade 2 Validade de um desenho de investigação Validade Interna Validade externa Validade de construção Validade estatística 1. Criação de vários grupos de comparação equivalentes ao da observação 2. Efectuar várias medições 3. Controlar todo o sucesso externo e interno da investigação que possam comprometer os resultados 1. Selecção das unidades da amostra mediante procedimentos aleatórios 2. Formar grupos heterogéneos de unidades de observação que incluam vários contextos temporais e espaciais 1. Delimitação rigorosa dos conceitos teóricos 2. Operacionalizaç ão múltipla dos conceitos 3. Utilização de várias técnicas de obtenção da informação 1. Aumentar a dimensão da amostra 2. Formar grupos que sejam internamente pouco heterogéneos Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 16

17 Aluno: Gerson Gensas Orientador: Prof. Dr. Henrique de Freitas 17 Defesa da Proposta Agosto/2005 MÉTODO DE Investigação – ESTUDO DE CASO Adequar o conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa para uso em uma situação empresarial de decisão estratégica; 1 Implementar a metodologia definida num caso (uma empresa de software com estratégia focada em venda de produtos); 2 Desenvolver ferramentas para explorar os dados de diferentes fontes e assim facilitar a produção de informação útil a este processo; 3 Refletir tanto acadêmica, quanto empresarialmente sobre a readequação da metodologia aplicada com base no caso visando sua sistematização. 4

18 Unidade 2 – FONTES DE INFORMAÇÃO Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 18 Fontes de informação secundária - Fontes bibliográficas - Fontes estatísticas - Fontes administrativas Fontes de informação primária - O inquérito - O questionário - A inquirição

19 Unidade 2 – FONTES DE INFORMAÇÃO Vantagens e inconvenientes das fontes documentais face às estatísticas Vantagens F DOC Desvantagens F DOC 1. Precisa de menos tempo e recursos (humanos e económicos) que a investigação que utiliza fontes primárias 2. Permite um maior volume de informação difícil de alcançar mediante a utilização de fontes primárias 3. Permite cobrir um amplo período de tempo 4. Ajuda o desenho de investigação desde o início até á sua conclusão 1. Não se encontra disponível, acesso restrito 2. Falta de controle do processo de obtenção da informação 3. Dificuldades de comparação de dados quando se muda a metodologia de recolha da informação Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 19

20 Locais de informação Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 20 Estatística - INE - EUROSTAT -Banco Portugal Banco Central Europeu OCDE FMI Banco de desenvolvimento (BIRD) Banco Mundial Documental Ministérios Bibliotecas Bases de dados temáticas Observatórios temáticos Organizações empresariais Sindicatos

21 Locais de informação Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 21 Bases de dados jurídico documentais: Estatisticas Internacionais: /idb/informationGateway.php /idb/informationGateway.php 1000 maiores empresas: /MyFiles/MeusDocumentos/Esp acoInformativo/1000maioresem presas2006.pdf /MyFiles/MeusDocumentos/Esp acoInformativo/1000maioresem presas2006.pdf empresarial.pt/1000_1.htm empresarial.pt/1000_1.htm Relatórios de empresas Na UM: Elsevier (ScienceDirect) EBSCO Electronic Journals Service Emerald Journals JSTOR The Scholarly Journal Archive Business Source Complete Springer Taylor & Francis Wiley InterScience Economia y Negocios Elsevier (ScienceDirect) EBSCO Electronic Journals Service Emerald Journals JSTOR The Scholarly Journal Archive Business Source Complete Springer Taylor & Francis Wiley InterScience Economia y Negocios

22 Como analisar o relatório financeiro de uma empresa Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 22 Quando tiver que analisar o orçamento ou relatório financeiro de uma empresa, considere os seguintes aspectos: O negócio vai bem? As vendas estão aumentando e a empresa tem um retorno considerável? A média de tempo para colectar dívida é muito longa? Se a resposta for positiva, isto pode significar uma prática de produção de recibos duvidosa. O valor das acções está subindo mais rapidamente que as vendas da empresa? Isto significa que a empresa precisa de uma forte melhora na procura. Todos os departamentos da empresa vão bem, ou existem sectores específicos que apresentam problemas? A dívida da empresa é tão grande que o interesse adicionado às cotas de pagamento pode afectar o lucro dos accionistas? O dividendo é seguro? A empresa está utilizando o lucro para pagar dividendos? (Se for o caso, a queda no lucro pode afectar um corte no dividendo). O crescimento ocorreu devido a um aumento nos negócios da empresa ou como resultado de uma aquisição? A aquisição pode ter aumentado o número de acções existentes no mercado e o valor das acções pode não ser proporcional ao lucro. A empresa está tendo um bom retorno do capital investido no negócio? O fato do lucro ter aumentado não significa que o retorno de capital é satisfatório. Talvez os executivos da empresa devessem investir o dinheiro dos accionistas de outra forma. A empresa tem bom resultados quando comparada com a competição? Se a diferença no lucro de empresas similares é de 50% ou mais, talvez seja interessante investigar qual é a diferença entras as empresas. (Organizado por Norah C. Odwesso, analista de negócios do Standard Chartered Bank Kenya Ltd.)

23 CONCLUSÃO Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 23 A necessidade de informação é caracterizada pela busca de conhecimentos. Organizar a informação torna-se um trabalho fundamental. Informação para quê deve estar sempre presente. A informação surge como uma necessidade de responder a uma questão

24 TRABALHO PARA UNIDADE Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 24 NESTA SESSÃO VAI PESQUISAR INFORMAÇÃO QUE VOS AJUDEM A RESPONDER A UMA QUESTÃO. Não se trata de um trabalho de investigação mas de procura e de sistematização da informação. 1. Coloquem uma questão sobre a qual vai recair a vossa pesquisa de informação. 2. Pesquisem na Internet informação estatística (quantitativa) no âmbito da questão formulada. 3. Pesquisem na Internet outra informação (relatórios, documentos etc) no âmbito da questão formulada. 4. Preencham as fichas em anexo (uma por cada elemento do grupo). Pelo menos uma ficha bibliográfica e uma estatística.

25 Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 25 Nº de Ordem(1)2 Tipo de ref.ª(2)Working- paper Autor(3)Susana Pires e Helena Galante Ano(4)2003 Título(5)Jovens à procura de casa! A intervenção do Estado no sector da habitação Publicação(6)Horizontes Sociais nº3, Janeiro 2003 Observatório Permanente de Desenvolvimento Social Páginas(7)(93-110) Palavras-Chave(8)Habitações sociais; Jovens; Cooperativas de habitação; Apoio ao arrendamento Local da web(9)www.ua.pt Programa fonte(10)Acrobat Resumo(11) FICHA BIBLIOGRÁFICA

26 Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 26 Fontes de informação Instituto Nacional de Estatística País Portugal Quadro estatístico Estatísticas da Construção e da Habitação 2004 Descrição do quadro recolhido Apresentam-se as estimativas do parque habitacional para o período inter censitário ( ), corrigidas com base nos resultados definitivos do IV Recenseamento Geral da Habitação, bem como as estimativas dos anos de 2002 a 2004 obtidas a partir do saldo resultante do número de edifícios clássicos e fogos concluídos e demolidos. Anos a que se reporta a informaçãoDe 1991 a 2004 Fonte origem da informação A informação estatística resulta dos Recenseamentos da População e da Habitação Principais variáveis Número de alojamentos clássicos segundo forma de ocupação ObservaçõesEsta estatística é descritiva, na medida em que apresenta a distribuição do parque habitacional entre habitações próprias e arrendadas FICHA ESTATISTICA

27 Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 27 Nº de Ordem(1) Tipo de ref.ª(2) Autor(3) Ano(4) Título(5) Publicação(6) Páginas(7) Palavras-Chave(8) Local da web(9) Programa fonte(10) Resumo(11) FICHA BIBLIOGRÁFICA

28 Mestrado de Economia Industrial e da Empresa 28 Fontes de informação País Quadro estatístico Descrição do quadro recolhido Anos a que se reporta a informação Fonte origem da informação Principais variáveis Observações FICHA ESTATISTICA


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