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Profa. Christianne C. S. Reinisch Coelho, Dra. ( Prof. Francisco Antonio Pereira Fialho, Dr.

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1 Profa. Christianne C. S. Reinisch Coelho, Dra. ( Prof. Francisco Antonio Pereira Fialho, Dr.

2 Profa. Christianne C. S. Reinisch Coelho, Dra. ( Prof. Francisco Antonio Pereira Fialho, Dr. AULA 2 - CONEXÕES OCULTAS: CIÊNCIA PARA UMA VIDA SUSTENTÁVEL

3 CIÊNCIA PARA UMA VIDA SUSTENTÁVEL Biológica Cognitiva Social A busca de uma estrutura conceitual que integra as dimensões biológica, cognitiva e social da vida.

4 As Organizações Em que medida uma organização humana pode ser considerada um sistema vivo?

5 A NATUREZA DA VIDA O que é a vida? Quais são as características que definem a vida? Todo o sistema vivo é constituído por células.

6 A NATUREZA DA VIDA Quais são as características que definem a vida celular? A existência de uma membrana que lhe dá o limite. É um sistema membranoso interligado (sistema endomembranoso), que está sempre em movimento, envolve os orgânulos (ou organelas) e chega até os limites da célula. Trata-se de uma esteira rolante móvel que é continuamente, produzida, decomposta e produzida de novo. A membrana celular regula a composição molecular da célula e assim preserva a sua identidade.

7 A NATUREZA DA VIDA Quais são as características que definem a vida celular? Autogeração: a existência de processos metabólicos. O metabolismo é a química incessante de autoconservação da vida, através dos fluxos químicos e energéticos, avida continuamente produz, repara e perpetua a si mesma. Os padrões de relações entre as macromoléculas: as proteínas e os ácidos nucléicos (DNA e RNA) Numa célula bacteriana - 2 tipos essenciais de proteínas – as enzimas que atuam como catalizadoras de diversos processos metabólicos e as proteínas estruturais que conformam a estrutura da célula. As moléculas de RNA servem de mensageiras e transmitem, a partir do DNA, informações para a síntese de enzimas – estabelece vínculo entre os aspectos genéticos e metabólico da célula. DNA é responsável pela auto-replicação da célula.

8 A NATUREZA DA VIDA Quais são as características que definem a vida celular? Rede celular autopoiética: 2 tipos de processos de produção 1. Rede metabólica: nela, os alimentos que passam pela membrana celular são transformados nos metabólitos, matéria-prima das macromoléculas. 2. Rede epigenética: está ligada a produção das macromoléculas a partir dos metabólitos, inclui o nível genético, mas vai além dele. Intuição: as formas e funções biológicas não são simplesmente determinadas por uma matriz genética, mas são propriedades que nascem espontaneamente da rede autopoética inteira. Temos que compreender não somente as estruturas genéticas e a bioquímica da célula, mas também as complexas dinâmicas que se desenrolam quando a rede epigenética depara com as restrições físicas e químicas do ambiente.

9 A NATUREZA DA VIDA Quais são as características que definem a vida celular? Intuição: Segundo Lovelock e Margulis a evolução dos primeiros organismos vivos processou-se de mãos dadas com a transformação da superfície planetária, de um ambiente inorgânico numa biosfera auto-reguladora. Para Morowitz, a vida é uma propriedade dos planetas, e não dos organismos individuais.

10 A NATUREZA DA VIDA Quais são as características que definem a vida celular? Síntese: A célula é uma rede metabólica autogeradora, limitada por uma membrana, fechada no que diz respeito à sua organização; que é aberta do ponto de vista material e energético, e faz uso de um fluxo constante de matéria e energia para produzir, reparar e perpetuar a si mesma; e que opera distante do equilíbrio, um estado em que novas estruturas e novas formas de ordem podem surgir espontaneamente, o que conduz ao desenvolvimento e à evolução.

11 MENTE E CONSCIÊNCIA Séc. XVII – René Descartes- concepção da natureza em dois domínios independentes: -O da mente, a coisa pensante ( res cogitans); -O da matéria, a coisa extensa (res extensa). Séc. XIX – Neurocientistas – estruturas cerebrais e funções mentais estão intimamente ligadas – mas a relação permanece misteriosa. Déc Concepção sistêmica da vida: mente e consciência não são coisas, mas processos. -Gregory Bateson – Biologia- processo mental; -Humberto Maturana – Cognição – processo do conhecimento. Déc. 70 – Maturana e Varela – Teoria da Cognição de Santiago – Ciência da cognição.

12 MENTE E CONSCIÊNCIA Teoria da Cognição de Santiago Idéia central: é a identificação da cognição, o processo de conhecimento, com o processo de viver. A cognição está intimamente ligada à autopoise, a auto-geração das redes vivas. O sistema autopoiético é definido pelo fato mudanças estruturais contínuas ao mesmo tempo que conserva o seu padrão de organização em teia. Os componentes da rede continuamente produzem e transformam uns aos outros de duas maneiras distintas: auto- renovação e criação de novas estruturas.

13 MENTE E CONSCIÊNCIA Teoria da Cognição de Santiago Idéia central: Auto-renovação: todo o organismo vivo se renova constantemente, na medida em que suas células se dividem e constrôesm estruturas, na medida em que seus tecidos e órgãos substituem suas células num ciclo contínuo. O organismo preserva sua identidade global, seu padrão de organização. Criação de novas estruturas – novas conexões da rede autopoiética: são mudanças que não são cíclicas, mas seguem uma linha de desenvolvimento, mas ocorrem continuamente, quer em decorrência das influências ambientais, quer como resultado da dinâmica interna do sistema.

14 MENTE E CONSCIÊNCIA Teoria da Cognição de Santiago Idéia central: Acoplagem estrutural: o sistema vivo se liga estruturalmente ao seu meio ambiente, ou seja, liga-se ao ambiente através de interações recorrentes, cada uma das quais desencadeia mudanças estruturais no sistema. Os sistemas vivos são autônomos. O ambiente só faz desencadear as mudanças estruturais; não as especifica nem as dirige. Essa acoplagem estrutural estabelece uma nítida diferença entre os modos pelos quais os sistema vivos e não vivos interagem com o ambiente.

15 MENTE E CONSCIÊNCIA Teoria da Cognição de Santiago Acoplagem estrutural: A medida que o organismo vivo responde às influências ambientais com mudanças estruturais, essas mudanças, por sua vez alteram o seu o comportamento futuro. É um sistema que aprende. Com o tempo, acaba formando o seu próprio caminho individual de acoplagem estrutural e, assim, constrói a sua própria história.

16 MENTE E CONSCIÊNCIA Teoria da Cognição de Santiago A cognição, portanto, não é a representação de um mundo que existe independentemente e por si, mas antes a contínua produção através do processo do viver. Viver é conhecer ou Conhecer é criar

17 Cognição e Consciência A consciência – a experiência vivida e consciente – se manifesta em certos graus de complexidade cognitiva que exigem a existência de um cérebro e de um sistema nervoso central. MENTE E CONSCIÊNCIA

18 Exercício -1 Sensazione – o contínuo refinamento dos sentidos. Todo o nosso conhecimento tem origem na nossa percepção. (Leonardo Da Vinci)

19 Sensazione Qual foi a coisa mais bonita que você viu na vida? O som mais belo que ouviu? A coisa mais suave e agradável ao tato? Imagine um sabor delicioso e um aroma agradável. De que maneira sua experiência com um sentido afeta todos os outros?

20 Sensazione Dinâmica dos sentidos. Visão Audição Olfato Paladar Tato ?

21 Sensazione Trabalho de grupo: Como o pesquisador/profissional do conhecimento pode usar os seus sentidos para aperfeiçoar o seu desempenho na busca da sustentabilidade?

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