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Ergonomia. Ergonomia Segunda Guerra Mundial Progresso técnico X progresso humano Perdas de equipamentos X Erro humano Adaptação das máquinas às características.

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Ergonomia. Ergonomia Segunda Guerra Mundial Progresso técnico X progresso humano Perdas de equipamentos X Erro humano Adaptação das máquinas às características.

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Apresentação em tema: "Ergonomia. Ergonomia Segunda Guerra Mundial Progresso técnico X progresso humano Perdas de equipamentos X Erro humano Adaptação das máquinas às características."— Transcrição da apresentação:

1 Ergonomia

2 Ergonomia Segunda Guerra Mundial Progresso técnico X progresso humano Perdas de equipamentos X Erro humano Adaptação das máquinas às características física, cognitivas e psíquicas do homem. Ergonomia Ergonomia Ergo = trabalho + Nomos = regras do trabalho

3 Ergonomics Research Society (1949): Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e seu trabalho, equipamento e ambiente e, particularmente, a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução dos problemas surgidos desse relacionamento. Wisner (1987): Ergonomia é o conjunto dos conhecimentos científicos relacionados ao homem e necessários à concepção de instrumentos, maquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto, segurança e eficiência. Wisner (1994): Ergonomia é a arte na qual são utilizados o saber tecnocientífico e o saber dos trabalhadores sobre sua própria situação de trabalho. IEA: Ergonomia (ou fatores humanos) é a disciplina científica interessada na compreensão das interações entre os humanos e outros elementos de um sistema, é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e métodos para projetar e para aperfeiçoar o bem-estar humano e o desempenho do sistema global. DEFINIÇÕES

4 Especialidades Ergonomia física: está preocupada com características humanas anatômicas, antropométricas, fisiológicas e biomecânicas e como estas relacionam-se com as atividades físicas. Ergonomia cognitiva está relacionada aos processos mentais, como percepção, memória, raciocínio, e resposta motora, como eles afetam interações entre os humanos e outros elementos de um sistema. Ergonomia organizacional está relacionada com a otimização do sistema sociotécnico, incluindo suas estruturas organizacionais, políticas, e processos.

5 ABORDAGENS De natureza experimental, onde os conhecimentos gerados acerca do ser humano são disponibilizados para aplicação na concepção de produtos e postos de trabalho Escola racionalista de Taylor Separação entre planejamento e execução das tarefasContextoPrincípiosConceitos Abordagem clássica (anglo-saxônica) Abordagem clássica (anglo-saxônica) Abordagem situada (francofônica) Abordagem situada (francofônica) Associada à Análise Ergonômica do Trabalho (AET), centrada na Análise da Atividade e fundamentada no estudo de situações de trabalho Ergonomia é a arte na qual são utilizados o saber tecnocientífico e o saber dos trabalhadores sobre sua própria situação de trabalho. (Wisner, 1994)

6 Abordagens Abordagens e Fundamentos Conceituais Abordagem clássica: os conhecimentos acerca do homem são colocados num primeiro plano e a situação de trabalho num plano secundário. Abordagem situada: a situação específica de trabalho é colocada em destaque, recorrendo-se posteriormente aos conhecimentos acerca do homem no trabalho. Fundamentos Conceituais para a AET 1. 1.Distinção entre tarefa e atividade Variabilidade Carga de trabalho Regulação e modo operatório.

7 ABORDAGENS Observe um trabalhador sentado em uma cadeira diante da tela e do teclado de um terminal de computador. Ele sente dor nas costas. O ergonomista conhece bem os problemas relacionados com a coluna e pode ajudar na concepção de cadeiras melhores adaptadas. O mesmo trabalhador queixa-se de dor de cabeça. A tela do vídeo reflete a luz e tem pouco contraste. O ergonomista sabe muitas coisas sobre os olhos e a visão, e pode dar elementos para se fazer telas menos ofuscantes. O trabalhador apresenta sinais de fadiga. Há quatro horas ele trabalha diante do seu terminal e ele não é mais tão jovem. O ergonomista detém conhecimentos dos efeitos de duração do trabalho sobre o organismo humano. Logo, pode contribuir para melhor organizar os horários e as pausas. Este trabalhador não está sentado sem fazer nada. Ele executa uma atividade, interpreta informações que aparecem na tela, resolve problemas e talvez cometa erros. O ergonomista sabe muitas coisas sobre o raciocínio desse trabalhador, podendo ajudar na melhor formulação dos problemas e do treinamento. Este trabalhador considera seu trabalho repetitivo e isolado. O ergonomista detém conhecimentos sobre o interesse das tarefas e as comunicações na equipe. Ele pode ajudar a conceber uma organização mais satisfatória, e portanto mais eficaz.

8 ERGONOMIA Reconhecer as outras racionalidades presentes Assumir a perspectiva da AET significa colocar a atividade de trabalho no centro da análise e a partir da compreensão desta, buscar a formulação de respostas às demandas que surgem no interior das situações produtivas. Analise das dimensões física, cognitiva e organizacional

9 FUNDAMENTOS CONCEITUAIS Distinção entre tarefa e atividade. Variabilidade. Carga de trabalho. Regulação e modo operatório. Conceito de trabalho (Dejours, 1997)

10 Trabalho Prescrito Condições determinadas Resultados antecipados Tarefa Dada externamente ao sujeito O que é prescrito pela empresa ao operador

11 Trabalho real Condições reais Resultados efetivos Atividade Maneira como os resultados são obtidos e como os meios são utilizados Aquilo que o sujeito faz para atingir os objetivos da tarefa

12 Trabalho Prescrito / Trabalho Real Se por um lado, os aspectos significativos da tarefa estão previstos e inscritos nos ensinamentos da formação e no treinamento profissional; existe um número indefinido, que não está previsto e sujeito à descoberta do trabalhador. O imprevisto decorre em parte, da variabilidade, seja do homem seja dos dispositivos técnicos e organizacionais de produção. De outra parte, porque o novo sempre se manifesta nas interações entre um sujeito e o real da sua situação de trabalho. Numa dada atividade de trabalho, o sujeito sempre descobre coisas novas. Estas descobertas que o sujeito faz e incorpora ao seu trabalho, é o que chamamos de macetes de ofício e que irão constituir o saber fazer próprio, tácito, de uma profissão.

13 Variabilidade A variabilidade está presente nas situações produtivas e decorre tanto dos sujeitos como do dispositivo técnico e organizacional. O estudo de suas fontes e os seus efeitos sobre as situações de trabalho busca por meio da AET, compreender como os trabalhadores enfrentam as diversidades e as variações de situações e quais conseqüências elas acarretam para a saúde e para a produção. Variabilidade - -Da empresa: normal e incidental; - -Dos sujeitos: inter-individual e intra-individual introduzir tal conhecimento implicam na sua elevação ou diminuição O conhecimento das fontes de variabilidade não permite a eliminação global das mesmas, porém permite introduzir tal conhecimento na concepção dos dispositivos técnicos de produção e na organização do trabalho. Os efeitos da variabilidade sobre a carga de trabalho implicam na sua elevação ou diminuição e determina a necessidade de uma reelaboração constante pelos trabalhadores do seu modo operatório.

14 Carga de Trabalho O conceito de carga de trabalho está associado em ergonomia à fração da capacidade de trabalho que o operador investe na tarefa. Tal idéia pressupõe um modelo de homem com capacidade de trabalho limitada, o qual regula sua carga de trabalho, dentro dos limites da sua capacidade disponível, por meio da modificação do seu modo operatório. Figura 5: Setores da Carga de Trabalho e regulação psíquica.

15 Modelo Integrador da Atividade de Trabalho

16 Regulação e modo operatório Modo operatório É um termo próprio da ergonomia que visa caracterizar as diferentes maneiras de se executar uma mesma tarefa. A escolha pelo sujeito de um modo operatório específico, deriva de uma representação da situação das possibilidades de regulação que ela apresenta e de uma competência.

17 Considerações finais a) ampliação dos espaços de regulação; b) redução da carga de trabalho. a partir da realidade da atividade e das hipóteses explicativas da carga de trabalho contextualizadas numa situação específica, que a ergonomia buscará por meio da sua base conceitual revelar as representação dos diferentes atores envolvidos e negociar ações que objetivam fundamentalmente adequar a situação produtiva ao homem. Frente a tais objetivos a ergonomia não parte de um modelo definido a priori para o desenho das situações de trabalho. Ao contrário, é a partir da realidade da atividade e das hipóteses explicativas da carga de trabalho contextualizadas numa situação específica, que a ergonomia buscará por meio da sua base conceitual revelar as representação dos diferentes atores envolvidos e negociar ações que objetivam fundamentalmente adequar a situação produtiva ao homem.


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