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FORMAÇÃO EM AÇÃO 1º SEMESTRE ENSINO RELIGIOSO 2011.

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1 FORMAÇÃO EM AÇÃO 1º SEMESTRE ENSINO RELIGIOSO 2011

2 DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
Vivemos numa sociedade pluralista, que se expressa no Estado não-confessional e laico, que garante os direitos de liberdade religiosa e de expressão religiosa.

3 LEGISLAÇÃO LDB 9394/96 – Art. 33 Trechos do Artigo 33. “.... matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental

4 assegurando o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer forma de proselitismo.”

5 CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
DELIBERAÇÃO 01/06 Estabelece normas para o Ensino Religioso no Sistema Estadual de Ensino do Paraná.

6 DIRETRIZES CURRICULARES DA EDUCAÇÃO BÁSICA – ENSINO RELIGIOSO
Objeto de estudo: O SAGRADO Nas diversas tradições religiosas

7 RELAÇÃO OBJETO DE ESTUDO E CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
PAISAGEM RELIGIOSA SAGRADO UNIVERSO SIMBÓLICO RELIGIOSO TEXTO SAGRADO

8 CONTEÚDOS BÁSICOS 5ª SÉRIE/ 6º ANO Organização Religiosa. Lugares Sagrado. Textos Sagrados orais ou escritos. Símbolos Religiosos

9 CONTEÚDOS BÁSICOS 6ª SÉRIE/ 7º ANO Temporalidade Sagrada. Festas Religiosas. Ritos. Vida e Morte.

10 Pensando os Conteúdos Básicos das Diretrizes Curriculares de Ensino Religioso nas tradições religiosas.

11 ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA
Conservar a tradição religiosa na expressão de fé, na prática de rituais, nos seus papéis e nas suas funções. (PASSOS, 2006)

12 BUDISMO Origem do Budismo:
Nasceu na Índia por volta do século VI a.C., como resposta ao sofrimento, à dor, à morte, à angústia e a todos os outros problemas da vida humana. (BESEN, 2008)

13 Sindartha Gautama, conhecido como,
Fundador do Budismo Sindartha Gautama, conhecido como, BUDA que significa o iluminado.

14 Sindartha, nasceu numa família que fazia parte do clã de nobres guerreiros do reino dos Sakyas. Viveu sua infância e a sua juventude no luxo real. Casou-se e teve um filho. Mesmo assim, não encontrava a paz. (BESEN, 2008)

15 Afim de encontrar a paz, Sindartha abandou o palácio para conhecer o mundo e suas realidades. Passando assim, questionar o problema do sofrimento humano. (BESEN, 2008)

16 Numa noite, ao pé de uma figueira, que mais tarde será chamado da árvore da ciência, Sindartha descobriu a verdade e passou a ser chamado de Buda, que significa “o Iluminado”. (BESEN, 2008)

17 Características que identificam os monges e as monjas:
- vivem em mosteiros. - cabeça raspada. - manto de cor laranja. - uma flor de lotus na mão. (BESEN, 2008)

18 LUGARES SAGRADOS Lugar onde se deu ou se dá a manifestação do Sagrado. Espaço que o indivíduo realiza suas práticas religiosas e busca o desenvolvimento de sua espiritualidade. (Caderno Pedagógico de Ensino Religioso)

19 O muro é cultuado como o recanto mais sagrado do Judaísmo,
MURO DAS LAMENTAÇÕES O Muro está localizado na área ocidental de Jerusalém. Lembra há milênios a vitória de Roma sobre os judeus. O muro é cultuado como o recanto mais sagrado do Judaísmo,

20 pois é o último vestígio do segundo templo judaico, edificado após a destruição do anterior, construído por Salomão. muro-das-lamentacoes/

21 Os peregrinos vão até o Muro das Lamentações para rezar e colocar pedidos entre as pedras.
(FINE, 1998)

22 Cemitério judaico é um lugar sagrado.
MONTE DAS OLIVEIRAS Cemitério judaico é um lugar sagrado. FINE, D. O que sabemos sobre o Judaísmo? São Paulo: Callis, 1998.

23 Segundo a tradição: o Messias passará no Monte das Oliveira para trazer todos os mortos de volta à vida. (FINE, 1998)

24 TEXTOS SAGRADOS ORAIS E ESCRITOS
Livros Sagrados das religiões retratam a história e a experiência dos indivíduos com o Sagrado. Vamos conhecer um dos Livros Sagrados da tradição religiosa do Hinduísmo.

25 HINDUÍSMO Existem vários livros sagrados que contam a vida dos deuses. Entre eles: Bhagavad-Gita ou Gita: significa canto Sublime. Ensina a justa conduta do ser humano e apresenta os caminhos para o homem conseguir a salvação.

26 TRECHO DO LIVRO: “Qualquer que seja a forma e a maneira que o sincero devoto adore com Verdadeira fé, Eu e somente Eu tomarei tal forma e a tornarei tal Fé pura e esclarecida e digna de valor.” (Krishna, no Bhagavad-Gita)

27 SÍMBOLOS RELIGIOSOS São linguagens que expressam a aproximação com o Sagrado, ou seja, sinal de identificação, aproximação e compreensão.

28 FIO-DE-CONTA CANDOMBLÉ
São objetos de identificação dos fiéis aos orixás e o seu recebimento. A lavagem e a entrega do fio-de- conta são momentos importantes no ritual dos filhos-de-santos. -

29 TEMPORALIDADE SAGRADA
Tempo mítico, em que desvenda uma nova dimensão do tempo designado pela manifestação de algo sobrenatural. (ELIADE,2008)

30 CALENDÁRIO DOS CATÓLICOS – TEMPO LITÚRGICO
Os tempos litúrgicos são tempos, relacionados a vida de Jesus Cristo. Desde o seu Nascimento até a sua Ressurreição. Nos intervalos de cada período se celebra todos os aspectos da vida de Jesus Cristo.

31 Por isso, os Católicos devem ser atentos ao calendário que rege a vida cristã, pois, para os batizados, a razão do tempo em que vivem não é outra se não conformar a vida com a vida de Jesus Cristo.

32 O tempo litúrgico é dividido na seguinte ordem: O Advento, Natal, Quaresma,
Páscoa e Comum.

33 FESTAS RELIGIOSAS As festas acontecem como imitação dos grandes acontecimentos da vida do cosmo ou da terra. Podendo ser uma experiência de comunhão com o Sagrado. (CROATTO, P. 390)

34 CASAMENTO – ISLAMISMO “...Elas (suas esposas, Ó homens) são uma vestimenta para vós e vós (homens) sois uma vestimenta para elas...” (Alcorão 2:187)

35 Para os muçulmanos, a família do noivo que escolhe a noiva
Para os muçulmanos, a família do noivo que escolhe a noiva. O casamento consiste num contrato, entre o homem, a mulher e o guardião. O contrato implica no pagamento pelo noivo de um valor (dinheiro ou gênero) para noiva.

36 O ato sagrado do matrimônio é realizado, via-de-regra, na presença de um xeique ou de um qádi, para que, em primeiro lugar, seja mais autêntico e valioso o contrato.

37 O ato sagrado do matrimônio é realizado, via-de-regra, na presença de um xeique ou de um qádi, para que, em primeiro lugar, seja mais autêntico e valioso o contrato.

38 não existe uma cerimônia de noivado e/ou de casamento islâmico
não existe uma cerimônia de noivado e/ou de casamento islâmico. Há uma festa de “urs” (núpcias) e uma outra chamada “walimah”(banquete aos convidados).

39 Prática periódica, de caráter social, submetida a regras precisas.
RITOS Prática periódica, de caráter social, submetida a regras precisas. (CROATTO, P. 330)

40 O ritual Kuarup é celebrado uma vez por ano, entre os meses de julho e setembro. Marcado por prantos e por lamentações, numa saudação dos índios a seus mortos. Após esse ritual é encerrado o período de luto.

41 No Kuarup, os mortos são representados por troncos, fincados no pátio da aldeia onde ocorrerá a festa.

42 VIDA E MORTE As tradições religiosas apontam para perspectivas de vida pós morte: ancestralidade, reencarnação e ressurreição. Com o objetivo de buscar respostas para fenômenos pertencentes a vida e a morte.

43 CEMITÉRIOS: Considerado a morada dos mortos, os cemitérios são espaços sagrados. Esses espaços sacralizados convidam os vivos a uma meditação sobre a morte.

44 REFERÊNCIAS: ANJOS, M.S. (Re) conhecendo os símbolos do candomblé em busca da (re) construção da África perdida. Disponível em: <www.africaeafricanidades.com/.../Re-conhecendo_os_simbolos_do_candomble.pdf > Acessado em: 13/05/2011. BESEN, J. A. O universo religioso: as grandes religiões e tendências religiosas atuais. BIACA, V et. al. . O Sagrado no Ensino Religioso. Curitiba: SEED – Pr 2006. CROATTO, J. S. As linguagens da experiência religiosa. São Paulo: Paulinas, 2001. ELIADE, M. Tratado de História das Religiões. São Paulo: Martins Fontes, 2008. FINE, D. O que sabemos sobre o judaísmo? São Paulo: Callis, 1998. PASSOS, J. B. Tempo Litúrgico - O Ano Litúrgico Católico. Disponível em: <http://www.movimentoliturgico.com.br/Portal/index.php?option=com_content&view=article&id=388:o-ano-liturgico-catolico&catid=40:cat-tempos&Itemid=53> Acessado em: 17/05/2011.

45 PASSOS, J. D. Como a religião se organiza: tipos e processos
PASSOS, J. D. Como a religião se organiza: tipos e processos. São Paulo: paulinas, 2006. MORENO T. M. O Sagrado e o Profano: O cemitério na cidade de São Paulo. Disponível em <www.pucsp.br/revistacordis/downloads/.../13_sagrado_profano.pdf > Acessado em 16/05/2011. SANTANA. A. L. Muro das Lamentações. Disponível em: <http://www.infoescola.com/religiao/muro-das-lamentacoes> Acessado 17/05/2011. Disponível em: < Acessado em 17/05/2011. Casamento muçulmano e suas tradições. Disponível em: < Acessado em: 17/05/2011. O matrimônio. Disponível em: < Acessado em: 12/05/2011. O casamento islâmico. Disponível em: <http://www.brasiloeste.com.br/noticia/1031/> Acessado em: 12/05/2011.


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