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Ana Carla Ghiggi Meurer Giselle Nicaretta Hestelamaris Takahashi LENDO CIÊNCIAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO NÚCLEO REGIONAL.

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1 Ana Carla Ghiggi Meurer Giselle Nicaretta Hestelamaris Takahashi LENDO CIÊNCIAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FRANCISCO BELTRÃO - PR

2 Vídeo: Vídeo: The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (2011) Disponível em:

3 Leitura: responsabilidade de todas as disciplinas. Quando nós lemos? Quando temos uma necessidade (desejo, curiosidade, indignação, estranhamento). A leitura não é só ler textos, mas ler contextos. PIVOVAR, 2012

4 Para que lemos? Lemos para nos situar estrategicamente nos contextos em que nos encontramos. Ler, portanto, é uma necessidade (não é uma habilidade, ou mesmo prazer). É uma questão de sobrevivência. Lemos para poder definir qual vai ser nossa reação em cada situação enfrentada, de modo que possamos preservar nossa condição de cidadão. Altair Pivovar (doutor em Educação, professor da Universidade Federal do Paraná)

5 Leitores X Não leitores Variados estudos demonstram que os sistemas educacionais seguem formando um número expressivo de não leitores.

6 Fatores Preocupantes A baixa compreensão de leitura dos estudantes. A pouca valorização da atividade de leitura no ensino das Ciências. Os obstáculos de domínio de tarefas metacognitivas relacionadas com a leitura. A desmotivação dos alunos. As dificuldades por eles sentidas quando leem textos científicos. (TEIXEIRA JUNIOR; SILVA, 2007, apud FRANCISCO JUNIOR, 2010)

7 Que tipo de leitores estamos formando? Possuem deficiências na capacidade de interpretação de enunciados. Buscam por respostas prontas e rápidas para questões estabelecidas previamente. Necessitam procurar no texto elementos que o professor quer.

8 Como mudar essa situação? Deve-se evitar atividades mecanizadas da leitura que levam à simples decodificação e não à resolução de problemas.

9 Incentivo a Leitura O texto a ser lido deve apresentar algo que chame a atenção, que cause uma perturbação, ou uma lacuna na forma de ler o contexto. Quando somos confrontados, buscamos outras formas para a leitura. A problematização incentiva a leitura, induz a vontade de conhecer e resolver situações que são apresentadas. Pivovar,2012

10 Objetivos Discussão da leitura e do reconhecimento dos conhecimentos científicos escolares trabalhados na disciplina de Ciências em diferentes linguagem: textos, imagens, vídeos, animação, dinâmicas, charges, tirinhas, música e atividades experimentais. Contribuir para a formação de leitores autônomos e críticos a partir dos conteúdos;

11 Justificativa Atividades envolvendo a leitura no ensino de Ciências, favorecem o letramento científico do aluno que implica que este saiba ler, entender e comunicar-se tanto oralmente, quanto por meio da escrita na linguagem específica desta área.

12 O letramento científico pressupõe que os alunos tenham capacidade de fazer uso prático e social dos conhecimentos científicos e dessa forma possam interpretar o mundo e os fenômenos científicos que os cercam.

13 Conhecimento tem que se transformar em comportamento. ( Pivovar) A leitura do mundo precede a leitura da palavra. (Paulo Freire) "Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino". (Paulo Freire)

14 DCE de Ciências – Princípios O processo ensino e aprendizagem em Ciências exige: Relações conceituais Relações interdisciplinares Relações contextuais Abordagem problematizadora (PARANÁ, 2008, p.73)

15 PARTE I

16 ...veja bem...preste atenção...

17 ...o que você viu nestas imagens?... O que estas imagens representam para você?

18 ....e o Conhecimento Científico Escolar.... CIÊNCIAS... SÉRIES INICIAIS E SÉRIES FINAIS...

19 ...espera-se que o aluno tenha aprendido sobre...

20 Conteúdos – Séries Iniciais Ensino Fundamental de nove anos : Orientações Pedagógicas para os anos iniciais

21 Conteúdos– Abordagens – Séries Iniciais

22 ... e possa continuar a aprender, na perspectiva da DCE de Ciências...

23 Séries Finais - Conteúdos Estruturantes DCE de Ciências

24 Conteúdos Estruturantes & Conteúdos Básicos

25 Ensino de Ciências – Disciplina: Conteúdos: Noções de Astronomia; A Matéria e suas transformações; A Energia e suas conversões; O Corpo Humano e seus sistemas; A Organização dos Seres Vivos no ambiente. Conteúdos Estruturantes: Astronomia; Matéria; Energia; Sistemas Biológicos; Biodiversidade. Séries Iniciais SSéries Finais

26 Para refletir... Goethe disse, certa vez, sobre o conhecimento do método científico: A teoria em si e por si para nada serve a não ser nos levar a crer na conexão dos fenômenos. (Entrevista Nova Escola (2003)

27 PARTE II

28 ...a leitura e o enunciado...

29 Seja qual for a natureza da linguagem [...] um leitor só estabelece efetivo processo de leitura no momento em que se insere um diálogo. (Pivovar, 2007 )

30 Disponível em: Vídeo 1 Shadow_Arte Vídeo 2: Shadow Arte

31 ...Shadow Art... Disponível em:

32 ...que relações você fez com o Ensino de Ciências?...

33 Imagem do Eclipse lunar e solar

34 ...mas......o que seria o enunciado?......uma pergunta?......uma questão?...um problema?...

35 Os enunciados caracterizam um tipo especial de manifestação discursiva, na qual um material físico transforma-se num material ideológico, que evoca um conhecimento de referência, fruto de uma experiência dialógica com gêneros primários. (Pivovar,2007) * gêneros primários: espontâneos, produzidos nas situações corriqueiras de comunicação. Predomínio da oralidade.

36 Disponível:

37 ...O que este recorte de vídeo diz para você?......Será que diz a mesma coisa para o seu colega?... Atividade 2: Em grupos de três pessoas, discutam o que cada um viu e façam uma lista dos pontos em comum.

38 ...aquecimento global... Disponível:

39 Enunciado em: Imagens Vídeos/trechos de filmes Charges/Tirinhas Textos/Artigos Científicos Animações/Dinâmicas/Músicas Na literatura/contos/poesias/poemas...com ilustrações e sem ilustrações; Atividades Experimentais

40 ...alguns exemplos...

41 Disponível : Disponível:

42 D isponível em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid= &set=a &type=3 Disponível : Disponível:

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44

45 http--portaldoprofessor.mec.gov.br-storage-discovirtual-galerias-imagem md jpg

46 g

47 http--4.bp.blogspot.com--22CVcPqqnT4-T6ZbbDPiEBI-AAAAAAAAFC0-2XaN8G03hl8-s1600-lixo2.jpg

48 As ilustrações (charges, tinhas e quadrinhos) Constituem um material de leitura que possibilita ao aluno aproveitar sua imaginação criadora como gatilho provocador, visando ampliar seu processo de significação e assimilação dos conceitos existentes nas Ciências. Podem ser entendidas como uma motivação para a leitura, na busca de novos conceitos (MAIA, 2008, p.23).

49 ...mas e os textos?

50 Disponível em :

51

52 Disponível em: TEXTOS INSTRUCIONAIS Típico das experiências práticas caracteriza-se por uma sequência de instruções que se mal interpretadas, podem levar a conclusões incorretas. Investigar as imagens que geralmente acompanhem o texto escrito, completando seu sentido, auxilia na compreensão do conteúdo. Disponível em :

53 TEXTOS EXPOSITIVOS Característico dos artigos científicos, também aparece nos livros didáticos. É um texto, sem espaços para várias interpretações. Baseado em comprovações obtidas por meio de experiências, o autor deixa claro o caminho que fez para chegar a conclusão, comprovando ou refutando uma hipótese inicial. O livro didático tem a vantagem de simplificar o discurso cientifico. Disponível em : revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/conhecer-questionar-textos-expositivos-instrucionais shtml

54 x.html TEXTOS JORNALÍSTICOS content/uploads/2010/04/revista-meio- ambiente-mar101.jpg n/imagens/lojacarosamigos/Thumbs/TN_c apa148.jpg onamidia/0408%202/Capa.jpg img/educacao1.jpg SKoLKRo/SyVi0Z0GzMI/AAAAAAA AAEg/88T2GsA4NSU/s400/cienciah oje.jpg Ao aproximar o conteúdo escolar dos fatos cotidianos, reportagens de jornais e revistas (sobretudo as de divulgação científica) possibilitam discussões sobre saúde, alimentação, meio ambiente e tecnologia. tem linguagem mais simples e permitem que assuntos sejam discutidos pelos alunos. Disponível em :

55 Entrevista Ana Maria Espinoza: É essencial ensinar a ler textos de Ciências; (disponível em: Conhecer Textos Expositivos e Instrucionais para Questionar – Lorena Verli; (http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/conhecer-questionar-textos-expositivos-instrucionais shtml

56 Vídeos e Animações Filme Rio (cadeia alimentar) Mudanças Climáticas Vírus - O Espirro Galileu Galilei - Lei dos corpos em queda - Trecho 1/Visão heliocêntrica - Trecho 2 O mundo invisível das bactérias

57 ...animação... Rio, O Filme (105 min., 2011, EUA, Animação, Fox Film) Disponível em:

58 Documentário, trechos de vídeos, imagens e animações Podem ser boas estratégias de ensino, desde que haja a articulação do conteúdo apresentado com o conteúdo específico abordado e os processos cognitivos a serem desenvolvidos pelos estudantes, por meio de análise, reflexões e problematização (PARANÁ, Ciências, p.71; Biologia, p.65,2008).

59 ATIVIDADES EXPERIMENTAIS A inserção de atividades experimentais na prática docente, apresenta-se como uma importante ferramenta de ensino e aprendizagem, quando mediada pelo professor de forma a desenvolver o interesse nos estudantes e criar situações de investigação para a formação de conceitos. Tais atividades não têm como único espaço possível o laboratório escolar, visto que podem ser realizadas em outros espaços pedagógicos, como a sala de aula, e utilizar materiais alternativos aos convencionais.

60 Entretanto, é importante que essas práticas proporcionem discussões, interpretações e se relacionem com os conteúdos trabalhados em sala. Não devem, portanto, ser apenas momento de comprovação de leis e teorias ou meras ilustrações das aulas teóricas. (PARANÁ, 2008, p. 76)

61 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE OBJETIVOS Onde o problema proposto que vai ser selecionado é proposto com clareza ao aluno. Deve-se situar o experimento no contexto e relacioná-lo com os conteúdos. O que pretende descobrir; comprovar aquilo que foi proposto teoricamente.

62 MATERIAIS PROCEDIMENTOS Fazer uma descrição dos materiais que serão utilizados no experimento para fornecer ao aluno; explicitar a maneira como os equipamentos devem ser conectados e montados. Explicitar a maneira como os alunos devem agir de modo a obter os resultados desejados.

63 DISCUSSÕES REFERENCIAS TEÓRICOS Podem aparecer questões norteadoras/desafiadora que guiem o aluno a chegar as suas próprias conclusões e conceitos. Deve-se discorrer sobre aqueles conceitos chave ao entendimento daquele experimento de modo que o aluno possa compreender o que fará. É aconselhável que se limite aqueles conceitos e leis pertinentes ao que vai ser o objeto daquele experimento em particular.

64 SISTEMAS BIOLÓGICOS

65 MATERIAIS DINÂMICA Caneta marca texto amarela Álcool em gel Lâmpada de luz negra Sabão Papel toalha Alicate Retire a ponta da caneta marca texto com o auxilio de um alicate e coloque dentro de um recipiente contendo 10 ml de álcool em gel, Apague as luzes e ligue a luz negra. Mostre aos alunos que o gel fica fluorescente, mas que as mãos não são fluorescentes. Coloque o álcool em gel com o corante fluorescente nas mãos dos alunos, espalhe e espere secar. Na luz branca a mão fica com a coloração normal, mas quando apagam-se as luzes e liga-se a luz negra, as mãos ficam fluorescentes (ou não...). Peça aos alunos para lavar as mãos normalmente, como eles sempre fazem. Ligue novamente a luz negra e observe as mãos após a lavagem. interna.php?experimento=455&VOCE+SABE+LAVAR+AS+MAOS#top

66 COMENTÁRIOS Podemos perceber que nas unhas, entre os dedos e também no dorso da mão permanecem fluorescentes após a lavagem. Isso ocorre porque as mãos não foram lavadas corretamente. As pessoas geralmente esfregam as palmas das mãos, no entanto se esquecem do dorso e das unhas, que por estarem nas pontas dos dedos contribuem bastante para disseminação de microorganismos. Da mesma forma também se esquecem de lavar entre os dedos o que pode acarretar em acúmulo de sujeira e resultar em um ambiente favorável ao aparecimento e desenvolvimento de micoses (infecções na pele causadas por fungos). A lavagem inadequada das mãos também aumenta as chances de uma contaminação alimentar e disseminação de doenças. interna.php?experimento=455&VOCE+SABE+LAVAR+AS+MAOS#top

67 Nos últimos meses o uso do álcool em gel, para higienização das mãos, tornou-se mais freqüente especialmente em lugares públicos, como medida preventiva de dispersão do vírus H1N1. Os vírus que colonizam mucosas, vias respiratórias e que podem ser expelidos por secreções (aerossóis respiratórios como espirros e tosse) possuem a capacidade de dispersão aumentada em relação a outros vírus presentes no sangue como por exemplo o HIV, vírus causador da AIDS. É possível pegar o vírus H1N1 sem ter um contato próximo com quem está contaminado. Por exemplo, se alguém encosta as mãos em uma superfície onde caíram gotículas de um espirro de uma pessoa contaminada, e levar as mãos a boca, ou passar em alguma mucosa, poderá se contaminar com o vírus. É importante atender as recomendações para se prevenir da doença: 1) Lave bem as mãos freqüentemente com água, sabão e utilize álcool em gel, 2) Evite tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, 3) Não compartilhe objetos de uso pessoal e cubra a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar. interna.php?experimento=455&VOCE+SABE+LAVAR+AS+MAOS#top

68 Uma, Lava outra, Lava uma, Lava outra, Lava uma, [mão] Lava outra, [mão] Lava uma, [mão] Lava outra, [mão] Lava uma. Depois de brincar no chão de areia a tarde inteira Antes de comer, beber, lamber, pegar na mamadeira, Lava uma, [mão] Lava outra, [mão] Lava uma Lava outra, [mão] Lava uma. A doença vai embora junto com a sujeira Verme, bactéria manda embora embaixo da torneira Água uma, Água outra, Água uma [mão], Água outra, Água uma Na segunda, terça, quarta, quinta e sexta-feira Na beira da pia, tanque, bica, bacia, banheira Lava uma [mão] [mão] [mão] [mão] Água uma, [mão] Lava outra, [mão] Lava uma, [mão] Lava outra, lava uma. Lavar As Mãos - Arnaldo Antunes Disponível em: Disponível em: Disponível em:

69 Sugestões de Sites Mapa de Experimentos Atividades e Experimentos ades Página da disciplina de Ciências no site do NRE udo/conteudo.php?conteudo=164 Página da disciplina de Biologia udo/conteudo.php?conteudo=163 Canal de Ciências – DEB/SEEDPR

70 O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você. (MárioQuintana) http--3.bp.blogspot.com-_0xoPb6Fq42g-S7xp9fqrljI-AAAAAAAAARU-PoqiXxxRrJo-s400- cidade.jpg

71 PARANÁ. Diretrizes Curriculares da Educação Básica Curitiba: SEED/DEB – PR, PARANÁ. Ensino fundamental de nove anos : orientações pedagógicas para os anos iniciais -Curitiba, PR : Secretaria de Estado da Educação, Pivovar, Altair. Escola e Histórias em Quadrinhos: O Agon Discursivo. Curitiba, 2007 (Tese de Doutorado) Universidade Federal do Paraná. MAIA, R. G.,SCHIMIN, E. S. Ilustrações: Recurso didático facilitador no Ensino de Biologia. Disponível em: Referências:


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