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FORMAÇÃO EM AÇÃO 2012 Secretaria de Estado da Educação Superintendência da Educação Departamento de Educação Básica.

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1 FORMAÇÃO EM AÇÃO 2012 Secretaria de Estado da Educação Superintendência da Educação Departamento de Educação Básica

2 SOCIOLOGIA Secretaria de Estado da Educação Superintendência da Educação Departamento de Educação Básica

3 I PARTE

4 Título: A leitura sociológica como instrumento de ensino. Tema: Análise e compreensão de questões contemporâneas OFICINA DE LEITURA

5 OBJETIVOS Proporcionar formação continuada para os professores da rede estadual de ensino; Fomentar discussão sobre a importância da formação de leitores na escola; Discutir estratégias de leitura para o ensino de Sociologia.

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7 A leitura é um dos meios pelo qual se obtém a maior parte dos conhecimentos das mais diversas áreas. A leitura permite são só o desenvolvimento da capacidade de interpretação, em especial na ciência e na cultura, como também desenvolve a competência da argumentação na escrita e na exposição oral. PRESSUPOSTOS

8 FORMAÇÃO DE LEITORES NA ESCOLA QUAIS SÃO AS EXPERIÊNCIAS DE LEITURA NA ESCOLA?

9 FORMAÇÃO DE LEITORES NA ESCOLA QUAL A CONTIBUIÇÃO DAS CIÊNCIAS HUMANAS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE LEITORES?

10 Formação de leitores na escola Três aspectos são imprescindíveis e indissociáveis no processo de formação de leitores no ambiente escolar. Projeto Político Pedagógico Biblioteca Escolar Mediador

11 Leitura no Ensino de Sociologia Entende-se a leitura como um instrumento fundamental na busca do conhecimento e na emancipação das ideias. Por meio dela é possível formar um pensamento crítico e desenvolver a habilidade de argumentação para se posicionar diante das questões postas no cotidiano.

12 Zygmunt Bauman A tarefa da sociologia é assegurar que as escolhas que todo ser humano enfrenta diariamente, sejam verdadeiramente livres e que continuem, cada vez mais, enquanto durar a humanidade.

13 As ideias sobre o mundo em que se vive adquirem sentidos a partir das provocações dos autores clássicos e contemporâneos. É possível ressignificar conteúdos, avançar no conhecimento, contrapondo-os com as próprias experiências individuais e coletivas (ARAÚJO, 2009).

14 A leitura no ensino de Sociologia proporciona a aproximação do aluno com a linguagem própria das Ciências Sociais garantindo o caráter científico da disciplina.

15 Segundo as Orientações Curriculares Para o Ensino Médio, os textos sociológicos (acadêmicos ou didáticos) devem servir de suporte para o desenvolvimento de um tema, de análise de uma teoria ou ainda para a explicação de conceitos.

16 Os excertos de textos sociológicos deverão ser contextualizados a fim de que o aluno possa compreendê-los no conjunto da obra do autor, percebendo a historicidade de sua construção e a intencionalidade das ideias desenvolvidas ( DCE, p. 97).

17 MÉTODO DE LEITURA Severino (2002) sistematiza e apresenta o Método de Leitura Analítica. Segundo o autor, a leitura analítica avança por etapas sucessivas (processos lógicos) até a compreensão global de uma unidade de leitura.

18 Etapas da Leitura Analítica Análise Textual Preparação do texto Visão geral Análise Temática Compreensão da mensagem Tema / Problema central

19 Análise Interpretativa Reflexão Crítica Síntese Reflexão pessoal Reelaboração da mensagem

20 II PARTE

21 APLICAÇÃO

22 O trabalho do professor deve privilegiar estratégias que oportunizem aos alunos adquirir habilidade para compreender os diversos gêneros de texto. PROFESSOR MEDIADOR

23 Mediação Mobilizar Problematizar Leitura Contextualizar

24 MOBILIZAÇÃO E PROBLEMATIZAÇÃO Leitura de imagem Considerar tanto o sentido denotativo quanto o conotativo presentes na imagem.

25 ATIVIDADE EM GRUPO Você já parou para pensar sobre ideias e valores que estão associados a cada uma das designações que são atribuídas aos homens e as mulheres?

26 Fonte: Rocco, Figura 01

27 Pensando a identidade de gênero Códigos de comportamentos idealizam papéis que são atribuídos aos homens e mulheres na sociedade.

28 Fonte: Rocco, 2006 Figura 02

29 Dilema do cotidiano - O que condiciona o conflito apresentado? - São exclusivos das mulheres?

30 Fonte: Rocco, 2006 Figura 03

31 Em que medida os posicionamentos observados possibilitam a igualdade entre os gêneros? O comportamento da mulher retratado na tira, pode ser entendido de forma generalizada?

32 Definição de Papéis Rocco,2006

33 O que a charge possibilita identificar?

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35 A situação retratada seria necessária para a conquista da igualdade entre os gêneros?

36 MOBILIZAÇÃO Análise de Filme

37 Utilizando o filme: - Acorda Raimundo...Acorda!

38 E se as mulheres saíssem para o trabalho enquanto os homens cuidassem dos afazeres domésticos? PROBLEMATIZAÇÃO

39 Possível debate Acorda Raimundo... Acorda! A realidade cotidiana de forma invertida entre os sexos. A situação vivida pelo homem é percebida como um pesadelo. Um pesadelo do qual homens e mulheres devem acordar.

40 Ficha Técnica: Direção: Alfredo Alves Tipo: Ficção Ano de produção: 1990 Duração: 16 minutos Origem: Brasil (RJ) Produtora: CETA-IBASE, Iser vídeo

41 Sinopse: Essa é a história de Marta e Raimundo, uma família operária e seus conflitos vividos num mundo onde tudo acontece ao contrário.

42 Atividade Fazendo o contraponto. Leia o texto A Barata Matilde e teatralize um novo final para o filme

43 CONTEÚDOS Conteúdo Estruturante: Cultura e Indústria Cultural Conteúdo Básico: Relações de gênero Conteúdo Específico: Construção dos papéis sociais e desigualdade de gênero.

44 EXPECTATIVA DE APRENDIZAGEM Espera-se que os alunos compreendam como as identidades são construídas no contato com a diversidade cultural, étnica, religiosa, de gênero e de orientação sexual, apropriando-se do significado de identidade a fim de adquirir consciência do seu pertencimento.

45 Fundamentação Teórica Conceitos e Teorias Socialização Identidade Durkheim Stuart Hall PAPÉIS SOCIAIS Weber Gênero Relações Sociais Foucault Weber J. Scott Marx

46 Contextualização Processo de Construção dos Papéis Sociais. Vídeo: Homens e Mulheres

47 ATIVIDADE COLETIVA Elaboração de texto Como os papéis sociais foram sendo construídos ao longo do tempo e quais os fatores que determinaram e determinam essa divisão?

48 Leitura Artigo 1 Diversidade de Gênero - Mulheres Rosa Maria Godoy Silveira SILVEIRA, Rosa M. Godoy, Diversidade de Gênero – Mulheres. Disponível em: line/modulo3/mod_3_3.3.2_diver_genero.mulheres_rosa.pdf Acesso: 05/03/2012

49 Leitura a)Análise textual 1º Momento Leitura rápida – contato com o vocabulário do texto. 2º Momento Leitura aprofundada - Levantamento das ideias, visão geral do texto. De que tratam os parágrafos? 1º parágrafo: 2º parágrafo:

50 b) Análise temática -Qual é a polêmica levantada pelo autor? - Esta polêmica está explícita ou implícita no texto? - Com quem o autor esta dialogando? c) Análise interpretativa Qual é a tese/posição/opinião defendida? O que o autor quer provar com sua tese? Ele apresenta uma solução para polêmica levantada? Explique.

51 d) Síntese do Leitor Posicionamento crítico completando o diálogo. Ao escrever o texto, as ideias do aluno sobre o assunto podem apontar as lacunas no texto, as questões não consideradas, as ideologias de sustentação, as contradições, etc. É possível, também, elencar as afirmativas e concordâncias sustentando-as com seus próprios argumentos.

52 Leitura Artigo 2 O Sexo Inventado Maysa Rodrigues RODRGUES, Maysa. O Sexo Inventado, Revista Sociologia, Ed. Escala, São Paulo, nº 23, p. 26 – 34, Fevereiro 2011.

53 Aproximação com o texto O SEXO INVENTADO Considerando o título O sexo Inventado fazer os seguintes questionamentos. - Inventado quando? Por quem? Por quê? - Que conceitos, informações e/ou ideias podem estar presentes num texto com esse título?

54 - O que diferencia biologicamente homens e mulheres? - O que diferencia socialmente homens e mulheres? Essa diferenciação é a mesma em qualquer parte do mundo? Por quê?

55 Encaminhamento a) A partir dessas questões,dialogar com a turma incentivando a expressão oral. b) Registrar algumas respostas para possível confronto com o texto.

56 c) Atividade em grupo - incentivo a expressão escrita. Então nascemos ou não, sujeitos com gênero? Há um processo que causa diferenciação entre os gêneros? As diferenças são permanentes e determinantes nas relações de gênero?

57 Sugestões de Atividades Após a conclusão da síntese trazer as questões levantadas para serem debatidas em sala de aula. Para aprofundar o conhecimento Pesquisa sobre relações de gênero no espaço escolar. Aula-Entrevista Pesquisa na comunidade de inserção da escola acerca de questões de interesse do grupo.

58 Sugestões de Atividades Para destacar os novos conhecimentos. Teatralização. Trazer para a sala de aula cenas de novelas, programas jornalísticos, seriados e outros para serem analisados e debatidos. Pesquisar, debater e desconstruir frases que transmitem ideologias sobre a desigualdade de gênero.

59 Sugestão de Encaminhamento Diálogo entre autores/artigos Artigo : Diversidade de Gênero - Mulheres Rosa Maria Godoy Silveira Artigo: O SEXO INVENTADO Maysa Rodrigues

60 - Em que os textos divergem? - Em que convergem? - Identifique no artigo de Maysa Rodrigues aspectos não abordados no artigo de Rosa M.Godoy, vice-versa.

61 Referências ARAÚJO. Silvia Maria de, BRIDI. Maria Aparecida, MOTIM. Benilde Lenzi – Sociologia: um olhar crítico – São Paulo: Editora Contexto, BRASIL, MINITÉRIO DA SAÚDE, Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de DST - Gêneros Adolescentes e Jovens Para a Educação entre Pares – Saúde e Prevenção nas Escolas, Ed. Premium – Brasília – DF.

62 Diretrizes Curriculares da Educação Básica de Sociologia, _______Gênero e Diversidade na Escola: Formação de Professoras/es em gênero, orientação sexual e relações étnico raciais – Livro de Conteúdo. Versão 2009 – RJ: CEPESC; Brasília: FPM, HADDAD, Rosa R. L. Oficina da Palavra, editora FTD- São Paulo, 1991.

63 HAAL, Stuart. IdentidadeS Culturais na Pós-Modernidade, DP&A Editora, Rio de Janeiro – RJ, Brasil, SILVEIRA, Rosa Maria Godoy. Diversidade de Gênero- Mulheres, 2008.

64 Contatos Edna Aparecida Coqueiro Departamento da Educação Básica Fones: / Elisandra Angrewski Diretoria de Tecnologias Fones:


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